CONTEÚDO ANDA Oitenta e quatro baleias são mortas durante primeira temporada de caça nas Ilhas Faroé

Ativistas estão de luto pela perda de 84 baleias-piloto que foram assassinadas na primeira caça nas Ilhas Faroé neste ano.

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Durante as temporadas de caça que ocorrem anualmente na região, grupos inteiros de baleias-piloto e outros pequenos cetáceos são conduzidos para uma baía por embarcações e a água fica vermelha com o sangue dos animais brutalmente mortos.

Além de serem encurraladas, as baleias sofrem o extremo estresse de testemunhar a morte dos membros de suas famílias.

Robert Read, diretor de operações do Sea Shepherd UK, descreveu o horror mais recente: “O sofrimento causado durante várias horas é incrivelmente cruel enquanto o grupo é conduzido por dezenas de barcos. As baleias-piloto são mortas durante um período prolongado (de minutos a algumas horas) na frente de toda a família enquanto são encalhadas na areia, em rochas ou apenas lutam em águas rasas até que não reste nenhuma. Toda baleia-piloto do grupo é morta, incluindo mães grávidas, jovens, bebês. Ninguém é poupado das facas”.

O Sea Shepherd aumentou a conscientização sobre a prática bárbara documentando a perda trágica e violenta das vidas dos animais e, assim, despertando a indignação de pessoas em todo o mundo.

Ainda assim, as caçadas continuam, como Read apontou. Neste ano, os relatórios sobre o número de baleias-piloto perseguidas estavam imprecisos e não estava claro quantas foram realmente mortas até a contagem final dos corpos, segundo o Care2.

Há esperança de que aqueles que autorizam esse horror sejam responsabilizados.

Embora os moradores das Ilhas Faroé sejam autônomos, a Dinamarca controla a área, desde o policiamento até a moeda e a troca com membros da União Europeia. O Sea Shepherd tem se empenhado para responsabilizar a Dinamarca por não apenas permitir a caça de baleias, mas também por adotar ações que a apoie.

No início deste mês, com o apoio de 27 deputados do Parlamento Europeu, a Sea Shepherd da Holanda apresentou formalmente uma queixa à Comissão Europeia exigindo processos de infração contra a Dinamarca por facilitar a morte dos cetáceos, que são protegidos pela Proteção de Habitats Naturais e da Flora e Fauna Selvagens na União Europeia.

“É proibido matar baleias e golfinhos na Europa. Ao apoiar as Ilhas Faroé no assassinato de baleias-piloto e outros cetáceos, a Dinamarca facilita a matança e não cumpre as obrigações da União Europeia. O governo da Dinamarca mostrou interesse em fazer o que for possível para garantir que as mortes continuem”, disse Geert Vons, diretor da Sea Shepherd da Holanda.

Fonte: ANDA

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ಥ_ಥ Até quando o Estado dinamarquês vai fechar os olhos a esta edionda prática, que acontece numa ilha dinamarquesa?!

Todos os anos, nas Ilhas Faroé, acontece esta prática. E o que assistimos é o Estado dinamarquês, a nada fazer, para o proibir, de uma vez por todas. 

BASTA DESTA EDIONDA E MONSTRA PRÁTICA, DE UMA VEZ POR TODAS!

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#UltimateDeathScene Vídeo da Sea Shepherd encena últimos momentos de vida de uma baleia caçada

Foto: Reprodução

Como parte da luta contínua contra a matança de baleias-piloto nas Ilhas Faroé, um anúncio recente feito pela ONG Sea Shepherd pretende tornar o público mais sensível e consciente a respeito da situação dessas criaturas globalmente caçadas. As informações são do Ecorazzi.

Apesar das imagens de baleias feridas com harpões e içadas para os navios serem expostas rapidamente e apenas no final, o vídeo não deixa de ser impactante, pois coloca um homem no papel do mamífero flagelado.

A ideia do vídeo é encenar os últimos momentos de vida de uma baleia, após ser caçada. O ator australiano David Field ocupa o palco na curta produção, assumindo o papel de uma baleia capturada. Logo ele é derrubado, passando a se contorcer no chão com sangue escorrendo de uma ferida em suas costas e de sua boca.

“Elas são perseguidas ao ponto da exaustão”, proclama o vídeo sobre as baleias caçadas. “Em seguida eles dão um tiro com um harpão explosivo que causa um imenso trauma interno no organismo dos animais”.

A mensagem que Field transmite é que se isso fosse feito em humanos, haveria indignação massiva, e os agressores seriam presos. Mas se é feito contra baleias, é aceitável.

Este anúncio foi desenvolvido em meio a um esforço orquestrado pela Sea Shepherd para coibir o massacre de baleias-piloto nas Ilhas Faroé. A matança anual de incontáveis baleias é apoiada pelo governo da Dinamarca, e o fundador da Sea Shepherd, Paul Watson, tem trabalhado incansavelmente contra a prática.

No início deste mês, a Sea Shepherd anunciou que 61 baleias piloto foram mortas em um só dia, e cinco voluntários da tripulação da ONG foram presos, conforme publicado pela ANDA.

Também neste mês, o ator e ativista Martin Sheen enviou uma carta ao Primeiro Ministro da Dinamarca na qual pedia pelo fim do massacre. “Fiquei horrorizado ao ver a Marinha dinamarquesa sendo usada para defender o assassinato de centenas de baleias indefesas”, escreveu ele. Será que realmente faz sentido mobilizar uma fragata, um barco de patrulha, unidades de comando e um helicóptero com policiais dinamarqueses até as Ilhas Faroé para parar um grupo compassivo, de pessoas não violentas?”, questionou Sheen.

O massacre nas Ilhas Faroe é um evento anual, mas o assassinato de baleias continua o ano inteiro, ao redor do globo. Assista ao vídeo e divulgue, usando a hashtag #UltimateDeathScene.

Fonte: ANDA

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Ativistas são presos ao tentar evitar massacre de baleias nas Ilhas Faroé‏

DivulgaçãoNa última quarta-feira, tripulações da Sea Shepherd defenderam corajosamente um grupo de baleias-piloto que estavam sendo conduzidas para o vergonhoso massacre nas ilhas Faroé (Atlântico Norte), conhecido como “grindadráp”. As informações são da própria ONG.

O pequeno barco da organização, que vinha patrulhando a área no momento em que começou a caçada, chegou ao local enquanto o grupo de baleias era conduzido para a praia de Sandavágur, na ilha de Vágar.

A embarcação da Sea Shepherd interrompeu a caça, manobrando entre a frota de barcos que haviam cercado os animais.

Apesar de estar em drástica desvantagem em relação aos barcos dos caçadores, o barco da Sea Shepherd conseguiu redirecionar o grupo, causando grande confusão para a caça.
Na hora da matança, na costa da praia, cinco voluntários da Sea Shepherd saíram correndo em direção à água, a fim de posicionar-se entre as baleias e os caçadores que as aguardavam. Todos os cinco foram abordados pela polícia e arrastados de volta para a areia, onde foram algemados e forçados a se sentar de frente para a carnificina que se desdobrava.

Os cinco voluntários foram presos e forçados a se sentar em frente ao massacre. Foto: Marianna Baldo
Os cinco voluntários foram presos e forçados a se sentar em frente ao massacre. Foto: Marianna Baldo

Relatos iniciais divulgados através da mídia local indicaram que o grupo de baleias que seriam caçadas era composto por 200 animais. No entanto, quando o grupo foi conduzido à praia, foram contadas apenas 61 baleias-piloto. Não se sabe se algumas baleias escaparam, ou se os números iniciais foram superestimados.

Todas as 61 baleias-piloto foram então arrastadas para a praia e, finalmente, mortas. A Sea Shepherd estima que o massacre, a partir do momento em que o grupo foi cercado até a última morte ter sido concluída, levou cerca de duas horas.

Todos os cinco ativistas da tripulação da Sea Shepherd foram presos. Rudy de Kieviet, dos Países Baixos, Lawrie Thomson, do Reino Unido, Tobias Boehm, da Alemanha, Alice Bodin, da Itália, e Frances Holtman, dos Estados Unidos, tiveram seus passaportes confiscados e terão que permanecer nas ilhas Faroé até novo aviso.

Um representante legal foi chamado para agir em nome de todos os detidos.

A indústria do turismo das Ilhas Faroé está diretamente ligada à recente matança em Sandavágur. A mídia local do arquipélago relatou que o grupo de baleias foi visto pela primeira vez por um helicóptero da Atlantic Airways – um serviço que transporta turistas entre as ilhas.

A localização dos animais foi então relatada às autoridades, que deram permissão para que a caça prosseguisse. Rosie Kunneke, líder de equipe da Sea Shepherd, declarou: “Esta não é a primeira vez que o turismo das Ilhas Faroé tem sido usado como uma arma para ajudar na matança de baleias-piloto. Balsas que viajam entre as ilhas, e que são frequentadas por turistas, são usadas ​​como plataformas para detectar e relatar avistamentos de baleias. E, conforme já citado anteriormente, qualquer pessoa – incluindo qualquer turista – que não relatar avistamentos de baleias está em violação da Lei Baleeira das Ilhas Faroé e pode ser punido nos termos da lei. Os turistas que viajam para a região precisam ser alertados sobre esses riscos”.

O massacre desta semana em Sandavágur é o quinto do ano nas Ilhas Faroé. Um total de 490 baleias-piloto foram mortas no arquipélago desde junho.Em 23 de julho, mais de 250 baleias-piloto foram mortas nas praias de Bour e Tórshavn em dois “grindadráps” separados. Igualmente, cinco voluntários da Sea Shepherd foram presos naquele dia por terem atuado em defesa das baleias. Dos cinco, quatro são cidadãos da União Europeia.

Foi apresentado um pedido para que os cinco fossem deportados, e este encontra-se atualmente em análise.

Imagens de vídeo da matança dos animais e das prisões em 23 de Julho atraíram a atenção mundial, e acenderam um alerta sobre o apoio contínuo que a Dinamarca fornece para proteger esta prática nas Ilhas Faroé.

Até agora, neste ano, um total de 12 voluntários da Sea Shepherd foram presos no arquipélago. Em 20 de julho, outros dois voluntários da Sea Shepherd foram presos em uma tentativa de “grindadráp” próxima a Klaksvík. Ambos os voluntários ainda estão aguardando seu dia no tribunal.

A Sea Shepherd tem liderado a oposição à “grindadráp” desde os anos 80. A Operação “Sleppid Grindini” é a sexta campanha da organização em defesa de baleias-piloto nas Ilhas Faroé.

Fonte: ANDA

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“O dia em que a Sea Shepherd presenciou a morte de 250 baleias-piloto. Ajudem a acabar com a matança de baleias nas Ilhas Faroé. Um massacre a céu aberto onde a impunidade fere todos os valores universais.
Colabore! Juntos, podemos mudar o mundo. Faça a diferença.
A Sea Shepherd precisa de você.”

“Mais de 250 baleias-piloto foram perseguidas até à praia, onde, encurraladas, foram mortas com arpões e facas pelos habitantes locais enquanto dezenas de pessoas assistiam, incluindo crianças.

O massacre faz parte de uma tradição anual nas Ilhas Faroé, na Dinamarca, e foi denunciado pela organização ambientalista Sea Shepherd Global nas redes sociais.

Segundo o Daily Mail, o evento, conhecido por ‘grindadráp’, está legalizado pelas autoridades e contou com o apoio da marinha dinamarquesa. Cinco ambientalistas foram detidos por tentar parar os locais.

“É incompreensível que a Dinamarca, um país membro da União Europeia, que luta contra este tipo de prática, consiga justificar a sua participação neste massacre”.”

“Massacre de baleias-piloto que se repete todo ano nas Ilhas Feroe, Dinamarca. No vídeo, veja o momento em que ativistas da ONG Sea Shepherd são presos. Na mesma hora, centenas de pessoas começam o massacre.”

Whaling in the Faroe Islands

Primeira imagem

2º imagem

Este Monstro Massacre, acontece todos os anos, nas Ilhas Faroe, na Dinamarca!

This Monster Massacre, held every year in the Faroe Islands, Denmark!

Esta prática bárbara, que na Dinamarca é apelidada de tradição acontece todos os anos!

This barbaric practice, which in Denmark is nicknamed tradition takes place every year!

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Grindadráp Faroe Islands

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Sam Gleðisheygg, 10, experiments with cutting whale blubber during a whale hunt, or grindadráp, in the village of Syðrugøtu in the Faroe Islands. Though children do not participate in the hunt, they often practice cutting out pieces of leftover whale. Later, their families will teach them how to actually kill the whale by quickly severing the spinal cord, then how to efficiently cut it up for meat.

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Stop the Faroe Island Whale Slaughter

 

Assinar esta petição/ Sign this petition: HTTPS://WWW.CHANGE.ORG/P/END-THE-FAROE-ISLANDS-WHALE-SLAUGHTER

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Como disse em cima, esta prática é apelidada de tradição, nas Ilhas Faroe. E então pergunto, a quem defende a prática Monstra portuguesa, chamada Tauromaquia, o seguinte: o que acham desta prática. Acham que a barbaridade para com outros seres sensíveis, pode ter lugar em pleno século 21, seja em Portugal, na Dinamarca, ou em qualquer outro país?

 

Dezenas de baleias são mortas em caçada nas Ilhas Faroé

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“Foi um dia triste nas Ilhas Faroé”, afirma Ross McCall, integrante da organização Sea Shepherd, em referência à sangrenta caça de baleias-piloto que aconteceu essa semana no Atlântico Norte. Apesar das críticas dessa e de outras organizações defensoras da fauna marinha, os nativos das Ilhas Faroé argumentam que a caçada faz parte da tradição local há séculos. O evento acontece anualmente no arquipélago, território dinamarquês que fica próximo ao Mar da Noruega. As informações são da International Business Times.

A ONG Sea Shepherd, que vem alertando contra o evento desde a década de 1980, registrou em fotos e vídeos a caçada dessa segunda-feira, para chamar atenção para as mortes cruéis e desnecessárias das baleias-piloto. Segundo a organização, 22 baleias foram mortas pelos caçadores, que abriram suas carcaças no cais do porto. “Ver as baleias sendo levantadas com guindastes até o cais, o sangue jorrando das feridas que causaram sua morte… documentar esses eventos trágicos é de grande importância,” diz McCall. A organização afirma que 154 baleias foram mortas no mês de junho em uma outra caçada que aconteceu próximo às Ilhas.

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Conhecido entre os locais pelo nome “grindadráp”, ou “moagem”, o ritual anual de caça às baleias não tem fins lucrativos. Geralmente, os locais comem a carne e a gordura das baleias-piloto, apesar dos alertas governamentais sobre altos níveis de mercúrio e outros metais pesados presentes na carne. A carcaça é dividida entre moradores dos vilarejos locais e geralmente é cozida, desidratada ou grelhada, segundo o National Geographic.

As baleias-piloto não são consideradas espécie ameaçada, mas grupos defensores de animais argumentam que as informações acerca da população desses animais são inconclusivas.

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A caçada vem sido bastante criticada por essas organizações, que consideram a prática bárbara. Estimam que pelo menos 1.100 baleias e golfinhos são conduzidos às baías do arquipélago para ser mortos com facas. A temporada de caça desse ano começou em maio, e Sea Shepherd estima que dezenas de animais já foram mortos.

Durante as caçadas, pescadores em pequenos barcos conduzem as baleias e golfinhos às baías, levando-os a águas mais rasas e praias onde moradores locais os esperam com ganchos e facas. Os animais são mortos com cortes no pescoço e medula espinhal.

Fonte: ANDA

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I tell Monsters who commit this crime the following:

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Aproveito para dizer aos defensores da barbárie que é praticada cá, a Tauromaquia o seguinte:
esta prática é uma tradição, nas Ilhas Faroé. Olhem bem para as imagens deste artigo, e perguntem-se: será que esta tradição é inadmissível?

Nenhuma tradição. Nenhuma prática, que maltrata, que tortura, que mata, outros seres sensíveis é inadmissível!

Tradição nas Ilhas Faroe promove matança de diversas baleias-piloto

Animais são encurralados em baía e mortos por moradores.
Águas ficam vermelhas de sangue; tradição anual foi herdada dos vikings.

Uma tradição anual nas Ilhas Faroe, território pertencente à Dinamarca, promoveu nesta terça-feira (5) a matança de diversas baleias-piloto (Globicephala melaena). (Foto: Andrija Ilic/Reuters)
Uma tradição anual nas Ilhas Faroe, território pertencente à Dinamarca, promoveu nesta terça-feira (5) a matança de diversas baleias-piloto (Globicephala melaena). (Foto: Andrija Ilic/Reuters)

 

Descendentes dos vikings, os moradores das Faroe mantêm a prática do 'Grindadrap' ('caça a baleias', no dialeto local) há vários séculos. (Foto: Andrija Ilic/Reuters)
Descendentes dos vikings, os moradores das Faroe mantêm a prática do ‘Grindadrap’ (‘caça a baleias’, no dialeto local) há vários séculos. (Foto: Andrija Ilic/Reuters)

 

Os animais são encurralados e mortos em uma baía perto de Sandur, na ilha Sandoy. (Foto: Andrija Ilic/Reuters)
Os animais são encurralados e mortos em uma baía perto de Sandur, na ilha Sandoy. (Foto: Andrija Ilic/Reuters)

 

A carne de baleia-piloto já foi uma importante fonte de alimentação nas ilhas. Após a pesca, a carne não é comercializada, e sim distribuída na comunidade. (Foto: Andrija Ilic/Reuters)
A carne de baleia-piloto já foi uma importante fonte de alimentação nas ilhas. Após a pesca, a carne não é comercializada, e sim distribuída na comunidade. (Foto: Andrija Ilic/Reuters)

No ano passado, foram 220 animais mortos, maior número registrado até então no que é localmente considerado um evento. (Foto: Andrija Ilic/Reuters)
No ano passado, a matança bateu recorde. Foram 220 animais mortos, maior número registrado até então no que é localmente considerado um evento. (Foto: Andrija Ilic/Reuters)
Fonte: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/06/tradicao-nas-ilhas-faroe-promove-matanca-de-diversas-baleias-piloto.html

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Tradição, tradição, tradição. Sempre a tradição.

Todas as tradições bárbaras. Todas as tradições e todas as práticas, que atentam contra o bem-estar, e contra a vida de outros seres sensíveis, têm de ser radicadas para sempre, do mundo. Tradições e práticas, como o assassinato de baleias e de golfinhos, nas Ilhas Faroé, e em Taiji, no Japão. Os circos com animais. Os espectáculos com baleias, golfinhos e focas. A tauromaquia. A caça. A matança de cães e gatos em países asiáticos, para comida. Todas estas tradições e práticas, e muitas outras que existem, que são igualmente bárbaras, e que atentam contra a bem-estar, e contra a vida de outros seres sensíveis, têm de erradicadas para sempre, no mundo. Não mais pode haver qualquer traço destas práticas, no mundo. O seu desaparecimento tem de ser total!

Mário Amorim