FIGUEIRA DA FOZ FICOU PARADA NUM TEMPO SUBMISSO À IGNORÂNCIA

Quando chegamos a uma cidade e nos deparamos com uma arena de tortura de bovinos ainda activa, apenas um pensamento nos ocorre: entrámos num lugar civilizacionalmente atrasado.

É o caso da Figueira da Foz que ficou parada no tempo em que uma burguesia parola ia a banhos e aproveitava para ver touradas.

Desde o século XIX que a Figueira da Foz promove tortura, crueldade, violência, sofrimento animal, tudo em nome de uma mentalidad

e tacanha que se recusa a evoluir e opta pela ignorância.

Estamos em pleno século XXI, e a Figueira permanece no passado, e a burguesia parola continua a ir a banhos e aproveita para ver touradas.

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O antro de tortura de bovinos que catapulta a Figueira da Foz para um passado que já passou

Mas as coisas estão a mudar.

Existe uma outra mentalidade evoluída que está a lutar para que a Figueira da Foz deixe esse passado e dê um salto para a modernidade.

Na Figueira somos anti-tourada.

Somos modernos. Evoluídos. Civilizados.

Por isso, no próximo dia 11 de Agosto, quando a RTP1, na senda da parvoíce, optará por transmitir mais um programa de violência em directo, com o aval do presidente da Câmara Municipal (mais um socialista adepto de políticas de direita, a pender para a dinastia filipina, que introduziu esta prática de broncos em Portugal), o qual não tem coragem de elevar a Figueira da Foz ao nível de uma cidade evoluída, lá estaremos para recordar aos envolvidos nesta selvática “diversão” que a Figueira merece coisa melhor.

O povo da Figueira da Foz não se identifica com esta selvajaria.

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Fonte: Arco de Almedina

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Tiremos as farpas da Queima das Fitas

Quinta, 14 de maio às 14:00 – Coliseu Figueirense
Largo do Coliseu, 2080-171 Figueira da Foz

Se não queres continuar a promover a tauromaquia, junta-te a nós no protesto à garraiada no dia 14.

Que este seja o último ano em que a Queima das Fitas é manchada pelo massacre de animais.

A tauromaquia precisa de nós, mas nós não precisamos dela.