AÇORES ILHA TERCEIRA TOURADAS À CORDA MORTOS E FERIDOS DINHEIRO ESBANJADO MUITA CARÊNCIA SOCIAL E MORAL E VIVA O VÍRUS DA ESTUPIDEZ!

Na ilha Terceira (Açores) todos os anos morre em média uma pessoa e 300 ficam feridas nas touradas à corda

A “cultura” bronca no seu melhor…

TOURADA À CORDA.jpg Imagem enviada via e-mail (Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)

Fonte: Arco de Almedina

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NA ILHA TERCEIRA (AÇORES) A VIOLÊNCIA TEM O AVAL DO ESTADO PORTUGUÊS

Dizem que isto é cultura, e na realidade é a cultura da estupidez no seu estado mais puro.

Dizem que a imagem é violenta. Até pode ser, mas esta é uma violência autenticada por governantes cegos mentais, que não têm a mínima noção do que fazem.

As imagens deste vídeo dizem da extrema pobreza moral, cultural e social e do descomunal atraso civilizacional em que vivem as gentes da ilha Terceira.

O Touro apenas se defendeu legitimamente.

O bronco colheu o que semeou.

Se não morreu, na próxima, desafiará novamente a morte, com o aval da igreja católica e do governo de Portugal.

E dizem que isto “identifica” o nosso tão pobrezinho país…

Quem se revê nestas imagens? Apenas os broncos.

VEJA-SE O VÍDEO NESTE LINK:

Fonte: Arco de Almedina

TOURO ENTRA EM VARANDA CHEIA DE GENTE E FAZ VÁRIOS FERIDOS NA ILHA TERCEIRA (AÇORES)

Isto só podia acontecer na ilha Terceira.

Esta é sem dúvida a “festa” dos BRONCOS no seu melhor… Gritam histericamente. Por gozo? Por medo?

E depois não querem que se diga que estes indivíduos sofrem de uma grande panca

Foram vários os feridos, e nós todos a pagar o “conserto” desta gentinha.

No YouTube, os vídeos a mostrar esta pobreza moral, social e cultural da ilha Terceira são mais que muitos, e todos passam uma péssima imagem dos Açores.

Os estrangeiros gozam, criticam, e os terceirenses broncos, porque são broncos, não se apercebem de que são alvo do mais monumental escárnio do mundo inteiro.

Isto tem de acabar. É muita estupidez junta.

E o governo regional dos Açores, aliado à igreja católica portuguesa, os principais culpados desta miséria cultural, não tendo um pingo de dignidade, também não têm vergonha na cara, e permitem que os Açores sejam enxovalhados deste modo tão achincalhadinho.

Shame on Azores!

Fonte da notícia:

http://www.azorestoday.com/2016/03/20/toiro-entra-em-varanda-cheia-de-gente-video/

Fonte: Arco de Almedina

MORRE A TURISTA QUE FOI COLHIDA NUMA TOURADA À CORDA NA ILHA TERCEIRA

Como este artigo contem um vídeo do facebook, o qual, por não ter fecebook, não posso ver, e por isso, não posso coloca-lo aqui, vou só colocar o link: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/morre-a-turista-que-foi-colhida-numa-672194

Cancelamento de tourada leva a demissão na Liga Portuguesa Contra o Cancro

A direção do núcleo regional dos Açores (NRA) da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) demitiu-se, depois de a direção nacional da liga cancelar um evento tauromáquico na ilha Terceira que se destinava a angariar fundos para o núcleo.

“Consideramos que a autoridade da direção do NRA foi posta em causa, comprometendo a sua imagem e posição junto da sociedade açoriana e mais particularmente junto dos terceirenses, que também não merecem que uma instituição com a reputação da LPCC se pronuncie sobre aquilo que são os seus valores culturais e tradições centenárias”, frisou Gonçalo Forjaz, presidente do núcleo, em comunicado.

A tourada, promovida pela Tertúlia Tauromáquica Terceirense (TTT) e pelos Forcados Amadores da TTT, foi anunciada em conferência de imprensa, mas, dias depois, a direção nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro mostrou-se contra o espetáculo na sua página de Facebook.

“A Direção Nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro é absolutamente contra a realização de touradas ou de espetáculos semelhantes e, de imediato, providenciou no sentido da anulação da iniciativa programada pelo Núcleo Regional dos Açores”, adiantou a liga, pedindo desculpas pela “insólita organização”, anunciada por “descuido, desatenção e profunda remodelação” do núcleo regional.

Espetáculo serviria para comparticipar bolsa de investigação

O espetáculo tauromáquico, que inicialmente se destinaria à comparticipação de uma bolsa de investigação na área da oncologia, vai realizar-se assim mesmo e os fundos angariados serão cedidos ao Serviço Especializado de Epidemiologia e Biologia Molecular do Hospital de Santo Espírito da Ilha Terceira, que também se dedica à investigação científica na área oncológica.

Gonçalo Forjaz disse que o núcleo regional da LPCC decidiu desvincular-se da organização do evento “por respeito institucional”, mas lembrou que “não existe nos estatutos da LPCC nem em documentos emanados da Direção Nacional, qualquer impedimento à organização de touradas para angariação de fundos”, acrescentando que “as touradas em Portugal têm o seu devido enquadramento legal”.

“Em nosso entender, a LPCC deve abster-se de assumir uma posição sobre matérias que nada têm a ver com o seu fim último. Organizar uma tourada para fins de angariação de fundos não é, de todo, assumir uma posição sobre seja o que for. No caso em concreto, tratou-se simplesmente de ir ao encontro daquilo que de mais genuíno existe no povo terceirense: a paixão pela festa brava”, salientou.

O agora ex-presidente do núcleo regional da Liga Portuguesa Contra o Cancro disse ainda que não foi consultado pela direção nacional aquando da publicação da posição da liga sobre a tourada no Facebook e que a direção regional não se revê no que foi escrito.

“O comunicado no Facebook, como aliás a maioria dos protestos endereçados à LPCC, transmitem a ideia de se estar a angariar dinheiro de forma, dir-se-ia, quase criminosa, fazendo dos cavaleiros, dos toureiros, dos forcados e, porque não, de todos os que ao espetáculo assistem ou a ele se associam, gente que não tem escrúpulos nem olha a meios para atingir fins”, frisou.

Segundo Gonçalo Forjaz, a organização de um espetáculo tauromáquico de beneficência inseria-se nas comemorações dos 50 anos do núcleo regional dos Açores da LPCC e foi aprovada em assembleia-geral.

A tourada, que se vai realizar no dia 29 de maio, na Praça da Toiros da Ilha Terceira, conta com a participação de cavaleiros e forcados regionais, bem como de toureiros portugueses e espanhóis, sendo um deles doente oncológico.

Fonte: SAPO


A Liga Portuguesa Contra o Cancro não podia compactuar com o angariar dinheiro, com um espectáculo de dor, de sofrimento, com um espectáculo de sangue. Não poderia compactuar com o angariar dinheiro com um espectáculo que tortura, física e psicologicamente seres sensíveis. Por isso, estou totalmente de acordo com a decisão da direcção da Liga Portuguesa Contra o Cancro e fui uma das pessoas que enviou um mail de protesto para a direcção da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

Como se vê em alguns dos comentários do artigo, os Pró-tourada estão furiosos com a decisão da direcção da Liga Portuguesa contra o cancro. E aproposito da decisão que a direcção da Liga Portuguesa contra o cancro, tomou e bem, lá vem o cd riscado do costume. Lá vêm eles dizer que o touro nasceu para ser toureado; que o touro é para ser toureado; que o touro gosta de ser toureado; que touro com a abolição da tauromaquia, vai extinguir-se. E mais uma ver pergunto: estas alegações foram alguma vez provadas CIENTIFICA E ETICAMENTE? – Por isso eles que deixem de virem sempre com o mesmo cd riscado. Eles que deixem de ser os COBARDES que são, e aceitem debater connosco, CIENTIFICA E ETICAMENTE, a tauromaquia num qualquer programa de televisão. Mas não é para levarem para esse programa de televisão um qualquer Joaquim Grave. É para levarem um cientifico a sério. Um cientifico que cumpre o seu código deontológico, e que provará com provas ético-cientificas, que tenham sido publicadas numa revista cientifica que o touro nasceu para ser toureado; que o touro é para ser toureado; que o touro gosta de ser toureado; que touro com a abolição da tauromaquia, vai extinguir-se. Isto, porque não basta engolir um cd riscado. É preciso provar o que se alega, com provas ético-cientificas que tenham sido publicadas numa revista cientifica!

Mário Amorim

HOSPITAL DA ILHA TERCEIRA NÃO PODERÁ ACEITAR DINHEIRO SUJO DE SANGUE DE INOCENTES SERES VIVOS QUE IRÃO SER TORTURADOS EM SEU NOME

A tertúlia tauromáquica terceirense não desiste

Depois de a Liga Portuguesa Contra o Cancro ter recusado dinheiro sujo de sangue, esta TTT pretende entregar a receita sangrenta da tortura de Touros ao Serviço de Epidemiologia e Biologia Molecular do Hospital da Ilha Terceira

Vamos dizer novamente NÃO!

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A Direcção do Núcleo da Liga Portuguesa Contra o Cancro dos Açores demite-se em bloco

Em conferência de imprensa, Gonçalo Forjaz, presidente da direcção do Núcleo dos Açores da LPCC, afirmou não se rever na tomada de posição da direcção nacional, que proibiu o núcleo regional de participar numa corrida de touros agendada para a ilha Terceira, e esta manhã demitiu-se em bloco.

No que a direcção nacional fez muito bem, pois dinheiros sujos de sangue não podem ser utilizados em serviços hospitalares a seres humanos que sofrem.

Gonçalo Forjaz esclareceu ainda que a direcção nacional tinha sido informada, em Dezembro, da realização desta corrida de touros, cujas receitas reverteriam para a Liga Contra o Cancro.

Sabemos que se não tivéssemos gritado a nossa repulsa por tal atitude, talvez o Núcleo dos Açores da LPCC tivesse beneficiado deste dinheiro ensanguentado.

Mas o bom senso e a razão falou mais alto.

A corrida de touros, iniciativa conjunta da TTT e do Núcleo dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro, foi contestada veementemente por várias Associações de Amigos dos Animais e por abolicionistas apostados em acabar com esta vergonha nacional, levando a direcção nacional da Liga a proibir tal ignomínia.

Entretanto, a tertúlia tauromáquica da Ilha Terceira, teimando em levar adiante a vergonhosa realização de uma tourada para fazer caridadezinha, pensando que com isso diminui a má fama que tem, já veio a público dizer que a tourada irá realizar-se e que a receita dessa selvajaria será entregue ao Serviço de Epidemiologia e Biologia Molecular do Hospital da Ilha Terceira.

A demissão da Direcção do Núcleo dos Açores da Liga Portuguesa Contra o Cancro foi bastante acertada, pois demonstrou não servir para dirigir tão nobre instituição.

Foi saudável que a direcção nacional da LPCC se apartasse destas iniciativas sangrentas e primitivas que só desprestigiam Portugal e quem se envolve nelas.

Agora resta ao Serviço de Epidemiologia e Biologia Molecular do Hospital da Ilha Terceira seguir os passos da Liga Portuguesa Contra o Cancro e RECUSAR receber um dinheiro que resultará da tortura de seres sencientes, carnificina que se realizará em nome dessa instituição hospitalar.

Quanto à TTT não é de esperar outra coisa de quem não evoluiu e só sabe de tortura, violência, crueldade e muitos €€€€€€€€€€ para os bolsos dos ganadeiros.

É lamentável que a ilha Terceira continue especada no tempo das trevas.

Esperamos que os responsáveis pelo Serviço de Epidemiologia e Biologia Molecular do Hospital da Ilha Terceira tenham a hombridade de não conspurcar esta instituição.

Fontes:
http://www.rtp.pt/acores/sociedade/direcao-da-liga-contra-o-cancro-demite-se-em-bloco-nos-acores-_50298

http://www.rtp.pt/acores/sociedade/direcao-da-liga-contra-o-cancro-demite-se-em-bloco-nos-acores-_50298#sthash.owyLFcI1.dpuf

Fonte: Arco de Almedina

«CONTRA AS TOURADAS À CORDA NA ILHA TERCEIRA»

Eis um texto da autoria de Elisabete de Albuquerque que, conhecendo bem a realidade terceirense, diz  toda a verdade, nua e cruamente, sobre as touradas á corda, a nódoa mais negra da ilha, que contribui em larga medida para a Terceira se manter no ranking de níveis de alcoolismo, e atrasar a evolução civilizacional e económica do Arquipélago.

É assim, nos Açores… «Acéfalos embriagados que voluntariamente levam cornadas, ficando feridos (ou mortos)…»

Texto da autoria de:

Elisabete de Albuquerque

 

A Ilha Terceira é das que têm menos visitantes no conjunto do arquipélago dos Açores e isso deve-se em grande parte a estas práticas trogloditas de bandos de bêbados atacarem animais pelas ruas.

A tourada à corda é alvo de chacota no mundo inteiro e isso pode ser verificado nos vídeos das marradas que circulam pela internet, que constituem um vexame para todos os portugueses. Acéfalos embriagados que voluntariamente levam cornadas, ficando feridos (ou mortos), não é coisa que orgulhe ninguém no seu juízo perfeito.

As touradas à corda contribuem em larga medida para a Terceira se manter no ranking de níveis de alcoolismo. São os próprios frequentadores das touradas à corda que confirmam o abuso escandaloso de álcool que é prática habitual! Esclarece-se o seguinte:

1.º O governo dos Açores e autarquias açorianas roubam e desviam milhares de euros todos os anos aos açorianos necessitados para entregar o dinheiro à indústria tauromáquica. Os grupos anti-touradas açorianos têm divulgado inúmeros documentos oficiais publicados no Jornal Oficial da Região Autónoma que comprovam a atribuição de verbas à tauromaquia e as contas dos municípios também comprovam o mesmo. Não é possível negar porque o desvio de verbas está documentado, publicado e acessível para todos. Para além de não se interessarem por se informarem, não têm um pingo de vergonha na cara em mentir descaradamente.

As licenças pagas não chegam nem de longe, nem de perto para pagar os prejuízos causados pelas touradas à corda. Para além dos custos humanos, com policiamento e fiscalização municipal, as touradas à corda acarretam graves danos nas vias públicas, designadamente no mobiliário urbano muitas vezes destruído. Também o património privado é danificado e muitas vezes as pessoas não são ressarcidas dos prejuízos causados. As estradas são cortadas, pessoas são impedidas de se deslocarem para o trabalho e viverem uma vida normal, o que naturalmente se traduz em prejuízo individual e colectivo incalculável.

2.º Não é verdade que exista um grande número de vendedores ambulantes nas touradas à corda. Muito menos é verdade que esses vendedores ambulantes não pudessem vender os seus produtos em outras festas e lugares. O que os lunáticos aficionados chamam de tascas, trata-se afinal de contas de latas velhas sobre rodas que representam um perigo para a saúde pública. Nem no mais pobre país da África subsariana essas latas sujas e imundas poderiam ser consideradas como tendo peso na economia.

Comida e bebida não tem de ser à custa de sofrimento desnecessário dos animais. Comam e bebam sem castigar seres inocentes. Portem-se como humanos civilizados.

3.º Como é sabido por todos, o lixo causado pelos fanáticos e bêbados das touradas à corda perdura nas ruas vários dias e os municípios cúmplices com a máfia tauromáquica querem tudo menos aplicar multas aos seus amigos mafiosos. São os serviços das câmaras que acabam por limpar o rasto de imundice dos tarados da tortura à corda. Portanto, tudo pago pelos contribuintes.

4.º O dinheiro angariado é uma ficção e a única realidade que se vê são casas, carros e património público vandalizado no rasto de destruição deixado pelas touradas à corda. As pessoas não são tidas em consideração quando se realizam touradas à corda e têm de se fechar em casa durante a tourada e acarretar com os estragos feitos nas suas casas. Não raras vezes os moradores ficam em silêncio porque têm medo de protestar contra as máfias que organizam os eventos de tortura de bovinos com cordas.

Não é verdade que torturar animais seja um gosto “cultural”, porque se trata de uma doença estudada pela psiquiatria forense e claramente diagnosticada pelos médicos psiquiatras.

A tourada à corda não tem nada de intelectual, é pura violência gratuita contra os animais. E como todos sabem, em Portugal tal como em todos os lugares civilizados, a violência injustificada contra os animais é proibida por lei. Por isso, torturar animais não é um direito ou liberdade, mas sim uma violação da lei.

As touradas sustentam apenas a economia de meia dúzia de famílias da indústria tauromáquica e, sem dúvida, atrasam a evolução civilizacional e económica dos Açores.

Fonte: Arco de Almedina