QUAL É O RACIOCÍNIO DOS FORCADOS!?

Enfrentarmos o touro, sem que ele tenha os chifres embolados. Com o touro, com as suas faculdades físicas e psicológicas intactas, isso não. Nem pensar. Temos medo.
Queremos enfrenta-lo com os chifres embolados, só na praça de touros, e só em ultimo lugar, para que ele esteja muito, muito desgastado, cravado de bandarilhas e a sofrer, física e psicologicamente. Para que dessa forma, facilite o nosso enfrentamento com ele.

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Depois, de quando em vez, um touro, vai buscar o resto de forças que lhe resta e com toda a justiça defende-se dos 8 sujeitos cobardo-las que está a sua frente. E nesses casos, a culpa não é do touro. É dos Cobardes Psicopatas dos forcados!

Mário Amorim

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Poema: SOMOS COBARDES E ASSUMIMOS

Somos cobardes e assumimos.

Saltamos o muro da praça em ultimo lugar,
E à nossa frente,
Um touro moribundo,
Em sofrimento,
Em dor,
Cravado de bandarilhas,
Com o sangue a transbordar do seu dorso
Há nossa frente,
Está um ser que nós não respeitamos,
E ainda vamos causar-lhe mais dano
Ele corre em nossa direcção,
E o seu sofrimento,
A sua dor,
O seu sangue aumenta,
Com a nossa acção.

E agora perguntamos;
Onde está o nosso amor pelo touro?
Esse amor,
Nós não temos.

Nós só temos,
Um total desprezo,
Pelo sofrimento,
E pela dor do touro.

Só nos resta assumir,
Que somos cobardes!

Poema de Forcados portugueses

SÓ MENTES DEFORMADAS ACHAM QUE OS TOUROS NÃO SOFREM COM A INVESTIDA DOS COBARDES FORCADOS

Isabel, concordo consigo totalmente.
Faço minhas as suas palavras!

Mas vou dizer o seguinte:
É uma hipocrisia, é uma falsidade total, os Psicopatas tauromáquicos afirmarem  que os forcados são valentes. São é, isso sim, verdadeiros cobardes.

Se os forcados fossem valentes e não os cobardes que na realidade são:
1- Enfrentariam touro, com os chifres intactos.
2- Enfrentariam o touro, com todas as suas faculdades físicas e psicológicas intactas.
3- Enfrentariam o touro, sem bandarilhas cravadas no dorso.
4- Recusariam totalmente enfrentarem o touro, como o enfrentam e onde o enfrentam, e só aceitariam enfrenta-lo, como disse nos pontos 1, 2 e 3.

Mário Amorim


Recebi um comentário do Hugo Pinto, e que aqui destaco, para que, de uma vez por todas, fique demonstrado que os forcados são os maiores cobardes de uma tourada, porque atacam em bando, um Touro já moribundo. E isso nem é arte nem valentia. É a mais pura e repugnante cobardia.

Veja-se este vídeo com atenção.

Ataque em bando a um Touro moribundo, cheio de farpas, a sangrar, indefeso (com os cornos embolados) com as carnes já rasgadas. Repare-se no “reforço” que mostra a invirilidade dos forcados. E só atacando um Touro moribundo conseguem sentir-se machos (não disse homens). Este Touro conseguiu reunir as derradeiras forças e defendeu-se legitimamente, dando uma boa lição de valentia ao cobarde forcado que o atacou. É que VALENTIA é estar moribundo e a sofrer horrores e ainda assim conseguir reunir as derradeiras forças para neutralizar o carrasco. Isso é que é valentia. E aqui o HERÓI é o Touro.

Hugo Pinto comentou o post COBARDIA DOS FORCADOS PORTUGUESES MOTIVA A SELECÇÃO IRANIANA ATRAVÉS DA VISÃO DEFORMADA DE CARLOS QUEIROZ às 09:35, 27/06/2018 :

Independentemente de gostar ou não deste ressabiado, o texto escrito no blogue é completamente errático e escrito por alguém que não sabe o que diz. Nas touradas, tradição aceite ou não por alguns, os forcados são os únicos que não magoam o touro. Os forcados são aqueles que se formam em linha em frente ao touro e quando o animal faz a investida o forcado tenta manter-se seguro entre os cornos do boi. Arte de valentia e coragem, única no mundo. Com os forcados o animal não tem qualquer sofrimento

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Hugo Pinto,

Quanta ignorância! Quanta estupidez! Quanta falta de saber! Quanta falta de sensibilidade! Quanta falta de discernimento! Este seu comentário tresanda ao mofo.

Primeiro: saiba que não está a dirigir-se a uma leiga, nestas coisas de crueldade e violência. Quem não sabe o que diz é quem diz que nas touradas (que NÃO É uma tradição, mas sim um costume bárbaro herdado dos monarquistas espanhóis) os forcados são os únicos que não magoam o Touro.

Segundo: quando os cobardes forcados formam em linha diante do Touro, estão diante de um TOURO JÁ MORIBUNDO. E quem investe contra o Touro são os cobardes forcados, porque o Touro, já ferido de morte, nem sequer tem forças para se defender. E quando o cobarde forcado tenta manter-se seguro entre os “cornos” do BOI (disse bem, porque o Touro não passa de um boi, e os bois são bovinos, herbívoros mansos que só investem contra qualquer coisa, unicamente para se defenderem) é preciso acrescentar que são CORNOS EMBOLADOS (queria ver um forcado a segurar-se em cornos à vista, bem afiados). E isso não é arte nem valentia. Insulta- se a Arte e a Valentia ao chamar arte e valentia à maior das cobardias do mundo: atacar um ser vivo já moribundo e a sofrer atrozmente. E mais: com o ataque dos cobardes forcados o Touro sofre em dobro, por já se encontrar moribundo e cheio de dores. E puxam-lhe o rabo, e atiram-se para cima dele, e rodopiam-no, com os corpos em cima das bandarilhas, fazendo pressão e provocando ao Touro ainda mais dores.

Depois não gostam que eu diga isto: todos os forcados deviam ser torturados, como os Touros são, se algum dia se encontrassem feridos de morte, a sangrar e moribundos, e alguém lhes viesse puxar o rabo, os cabelos e andar com eles às voltinhas, para saberem o que isto é. Não sofreriam nada? Se os touros não sofrem, eles também não sofreriam, porque nenhum deles é um animal? Ou não? Como poderiam sofrer? Só mentes muito deformadas acham que os Touros não sofrem com a investida dos cobardes forcados.

Terceiro: posto, isto é, da Ciência Humana e do Senso Comum que os forcados são os maiores cobardes das touradas porque ATACAM, em bando (oito para um) um touro já moribundo, indefeso e inofensivo, sem forças, com os cornos (as suas defesas) embolados, perfurado por bandarilhas, a sangrar por dentro e por fora, a sofrer horrores, dores atrozes, como qualquer forcado sofreria (?) se lhe espetassem bandarilhas no lombo. E atacar um ser vivo nestas condições não é ser valente. É ser o maior cobarde à face da Terra. Atacar seres indefesos é a maior das COBARDIAS. Mais cobardes do que isto não há.

Valentia seria enfrentar um LEÃO esfomeado na arena, como faziam os desventurados gladiadores no Coliseu de Roma, para divertir os anormais daquela época. Agora, atacar um Touro moribundo e a sangrar, com as carnes rasgadas, e cornos embolados, só mesmo de grandes cobardes sem um pingo de virilidade. E os sádicos aplaudem, porque os sádicos gostam de ver sangue e sofrimento. É da natureza doentia deles.

Por vezes, os Touros, ainda que moribundos, reúnem as suas derradeiras forças e defendem-se valentemente (e aqui sim, há valentia) e mandam um forcado desta para melhor, com toda a legitimidade. Porque morrer, por morrer, ao menos, leva o carrasco com ele.

Percebeu Hugo Pinto?

Não há valentia nenhuma num forcado. Isso é a maior mentira da tauromaquia. E uma mentira repetida muitas vezes até pode parecer verdade, mas continua a ser uma grande mentira.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

Carlos Queiroz afirma que motiva os jogadores “mostrando-lhes vídeos dos forcados portugueses”

Pois é. O Carlos Queiroz motiva os jogadores com cabardes.
Os forcados são 8 homens que enfrentam um touro que antes foi atacado, brutalizado, que tem os chifres embolados, que está a sangrar e a sofrer, que quando os forcados surgem à sua frente, está moribundo.
Não há em Portugal, mais cobardes que os cobardes dos forcados.
Por isso, e dizendo o que já disse; não entro na história que diz: “da tauromaquia só gosto dos forcados, pois são os únicos que o enfrentam o touro cara a cara”. Se assim fosse, The cowardly kings of Portugal, enfrentariam o touro no campo, na natureza. Isto é; bem longe das praças de touros, e sem que os touros tenham sido preparados para eles. Aliás, nas praças de touros, há um aspecto que demonstra bem o quão são cobardes. O serem os últimos a entrar para a arena!

Mário Amorim

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Afirmações do selecionador do Irão foram feitas em conferência de imprensa.

Depois do jogo entre Portugal e o Irão na passada segunda-feira, o português Carlos Queiroz afirmou em conferência de imprensa que motiva os jogadores da seleção iraniana “mostrando-lhes vídeos dos forcados portugueses”.O atual selecionador do Irão, no comando da equipa há 8 anos, revelou que mostra “vídeos de bravura, da forma como os forcados vão para dentro de uma arena e sozinhos enfrentam o touro e coletivamente dominam um animal que é mais forte”, nos treinos e nas sessões de preparação para os jogos.“Nos oito anos que estou com esta seleção tento passar este espírito e mentalidade do aspeto cultural do povo português, à grande bravura e grande entrega do povo iraniano”, acrescentou.O jogo entre Portugal e Espanha acabou com um empate e levou Portugal aos oitavos de final da competição. Já o Irão ficou pelo caminho no Mundial 2018.Fonte: Jornal I

O QUE É A TAUROMAQUIA II?

Resultado de imagem para Adivinha

Vou começar este segundo texto com umas adivinhas!

1- Qual é coisa qual é ela, que se julgam sete homens valentes, mas que na verdade, não passam de sete grandes cobardes?
– Acertarammmmm; são ossssss forcadosssss.
2- Qual é coisa qual é ela, que são homens que se dizem homens, mas que enfrentam o touro, fazendo movimentos, e tregeitos afiminados, também reveladores da frustração sexual que sentem?
– Mais uma vezzzzz, acertarammmm; são ossssss toureiros a pé.
Aqui fica demonstrado, que além de ser uma prática selvagem, a tauromaquia, é cobarde, e é uma prática, onde se colocam frustrações. E o touro leva com a culpa. Eles são “homens” frustrados(sexuais), e o touro é que paga.
E os outros; os grandes cobardes dos forcados. Esses; enfim. Se fossem os valentes que dizem ser, enfrentariam o touro, sem os chifres embolados, e sem bandarilhas cravadas no dorço do touro. Uma coisa é enfrentarem o touro com as suas faculdades físicas e psicologicas intactas. E outra, é enfrentarem o touro estando mais morto do que vivo e que tem os chifres embolados. Por isso; não caio, quando ouço, ou leio: não gosto de touradas. Só gosto da valentia dos forcados. Forcados, valentia; hahahahaha? – Cobardiaaaa, isso sim!
E aqui vai a última adivinha!
3- Qual é coisa qual é ela, que são uns grandes mentirosos, que falam, falam, falam, mas não provam nada do que dizem? – Acertarammmm zzzz; são osssss zzzz, prooooooo-touuuuuuuuuuraaaaaadassssss zzzz!
Por tudo isto, e por muitas outras coisas que todos nós, que lutamos contra a tauromaquia, sabemos, a tauromaquia, só tem um caminho; a ABOLIÇÃO!

Mário Amorim

MORREU UM FORCADO QUANDO TORTURAVA UM TOURO MORIBUNDO

Morreu o forcado colhido pelo Touro que estava a torturar, e o qual, apesar de moribundo, conseguiu reunir derradeiras forças para se defender do seu carrasco, como é de seu direito e instinto.

Não aplaudo a morte de um carrasco. Obviamente. Mas também não a choro. O mundo libertou-se de uma criatura que passou a vida a torturar Touros moribundos. Não surpreende que tivesse acabado a vida deste modo, porque colheu simplesmente o que plantou.

FORCADO MORTO.png
Pedro Primo, à esquerda, não resistiu aos ferimentos…

O mais insólito disto tudo, é que esta e outras mortes como esta, levam o carimbo do governo português, que nada faz para abolir esta prática cruel e violenta que mata animais não humanos (Touros e Cavalos) mas também animais humanos (os seus carrascos), numa escalada de violência que, ultimamente, tem-se verificado com muita frequência.

O forcado Pedro Primo, que tinha apenas 25 anos, e pertencia aos Amadores de Cuba, morreu esta terça-feira, num hospital em Lisboa, depois de ter sido colhido por um Touro moribundo, que reuniu as últimas forças, para se defender, com bravura, do ataque selvagem e cobarde dos forcados.

Pedro Primo despedia-se das arenas no passado sábado, em Cuba (Beja), durante uma corrida de touros à portuguesa, a mais cruel, a mais selvática de todas as actividades tauromáquicas.

Se ao menos os pais do Pedro lhe tivessem incutido valores humanos quando era criança… O que fazem os pais aficionados? Incitam as crianças a tornarem-se violentas e cruéis, inúteis, parasitas da sociedade. E isto tudo com o aval dos governantes e dos responsáveis pela Protecção de Menores…

O forcado foi transportado para o Hospital de Beja e, depois, transferido de helicóptero, para o Hospital Curry Cabral, em Lisboa, onde acabou por morrer. E tudo isto pago com dinheiros públicos.

É de lamentar que ninguém aprenda nada com estas mortes inúteis e completamente insanas.

Ao Pedro Primo já não poderemos perguntar se valeu a pena andar a torturar touros, cobardemente, para morrer sem glória, numa arena, rodeado de sádicos. Lamento a inutilidade da sua vida, e ainda mais a insanidade da sua morte.

Mas aos outros forcados, pergunto: vale a pena semear violência?  É que os carrascos não terminam a vida tranquilamente, deitados na relva de um jardim, porque não o merecem. A Lei do Retorno é infalível e implacável. E colhemos sempre aquilo que semeamos.

Mais uma morte, na longa lista de mortos e estropiados nestas práticas violentas e cruéis, avalizadas pelo governo português.

Isabel A. Ferreira

Fonte da imagem:

http://www.jn.pt/local/noticias/beja/beja/interior/morreu-o-jovem-forcado-dos-amadores-de-cuba-ferido-durante-corrida-de-touros-8751039.html

Fonte: Arco de Almedina

Forcado dos Amadores de Cuba morre após colhida naquela praça alentejana

Mais um Psicopata Tauromáquico perdeu a vida.

Os forcados enfrentam o touro, depois dele estar mais morto do que vivo, e de estar num atroz sofrimento, depois de toda a barbaridade que foi vítima.
Ele quer é ver o fim de tudo o que se passou. E vêm um grupo de sujeitos cobardes, provoca-lo, e aumentar ainda mais todo o seu sofrimento.
Mas de quando em vez, o touro, no seu inteiro direito, fere gravemente, ou mata um forcado.
Paciência. Seja ou não um forcado, o touro tem todo o direito de se defender dos Psicopatas tauromáquicos que o torturam, que o provocam, e que aumentam ainda mais o seu sofrimento.
E foi isso que ontem aconteceu a um forcado dos Amadores de Cuba!


O forcado dos Amadores de Cuba, Pedro Primo, de 25 anos, morreu na terça-feira, numa unidade hospitalar em Lisboa, na sequência de uma colhida provocada por um touro, disse esta quarta-feira à agência Lusa fonte do grupo.