SELVAJARIA TAUROMÁQUICA OU QUANDO A IGNORÂNCIA DOS “FAMOSOS” SE SOBREPÕE À RACIONALIDADE

Mais achas para a fogueira de “famosos” que sentem orgulho na sua afición, perdendo a noção da racionalidade, ao proferirem disparates de alto quilate, mostrando uma ignorância crassa sobre a selvajaria tauromáquica e sobre os anti-touradas
Esta “gente” esquece-se de algo crucial: os Touros e os Cavalos são seres sencientes que sofrem atrozmente nas arenas para que ela (essa gente) se divirta.
Pensem antes de falarem sobre o que desconhecem… Porque a selvajaria tauromáquica é isto:

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Veja-se a expressão de dor do bovino cravado de ferros, a sangrar, e a cobardia do carrasco… pois a “valentia”, diante de um Touro moribundo e trespassado de dor, não tem outro nome…

(Um texto retirado do Facebook. Os sublinhados são meus)
Rui M. Palmela

no Facebook

Figuras públicas de grande responsabilidade que cultivam estes espectáculos sangrentos e violentos (as touradas).

Eis alguns nomes:

Nuno da Câmara Pereira (fadista): “eu estou aqui em Barrancos com os cornos para o ar a apoiar a causa barranquenha, dos touros de morte, tradição (leia-se costume bárbaro) que dura há séculos” (leia-se desde o tempo em que a barbárie foi introduzida pelos Reis Filipes de Espanha, em Portugal, e se o Nuno está com os cornos para o ar está muito bem… ataviado).

Cónego Eduardo de Melo Peixoto: ” O espectáculo das corridas à antiga portuguesa, o toureio a cavalo e a pés e os “forcados” como prova de valentia, de coragem e mesmo de arte e sem a morte do touro na arena, aceito-o como aceito a caça e o tiro aos pombos”. Público 18/8/98. (Isto é que é ser CRISTÃO!)

Mata Cáceres, ex-presidente da Câmara Municipal de Setúbal: “os que são contra as corridas têm o direito de se manifestar, mas comem carne e lagosta, que é cozida e o animal é morto ao lume. Também o bailado é uma arte violenta que obriga os bailarinos a dançar em pontas, o que dá imensa dor. Enfim, tudo tem que ser respeitado”. Jornal de Notícias 23/8/99. (Uma comparação de mestre… da ignorância crassa).

Moita Flores: “O juiz que decretou a providência não sabe o que escreve, não sabe o que diz, pela simples razão que não conhece o que se passa em Barrancos, possivelmente nem sabe onde fica”. Diário de Notícias 23/8/99. (Pois! e o Moita Flores como é um expert em tortura…).

Mafalda Ganhão: ” Na corrida de morte por exemplo, o touro não é picado para ser destroçado ou humilhado. É sangrado para que descongestione e possa vir ao de cima a sua bravura, corrigindo-lhe alguns defeitos, como a sua forma de investida”. Expresso 28/8/99 (Pois a Mafalda Gameiro devia ser sangrada também, uma vez que é um animal, para corrigir o defeito de se divertir com o sofrimento de um Touro).

Carlos Cruz, dirigente da Delegação do Alentejo da Liga para a Protecção da Natureza: “os animais têm funções e não direitos ou deveres, como os protectores dos animais preconizam”. Diário de Noticias 31/8/99. (Ora como Carlos Cruz é um animal, não tem direitos, mas terá o DEVER de se instruir para que possa vir a público dizer coisa com coisa, certo?).

Miguel Sousa Tavares: “O que eu defendo em Barrancos é a sobrevivência de uma cultura própria e enraizada localmente e que tenta resistir em face de investidas do pensamento “moderno”, “jovem” e “civilizado”, de uma elite urbana e arrogantemente convencida da sua suposta superioridade civilizacional”. Público 3/9/99. (Pois, o que saberá Miguel Sousa Tavares de civilização, de cultura, de juventude, de modernismo, de evolução… para achar que em Barrancos existe uma “cultura” própria? Sim, talvez tenha razão: é a cultura própria dos broncos…).

E muitos outros como o Padre Vítor Melícias, pseudo-franciscano que nada tem a ver a este respeito com a doutrina de S. Francisco de Assis.

UMA VERGONHA!

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Saibam mais aqui:

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/nomes-de-figuras-publicas-portuguesas-498419

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/selvajaria-tauromaquica-ou-quando-a-498479

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