Simplesmente MONSTRO!!!! Gato queimado vivo com maçarico industrial revolta redes sociais

Um gato foi queimado vivo com maçarido industrial, e sobreviveu.

A situação aconteceu em Setúbal e Pedro Cas, que cuida de mais de 20 gatos na região, acolheu-o e está a tratar dele numa clínica veterinária.

Eis o que está escrito no seu perfil de Facebook:

Thunder. Queimado vivo com um maçarico industrial.

Internado na Clínica Veterinária do Bonfim – Os Bichos, o Thunder foi anestesiado para se conseguir rapar o pêlo queimado e desbridar a pele também ela queimada. As dores que tinha eram indescritiveis, tantas que só mesmo com anestesia foi possivel ver a real extensão dos danos.

E o que vemos? O Thunder foi queimado de trás para a frente. Quem o queimou apanhou-o pelas costas, provavelmente distraido com algum tipo de comida, pois o Thunder qual gato de colónia, não dava assim tanta confiança às pessoas, só se aproximando para matar a fome. E foi através da fome que alguém conseguiu pegar fogo ao Thunder.

Queimado de trás para a frente. A pele dos testiculos teve que ser quase toda ela desbridada. O prepúcio, a pele que cobre o pénis, também. Uma das patas traseiras está também ela queimada, em carne viva, no interior da coxa. Nas costas são visiveis as feridas provocadas pelas chamas. Feridas estas que ainda vão aumentar, conforme se for desbridando a pele morta.

Na aflição do momento, com o corpo em chamas, o Thunder levou o focinho à parte de trás, o que resultou que ficasse com os bigodes queimados até à raíz. As chamas alastraram-lhe à face também e no desespero de as apagar, o Thunder leva as patas à cara e abre um rasgão profundo no nariz com as próprias unhas.

É impossivel de imaginar o que se seguiu. O despero, a dor, o medo, a aflição, a confusão, para onde fugiu, onde se refugiou, onde passou a noite, como, sem conseguir urinar por ter a pele do pénis literalmente derretida e colada sobre si, sem conseguir defecar por ter o anus em carne viva e tudo ao seu redor queimado.

Mas a fome… mais do que a dor, a fome foi o que levou o Thunder a procurar alguém. Alguém que não quem o quisesse queimar ou matar, mas alguém que lhe desse de comer.

O Thunder está internado. O Thunder está medicado, embora não se consiga de todo retirar-lhe completamente a dor, a não ser que o colocássemos em coma. O Thunder foi queimado à traição por alguém. E mesmo assim, o Thunder aceita festas.

O Thunder foi queimado vivo

Fonte: TUGA.PRESS

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Condenação pelo gato queimado vivo nas festas de S.João em Morão, Vila Flor

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Para: RTP; SIC; TVI; Tribunal Judicial da Comarca de Vila Flor, SERVIÇOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO; GNR de Vila Flor; SEPNA; Assembleia da República, Ministério da Cultura, Ministério da Justiça, Ministério da Agricultura, Câmara Municipal de Vila Flor, Assembleia Municipal de Vila Flor, Junta de Freguesia de Mourão

Exmos. Senhores;

É com enorme desagrado que constato, que a Junta de Freguesia de Mourão, no Município de Vila Flor, retomou a cruel e criminosa tradição da “queima do gato”.
Um gato que é fechado dentro de uma peça de barro, colocado no cimo de um poste, a imensos metros de altura.
O gato vai sendo “assado” vivo e, por fim, cai, com o gato a arder. Com toda a certeza acabará por morrer, após o sofrimento brutal que lhe foi infligido.
Os factos terão ocorrido na noite de S. João, na freguesia de Mourão, Vila Flor sob o nome FESTAS DE SÃO JOÃO NO MOURÃO 2015.
A Queima do gato é uma festa tradicional portuguesa que tem lugar no Mourão (Vila Flor) durante a época das festas de São João.
Esta tradição supostamente tinha sido abolida em 2008, mas pela calada afinal continuam com esta barbárie.

De acordo com:
TÍTULO VI
Dos crimes contra animais de companhia
Artigo 387.º
Maus tratos a animais de companhia
1 – Quem, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus tratos físicos a um animal de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias.
2 – Se dos factos previstos no número anterior resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção, o agente é punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa até 240 dias.

No caso concreto, e após a análise dos diversos vídeos já divulgados pela internet, não é conclusivo que o animal tenha falecido, no entanto é aplicável certamente o nº1 do Art. 387º.

Não se logrando apurar a identidade de quem ateia o fogo, caí a responsabilidade sobre a organização das Festas populares de São João de Mourão que não preveniram nem impediram o crime.

Estas práticas são uma mancha para as festas populares portuguesas, e são práticas condenadas internacionalmente.

Vêm os signatários pedir:

1- A abolição desta prática
2- A condenação dos perpetuadores do crime

Sem mais assunto

Os signatários