Gata estrangulada com fio de pesca e pendurada num pau motiva queixa-crime

Associação de defesa dos animais de Coimbra diz que a queixa vai ser feita “contra conhecidos”.

A associação de defesa dos animais Gatos Urbanos vai apresentar uma queixa-crime “contra conhecidos, com identificação do suspeito e das testemunhas” pela morte de uma gata em Coimbra que foi encontrada estrangulada com um fio de pesca na passada quinta-feira. A gata, de nome Camila, tinha dez anos.

Na sua página no Facebook, a associação com sede em Coimbra diz que o crime foi cometido “contra um animal frágil, pacífico e indefeso” e “está a merecer a condenação geral por parte dos cidadãos”, que lhes têm feito “chegar mensagens de indignação e repulsa”.

“Quando moradores viram o macabro cenário, deram o alerta e foram tentar socorrer o animal. Ainda foram tentadas manobras de reanimação, mas inúteis, pois o animal estava já cadáver”, relata a Gatos Urbanos, recordando o sucedido

“O Grupo Gatos Urbanos prestou apoio à dona do animal vítima do cruel e cobarde acto e está a fazer as diligências necessárias para que a participação já feita à PSP — na 1.ª Esquadra de Coimbra — seja seguida das devidas investigação, acusação e condenação”, relata a Gatos Urbanos.

A associação diz ainda que não se pode permitir que a cidade de Coimbra “seja manchada” por “actos de revoltante crueldade como o de estrangular um animal e o exibir pendurado num pau”.

“Uma gata adulta, frágil e muito dócil foi estrangulada com fio de nylon com um laço de correr — tipo fio de pesca — e deixada pendurada pelo pescoço, suportada por um pau erguido (onde estava atado o fio), exibindo o seu corpo enforcado em local visível. O crime aconteceu e Coimbra, na rua da Casa Branca. Quando moradores viram o macabro cenário, deram o alerta e foram tentar socorrer o animal. Ainda foram tentadas manobras de reanimação, mas inúteis, pois o animal estava já cadáver”, relata a Gatos Urbanos, recordando o sucedido.

O grupo de defesa dos animais promete “apoiar integralmente a dona desta malograda gatinha, que teve este fim de vida tão trágico”, na “busca por justiça e condenação do indivíduo que cometeu tal crueldade gratuita e inusitada”.

Fonte: Publico

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