Industria de la moda le está dando la espalda a la pieles animales

Donna Karan y DKNY se suman a Gucci, Versace, Armani y Hugo Boss a renunciar a la piel animal en beneficio de la sintética

Industria de la moda le está dando la espalda a la pieles animales

Frente a un consumidor más sensibilizado con el bienestar animal, cada vez más firmas de moda abandonan el uso de pieles, una iniciativa tan aplaudida como denunciada por sus supuestas contradicciones.

Las estadounidenses Donna Karan y DKNY fueron las últimas en sumarse a marcas como Gucci, Versace, Armani y Hugo Boss que renunciaron a la piel animal en beneficio de la sintética, y San Francisco se había convertido en la mayor ciudad estadounidense en prohibir la venta de nuevas pieles.

Estos anuncios fueron acogidos como victorias por parte de los defensores de los animales, muy activos a través de sus campañas y videos sobrecogedores que denuncian las condiciones de cría, y esperan que pronto se sumen también a abandonar el cuero de sus catálogos.

Y es que apenas destacan grandes marcas que prohíban el conjunto de materiales de origen animal. Una notable excepción es la diseñadora británica Stella McCartney, vegetariana y militante de la causa animal, que no emplea ni pieles, ni cuero ni plumas.

“Es desconcertante ver cómo algunas marcas anuncian que dejarán de utilizar las pieles pero a la vez no se pronuncian sobre el cuero exótico (cocodrilo, avestruz, lagartija…)”, destaca Nathalie Ruelle, profesora del Instituto Francés de la Moda y especialista en cuestiones de desarrollo sostenible.

“Es tan chocante que se críe a una pitón por su piel que a un visón”, destaca.

Arnaud Brunois, fundador del sitio web lafaussefourrure.com (la piel falsa), desde un punto de vista ecológico es más “juicioso utilizar un subproducto petrolero, que criar cada año 150 millones de animales (…) para recuperar pieles que al final serán tratadas con productos químicos”.

La tecnología posibilita ahora que la piel sintética parezca verdadera, como lo demostró con sus nuevos abrigos la diseñadora británica Clare Waight Keller para Givenchy, en su último desfile este mes en París.

Fonte: ANIMANATURALIS

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Gucci prohibirá las pieles en sus colecciones

El gigante del lujo italiano Gucci anunció el miércoles que prohibirá las pieles en sus nuevas colecciones a partir del próximo año y que subastará las prendas de piel que le queden. La famosa casa de modas aseguró además que subastará las prendas de este tipo que le queden, y los recursos serán donados a fundaciones que luchan por los animales.

Gucci prohibirá las pieles en sus colecciones

La famosa casa de modas aseguró además que subastará las prendas de este tipo que le queden, y los recursos serán donados a fundaciones que luchan por los animales.

El gigante del lujo italiano Gucci anunció el miércoles que prohibirá las pieles en sus nuevas colecciones a partir del próximo año y que subastará las prendas de piel que le queden.

Esta medida entrará en vigor a partir de la colección primavera-verano 2018, declaró su presidente, Marco Bizzarri, en el London College of Fashion de la capital británica.

Esta evolución “demuestra nuestro compromiso absoluto en hacer del desarrollo sostenible un elemento inseparable de nuestra actividad”, agregó.

Bizzarri aseguró que los ingresos conseguidos con las subastas de las últimas prendas de piel serán entregados a las organizaciones de defensa de los derechos de los animales Human Society International (HSI) y LAV (Italia).

Este gesto de Gucci “cambia el panorama” y “tendrá un efecto contagio enorme en el mundo de la moda”, reaccionó la presidenta de HSI, Kitty Block, en un comunicado.

Otra famosa marca del lujo italiana, Armani, ya anunció en 2016 que no incluiría más pieles en sus colecciones.

Fonte: ANIMANTURALIS

Inqualificável. Monstro! Exploração Grife italiana lança sapatos com pele de canguru

Foto: Care2

A grife italiana Gucci lançou recentemente a sua nova tendência para a estação: uma linha de sapatos forrados com pele de cangurus australianos. Os calçados foram apresentados em um desfile masculino, em Julho deste ano, e pouco tempo depois foi lançado o equivalente feminino como parte da coleção Outono/Inverno, causando reações de indignação de ativistas de direitos animais e fazendo emergir um debate público sobre a ética da questão da matança dos cangurus na Austrália. As informações são do Daily Mail e do The Telegraph.

Foto: Gucci/Instagram

Se, por um lado, muitos seguidores de tendências foram às redes sociais para protestar contra o apelo antiético dos sapatos, chamando-os de “estúpidos” e “hediondos”, outros orgulhosamente anunciavam a compra dos produtos, avaliando-os como “deslumbrantes”.

Foto: Gucci/Instagram

Em meio a isso, levantou-se uma discussão sobre os direitos desses animais.

Uma porta-voz da Gucci disse ao Quartz: “A colheita (sic) dos cangurus é um dos melhores exemplos de programa bem gerenciado, e obedece às nossas diretrizes de pele sustentável e ambientalmente amigável”.

Os calçados custam entre 900 e 1500 dólares australianos. Foto: Gucci/Instagram

Conforme explica o artigo, os cangurus são frequentemente vistos como pragas na Austrália – os fazendeiros costumam acusá-los de destruir lavouras e cercas, é atribuído a eles um impacto negativo na biodiversidade, e o número de acidentes de trânsito envolvendo esses animais é muito grande. A sua população também é considerada numerosa, estimada atualmente em mais de 50 milhões de animais, de modo que as autoridades vêm autorizando há anos uma matança anual, apesar de controversa.

Sendo assim, a caça “comercial” dos cangurus é adicionalmente permitida, e é monitorada pelos governos estaduais. Um sistema de cotas de animais a serem mortos é estabelecido a cada ano, baseado na estimativa das populações de quatro espécies de cangurus cuja exportação comercial é legalizada.

Foto: Getty Images/AWL Images RMSegundo a reportagem, existe um “Código Nacional de Prática de Tiro Humanitário aos Cangurus”, que detalha como o processo de caça deve resultar em uma morte “súbita e humana”, e os atiradores licenciados pelos governos são treinados para terem precisão na hora de matar os animais.

Enquanto alguns defendem a caça aos cangurus em nome do gerenciamento da população, aqueles que se opõem eticamente condenam a fabricação desses sapatos, chamando-a de exploração.

Daniel Ramp, diretor do Centre for Compassionate Conservation da Universidade de Tecnologia de Sydney, disse ao Daily Mail da Austrália que chamar o processo de “ambientalmente amigável” é simplesmente errado.

“Usar peles de cangurus para produzir artigos de moda é exploração”, disse Ramp.

“A matança desses animais é desumana, provocando danos colaterais, e a morte dos cangurus tem um amplo custo social nas suas famílias remanescentes e em seus filhotes. Cangurus não são objetos, eles são animais altamente inteligentes e sociais”, disse ele ao Daily Mail.

Assine a petição para ajudar a dizer à Gucci que usar peles de cangurus em seus sapatos não é correto.

Fonte: ANDA