CONTEÚDO ANDA Especialista confirma que gorila Harambe tentava proteger criança em zoo

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Uma especialista em linguagem corporal de primatas revelou o que realmente aconteceu nas imagens feitas no zoológico de Cincinnati, onde o gorila Harambe foi assassinado porque um menino de quatro anos caiu em seu recinto.

Uma filmagem surpreendente do episódio veio à tona e mostrou que Harambe parecia estar protegendo a criança, diz o Mirror.

Para a Dra. Emily Bethell, especialista da universidade Liverpool John Moores a linguagem corporal do gorila mostrava que ele não era uma ameaça à criança.

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“Ele estava claramente protegendo o menino. Não houve sinais de que o gorila iria machucá-lo. Eu diria que a maior ameaça ao menino ocorreu quando o gorila se moveu e o arrastou, o que poderiam ter causado algum dano, mas a linguagem corporal do gorila é definitivamente protetora.”

No vídeo, o menino é visto sentado calmamente ao lado do animal e o gorila ainda parece envolver seus braços ao redor dele. Em um ponto o menino e o gorila aparentam segurar brevemente as mãos.

“A criança obviamente não representava qualquer ameaça para os gorilas e por isso não havia necessidade de atacá-la”, completou a especialista.

Testemunhas afirmaram que o gorila não estava mostrando nenhum comportamento agressivo e que os gritos das pessoas que observavam a situação causaram pânico no animal, o que o levou a arrastar a criança na água.

Fonte: ANDA

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conteúdo anda Zoo quer usar os genes de Harambe para reproduzir e explorar mais gorilas

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O gorila Harambe, de 17 anos, foi morto após tentar proteger uma criança de quatro anos de idade que caiu em seu recinto, no Zoológico de Cincinnati (EUA)

O assassinato covarde do gorila Harambe foi uma tragédia global. O animal representava uma espécie gravemente ameaçada de extinção, além de uma vida valiosa que o mundo assistiu ser ceifada.

Se fosse liberto do confinamento no zoológico, Harambe poderia ser uma esperança para toda a sua espécie, mas acabou morto ainda em sua juventude: ele tinha apenas 17 anos e nem teve a chance de atingir a maturidade sexual para reproduzir-se e formar uma família.

Mas os biólogos que trabalham no zoo ainda conseguiram extrair um pouco de esperma do corpo do gorila, com a pior das intenções: utilizar o material para inseminação artificial de gorilas fêmeas e criar novos filhotes em cativeiro, para viverem em condições miseráveis em zoológicos.

Os responsáveis pelo zoológico alegam que “é uma forma de transmitir os genes e a memória da Harambe”, o gorila que eles mesmos assassinaram e agora ainda querem utilizar para criar novas gerações de animais confinados e explorados.

A alegação é de que Harambe pertence a uma subespécie ainda mais ameaçada, o que de forma alguma justifica o uso de seus genes para reproduzir mais animais aprisionados, que nunca poderão conhecer a liberdade de uma vida plena em seu habitat natural. Pelo contrário: serão explorados e torturados em nome do entretenimento.

Trata-se, na verdade, de uma ofensa à memória de Harambe. Que ao invés de propagar a exploração, sua morte inspire a libertação de todos os animais dessas prisões denominadas zoológicos.

Fonte: ANDA