CHARANGA A CAVALO DA GNR (GUARDA NACIONAL REPUBLICANA) VAIADA PELA SUA PARTICIPAÇÃO NUMA ACTIVIDADE PRIVADA DE TORTURA DE ANIMAIS, VULGO TAUROMAQUIA

Aconteceu no campo pequeno (Lisboa) cidade que ainda não se libertou do atraso civilizacional em que está mergulhada.

«Por coisas assim é que a GNR não aceita queixas sobre maus tratos e até dá uma ajudinha em locais como Benavente…» (Ana Macedo)

Benavente… e não só…

Que autoridade?????

 

 

Assinem a petição:

Punição para os responsáveis pelos eventos ilegais nas festas de Benavente

 http://peticaopublica.com/psign.aspx?pi=PT86130&fref=gc

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Cobras, suricatas, um chimpanzé e até um coati resgatados pela GNR

Operação “Thunderbird” levou a fiscalização a todo o país

A GNR apreendeu mais de 80 animais, entre os quais suricatas, cobras, um chimpanzé e aves, em várias operações de combate ao tráfico e exploração ilícita de espécies protegidas.

As acções de fiscalização, que decorreram entre 30 de Janeiro e 19 de Fevereiro em todo o país, foram direccionadas para estabelecimentos comerciais e feiras, “para prevenir e detectar situações de posse, tráfico e exploração ilícita de espécies da fauna e flora e produtos derivados”, adianta a GNR em comunicado.

Durante a operação, denominada “Thunderbird”, foram ainda fiscalizadas serrações, empresas transformadoras de madeira, operadores económicos do sector madeireiro e particulares, com o objectivo de “prevenir e detectar situações de tráfico de madeira tropical ilegal”.

Segundo a GNR, foram fiscalizados 4.311 animais, 345 operadores, 168 estabelecimentos comerciais, 87 operadores económicos de madeira, 50 serrações e 41 empresas transformadoras de madeira.

Foram apreendidos pelos militares do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente 63 aves, 12 cobras, quatro suricatas, um coati e um chimpanzé.

Na sequência das acções de fiscalização, que decorreram no âmbito da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e da Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (CITES), foram detectadas 57 infracções e apreendidos 86 animais.

A operação contou com a colaboração da Autoridade Tributária, em acções de fiscalização nos aeroportos, portos e estações de correio e ainda com o apoio do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas.

A Guarda Nacional Republicana tem disponível 24 horas por dia a linha “SOS Ambiente e Território”, através do número azul 808 200 520 ou através do site, onde as pessoas podem denunciar situações que possam violar a legislação ambiental e animal.

https://i0.wp.com/mediaserver4.rr.pt/newrr/animal_20413_960_7201577e08f_base.jpg

Fonte: Renascença

GNR tira cães da tutora por suspeita de maus-tratos

Animais passavam fome e estavam num local sem condições
Animais passavam fome e estavam num local sem condições

O Núcleo de Proteção e Ambiente da GNR atuou com base numa denúncia, na passada sexta-feira. Os animais, um cão e uma cadela, apresentavam indícios de desnutrição e de falta de cuidados e viviam sem condições, segundo o major Nuno Alberto.

A investigação prosseguirá, mas não existe suspeita de violência, segundo a mesma fonte.

Os animais viviam com a tutora, que ficou sujeita a termo de identidade e residência. Foram entregues ao Canil Municipal da Feira, para serem examinados.

Desde que entrou em vigor a lei que criminaliza os maus-tratos a animais domésticos, em outubro do ano passado, foram abertos 1042 inquéritos, segundo o balanço feito pela Procuradoria-Geral da República na semana passada. Desses, apenas 14 seguiram para ação penal e só dois casos vão ser julgados – cinco foram reduzidos a multa e sete mereceram a suspensão provisória do processo.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: ANDA

ONTEM(anteontem), 2 DE OUTUBRO DE 2014, A GNR ESTEVE NO campo pequeno, A FAZER O QUÊ, PARA QUEM?

Dr. João Pinho de Almeida, secretário de Estado da Administração Interna e assumido aficionado de touradas, isto faz parte das funções da Guarda Nacional Republicana?

Qual a razão desta cumplicidade da GNR com a selvajaria tauromáquica?

Que eu saiba, a máquina do Estado deve estar ao serviço do progresso e da evolução de um País, e não de algo que envergonha até as pedras das ruas.

Dr. João Pinho de Almeida, ainda que mal lhe pergunte, como cidadã portuguesa, que contribui para o pagamento do seu salário para servir o povo Português, o que faz a GNR numa arena de tortura e de morte?

Vamos recordar-lhe:

GUARDA NACIONAL REPUBLICANA

Natureza e atribuições

A Guarda Nacional Republicana, adiante designada por Guarda, é uma força de segurança de natureza militar, constituída por militares organizados num corpo especial de tropas e dotada de autonomia administrativa.

A Guarda tem por missão, no âmbito dos sistemas nacionais de segurança e protecção, assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, bem como colaborar na execução da política de defesa nacional, nos termos da Constituição e da lei.

(…)

Atribuições

Constituem atribuições da Guarda:

Garantir as condições de segurança que permitam o exercício dos direitos e liberdades e o respeito pelas garantias dos cidadãos, bem como o pleno funcionamento das instituições democráticas, no respeito pela legalidade e pelos princípios do Estado de direito;

Garantir a ordem e a tranquilidade públicas e a segurança e a protecção das pessoas e dos bens;

Prevenir a criminalidade em geral, em coordenação com as demais forças e serviços de segurança;

Prevenir a prática dos demais actos contrários à lei e aos regulamentos;

Desenvolver as acções de investigação criminal e contra-ordenacional que lhe sejam atribuídas por lei, delegadas pelas autoridades judiciárias ou solicitadas pelas autoridades administrativas;

Velar pelo cumprimento das leis e regulamentos relativos à viação terrestre e aos transportes rodoviários, e promover e garantir a segurança rodoviária, designadamente, através da fiscalização, do ordenamento e da disciplina do trânsito;

Garantir a execução dos actos administrativos emanados da autoridade competente que visem impedir o incumprimento da lei ou a sua violação continuada;

Participar no controlo da entrada e saída de pessoas e bens no território nacional;

Proteger, socorrer e auxiliar os cidadãos e defender e preservar os bens que se encontrem em situações de perigo, por causas provenientes da acção humana ou da natureza;

Manter a vigilância e a protecção de pontos sensíveis, nomeadamente infra-estruturas rodoviárias, ferroviárias, aeroportuárias e portuárias, edifícios públicos e outras instalações críticas;

Garantir a segurança nos espectáculos, incluindo os desportivos, e noutras actividades de recreação e lazer, nos termos da lei;

Prevenir e detectar situações de tráfico e consumo de estupefacientes ou outras substâncias proibidas, através da vigilância e do patrulhamento das zonas referenciadas como locais de tráfico ou de consumo;

Participar na fiscalização do uso e transporte de armas, munições e substâncias explosivas e equiparadas que não pertençam às demais forças e serviços de segurança ou às Forças Armadas, sem prejuízo das competências atribuídas a outras entidades;

Participar, nos termos da lei e dos compromissos decorrentes de acordos, tratados e convenções internacionais, na execução da política externa, designadamente em operações internacionais de gestão civil de crises, de paz e humanitárias, no âmbito policial e de protecção civil, bem como em missões de cooperação policial internacional e no âmbito da União Europeia e na representação do País em organismos e instituições internacionais;

Contribuir para a formação e informação em matéria de segurança dos cidadãos;

Prosseguir as demais atribuições que lhe forem cometidas por lei.

Constituem, ainda, atribuições da Guarda:

Assegurar o cumprimento das disposições legais e regulamentares referentes à protecção e conservação da natureza e do ambiente, bem como prevenir e investigar os respectivos ilícitos;

Garantir a fiscalização, o ordenamento e a disciplina do trânsito em todas as infra-estruturas constitutivas dos eixos da Rede Nacional Fundamental e da Rede Nacional Complementar, em toda a sua extensão, fora das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto;

Assegurar, no âmbito da sua missão própria, a vigilância, patrulhamento e intercepção terrestre e marítima, em toda a costa e mar territorial do continente e das Regiões Autónomas;

Prevenir e investigar as infracções tributárias, fiscais e aduaneiras, bem como fiscalizar e controlar a circulação de mercadorias sujeitas à acção tributária, fiscal ou aduaneira;

Controlar e fiscalizar as embarcações, seus passageiros e carga, para os efeitos previstos na alínea anterior e, supletivamente, para o cumprimento de outras obrigações legais;

Participar na fiscalização das actividades de captura, desembarque, cultura e comercialização das espécies marinhas, em articulação com a Autoridade Marítima Nacional e no âmbito da legislação aplicável ao exercício da pesca marítima e cultura das espécies marinhas;

Executar acções de prevenção e de intervenção de primeira linha, em todo o território nacional, em situação de emergência de protecção e socorro, designadamente nas ocorrências de incêndios florestais ou de matérias perigosas, catástrofes e acidentes graves;

Colaborar na prestação das honras de Estado;

Cumprir, no âmbito da execução da política de defesa nacional e em cooperação com as Forças Armadas, as missões militares que lhe forem cometidas;

Assegurar o ponto de contacto nacional para intercâmbio internacional de informações relativas aos fenómenos de criminalidade automóvel com repercussões transfronteiriças, sem prejuízo das competências atribuídas a outros órgãos de polícia criminal.

Âmbito territorial

As atribuições da Guarda são prosseguidas em todo o território nacional e no mar.

No caso de atribuições cometidas simultaneamente à Polícia de Segurança Pública, a área de responsabilidade da Guarda é definida por portaria do ministro da tutela.

Fora da área de responsabilidade definida nos termos do número anterior, a intervenção da Guarda depende:

Do pedido de outra força de segurança;
De ordem especial;
De imposição legal.

A atribuição prevista na alínea d) do n.º 2 do artigo 3.º [(d) Prevenir e investigar as infracções tributárias, fiscais e aduaneiras, bem como fiscalizar e controlar a circulação de mercadorias sujeitas à acção tributária, fiscal ou aduaneira; ] pode ser prosseguida na zona contígua.

***

Pelo que aqui ficou exposto, ficou claro que não é atribuição da GNR andar a exibir-se no campo pequeno, à mistura com carrascos de bovinos indefesos, naquela que é a prática mais abominável e primitiva permitida por Lei, no meu País: a bárbara tortura de seres vivos para divertir sádicos e, neste caso, marialvas que não evoluíram.

O povo Português não pode permitir que a máquina do Estado ande a rastejar deste modo tão ignóbil.

Dignidade precisa-se urgentemente.

Fonte:

UMA COISA É TER AUTORIZAÇÃO PARA MONTAR A ARENA DA SELVAJARIA TAUROMÁQUICA, OUTRA COISA É REALIZAR A SELVAJARIA TAUROMÁQUICA EM VIANA DO CASTELO ILEGALMENTE

ATENÇÃO IGAC! ATENÇÃO ASAE! ATENÇÃO ORDEM DOS VETERINÁRIOS! ATENÇÃO GNR!

ATENÇÃO AUTARCAS VIANENSES!

JOSÉ MARIA COSTA NÃO FOI DERROTADO

SÓ É DERROTADO QUEM NÃO TEM RAZÃO

A MONTAGEM DE UMA ARENA EM DARQUE (VER IMAGEM) NÃO OFERECE AS CONDIÇÕES NECESSÁRIAS PARA A REALIZAÇÃO DA BARBÁRIE

FISCALIZAÇÃO PRECISA-SE NO LOCAL!

Este despacho, com a devida vénia, não se encaixa no Regulamento do “Espectáculo” Tauromáquico (RET)

O que os bárbaros do sul chamam de “autoritarismo” da CM de Viana do Castelo não é mais do que o CUMPRIMENTO DA LEI.

ATENÇÃO AUTORIDADES!

A entidade que despachou a autorização para a instalação de uma arena não deu razão a quem quer que seja, apenas permitiu a um grupo que VIVE à custa da tortura de bovinos, MONTAR UMA ARENA (sabe-se lá porque carga d’água!). Monta-se a arena… e faltará TUDO O RESTO, PREVISTO NO RET…

ATENÇÃO FISCALIZAÇÃO!

É muita pretensão dos bárbaros do sul dizerem que o Dr. José Maria Costa é DESMASCARADO pelo tribunal.

Não, não é. Muito pelo contrário.

Isto só demonstra outra situação que todos nós sabemos qual é, mas não dizemos em público.

AGORA CABE ÀS AUTORIDADES COMPETENTES REPOR A LEGALIDADE,  OU SEJA, FAZER CUMPRIR O TAL REGULAMENTO DO “ESPECTÁCULO” TAUROMÁQUICO E FISCALIZAR O LOCAL DA SELVAJARIA

PORQUE A LIBERDADE NADA TEM A VER COM ILEGALIDADE E COM MANOBRAS “CURIOSAS”…

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/uma-coisa-e-ter-autorizacao-para-montar-463170