Ban Bullfighting in France


Demand the French Government Bans the Barbaric ‘Sport’ of Bullfighting

It’s hard to believe that a country like France would support the torture of animals for entertainment – but it does.

According to a recent news report, a Spanish bullfighter died in France after he tripped in the ring and was gored in the chest by the bull. This is sad but bullfighting needs to be banned.

Bullfighting is nothing more than a form of torture that ends in the death of an innocent animal. Please sign and share the petition to demand the Government of France bans bullfighting!

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🐳🐬 Momento de júbilo. Grande vitória que veio de França! CONTEÚDO ANDA França proíbe criação de orcas e golfinhos em cativeiro

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Em uma ação aclamada por ativistas dos direitos animais, a Franca proibiu a criação de golfinhos e orcas em cativeiro no país. O governo proibiu também a guarda de baleias, golfinho e botos em condição de clausura, com exceção de orcas e golfinhos-roaz que não possuem condições de serem devolvidos a seus habitats.

Uma declaração conjunta de cinco grupos de proteção animal, incluindo o Sea Shepherd, elogiou a decisão e a considerou “um avanço histórico” para a país e afirmou ainda que a medida é essencial para por fim a parques marinhos e outros locais que explora animais para entretenimento.

Segundo o ministro do Meio Ambiente Segolene Royal, a decisão foi tomada conscientemente após o recebimento de denúncias de animais marinhos drogados para a realizações de espetáculos em aquários e parques marinhos.

As novas regras proíbem contato direto entre animais e o público, incluindo nadar com golfinhos, e exigem que nos casos onde animais não possam ser reinseridos na natureza, sejam mantidos em condições mais dignas e confortáveis. Os estabelecimentos que abusam de animais têm apenas seis meses para se adequar as normas, sob risco e penalizações segundo informou hoje cedo a BBC.

Nota da Redação: Aquários e outros locais que aprisionam animais devem ser completamente extintos. Casos de abusos e ingestão de drogas em animais servem para alertar a população mundial sobre a injustiça e crueldade escondida atrás de aquário e outros locais que mantém animais em cativeiro apenas para divertimento humano. É preciso clarear a consciência para entender e respeitar os direitos animais. Eles não são objetos para serem expostos e servirem ao prazer de seres humanos. As pessoas podem obter alguns minutos de entretenimento, mas para eles é uma vida inteira de exploração e abusos condenados pelo egoísmo humano.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Golfinho confinado está em depressão profunda após ser separado de bebê

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A organização francesa de proteção animal One Voice tem chamado a atenção do público para a história chocante de Femke, um golfinho mantido em cativeiro no parque marinho Parc Astérix, no norte de Paris, na França.

Os ativistas fizeram uma filmagem que mostra a preocupante deterioração da saúde de Femke desde que seu filho Ekinox foi arrancado dela. Ele foi tirado da mãe em 2016, com apenas cinco anos, para ser transferido para um parque marinho na Grécia.

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Na natureza, os golfinhos ficam com suas mães até que atinjam pelo menos 12 anos e mesmo assim não saem por longos períodos de tempo.

“Ekinox, que viverá com outros machos separados prematuramente de suas mães, provavelmente ficará mais debilitado ali. No entanto, as transferências são encorajadas por razões genéticas. Assim, as famílias são despedaçadas e os indivíduos são destruídos”, explicou o grupo.

Femke foi capturada na Flórida, perto da costa americana nos anos 80. Depois de quatro décadas de cativeiro, foi separada do filho e mergulhou em uma profunda depressão.

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“Femke flutua, como uma sombra, na piscina de cloro. […] Ela se perdeu completamente e parece estar morrendo de dor. […] Parece já ter desistido”, enfatiza a One Voice, segundo informações do Holidog Times.

As imagens capturadas pela associação em 12 de abril mostram a fêmea praticamente sem vida, flutuando sem se mover, com uma barbatana dorsal curvada. “Como já foi filmado em outubro, Femke permanece afastada dos outros golfinhos e não está mais se apresentando em shows”, dizem os ativistas.

Pierre Gallego, veterinário nomeado pela associação que visitou Femke para observar sua condição confirma: “O estado mental e físico de Femke é extremamente alarmante e exige uma ação urgente de especialistas veterinários”.

A One Voice assumiu a responsabilidade de levar ao golfinho a ajuda de que ele precisa tão desesperadamente. Além disso, continua seus esforços para alertar o público sobre Femke e todos os outros animais que vivem em cativeiro e sofrem como ela.

Pierre Gallego, veterinário nomeado pela associação que visitou Femke para observar sua condição confirma: “O estado mental e físico de Femke é extremamente alarmante e exige uma ação urgente de especialistas veterinários”.

A One Voice assumiu a responsabilidade de levar ao golfinho a ajuda de que ele precisa tão desesperadamente. Além disso, continua seus esforços para alertar o público sobre Femke e todos os outros animais que vivem em cativeiro e sofrem como ela.

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A associação criou uma petição exigindo o fechamento de Dolphinariums na esperança de acabar com esta prática cruel.

“Diversos países já proibiram essas estruturas em seu território em uma tentativa de proteger esses animais marinhos. O Chille, a Hungria, a Costa Rica em 2005, a Suíça em 2012 e finalmente a Índia em 2013. É inimaginável que a França se recuse a considerar as evidências científicas e ignore o sofrimento desses mamíferos”, concluem os ativistas.

Fonte: ANDA

Evolução França tem primeiro partido de proteção dos direitos animais

11-16

Com quase 15 anos de atraso em relação aos vizinhos holandeses, a França tem agora o primeiro partido dedicado à proteção dos direitos animais. O Partido Animalista pretende incluir a questão na Constituição, a exemplo do que ocorreu com o meio ambiente. Outro objetivo é pressionar pelo aumento da legislação contra abusos e maus-tratos na agricultura e em determinadas práticas culturais, como as touradas.

O partido nasceu do empenho de sete fundadores, antigos aliados da causa animal. A advogada Helène Thouy defende nos tribunais a Associação L214, famosa no país pela divulgação de vídeos gravados com câmera escondida em matadouros e fazendas. As imagens costumam mostrar cenas revoltantes de agressões e violência aos animais – atitudes que contrariam as normas europeias sobre o sofrimento animal, mas que o governo francês tem dificuldade em fiscalizar.

“Com todos os escândalos revelados pelos vídeos, vimos que houve um grande impacto na opinião pública. Muita gente ficou chocada pela descoberta dos maus-tratos, afinal a maioria das pessoas não consegue imaginar como os animais são realmente tratados enquanto não veem com os próprios olhos”, afirma Thouy. “Esse era o momento de responder às expectativas dessas pessoas e passar a considerar mais os animais.”

Fim de competições com animais e do foie gras
O partido pretende batalhar pela criação do Ministério da Proteção dos Animais, que retiraria da pasta da Agricultura a responsabilidade de zelar pelos animais. Além disso, o programa inclui o fim de mutilações praticadas nas fazendas, como castração e corte do bico de aves, a proibição de competições de animais, como rinha de galo, e da prática de gavagem de gansos, utilizada para a fabricação do tradicional foie gras francês.

A produção de animais em gaiolas também seria interditada, sob um prazo de 10 anos, e o partido deseja incitar a redução de 25% do consumo de produtos de origem animal no país, até 2025.

“De uma forma geral, falta ação de todos os partidos políticos nessa questão, incluindo os verdes e os ativistas. Esse é um dos objetivos do nosso partido: atender ao eleitorado sensível à questão e mostrar aos outros partidos que já passa da hora de eles levaram isso em conta”, ressalta Thouy.

Candidato à presidência
Por enquanto, o Partido Animalista não vai se candidatar às eleições presidenciais de 2017, mas pretende se apresentar para as eleições legislativas. O Palácio do Eliseu, porém, é a ambição de um candidato independente: trata-se de Michel Fize, um sociólogo que tenta conseguir a autorização para formalizar a candidatura à presidência, enquanto cria o Partido Para os Animais.

“Para mim, o ativismo é, antes de mais nada, a ecologia da natureza e dos seres vivos – e os animais são os mais numerosos a habitar o nosso planeta. Com a minha candidatura, percebo que a causa animal ainda não é considerada uma causa política”, sublinha Fize. “O animal não é nem de direita, nem de esquerda. Ele é a favor daqueles que o defendem.”

Ativistas afastados da causa
A decepção com o Partido Europa Ecologia – Verdes é um traço comum dos defensores da causa. Eles observam que, na França como no restante da Europa, os ecologistas se concentram nas grandes questões ambientais, como as mudanças climáticas e a poluição, mas deixaram de lado a defesa da fauna.

Por outro lado, os franceses são cada vez mais sensíveis à questão. “80% dos franceses são favoráveis aos lobos, uma espécie protegida que é exterminada de uma maneira ilegal nas montanhas, com o apoio do Ministério do Meio Ambiente. É uma loucura o que acontece na França”, nota Marc Giraud, vice-presidente da Associação pela Proteção dos Animais Selvagens. “Sabemos que somos apoiados por uma massa de eleitores que nunca foi ouvida pelos políticos.”

A Holanda é citada como o verdadeiro exemplo europeu neste tema, ao incluir a proteção animal na política. O país já tem senadores e deputados regionais, nacionais e europeus eleitos sob a sigla do Partido para os Animais, criado em 2002.

Outra inspiração vem da Espanha, onde o Partido Animalista contra os Maus-Tratos aos Animais tem conquistado cada vez mais adeptos e chegou a 1,16% dos votos nas últimas eleições.

Fonte: ANDA

GRANDE MANIFESTATION UNITAIRE ANTICORRIDA

visuel-MDM-Twitter

Les séances de torture bovine prévues par la ville de Mont-de-Marsan le 23 juillet auront lieu à 18 h et à 22 h. Nous avons donc ajusté les horaires de notre manifestation par rapport à cela (ceux donnés jusqu’à présent étaient indiqués comme provisoires). Voici également les principaux éléments du mode opératoire que nous avons prévu :

– 15 h : début de la manifestation. Rassemblement en un point fixe (le lieu exact sera communiqué ultérieurement). Un happening d’un type particulier sera mis en place avec 200 des manifestants. Si vous souhaitez y participer, nous vous demandons de porter des vêtements entièrement noirs. Pendant le happening, des prises de paroles seront organisées pour que nos partenaires puissent prendre successivement la parole. Des messages de personnalités qui soutiennent le combat contre la corrida seront également lus.

– 16 h 30 : organisation des manifestants en cortège et déambulation le long des axes de la ville qui seront ouverts à la manifestation. Nous nous approcherons au plus près des arènes pour un point fixe, peu avant le début de la première séance. Tout sera fait pour que notre présence soit la plus perturbante possible pour les amateurs de sévices graves et actes de cruauté sur des animaux.

– Minuit : fin de la manifestation.

Les nouveaux horaires facilitent l’accès à Mont-de-Marsan, ils permettent à la plupart des personnes concernées de faire le trajet aller le samedi matin, avec un retour dans la nuit suivante ou le lendemain dimanche. Les horaires des bus mis en place vont être modifiés en fonction de ceux de la manifestation. Toutes les informations à ce sujet seront mises en ligne dès que possible sur les événements Facebook correspondants.

IMPORTANT : Cette manifestation n’aura de sens que si la mobilisation est forte ! Mont-de-Marsan est l’une des villes de sang qui présente la particularité d’avoir une arène dite « de première catégorie », mais aussi d’avoir pour maire la présidente de l’Union des Villes taurines de France. C’est donc un double symbole de la barbarie tauromachique qui est visé. La municipalité a consacré près de 400 000 euros de son budget pour acheter les victimes de la quinzaine de corridas qui se dérouleront cette semaine-là pour le plaisir écoeurant d’aficionados avides de spectacles de souffrance et d’agonie. Nous n’allons pas à Mont-de-Marsan pour nous, nous y allons pour les taureaux !

Fonte: CRAC Europe

CONTEÚDO ANDA Vitória: comércio de marfim é proibido definitivamente na França e Havaí

Reprodução/WorldAnimalNews

O ministro de Ecologia da França, Ségolène Royal anunciou a proibição do comércio de marfim durante uma cerimônia realizada em Nairóbi. O anúncio ocorreu enquanto toneladas de marfim eram queimadas para simbolizar o combate à caça ilegal de elefantes.

A proibição deve entrar em vigor em breve em todo o país e também dará atenção especial a leilões, especialmente de antiguidades. O ministro disse que há planos de expandir essa medida para toda a Europa, informa o World Animal News.

Esta decisão completa uma série de medidas que a França tem feito desde janeiro de 2015 como parte da Lei de Biodiversidade.
Embora o marfim seja regulamentado no país desde 1990, as leis anteriores incluíam itens de antes de 1947, como antiguidades ou marfins em bruto que entraram no país antes de 1990.

O Havaí também acaba de aprovar a lei Senate 2647 que proíbe vendas de marfim, mas alguns grupos são contrários a ela.
A nova lei proíbe quase todas as vendas de produtos feitos de animais ameçados de extinção, como elefantes, baleias, morsas, alguns tubarões e mamutes.

Um elefante é morto a cada 15 minutos para abastecer o comércio marfim, o que significa que entre 25 mil e 35 mil elefantes são mortos a cada ano. Segundo estimativas, uma tonelada de marfim era vendida a cada mês na França.

Fonte: ANDA

EM DECISÃO HISTÓRICA FRANÇA ALTERA CÓDIGO CIVIL E CONHECE ANIMAIS COMO SERES SENCIENTES

O Mundo avança, e Portugal continua no passado…

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A orangotango Sandra, pioneira sobre o reconhecimento dos animais como sujeitos de direitos na Argentina

Animais têm sentimentos. É o que reconhece o parlamento francês a partir desta quarta-feira (28) após um ano de intensos debates na Assembleia Nacional. Finalmente o parlamento votou a leitura final do projecto de lei sobre a modernização do código civil idealizado pela ONG Fondation 30 Million Amis que altera o status jurídico dos animais no país, actualizando a legislação penal vigente e reconhecendo os animais como seres sencientes (novo artigo 515-14) e não como propriedade pessoal como o antigo artigo (artigo 528). Desta forma, os animais não são mais definidos por valor de mercado ou de património, mas sim pelo seu valor intrínseco como sujeito de direito. Segundo a ONG idealizadora do projecto, esta virada histórica coloca um fim a mais de 200 anos de uma visão arcaica do Código Civil francês em relação aos animais. Finalmente os parlamentares levaram em conta a ética de uma sociedade do século XXI.

O Código Civil da França foi elaborado por Napoleão em 1804 e os animais eram considerados como bens de consumo, principalmente para trabalho forçado em fazendas. Até então, a representatividade legal dos animais na França perante os tribunais era mínima.

Segundo o jornal The Local, a França obtém um poderoso lobby agrícola, a FNSEA, juntamente com alguns políticos pressionavam o parlamento expressando preocupação de que a mudança na legislação poderia prejudicar os interesses dos agricultores e criadores de gado particulares.

A vitória abre importante precedente para a vida dos animais no território e um respiro para as organizações protectoras da causa animalista.

Por definição, senciência é a capacidade de sentir, atribuição dada pelos especialistas há muito tempo aos animais. O parlamento francês finalmente percebeu algo que muitas pessoas já sabiam: os animais são capazes de vivenciar seus próprios sentimentos: Dor, amor, felicidade, raiva, alegria, amizade e tantos outros. A diferença agora é que este direito é reconhecido de forma legal no código civil do país.

Um pouco antes, o Supremo Tribunal de Justiça da Argentina também declarou parecer favorável aos direitos animais, concedendo a uma orangotango chamada Sandra, o status de “pessoa não-humana”, um exemplo para toda a América Latina. Outras nações podem se espelhar nestas mudanças e desencadear acções que abracem os animais como sujeitos de direitos perante os tribunais.

A mudança não foi fácil e só veio depois de duros empurrões dados pela Fondation 30 Million Amis (Fundação de 30 Milhões de Amigos), principal organização francesa no auxílio do projecto apresentado ao parlamento e cujo presidente Reha Hutin trouxe a público a actual situação dos animais na França, dizendo: “O país está para trás no que se refere a leis de bem-estar animal.”

Uma coisa é certa, reconhecendo os animais como seres sencientes a França dá um passo na direcção correcta, mas o país ainda tem muito trabalho a fazer para se desvincular da má fama perante os animais, já que uma proposta para proibir as touradas foi rejeitada em 2012 e o país ainda é considerado a capital número um de produção de foie gras no mundo.

Fonte:

http://www.anda.jor.br/03/02/2015/decisao-historica-franca-altera-codigo-civil-reconhece-animais-seres-sencientes

Fonte: Arco de Almedina

(AVISO: uma vez que a aplicação do AO/90 é ilegal, em Portugal, este texto foi reproduzido, via corrector automático, para Língua Portuguesa)