CONTEÚDO ANDA Holanda anuncia plano para eliminar testes em animais até 2025


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O National Committee for the Protection of Animals Used in Scientific Research da Holanda (NCad) publicou o seu parecer consultivo para alcançar o objetivo histórico de adotar uma ciência livre de animais.

Ativistas pelos direitos animais participaram de uma reunião em Haia na semana passada, na qual o secretário de Estado holandês para Assuntos Econômicos, Martijn van Dam, anunciou a decisão de suspender a utilização de animais em testes para a indústria alimentícia, produtos químicos, vacinas etc até 2025.

Isso significa que inúmeros camundongos, ratos, coelhos e outros animais não serão mais torturados devido aos métodos cruéis que causam doenças, convulsões, diarreia, hemorragia.

Em setembro, cientistas enviaram um extenso dossiê sobre métodos substitutivos ao uso de animais, que incluiu um guia de aconselhamento chamado “Transition to Non-Animal Research”.

À medida que as mudanças a favor dos direitos animais ocorrem, outros países podem e devem seguir o exemplo, afastando-se de práticas arcaicas que matam tantos seres inocentes, informou a PETA.

Fonte: ANDA

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conteúdo anda Leoa morta em safári é mais uma vítima da ignorância humana

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Saskia, uma leoa de 20 anos mantida em cativeiro no Blair Drummond Safari Park da Escócia, é mais uma vítima da ignorância e irresponsabilidade humanas.

Quando Zulu, um leão macho mais jovem, chegou a Blair Drummond do Zoológico de Emmen, na Holanda, os funcionários do zoológico não pareceram perceber que poderia haver um conflito entre Saskia e o recém-chegado, relata o The Dodo.

No dia 6 de junho, ocorreu uma briga entre os dois e Zulu mordeu Saskia, cortando parte de sua coluna vertebral. Devido à extensão da sua lesão, os veterinários decidiram provocar a morte induzida de Saskia.

Ativistas pelos direitos animais  já demonstram indignação e denunciam que a morte de Saskia poderia ter sido evitada.

Susan Bass, representante de relações públicas do santuário Resgate de Felinos Grandes, na Flórida, apontou que Zulu era um recém-chegado, e isso poderia causar tensões sociais entre os leões em cativeiro.

“É muito perigoso introduzir grandes felinos adultos em cativeiro. Os leões são forçados a ficar em cativeiro e a viver juntos, totalmente fora de sua dinâmica social natural. Este foi um desastre previsível.”

As condições em cativeiro podem levar os leões ao limite, de acordo com Adam M. Roberts, CEO da Born Free dos Estados Unidos.

“O confinamento de grandes predadores em condições não naturais pode levar ao estresse e à violência, com consequências mortais”.
Para ele, a morte de Saskia é emblemática e mostra o grande problema de confinar animais selvagens para que os humanos possam chegar perto deles.

“Isso põe em xeque a mentira da indústria de zoológicos de que manter animais selvagens em cativeiro é seguro e vantajoso, pois diminui os perigos e as pressões do mundo natural”, diz Roberts.

“A recente onda de fugas de animais, ferimentos e mortes em zoos em todo o mundo mostra que a vida selvagem deve ficar livre na natureza, não em prisões de concreto”, completa.

Neste ano, dois leões foram mortos por funcionários de um zoológico quando um homem entrou em seu recinto em uma tentativa de suicídio.

Em outro caso, o gorila Harambe foi baleado ao tentar proteger uma criança que entrou em seu recinto.

Nota da Redação: A morte de Saskia reforça a necessidade urgente de lutar pelo fim dos zoológicos e safáris, que confinam animais em nome do lucro, os condenam a uma vida atrás das grades e os expõem a diversos riscos que ameaçam sua vida e integridade. Quando não são mortos por culpa de humanos que invadiram seu espaço, acabam expostos a condições miseráveis que os fazem atacar uns aos outros em um comportamento de intenso estresse e desespero.

Fonte: ANDA


Nota: Não coloquei a imagem do artigo da ANDA. A imagem do artigo da ANDA, é um leão, quando o artigo é sobre uma leoa!

CONTEÚDO ANDA Vídeo mostra golfinho sendo abusado sexualmente por funcionário de parque aquático‏

Foto: Facebook/Ramban

Um funcionário de um parque marinho da Holanda foi flagrado realizando um ato sexual com um golfinho. Porém, as autoridades julgaram que ele não estava fazendo “nada de ilegal”.

Ativistas de direitos animais reportaram o incidente após as imagens terem sido capturadas por um repórter que trabalhava sob disfarce no parque Dolphinarium, em Hardewijk, na Holanda.

O vídeo mostra o homem sentado na beira de uma piscina, manipulando o órgão genital do animal.

Uma organização ativista afirmou que o ato constitui abuso, de acordo com o artigo 254 do Código Penal, que trata de crimes de sexo com animais.

No entanto, promotores holandeses arbitraram: “O ato sexual com o golfinho foi realizado em contexto de treinamento, para a liberação do esperma como parte do programa de reprodução em cativeiro. O ato foi conduzido por um cientista no contexto de pesquisa científica, focada no programa reprodutivo”.

Foto: Facebook/Ramban

As imagens foram gravadas por um repórter a serviço do programa da rede de TV holandesa Ramban, no parque onde os golfinhos são explorados para realizar performances em frente a uma audiência.

Em um comunicado, o Dolphinarium contestou as alegações expostas na reportagem sobre o assunto, onde o local foi chamado de “circo”.

“A gerência e os funcionários do aquário consideram incrivelmente lamentável que não tenha havido uma abordagem direta nos bastidores do golfinário, onde não há nada a esconder”.

“A alegação de que o golfinário é um circo e não um zoológico carece de qualquer fundamento”.

“A interação entre o homem e o golfinho, em todos os aspectos, se encaixa dentro dos esquemas legais que a empresa deve obedecer”, acrescentou o golfinário no documento.

Tentando reverter a situação, a empresa ainda afirmou que os funcionários têm sido afetados pelas alegações, e que eles cuidam dos animais “com amor, paixão e respeito”.

Fonte: ANDA

Conteúdo ANDA Rinoceronte desesperado quebra barra de ferro para tentar escapar de zoológico

Foto: YouTube

Aqui está mais uma prova de que nenhuma criatura quer viver cativa.

Cuidadores do zoológico Emmen, na Holanda, entraram em pânico na última quinta-feira, quando um rinoceronte usou a sua incrível força em uma desesperada tentativa de escapar. O agitado animal estava no processo de ser transportado para outro zoológico dentro de uma pequena caixa fechada quando ele subitamente estourou uma das barras de metal que o prendiam. As informações são do The Dodo.

Imagens do incidente mostram a equipe do zoológico fugindo aterrorizada.

Mas, apesar de seus esforços, o animal foi finalmente contido na caixa de confinamento e foi movido para a nova instalação.

Essa não é a primeira vez que se registra um rinoceronte de zoológico expressando o seu desejo de não continuar trancado. No ano passado, três rinocerontes do Safari Ramat Gan em Tel Aviv foram mais bem sucedidos em sua tentativa de liberdade. Após um segurança cair no sono em seu posto, deixando abertos dois portões que deveriam prendê-los, o trio realmente conseguiu escapar, desfrutando brevemente a vida livre, até serem novamente recapturados.

Não é de se surpreender que os rinocerontes não fiquem felizes quando estão em cativeiro. Eles, como muitos outros animais comumente confinados em zoológicos, são forçados a suprimir todos os seus instintos naturais.

*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

Fonte: ANDA

VITÓRIA! Golpe a la industria peletera: ¡Holanda prohíbe la cría de visones!

Golpe a la industria peletera: ¡Holanda prohíbe la cría de visones!

El martes 10 de noviembre se convierte en una fecha histórica para la lucha contra la industria peletera. El tribunal holandés anunció su decisión final sobre el recurso del Gobierno contra los criadores de visones holandeses. La Fur Free Aliance, Eurogroup for Animals y los miembros holandeses Bont voor Dieren y Dierenbescherming, celebran que tras muchas años de trabajo por fin lo han conseguido: el Gobierno se ha pronunciado a favor de los seis millones de visones que actualmente se crían en los Países Bajos.

El juez llegó a la conclusión de que el interés general pesa más que el interés económico de un grupo menor de los criadores de visón. El veredicto final significa que la industria de la piel de visón en Holanda terminará en 2024.

Holanda es el cuarto mayor productor de pieles de visón del mundo, con una producción anual de alrededor de 6 millones de visones. En 2012 el Senado holandés votó a favor de una prohibición de visón por motivos éticos. A los criadores de visones se les dio un período de transición de 12 años. En 2014 la corte holandesa revocó la prohibición de visón afirmando que la compensación ofrecida a los criadores de visones fue insuficiente. Pero la sentencia definitiva del pasado 10 de noviembre significa que la cría de visones se terminará de forma definitiva en 2024.

Fonte: ANIMANATURALIS

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Pena que esta vitória só se efectivará em 2024. Deveria ser já. Até 2024 visons continuarão a morrer em nome da moda!

Vitória Holandeses proíbem produção de peles e salvam seis milhões de martas por ano

Martas. Foto: Viktor Drachev/AFP/Getty Images
Martas

Na terça-feira (10),a Holanda reintegrou uma lei de 2012 que deve acabar com a indústria de produção de peles. Milhares de martas serão salvas anualmente, de acordo com o Take Part.

A Holanda é o quarto maior produtor mundial de peles de martas. O país tem 160 fazendas de pele que levantam exploram cerca de seis milhões de martas por ano.

Grupos de direitos dos animais têm alertado sobre a crueldade dessa indústria. Segundo relatórios da ONG PETA (People for the Ethical Treatment of Animals), as martas são amontoadas em pequenas jaulas, confinadas, com pouca espaço para se mover. Martas, ou visons, são animais solitários que normalmente têm espaços enormes em estado selvagem. Visons confinados muitas vezes enlouquecem e ficam andando sem parar e se mutilam, de acordo com ativistas. Os animais são muitas vezes envenenados ou eletrocutados, a fim de matá-los sem danificar sua pele.

O senado holandês concordou com grupos dos direitos dos animais e proibiu a indústria em 2012, depois de discutir o assunto há 13 anos. Na época fazendas de visons foram dadas até 2024 para eliminar progressivamente as suas operações. Os exploradores receberam 28 milhões de euros para compensar a transição.

No entanto, eles entraram com um processo e os tribunais revogaram a lei em 2014. A decisão desta semana faz com que a lei volte a valer. A indústria ainda terá até 2024 para acabar completamente.

“Com esta decisão, os Países Baixos proclamaram que o bem-estar e a vida de seis milhões de martas são mais importantes do que os interesses económicos das pessoas que lucram com a exploração cruel desses animais”, afirmou Adam Roberts, presidente executivo da Born Free EUA, uma das mais de 40 organizações que apoiaram o movimento chamado Fur Free Alliance. Para Roberts, outros países produtores de peles, incluindo os Estados Unidos, podem seguir o exemplo Holanda e proibir as indústrias de peles.

Outros grupos também elogiaram a decisão. Nicole van Gemert, diretora de uma organização anti-peles holandesa chamada Bont voor Dieren, disse em um comunicado que a decisão judicial do ano passado tinha sido um grande atraso. Segundo Nicole, 20 novas fazendas foram estabelecidas ou alargadas após essa decisão judicial.

Os grupos de ativistas devem prosseguir com os seus esforços para fechar todas as fazendas. Eles também estão trabalhando em outros países. Uma indústria de pele na Noruega foi invadida por autoridades no mês passado depois de encontrar “ferimentos graves e feridas abertas” entre os 30.000 animais da instalação.

Fonte: ANDA

Incentivo Governo holandês lança fundo de investimentos para testes sem animais

Foto: vkovalcik via Depositphotos.com

A Holanda pretende criar um novo fundo de investimento que irá disponibilizar verba para o desenvolvimento de pesquisas sem animais, de acordo com o Dutch News.

Segundo a Ministra-adjunta da Economia Sharon Dijksma, o governo deve financiar os custos iniciais, mas o resto do investimento deverá ser do setor privado.

O fundo será aberto para pesquisadores que queiram desenvolver técnicas para testar medicamentos e outras substâncias, sem o uso de animais, afirmou Dijksma.

Todos os anos cerca de 500.000 animais são explorados em experiências científicas na Holanda. Cerca de metade dos experimentos são para fins científicos e um terço para a produção e teste de medicamentos. O restante das pesquisas exploram animais para avaliar substâncias perigosas e para fins de treinamento.

De acordo com Dijksma, a Holanda pretende ser a nação mais avançada do mundo em termos de pesquisas sem animaisl em 2025.

Fonte: ANDA