MAIS UM FORCADO ATIRADO À MORTE POR AFICIONADOS

Atirado à morte por aficionados e aplaudido por sádicos, numa arena, na Moita, mais um forcado morre de uma morte insana, inútil e inglória.

Não estava lá por obrigação, mas por devoção à barbárie.

A Lei do Retorno anda por aí, infalível e implacável…

É que Deus suporta os maus, mas não eternamente, já dizia Miguel de Cervantes, autor de «Dom Quixote de la Mancha», o qual viu os seus carrascos serem mortos, um a um.

Mais uma morte, carimbada pelo governo português.

Quantos mais precisarão de morrer, para que se acabe com esta estupidez?

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Morreu esta manhã, o forcado Fernando Quintela, que não resistiu às fortes hemorragias internas, que sofreu, ontem, quando o Touro que torturava, também ele com hemorragias internas, sofridas ao lhe serem espetadas bandarilhas, o colheu, em legítima defesa, em mais uma sessão de selvajaria na Moita.

Os tauricidas aproveitaram-se logo desta morte, para fazer propaganda à ganadaria que “forneceu” o Touro, para ser sacrificado em nome do vil metal e do sadismo, e ao grupo de forcados a que pertencia o falecido, que tinha apenas 26 anos.

Os aficionados atiraram mais um jovem para a morte, e estavam a aplaudi-lo quando foi colhido pelo Touro moribundo.

E do que é capaz um animal, seja humano ou não humano, quando está moribundo, e reúne as suas derradeiras forças para se defender!

Quantos mais terão de morrer?

Até quando?

E pensar que esta barbárie acaba de receber 200 mil euros do Orçamento Participativo Portugal (OPP), para que continuem a morrer, insanamente, jovens forcados e toureiros e Touros e Cavalos… Se esta selvajaria vier a ser património, será o património da morte nas arenas.

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

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COM ESTE TEXTO RESPONDO A TODOS OS COMENTÁRIOS INSANOS E DIFAMATÓRIOS QUE RECEBI A PROPÓSITO DA MORTE DO FORCADO DE CUBA

Obrigada, Maria Helena Capeto, pela sua LUCIDEZ.

Não há nada mais gratificante do que ser lida por pessoas que sabem interpretar a LÍNGUA PORTUGUESA.

A ILITERACIA dos aficionados só demonstrou o estado cultural paupérrimo em que os governantes portugueses mantêm este povo.

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Legenda da imagem: «Eu sou anti-tourada porque guardar silêncio faz-me cúmplice da sua tortura»

Texto de Maria Helena Capeto

«Vão ver no perfil da Isabel A. Ferreira (no Facebook) as ofensas a que esta grande defensora dos animais tem sido sujeita!

Isabel A. Ferreira publicou este texto sobre a morte do forcado.

MORREU UM FORCADO QUANDO TORTURAVA UM TOURO MORIBUNDO

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/morreu-um-forcado-quando-torturava-um-738420

Segundo ela, acabou por ter que colocar uma advertência. Nos comentários feitos nas suas publicações tem sido ofendida da forma mais vil, ameaças incluídas. Não só por ser anti-tourada mas porque o português pelos visto se revela ser uma língua difícil de compreender…

Diz Isabel A. Ferreira: “Não aplaudo a morte de um carrasco.”

Não aplaudo a morte de um carrasco= não bato palmas = não fico feliz = não me regozijo = não digo “olé “saltando de contentamento.

Diz Isabel A. Ferreira: “Mas também não a choro.”

Mas também não a choro.” = não a lamento = não tenho pena = não fico infeliz.

 Mas também não a choro.” NÃO SIGNIFICA que me regozijo (ou seja, que fico feliz) com isso! Há dicionários online que poderiam ser consultados antes de se fazerem certos comentários.

Diz Isabel A. Ferreira: “É de lamentar que ninguém aprenda nada com estas mortes inúteis, insanas e inglórias.”

Como é possível alguém interpretar que alguém se está a regozijar com esta morte?! Será algum problema com a palavra “insanas”? Até o mais rasca dicionário online dá o significado dela!

Os defensores dos animais não se regozijam com estas mortes, como não se regozijam com a morte cruel, torcionária e desportiva de nenhum outro ser vivo. Os defensores dos animais defendem o direito à vida e à dignidade da vida de todas as espécies, reconhecendo que a morte natural faz parte da vida e que todos os seres vivos se alimentam uns dos outros. Assim é o ecossistema da Terra.

Os defensores dos animais defendem todos os animais por igual, humanos incluídos pois estes também são animais. Porque os verdadeiros defensores dos animais não são especistas, eles não defendem só os de companhia, defendem TODOS!

Quem celebra a morte de alguém é quem aplaude espectáculos selváticos, bárbaros, quem incita à prática desses desportos e quem os pratica. São as palmas e os olés nas bancadas e nas arenas que aplaudem a morte dos participantes numa barbárie incivilizacional.

MARIA HELENA CAPETO»

Fonte: Arco de Almedina

 

Forcado dos Amadores de Cuba morre após colhida naquela praça alentejana

Mais um Psicopata Tauromáquico perdeu a vida.

Os forcados enfrentam o touro, depois dele estar mais morto do que vivo, e de estar num atroz sofrimento, depois de toda a barbaridade que foi vítima.
Ele quer é ver o fim de tudo o que se passou. E vêm um grupo de sujeitos cobardes, provoca-lo, e aumentar ainda mais todo o seu sofrimento.
Mas de quando em vez, o touro, no seu inteiro direito, fere gravemente, ou mata um forcado.
Paciência. Seja ou não um forcado, o touro tem todo o direito de se defender dos Psicopatas tauromáquicos que o torturam, que o provocam, e que aumentam ainda mais o seu sofrimento.
E foi isso que ontem aconteceu a um forcado dos Amadores de Cuba!


O forcado dos Amadores de Cuba, Pedro Primo, de 25 anos, morreu na terça-feira, numa unidade hospitalar em Lisboa, na sequência de uma colhida provocada por um touro, disse esta quarta-feira à agência Lusa fonte do grupo.

 

Quem sofre numa corrida de touros

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Quem sofre numa corrida de touros, é o touro.

Sempre que um toureiro, ou um forcado fica ferido, ferido gravemente ou morre, é duas coisas. Primeiro, é o touro, no seu pleno direito a defender-se da crueldade que é vitima. Depois, é a lei do karma a acontecer. E ela não perdoa. Sempre que prejudicamos outro ser sensível, mais tarde ou mais cedo, retornará a nós. E de tal não escapamos. E é isso que acontece, sempre que um toureiro, ou um forcado fica ferido, ferido gravemente, ou morre.

E a culpa não é do touro.

A culpa é do toureiro, ou do forcado.

O toureiro, e o forcado, nunca são obrigados a estar numa arena de uma praça de touros, a serem cruéis para com o touro.
Mas tal não acontece com o touro.
O touro, não quer lá estar, mas é barbaramente obrigado a lá estar.

E já agora, deixo umas perguntas: quem defende a tauromaquia, se estivesse no lugar do touro a levar com umas bandarilhas no lombo, na arena de uma praça de touros, não se iria defender? Iria ficar quieto?

Pois é!
Pimenta no cu dos outros é refresco!

O touro pode ser cravado de bandarilhas, pode sentir dor, pode sofrer. Mas quem defende a tauromaquia; isso, nem pensar. Que seja o touro!

Por todas estas razões, sempre que um toureiro, ou um forcado fica ferido, ferido gravemente ou morre, não fico com pena nenhuma.

Só me preocupo com o touro, que é barbaramente torturado, física e psicologicamente, numa praça de touros. Sou sempre por ele!

Sobre o toureiro, e sobre o forcado, como diz outro ditado; quem semeia ventos, colhe tempestades!

Mário Amorim

QUEM COM FERROS MATA, COM FERROS MORRE

Este cobarde só teve o que mereceu

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Fonte: Arco de Almedina