Vitória Após pressão de activistas, França anuncia o fechamento total de fazendas de pele de visons até 2025

Medida foi adoptada menos de um mês após serem gravadas imagens de fazendas de pele de vison, onde documentavam maus-tratos, tortura e descaso.

No último semana, a França adotou um grande passo para ser um país mais livre de crueldades e anunciou o fim da criação de visons em fazendas, para extração de suas peles.

A ministra Barbara Pompilli informou que as quatro fazendas de peles restante no país tem o prazo máximo para fechamento até 2025. O anúncio de Pomplili também incluiu a proibição do uso de orcas e outros golfinhos em parques marinhos e de todos os animais selvagens em circos.

A decisão veio menos de um mês após o grupo de activistas da One Voice publicou imagens e vídeos sigilosos das últimas fazendas de pele de vison na França. Como em exposições anteriores sobre a criação de visons, as imagens documentavam gaiolas apertadas, condições de sujeira e animais feridos e infectados.

Segundo o grupo de defesa dos animais Humane Society International – HSI, cerca de 77 por cento dos cidadãos franceses são a favor de uma proibição total da criação de peles. Além disso, mais de quinhentas mil pessoas na França assinaram o Referendum For the Animals (Referendo para os Animais, tradução livre), que exige melhor proteção legislativa para os animais, incluindo a proibição do cultivo de peles.

A diretora do HSI da Inglaterra, Claire Bass, parabenizou o governo francês por se posicionar de maneira ativa, contra o sofrimento vivido pelos visons para alimentar a indústria de peles “este anúncio é um grande primeiro passo para a França” e salienta, “porém, permite que o sofrimento desnecessário do vison continue por mais cinco anos”.

Com a Covid-19 ascendeu-se um alerta em relação as fazendas de extração de peles de toda a Europa. De acordo com dados do HSI, 56 fazendas de pele de vison na Holanda relataram infecções, assim como fazendas na Espanha e Dinamarca tiveram vários surtos.

Por esse motivo, a indústria como um todo já matou preventivamente mais de dois milhões de visons para evitar novas infecções o que aumentou também as restrições à produção de peles.

Atualmente há cerca de treze países, somente na Europa que já proibiram fazendas de vison para extração de suas peles. No início deste ano, o governo da Holanda anunciou planos para acabar com a indústria no país até 2021. O processo foi iniciado em 2013, mas ainda não possuía um prazo definido, entretanto devido aos surtos de Covid-19 em fazendas em toda Holanda, o processo foi acelerado.

Além da Holanda, que está adoptando o processo para acabar tais fazendas, temos a Áustria, República Tcheca, Noruega, Bélgica, Irlanda e outros que já aboliram a indústria de peles.

A Inglaterra, embora tenha banido as fazendas em 2003, ainda permite a importação e venda desses produtos, provenientes de países como a França. Por esse motivo que a proibição total da importação e venda de peles, é necessário, porque além de sua produção, reduziria significativamente a demanda, e favoreceria o desmantelamento de uma indústria cruel.

Fonte: ANDA

Emmanuel Macron promete €15 biliões para combater a crise climática

Presidente francês anuncia medidas de “onda verde” em eleições locais

Imagem da Torre Eiffel, em Paris, na França

Emmanuel Macron prometeu um orçamento extra de €15 biliões (cerca de R$90,3 biliões) para combater as mudanças climáticas nos próximos dois anos e estuda a possibilidade de criar um referendo para incluir o crime de “ecocídio” na constituição francesa.

As medidas foram anunciadas algumas horas depois que outros candidatos provocaram uma onda verde em toda a França, conquistando os eleitores locais que o presidente não havia cativado.

Na reunião com os membros da Comissão de Cidadãos pelo Clima – um comitê com 150 franceses – Macron prometeu um fundo extra e medidas urgentes. Ele aceitou 146 das 149 recomendações propostas pela comissão.

Macron disse que espera implementar as medidas imediatamente e que a nova lei estaria em vigor antes do final do verão. Além disso, ele deu os parabéns à comissão por “fazer a escolha de colocar o meio ambiente no centro do nosso modelo económico”, mas rejeitou a
sugestão de um imposto sobre investimento e adiou o debate sobre o limite de velocidade em estradas francesas.

A Comissão de Cidadãos pelo Clima é a parte de um experimento democrático na França onde um grupo de cidadãos variados foi convidado para definir a política ambiental dos últimos dois anos do governo de Macron – e especificamente como diminuir em 40% a
emissão de carbono no país até 2030.

As propostas do grupo foram elaboradas em cima de cinco temas: transporte, habitação, trabalho e produção, alimentação e consumo de recursos naturais.

Os resultados das eleições municipais na França, nas quais o partido ambientalista Europe Écologie Les Verts obteve ganhos significativos em uma votação marcada pela nova crise do Coronavírus e pela abstenção histórica, tornou a resposta de Macron crucial para o seu partido centrista La République en Marche (La REM).

A votação foi um golpe previsível para o partido La REM, que se fracturou no cenário nacional político francês mas fez pouco sucesso nas eleições locais fora de Paris.

Os ecologistas dominaram as maiores cidades incluindo Lyon, Bordeaux, Strasbourg, Marseille and Besançon e outras grandes cidades na votação. Em Paris, onde a prefeita de esquerda, Anne Hidalgo, em aliança com EELV, foi reeleita com um número grande de votos que priorizava combater a poluição, a crise climática e o maior uso de energia limpa.

O ambientalista Yannick Jadot disse que os resultados significam um “novo desenho de uma paisagem política” em torno de problemas ecológicos.

“As pessoas estão tentando fazer sentido as coisas, nosso modo de viver, nossa casa, a densidade da cidade, comida, viagem, solidariedade, novos métodos de democracia… Parte dessa população tem um desejo, uma vontade, por mudanças reais na nossa sociedade, que seja social e económica”, disse Jadot para o jornal “Ouest-France”. “Obviamente, haverá uma antes e depois das eleições locais de 2020. É uma verdadeira virada política no nosso país”, completou ele.

O Greenpace acusou Macron de diluir as propostas da comissão usando piadas para evitar medidas importantes. “A mensagem enviada para as eleições municipais são claras: meio
ambiente e a crise climática não são as únicas preocupações do povo francês, mas uma prioridade política que deve resultar em atos, medidas concretas e um objectivo geral seguindo o acordo climático de Paris. A Comissão de Cidadãos disse a mesma coisa e precisará de mais do que um adorável discurso para satisfazer as expectativas”, diz Jean-François Julliard, diretor da Greenpeace France.

Clément Sénéchal, responsável pela campanha climática do Greenpeace France, disse que o governo poderia fazer as suas acções corresponderem às palavras ditas pelo presidente, fazendo auxílios estatais a empresas atingidas pelo Coronavírus, incluindo montadoras e companhias aéreas, dependendo da sua disposição de introduzir medidas sociais e ambientais. “Isso forçaria as empresas poluidoras a mudarem o seu modelo e
ficar para trás do acordo de Paris”, diz Sénéchal.

É fato que o presidente está considerando uma mudança em seu governo, incluindo a demissão do seu primeiro-ministro Édouard Philippe, que foi eleito prefeito de Le Havre.

Fonte: ANDA

 

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL França quer introduzir ecocídio na constituição

Os cidadãos franceses encarregados de fazer propostas em favor do clima votaram a favor da organização de um plebiscito para introduzir a luta contra a mudança climática na Constituição francesa e criar o delito de ecocídio (sobre-exploração de recursos não-renováveis)

ANDA

A Convenção do Cidadão pelo Clima (CCC), encarregada de propor medidas destinadas a reduzir em 40% das emissões de gases de efeito estufa, adotou pela maioria pedir em plebiscito à introdução no prefácio e artigo 1 da constituição as noções de proteção do meio ambiente, a biodiversidade e a “luta contra a desordem climática”. Entre as propostas, também pensam em criar o delito de ecocídio.

Os participantes, escolhidos por sorteio, rejeitaram a mudança. A ideia de utilizar o plebiscito para interrogar os franceses sobre outras medidas específicas, o que parece contrariar ao presidente Emmanuel Macron, que mostrou esta semana que deseja organizar na medida do possível uma consulta sobre diferentes assuntos.

A CCC rejeitou assim a ideia de submeter o plebiscito 10 series de medidas sobre assuntos que vão desde a renovação térmica obrigatória aos edifícios à limitação da publicidade ou medidas para reduzir o espaço dos veículos.

“Constituição, ecocídio, ok para um plebiscito. Para o resto, o poder que assuma suas responsabilidades”, disse um dos participantes, antecipando resumidamente os argumentos pela maioria dos participantes.

Macron havia decidido organizar este exercício de democracia participativa inédita na França à raiz da crise dos “coletes amarelos”, activada precisamente pela introdução de uma taxa de carbono aos combustíveis. O dia 29 de Junho foi a previsão de receber os participantes para dar a eles as “primeiras respostas”.

A CCC não voltou a introduzir imposto aos combustíveis, mas propôs outras 150 medidas. Uma das mais polémicas é a redução do tempo de trabalho a 28 horas por semana, que foi descartada com 65% dos votos.

Uma medida que sem dúvida dividirá a opinião pública é a redução da velocidade na auto-estrada de 130 a 110 km/h, que recebeu 60% dos votos. A proposta irritou as associações de automobilistas, que ainda não havia se recomposto da redução de 90 a 80 km/h nas estradas nacionais.

Fonte: ANDA

CORRENTE DO BEM

A campanha, que tem uma previsão de seis meses de duração, ultrapassou cerca de 650 mil euros em apenas cinco dias.

A campanha, que tem uma previsão de seis meses de duração, ultrapassou cerca de 650 mil euros em apenas cinco dias. O empresário Marc Simoncini, criador da rede social de relacionamentos Meetic generosamente fez uma doação de 250 mil euros. Além de salvar os animais, também existe um interesse em transformar as instalações do zoo em um centro de recuperação de animais.

Apesar de já ter obtido o valor necessário para a compra do local, a ONG mantém a campanha activa para arrecadar mais recursos e custear a alimentação e cuidado dos animais mantidos no zoo até suas transferências.

Fonte: ANDA

FRANÇA Paris anuncia proibição de animais em circos por motivos de crueldade animal

Activistas revelam que qualquer animal forçado a apresentar-se em circos sofrerá sempre: “a única opção para ajuda-los é mantê-los completamente fora dos circos”

Animais são forçados a realizar truques nos circos que causam extremo sofrimento a eles | Foto: Adobe.Animais são forçados a realizar truques nos circos que causam extremo sofrimento a eles

A cidade de Paris, na França, deve proibir animais selvagens em circos após a publicação de uma resolução na semana passada.

Segundo a resolução, os circos que se candidatarem a operar em Paris enquanto estiverem usando animais selvagens terão permissões negadas a partir de 2020.

Animais selvagens em circos

A França ainda não aprovou a proibição nacional do uso desses animais – predominantemente leões, tigres, elefantes e papagaios, entre outros – apesar das pesquisas mostrarem que a maioria do povo francês é contra a prática e apesar de várias vilas e cidades terem suas próprias proibições.

Segundo relatos, entre 500 e 1.000 animais selvagens ainda estão confinados em dezenas de circos no país.

Muriel Arnal, presidente da organização de protecção animal One Voice, disse à AFP em 17 de Novembro que esses seres “vivem em gaiolas minúsculas dentro de caminhões. Eles não têm onde se esconder, vivem stressados e também não têm nada para fazer. Depois são retirados dos cativeiros para o show ou para treinamento, que é sempre muito violento. Eles nunca estão em paz”.

Fonte: ANDA

Esta monstruosidade acontece numa França que tem a pretensão de se considerar “civilizada”

Em Portugal e Espanha também temos desta barbárie. Isto não faz parte da Modernidade Europeia.

Três países que deviam estar desincorporados da restante Europa, onde estas práticas cruéis e sanguinárias não têm lugar.

[Todos a Rodilhan em 27 de Outubro!]

–  A partilhar –

A uma hora de Montpellier, no Gard, perto de Nîmes, oferecemos-vos RDV para denunciar a barbárie das touradas.

Esse encontro, altamente simbólico na luta contra as touradas, às vezes é violento, mas é possível evitar o gás lançado pelas forças policiais, que defendem a ignomínia ainda legalizada … (reconhecida como crime no Código Penal, mas isenta de penalização, por derrogação à lei).

O presidente da Câmara desta localidade, condenado várias vezes, insiste na organização de sacrifícios de animais e a submeter a localidade a um estado de sítio.

 A um ano das próximas eleições municipais, vamos pressionar, de uma vez por todas, para que ele não seja reeleito e, definitivamente, virarmos esta página sombria da nossa história e da nossa humanidade.

(Tradução do comunicado em Francês)

MONSTRUOSIDADE.jpg
Fonte:

Fonte: Arco de Almedina

Maior aquário da Europa vai ser processado depois de 30 tubarões-martelo terem morrido no espaço de 8 anos

O aquário francês Nausicaá, o maior aquário público da Europa, vai ser processado pela morte dos seus 30 tubarões-martelo. O director do aquário defende-se das acusações feitas pelas associações protectoras de animais.

A associação protectora de animais Sea Shepherd France anunciou que ia processar o aquário francês Nausicaá depois do último de 30 tubarões-martelo, introduzidos entre 2011 e 2018, com origem na Austrália, ter morrido na passada quinta feira.

O aquário está a ser processado de “maus tratos graves” aos animais e por “violar a lei ambiental.”

O diretor do Nausicaá, Phiilippe Vallete, rejeitou estas acusações e as alegações de que os animais tinham morrido porque estavam a viver em cativeiro. Vallete insiste que os tubarões morreram devido “a um fungo, latente no organismo dos tubarões e que se espalha quando estão num estado mais fragilizado” e que, mesmo em liberdade, este fungo costuma ser fatal na maior parte destes espécimes.

Os responsáveis pelo aquário estão a investigar as causas para estas mortes prematuras (segundo cientistas, esta espécie pode viver até 20 ou 30 anos).

Vallete defendeu a sua colecção de tubarões martelo afirmando que esta é vital para a protecção da espécie que está em vias de extinção: “Todos os anos cerca de 100 milhões de tubarões são mortos por causa das suas barbatanas, que são uma iguaria muito procurada na Ásia.”

O tubarão-martelo é um dos animais mais complexos de manter em cativeiro e a associação protectora de animais Trente Millions d’Amis acusa o Nausicaá de “sacrificar vidas animais para o entretenimento do público”, mas o director do aquário diz que, para além da protecção, este cativeiro serve para “investigadores observarem o seu comportamento.”

“Se quisermos conhecer melhor esta espécie, temos que os observar 24 horas por dia. Não o podemos fazer no oceano.”

Em comunicado o aquário disse ainda que “a presença dos tubarões martelos no Nausicaá tinha como intenção dar a conhecer aos seus visitantes a beleza e fragilidade deste animal e para dar a conhecer e observar o comportamento dos animais de forma a aprender a protegê-lo no seu habitat natural.”

Fonte: VISÃO (Todos os erros foram corrigidos português correcto)

Desde Janeiro, mais de mil golfinhos já morreram na costa francesa

A pesca industrial intensiva é a principal causa das mortes em massa destes mamíferos marinhos. O ministro francês da Transição Ecológica, François de Rugy, já reagiu.

Desde o início de 2019, 1100 golfinhos mortos deram à costa em França, vítimas da pesca industrial. Os mamíferos encontravam-se visivelmente mutilados, com as barbatanas cortadas. Esta situação está a chocar os investigadores de vida marinha não só pela brutalidade das mortes, mas também por se tratar de um número recorde. “Em três meses batemos o recorde de 2018, que já tinha sido superior aos números de 2017 — e mesmo esse foi o maior em 40 anos”, disse Willy Daubin, membro do Centro Nacional de Pesquisa Científica da Universidade de La Rochelle, à Associated Press (AP).

A pesca industrial intensiva é a principal causa das mortes em massa destes mamíferos marinhos. O ministro francês da Transição Ecológica, François de Rugy, já reagiu.

Segundo Daubin, 90% das mortes resultaram da captura acidental em redes industriais. Porém, os motivos do aumento são ainda desconhecidos. O ministro francês da Transição Ecológica, François de Rugy, deslocou-se esta sexta-feira, 29 de Março, a La Rochelle para discutir a melhor forma de reduzir o número de mortes como resultado da acção humana.

De acordo com a AP, o ministro apresentou algumas soluções, como o reforço da investigação dos dispositivos de repulsão sonora que, quando activados durante a pesca, emitem sinais desagradáveis aos golfinhos nas proximidades, obrigando-os a nadar para longe.

A Sea Shepherd, uma organização não-governamental focada na preservação de seres marinhos, considerou as medidas de Rugy “inúteis”. Lamya Essemlali, presidente da Sea Shepherd França, disse à AP que muitos dos arrastões não activam os dispositivos com medo que estes afectem também os peixes mais valiosos. Essemlali explicou também que esta não é uma solução a longo prazo para os mamíferos marinhos por causa da poluição sonora.

A presidente da Sea Shepherd França acrescentou, também, que os cientistas prevêem que as taxas actuais de pesca conduzam à extinção dos golfinhos e aponta a crise ecológica como consequência da demanda sem precedentes por pescado de baixo custo.

Fonte: Publico

MUITA GENTE NÃO ESTÁ BEM A VER O QUE ESTÁ EM CAUSA, PARA A INTERNET NA EUROPA! – MANY PEOPLE ARE NOT WELL TO SEE WHAT IS CAUSE, FOR THE INTERNET IN EUROPE!

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Muita gente não está bem a ver o que está em causa para a Internet na Europa.
Neste momento a França e a Alemanha estão unidas. Estes dois países querem trazer à viva força, para a Internet Europeia, práticas próprias de REGIMES DITATORIAIS.
Os artigos 11 e 13, já eram péssimos, já eram terríveis para a Internet Europeia.
E a França e a Alemanha, ainda os pioraram e muito.
Estes dois artigos já eram para trazer para a Net Europeia, a CENSURA, e a DITADURA, e agora, pior ainda. Muitíssimo pior!!!!
Há alguns anos atrás nós fomos para a rua por toda a Europa e evitamos artigos como o 11 e o 13, vindos de Bruxelas.
E agora, Bruxelas veio novamente à carga, com artigos próprios de regimes onde impera a CENSURA e a DITADURA.
A verdade é esta, pura e dura: o que Bruxelas pretende é destruir a Net na Europa, com os artigos 11 e 13. E tudo o que Bruxelas possa dizer de contrário, é pura e simples mentira.
Ou seja; com os artigos 11 e 13, é a destruição da Net, tal como conhecemos.
Uma Net livre e democrática.
Com estes destrutivos artigos, a Net, na Europa, deixará de ser livre e democrática. Será que queremos que a Net na Europa se transforme num espaço sem liberdade e democracia, e sim um espaço de CENSURA e DITADURA. Será que o queremos????
É pois hora de voltarmos à rua, pela segunda vez, com muito, muito mais força, com muito, muito mais gente, por toda a Europa.
Está nas nossas mãos salvar a Internet na Europa. Para continuar a ser um espaço sem CENSURA e sem DITADURA. Um espaço livre e democrático!
Mas tem de ser já!
Não podemos perder mais tempo!
Tem mesmo de ser já, sem mais demoras. Antes que seja tarde demais!!!!

Mário Amorim


A lot of people are not good at seeing what’s at stake for the Internet in Europe.
At the moment France and Germany are united. These two countries want to bring alive, for the European Internet, their own practices of DITORIAL SCHEMES.
Articles 11 and 13, already bad, were already terrible for the European Internet.
And France and Germany have made them worse.
These two articles were already to bring to the European Net, CENSORSHIP, and DICTATORSHIP, and now, even worse. Much worse !!!!
A few years ago we went to the street all over Europe and avoided articles like the 11 and the 13, coming from Brussels.
And now, Brussels has come again to the charge, with articles of own regimes where CENSURE and DICTATOR rule.
The truth is this, pure and hard: what Brussels intends is to destroy the Net in Europe, with articles 11 and 13. And everything Brussels can say otherwise, is a simple lie.
That is; with Articles 11 and 13, is the destruction of the Net, as we know it.
A free and democratic Net.
With these destructive articles, the Net in Europe will cease to be free and democratic. Do we want the Net in Europe to become an area without freedom and democracy, but a space of CENSORSHIP and DICTATORSHIP? Do we want it ????
It is now time to return to the street, for the second time, with much, much more force, with much, many more people, all over Europe.
It is in our hands to save the Internet in Europe. To remain a space without CENSORSHIP and NO DICTATORSHIP. A free and democratic space!
But it has to be already!
We can not waste any more time!
It has to be already, without further delays. Before it’s too late!!!!

Mário Amorim

EVOLUÇÃO França ganha seu primeiro grupo de lobby político de direitos animais

Exemplo a seguir em Portugal!
Por exemplo; em Portugal permite-se que o Lobby Tauromáquico, tenha a força que tem, na Assembleia da Republica e nas Câmaras Municipais, e nada se faz para que esse Lobby seja derrotado. E isso tem de mudar, e o mais rapidamente possível, pois o Lobby Tauromáquico tem cada vez mais força em Portugal. E se isso acontece, é porque não existe um Lobby muito, muito mais forte, do que o Lobby Tauromáquico, contra a Tauromaquia, em Portugal. E isso tem de mudar!

Mário Amorim


O Convergence Animaux Politique(CAP) é o primeiro grupo de lobby político da França pelos direitos dos animais e tem o objetivo de traduzir as opiniões sobre mudanças políticas reais no país.

A França não é um país sinônimo de bem-estar animal.  Apesar de sua natureza cruel, a caça com cães permanece legalizada, assim como a produção de foie gras, que envolve a alimentação forçada de gansos e é proibida em vários países, incluindo o Reino Unido.

Nas regiões sul do país, as touradas ainda acontecem para entretenimento público, mas o Convergence Animaux Politique(CAP), co-fundada pelo ativista e acadêmico Melvin Josse em 2017, pretende mudar isso.

Segundo o grupo, a opinião pública em todo o país está evoluindo e os cidadãos estão mais compassivos do que nunca. O sistema político, no entanto, não está acompanhando esta evolução.

Josse disse ao França 24: “A França está ficando para trás como um país da Europa em termos de legislação de bem-estar animal. Se você observar as práticas com animais de fazenda, basicamente, a lei francesa nunca vai além do padrão mínimo estabelecido pela UE. “

Ele acrescentou: “Nos últimos anos, muitos escândalos envolvendo matadouros e fazendas aconteceram na França. Percebemos que, com esses escândalos, a opinião pública está evoluindo na direção certa e entendendo que os direitos animais são um problema real.”

Ele observou que, embora a opinião pública estivesse começando a mudar, ainda havia uma significativa falta de progresso político. Existem ONGs francesas focadas em animais mas, no passado, o foco não era a construção de uma rede necessária de aliados políticos para mobilizar os demais sobre questões de direitos animais e fazer mudanças legislativas.

Representando 800 ONGs do país, o CAP trabalha com os parlamentares para engajá-los nas questões de direitos dos animais com as quais eles se importam. Se eles não estiverem interessados ​​em uma nova legislação sobre caça, por exemplo, Josse e CAP tentarão encontrar uma causa próxima de seu coração – como a exploração de animais de fazenda ou o uso de animais para entretenimento de circo – para tentar levar a frente a legislação de bem-estar animal.

No site do grupo eles explicam: O objetivo do CAP é construir uma rede de aliados políticos em torno da questão do bem-estar animal. Trata-se de atender ao máximo de interlocutores, manter essas relações a longo prazo e colocá-los em contato entre si e com as associações, para mobilizar essa rede quando for necessário obter avanços para animais.

Fonte: ANDA