CONTEÚDO ANDA Índia proíbe importação de peles de visons, chinchilas, raposas e répteis

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A Índia anunciou a proibição da importação de peles de répteis, chinchilas, visons e raposas.

A proibição foi realizada pelo Diretor de Comércio Exterior da Índia, que pertence ao Ministério da União do Comércio e Indústria.

As fazendas da fábrica da pele em todo o mundo são nitidamente precárias e os métodos usados para matar os animais por suas peles e pelos são extremamente cruéis e bárbaros.

De acordo com a Humane Society International: “Em todo o mundo, milhões de visons e raposas são mantidos em gaiolas imundas e com arame até que sejam gaseados e finalmente assassinados por suas peles”.

Há bastante tempo, organizações de direitos animais pressionam o governo central da Índia a se posicionar contra o cruel comércio de peles de animais considerados exóticos.

Entre os que apoiaram a proibição estão Maneka Sanjay Gandhi, ministra do Desenvolvimento de Crianças e Mulheres, que escreveu uma carta ao ministro do Comércio e Indústria da União, Nirmala Sitharaman, enfatizando a necessidade de combater a crueldade contra animais proibindo a importação de peles, segundo o World Animal News.

O Ministério do Meio Ambiente, Florestas e Mudança Climática (MoEFCC) e o Conselho de Bem-Estar Animal da Índia (AWBI) também apoiaram a iniciativa.

“Parabenizamos a Direção Geral do Comércio Exterior e o MoEFCC pelo seu firme empenho na abolição da importação de peles ‘exóticas’ Esta indústria e a indústria de couro matam, espancam e esfolam milhões de animais todos os anos em nome de uma moda frívola”, disse Gauri Maulekhi, que faz a articulação entre o governo indiano e a Humane Society.

“Nações em todo o mundo têm escolhido alternativas livres de crueldade e estamos contentes em ver que a Índia está gradualmente adotando políticas semelhantes para reduzir e eliminar dor e sofrimento desnecessários para os animais “, concluiu.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Últimos elefantes torturados em cidade indiana são transferidos para centro de reabilitação

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Os últimos seis elefantes forçados a trabalhar nas ruas de Deli (Índia) – aqueles que são levados pela cidade em busca de esmolas e executam truques em casas de fazenda, casamentos e templos – finalmente serão resgatados.

O Departamento Florestal de Deli planeja transportá-los para os centros de reabilitação de elefantes aprovados em Uttar Pradesh, Uttaranchal e outros estados vizinhos.

A decisão é uma resposta a um relatório condenatório feito pelos membros da Animal Welfare Board of India (AWBI) e de cientistas veterinários que inspecionaram os paquidermes em julho deste ano.

O documento detalha a desnutrição, o excesso de trabalho e o abuso infligido aos grandes mamíferos, incluindo uma fêmea cega.
Suas presas foram arrancadas, já que o marfim é considerado valioso no mercado negro.

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Já as orelhas dos elefantes foram rasgadas devido ao uso excessivo do ankus (uma vara do ferro usada para domá-los) e as pastilhas dos pés estão finas e rachadas porque eles permaneceram muito tempo em cima de concretos e caminharam em estradas quentes.

Além disso, os recintos em que são mantidos na área de South Delhi Sangam Vihar são estreitos, sujos e anti-higiênicos, sem água potável adequada ou piscina, diz o relatório.

Os dois elefantes – Hiragaj e Gangaram – e as quatro fêmeas – Moti, Chandni, Dhonmati e Yeon – podem muitas vezes ser vistos presos sob a ponte ITO.

Intitulada “Avaliação do Bem-Estar e Cumprimento da Lei dos Elefantes Asiáticos Cativos (Elephant Maximus) em Nova Delhi”, o relatório foi apresentado recentemente.

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Os animais são explorados em Yamuna há séculos. No entanto, o cenário de mudança da cidade e a crescente pressão dos ativistas culminaram em um julgamento do Supremo Tribunal em 2015, que proibiu a continuidade dos abusos.

Shukla disse ao Mail Today: ‘Vamos enviar avisos para os responsáveis por elefantes. Se suas respostas não forem satisfatórias, iremos resgatar os animais”.

A capital nacional tinha um grande número de elefantes domesticados antes e depois da independência, principalmente para passeios reais e para serem usados pela indústria de construção e transporte de cargas pesadas, segundo o Daily Mail.

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Em 2003, havia pelo menos 22 elefantes na cidade. Acredita-se que eles foram adquiridos na feira Sonpur em Bihar, que recebe elefantes sequestrados das florestas de Assam. Embora a demanda pelos animais abusados tenha sido alta  no passado, agora reduziu consideravelmente.

“O bem-estar geral dos seis elefantes cativos inspecionados em Deli é muito ruim. Moti é completamente cega no olho direito, ela está nervosa, facilmente assustada e resiste aos comandos de seus adestradatores “, disse o ativista pelos direitos animais Gauri Maulekhi, que fazia parte do comitê de inspeção.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Cães salvam a vida de recém-nascida abandonada na Índia

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Não há como negar: os cães são incríveis. Eles nos fazem rir, nos confortam quando estamos tristes e nos trazem alegria, além de mostrarem compaixão e amor incondicional. O desejo deles de ajudar se estende a todas as pessoas e até mesmo a um pequeno recém-nascido.

Os cães se importam muito com crianças pequenas e esta história emocionante mostra o que eles são capazes de fazer para protegê-las mesmo se a criança não fizer parte de sua família.

Recentemente, um bebê de apenas sete dias foi abandonado em Purulia, na Índia, mas foi resgatado graças a quatro cães abandonados. A criança foi deixada em um conjunto de arbustos e eles entraram em ação para protegê-la, defendendo-a de corvos e vigiando-a.

Embora não se saiba quanto tempo os cães permaneceram com o bebê,  eles ficaram ao seu lado até ele ser descoberto por Ulhas Chaudhary, um professor de uma escola local.

Chowdhury ouviu o choro do bebê quando estava indo para o trabalho e começou a procurar nos arbustos quando notou os quatro cachorros cuidando amorosamente da menina.

Uma vez que os cães perceberam sua aproximação, começaram a latir. Ao descobrir a pequena, Chowdhury chamou seus vizinhos que contataram as autoridades locais.

A vizinha de Chowdhury, Parveen Sem, rapidamente deu ao bebê um pouco de leite, sem saber quanto tempo ele havia estado ali. Enquanto esperavam as autoridades chegarem, o bebê foi levado para a residência de Chowdhury e os cães os seguiram até lá.

Desde então, a polícia está com o bebê, que foi internado em uma unidade de cuidados especiais para recém-nascidos. Os médicos confirmaram que ele tem entre sete a 10 dias de idade.

Ela tem sinais de icterícia, mas o médico Shibshankar Mahato explicou que não há motivos para se preocupar. Chowdhury deu o nome de Sania à menina porque ela foi resgatada em um sábado. Quando ela for liberada do hospital, será levada para um centro de adoção estatal.

Nota da Redação: A lealdade e o amor dos cães abandonados que permaneceram com Sania é realmente incrível. Se eles não tivessem permanecido ao seu lado, provavelmente  ela não teria sobrevivido. A bondade e o altruísmo destes cães é um belo exemplo para os seres humanos que deveriam se espelhar nesta ação compassiva para construir um mundo melhor.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Corujas e aves protegidas são capturadas para serem sacrificadas em festival

Reprodução/Daily Mail

Ativistas pelos direitos animais têm alertado sobre a caça desenfreada de espécies de aves protegidas para o festival indiano Diwali. Foi revelado que pássaros raros são levados para a capital antes de serem transportados para outras partes do país, tudo em nome da “crença religiosa”.

Especialistas em vida selvagem explicam que, para atender as crenças religiosas e supersticiosas, caçadores acampam em regiões agrícolas, florestas e outros habitats em Delhi.

Espécies raras e ameaçadas de Coracias benghalensis, corujas e pavões são presos e capturados um mês antes do festival. As aves são enjauladas, com suas pernas amarradas e as asas cortadas e, algumas vezes, até mesmo coladas, para serem impedidas de escapar e voar. Alguns Hindus cultuam as aves, especialmente durante o Diwali, aumentando rapidamente os lucros de caçadores.

Avistar as aves Coracias benghalensis durante o festival Dussehra é considerado auspicioso e ativistas afirmaram que caçadores já capturaram vários indivíduos da espécie. Existe uma superstição muito popular de que ver uma Coracias benghalensis no Dussehra ajuda a absolver as pessoas de seus pecados.

Reprodução/Daily Mail

A magia negra e a feitiçaria impulsionadas pela superstição são os principais fatores que aumentam o comércio e a caça de aves.
“Não há texto religioso que endosse esta crença, no entanto, as atividades ilegais têm prosperado apenas com base na superstição”, afirmou Abhinav Srihan, fundador da ONG de bem-estar animal Fauna Police.

“Resgatamos centenas de aves Neelkant com os pés cortados. Estas aves foram arrancadas de florestas e levadas para Delhi e outras cidades”, acrescentou.

As corujas começam a ser sacrificadas logo após o Dussehra e o número de mortes aumenta no período do Diwali, informou o Daily Mail.
Infelizmente, os praticantes de ocultismo acreditam que sacrificar o pássaro na noite do festival traz riqueza e fortuna. Os assassinatos de corujas na ocasião “auspiciosa” são frequentes, o que preocupa os especialistas que alertam para um aumento no comércio e sacrifício de animais neste ano.

Embora a caça e o comércio de corujas sejam proibidos pela Lei de Proteção da Vida Selvagem de 1972 da Índia, os animais são vendidos indiscriminadamente no Kabutar Market, perto de Meena Bazar. De acordo com especialistas, Rampur, Moradabad e Saharanpur em Uttar Pradesh são os maiores centros de comércio de aves.

Nota da Redação:  Festivais deveriam priorizar comemorações pacíficas ao invés de incentivarem a morte de animais inocentes. Nenhuma superstição ou credo religioso pode justificar a tortura e o sacrifício de outras espécies. É o momento de conscientizarmos as pessoas para respeitarem outros animais e encontrarem outras maneiras de festejar. Não há lógica em cultuar animais e assassiná-los como se suas vidas não tivessem valor algum.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Vacas são esfoladas vivas pela indústria de couro na Índia

Devido ao conteúdo das imagens que o artigo contem, não vou postar aqui o artigo. Vou apenas postar o link do artigo.
http://www.anda.jor.br/27/09/2016/vacas-sao-esfoladas-vivas-pela-industria-de-couro-na-india

O artigo contem uma petição!

Mais uma prova de que os animais não-humanos têm sentimentos! Elefante chora ao ser libertado após 50 anos de maus tratos

É a história que está a chocar não só a Índia, mas o Mundo. O elefante Raju foi abusado, espancado e obrigado a viver em péssimas condições durante 50 anos. Quando foi libertado, no na sexta-feira passada, os seus ‘salvadores’ afirmam que o animal chorou de alívio.

A organização por detrás desta missão de salvamento foi a Wildlife SOS, criada em 1995. Raju tem cerca de 50 anos e foi capturado quando ainda era bebé, tendo sido vendido várias vezes ao longo da sua vida.Forçado a trabalhar como animal de carga, o elefante ficava 24 horas acorrentado, sendo obrigado a passar a noite em condições degradantes. Estas correntes deixaram-no com várias feridas.Foram precisos várias semanas para organizar e realizar o resgate de Raju, mas este acabou por acontecer graças a 10 veterinários da Wildlife SOS, 20 membros da Comissão Florestal daquele país e dois polícias.

Assim que se deu o salvamento, o animal mostrou que estava aliviado por finalmente sair daquela situação: “A equipa ficou boquiaberta quando viu lágrimas a correrem-lhe pelo focinho durante o resgate”, disse Pooja Binepal, porta-voz da Wildlife SOS, ao Mirror. “Foi incrível, percebemos logo que ele sabia que estava a ser libertado. Os elefantes são majestosos e muito inteligentes. Nem dá para imaginar o que este animal passou ao longo de meio século”, afirmou, desta vez ao Huffington Post.

Raju foi levado para o Centro de Tratamento e Conservação de Elefantes, em Mathura, Índia. Tendo em conta que os elefantes costumam viver cerca de 70 anos, a Wildlife SOS espera que este animal ainda consiga gozar pelo menos 10 anos da sua vida em liberdade.

Fonte: ionline

Comovente Em vídeo, filhote de elefante tenta ressuscitar mãe, na Índia

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Um vídeo flagrou o momento em que um filhote de elefante tenta ressuscitar sua mãe próximo ao templo de Kavadiammal, em Coimbatore, na Índia.

Segundo as informações do Daily Mail, os dois caminhavam pelo local quando a elefanta sofreu um colapso e acabou morrendo. Desesperado, o paquiderme de dois anos tenta de tudo para trazer a mãe de volta.

Em um vídeo registrado por uma testemunha é possível ver o animal cutucando a mãe com sua tromba e com suas patas. Na sequência, ele deita sobre o corpo em uma última tentativa de reanimá-la.

Em seguida, funcionários do templo tentam afastar o filhote, mas ele resiste e permanece ao lado da mãe por mais alguns minutos. A morte do animal foi causada por hemorragia interna.

Fonte: ANDA