O maltrato aos animais para o FBI a partir de 2016 nos Estados Unidos

FBI To Fight Animal Abuse

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The FBI is now investigating cases of animal cruelty

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O FBI passará a tratar maus tratos aos animais como crimes graves

cachorro (Foto: Flickr/cisc1970)

partir desse mês,crimes de maus tratos contra os animais serão investigados pelo FBI (Agência Federal de Investigação). A medida marca uma parceria entre a agência americana e o Animal Welfare Institute, especialista no tema.

A iniciativa foi anunciada no primeiro dia de janeiro e é a primeira do tipo a ser colocada em prática nos Estados Unidos. A decisão foi tomada a partir da crença do governo americano de que a crueldade contra os animais é um indicador de violência criminosa. Os crimes serão divididos em categorias como maus tratos e abuso sexual de animais.

“Nunca mais os casos de extrema violência serão incluidos na categoria de ‘outros crimes’ só porque as vítimas são animais”, anunciou Wayne Pacelle, presidente da Humane Society of the United States, em nota. “O FBI passará a investigar crimes contra os animais da mesma forma como investiga crimes de ódio e de outra categorias importantes.”

Com isso, os atos de crueldade relacionados a animais farão parte da base de dados National Incident-Based Reporting System (NIBRS), utilizada por várias agências do país e pelo próprio FBI. Futuramente, os dados serão abertos ao público.

Fonte: GALILEU

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Maltrato animal será tomado como homicidio por el FBI

Maltrato animal será tomado como homicidio por el FBI

Tras una importante manifestación iniciada por defensores por el bienestar de los animales, el pasado 11 de enero, la oficina federal de Estados Unidos puso en marcha la medida en la que los delitos contra animales serán tratados como homicidio.

Los delitos contra animales se equipararán a delitos como homicidio, incendio y asalto por la oficina federal de Estados Unidos (FBI). Ahora se recopilarán los datos de los crímenes de maltrato animal para registrarlos en la base de datos donde se almacenan los delitos manejados por la policía.

El anuncio de las actualizaciones reglamentarias supone un importante paso para las investigaciones de los crímenes porque es la primera vez que este tipo de delitos se recogen en la base de datos e implicará que los delitos de éste tipo sean categorizados dentro del Grupo A de delitos, informó ABC.es.

Los hechos de maltrato animal son tomados por el FBI como “tomar intencionalmente, a sabiendas o imprudentemente una acción que maltrata o mata a un animal sin causa justificada, como la tortura, atormentar, la mutilación, el envenenamiento o el abandono”.

Fue el movimiento de Mary Lou Randour el que solicitó la modificación de la normativa para el bienestar animal.

Randour dijo al periódico Washington Post que “estas son criaturas que sufren”. “En la mayoría de las sociedades las criaturas que son dependientes de los demás, ya sean ancianos o niños o animales, necesitan ser protegidos”, argumentó.

Según los defensores de animales, estos delitos suelen derivar en otros crímenes violentos: “hay pruebas abrumadoras de que el abuso animal está vinculado a delitos contra las personas, incluidos los delitos violentos y la violencia doméstica”, aseguró Randour.

Fonte: misitio.com.mx

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Estados Unidos Crueldade animal será considerada “crime contra a sociedade” pelo FBI

Crueldade animal será considerada “crime contra a sociedade” pelo FBI

06 de abril de 2015

(Foto: Divulgação)

A partir de 2016, as pessoas que cometerem atos de maus-tratos contra os animais serão agrupadas na mesma categoria dos assassinos nos Estados Unidos. O FBI anunciou esta semana que o abuso de animais receberá uma nova categorização, sendo tipificado como “crime contra a sociedade”. As informações são do site Dog Heirs.

Essa nova categorização provavelmente ajudará as leis a favor dos animais e será uma melhor forma de rastrear os crimes de crueldade animal, já que atualmente eles são colocados na categoria “outros”, dificultando o rastreamento.

“A atividade criminal e informação de grupo será expandida para incluir quatro tipos de abusos”, lê-se em um comunicado oficial do FBI.

Haverão quatro categorias de abuso: a negligência simples, abuso intencional e tortura, abuso organizado e abuso sexual.

Segundo o FBI o conceito de crueldade se encaixa na “execução intencional, com conhecimento de causa ou de forma imprudente de uma ação que maltrate ou mate qualquer animal sem justa causa, tal como a tortura, mutilação, atormentação, envenenamento ou abandono”.

Essa nova classificação trará dois efeitos imediatos, como afirma o  diretor de políticas de abuso contra animais da Sociedade Humana da América. O primeiro será o de mostrar à todas as agências policiais que esse problema deve ser encarado com seriedade, devido a sua gravidade. O segundo será a monitorização em tempo real de casos de abuso animal nos 50 estados norte-americanos, compilados em relatórios mensais pelas autoridades locais.

Estudos mostram que crianças que torturam ou matam animais podem repetir essa violência contra as pessoas quando crescerem. Sendo assim, enquadrar os crimes contra animais no mesmo nível de assassinatos é uma forma de agir com mais rigor contra quem maltrata animais e, indiretamente, impedir que essa pessoa aja com violência contra algum ser humano.

O diretor de aplicação da lei para o Monmouth County SPCA, Victor “Buddy” Amato, afirmou que o FBI está caminhando para um próximo nível e que as pessoas estão levando o combate à crueldade animal mais a sério. “Um crime violento, e se não for controlado, leva a coisas maiores”, disse.

Estudos comprovam

Segundo estudos do FBI cerca de 80% dos psicopatas começam seus crimes cometendo abusos contra os animais. Como já foi mostrado pela jornalista colaboradora da ANDA Fátima Chuecco na série “Matadores de Animais”, que aborda o universo dos serial killers, são inúmeros os exemplos, dentre eles o conhecido Caso Dalva, no Brasil, e casos como o dos assassinos Edmund Kemper e Edward Leonski, dos Estados Unidos.

Dalva Lima da Silva viveu 10 anos de sua vida se passando por protetora de animais, durante esse tempo, os matou fazendo uso de injeção letal, até que, em 2012, foi pega em flagrante, tentando se desfazer dos corpos de 37 cães e gatos. O laudo pericial atestou que todos os animais estavam saudáveis, inclusive uma cadela que teve sua região peitoral perfurada 18 vezes em uma tentativa cruel de localizar o coração para injetar o líquido que a mataria de forma extremamente dolorosa.

(Foto: Divulgação)

Edmund Kemper foi condenado à prisão perpétua pelo assassinato de oito mulheres, dentre elas, sua avó. No entanto, antes de começar a matar pessoas, ele já praticava atos de extrema crueldade contra os animais, decapitando gatos e atirando em pássaros quando tinha apenas 13 anos de idade. Já Edward Leonski foi condenado à forca, em 1942, por ter estrangulado três mulheres, crimes justificados por ele como uma forma de conseguir as vozes delas. Mas, assim como Kemper, ele também treinou seus atos de psicopatia em animais, utilizando agulhas para cegar pássaros na infância, ato que poder ter ligação com o canto das aves.

De acordo com a jornalista Fátima Chuecco, os alvos prediletos dos psicopatas são “criaturas frágeis, ingênuas, indefesas, fáceis de enganar, capturar e manter sob seu domínio – e os animais se enquadram em todos os itens, assim como as crianças, mulheres e idosos que, numa segunda etapa da vida de um psicopata, podem se tornar seus alvos”. Sendo assim, é preciso olhar para essa questão de outra forma, tendo consciência da necessidade de punir severamente quem comete abusos contra animais e, além disso, ver essa punição como uma prevenção que impede posteriores vítimas humanas.

Fonte: ANDA

Parte de investigações Estados Unidos articula lei para considerar abuso de animais como crimes graves

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No dia 1º de janeiro, os Estados Unidos se tornou um lugar melhor. Isso porque, na data o FBI (Agência Federal de Investigação) se propôs a investigar incidentes de violência contra animais, assim como apura investigações de incêndios criminosos, agressões e assassinatos. Dessa forma, colocando-os na categoria de crimes graves, como homicídios e tráfico de drogas.

A medida foi tomada a partir de uma parceria entre o FBI e a agência norte-americana Animal Welfare Institute, com a premissa de que a crueldade contra os animais é um indicador de violência criminosa. Além disso, a psicóloga especializada em direitos animais, Mary Lou Randour, foi uma peça chave para convencer o FBI a mudar sua posição em relação ao abuso de animais.

Os maus-tratos relacionados a animais farão parte da base de dados National Incident-Based Reporting System (NIBRS), utilizada por várias agências dos Estados Unidos, inclusive o FBI, e, ali, serão mantidas informações diversas, como local e natureza dos crimes, além de suspeitos, armas utilizadas e outros detalhes. Ainda, serão investigados casos como abuso sexual contra animais, rinhas de cães e de galos e outros tipos de violência.

“O FBI passará a investigar crimes contra os animais da mesma forma como investiga crimes de ódio e de outras categorias importantes. Nunca mais os casos de extrema violência serão incluídos na categoria de ‘outros crimes’ só porque as vítimas são animais”, declara o presidente da The Humane Society of the United States, Wayne Pacelle.

Fonte: ANDA

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Este artigo fala por si. Este é um artigo bastante esclarecedor.

Está na hora dos legisladores portugueses, olharem para este enorme passo, vindo dos Estados Unidos, e agirem em conformidade!

Quem acompanha o que escrevo, sabe que desde sempre apelido aqueles que torturam e que matam o touro, na tauromaquia, aqueles que vilmente torturam física e psicologicamente o touro e o cavalo, na tauromaquia, de Assassinos, de Sociopatas, de Psicopatas. E desde sempre o digo, porque queres eles queiram quer não, são Assassinos, são Sociopatas, são Psicopatas. E não o digo como insulto. Digo-o porque é a verdade, porque é a realidade. Digo-o porque para o FBI, todos aqueles que maltratam animais não-humanos, são Assassinos, são Socipatas, são Psicopatas. Digo-o, porque para a Psiquiatria Forense, todos aqueles que maltratam animais não-humanos, são Assassinos, são Sociopatas, são Psicopatas.

Por tanto, todos aqueles que apelidam aqueles que torturam e que matam o touro na tauromaquia, aqueles que torturam física e psicologicamente o touro e o cavalo, na tauromaquia de Assassinos, de Sociopatas, de Psicopatas, mais não estão do que a ser verdadeiros. E quando algo que se quer dizer é verdade, deve ser dito.

Por tanto, aqueles que torturam e que matam o touro na tauromaquia, aqueles que torturam física e psicologicamente o touro e o cavalo, na tauromaquia, não devem ser apelidados de aficionados. Devem ser apelidados por aquilo que na verdade, na realidade são; de Assassinos, de Sociopatas, de Psicopatas.

Mário Amorim

É inegável e indiscutível que a consciência do que é a tauromaquia, está a aumentar!

Torture is NO Culture!

É agora sabido que a tauromaquia, está cada vez mais perto do fim.
Em Espanha, cada vez mais Municípios se declaram Municípios anti-tourada. Em Espanha, são cada vez mais os Espanhóis, que estão fartos desta prática cruel e bárbara.
O mesmo está a acontecer nos países da América Latina que têm tauromaquia.

É inegável e indiscutível que a consciência do que é a tauromaquia, está a aumentar!

Nos últimos anos, têm sido cada vez mais divulgados estudos científicos, que demonstram e que provam, que aqueles que maltratam animais não-humanos, são muito mais propensos a maltratarem outros animais-humanos.

Mais; nos anos setenta do século passado, o FBI, depois de um estudo exaustivo que durou dez anos, que foi realizado, estudando um grupo de reclusos, Assassinos em Série, passou a apelidar quem maltrata animais não-humanos de Psicopatas.

Posteriormente, a Medicina Forense e a Psiquiatria Forense, confirmaram as conclusões do FBI, depois de estudos que realizaram, em que utilizaram o estudo do FBI, em conjunto com os seus próprios estudos.
Para a Medicina Forense, e para a Psiquiatria Forense, passou a não haver dúvidas, que aqueles que maltratam animais não-humanos, são Psicopatas, são Sociopatas.

O conhecimento de tudo isto, contribui e tem contribuído muito, à tomada de consciência, de que aqueles que maltratam o touro e o cavalo na tauromaquia, são Psicopatas, são Sociopatas.

Mais; o facto de esses Psicopatas, esses Sociopatas, ensinarem crianças e adolescentes, a se tornarem Psicopatas, Sociopatas, também tem dado uma enorme contribuição, para uma cada vez maior tomada de consciência do que é a tauromaquia.

As pessoas, tomam cada vez mais consciência, de que ser conivente com a tauromaquia, é ser conivente com Psicopatia, com Sociopatia. É ser conivente com Assassinos.
Em Portugal, em Espanha, em França, e nos países da América Latina que têm tauromaquia, cada vez mais pessoas, não se querem saber coniventes, com os Psicopatas, com os Sociopatas, com os Assassinos Tauromáquicos.

A decisão da semana passada do Parlamento Europeu, de banir os subsídios comunitários para a tauromaquia, vai dar uma estocada decisiva na tauromaquia, rumo à sua abolição, em Portugal, em Espanha e em França.

Com tudo isto junto, a consciência contra este espetáculo CRUEL e BÁRBARO chamado tauromaquia, continua a aumentar cada vez mais.

A ABOLIÇÃO total da tauromaquia, seja onde for, está perto!

Mário Amorim

FBI – 80% dos Serial Killers começam matando animais

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“No sábado da semana passada, cometi meu primeiro assassinato. A vítima foi minha querida cachorra Sparkle. Nunca vou esquecer o uivo que ela deu. Pereceu algo quase humano. Então nós rimos e batemos mais nela”.

Esta frase foi extraída do diário de Luke Woodham, 16 anos, acusado pela morte da mãe e por ter matado a tiros dois colegas no Mississippi.

Em 1983, um estudo do FBI indicou que em 88% das famílias com relatos de abuso sexual infantil, pelo menos uma pessoa tinha abusado animais anteriormente.

Em outro estudo, também se constatou que, em 2/3 destes casos, o pai abusivo tinha ferido ou matado um animal de estimação e em 1/3 dos casos, as crianças também eram agressores de animais.

Esses exemplos ilustram uma macabra conexão entre a crueldade oferecida aos animais e a violência contra as pessoas e autorizam especialistas, como Allen Brantley do FBI, a afirmar que maltratar um animal nunca é apenas um fato lamentável, mas sim um sério alerta de perigo.

SEGUNDO O FBI, 80 % DOS ASSASSINOS COMEÇAM MATANDO ANIMAIS

Pessoas com má índole sempre preferem primeiramente aqueles que não falam e não podem se defender, até que seu instinto perverso vai aos poucos se solidificando, ao ponto de, num dia qualquer, começar a colocar em prática, com os de sua espécie, tudo o que já foi praticado anteriormente com os indefesos animais.

“Ter a capacidade de rastrear casos de crueldade contra animais, em qualquer parte do país é um passo que já é tomado há muito tempo que não só para ajudar aos animais, mas também para dar aos responsáveis pela aplicação da lei as ferramentas de que necessitam para impedir criminosos violentos continuem na escalada do seu terrível comportamento”, disse Michael Markarian , Vice-presidente executivo da The Humane Society dos Estados Unidos, e o presidente da Humane Society Legislativa Fundo. “Estamos gratos ao Senador Menendez, por introduzir esta importante lei anti-crime, para o bem dos animais, bem como para a segurança pública e em nossas comunidades”

No Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), a Associação Psiquiátrica Americana lista Crueldade Animal como um dos comportamentos anormais sinalizando conduta de desordem. Evidências clínicas indicam que a crueldade animal é um dos sintomas geralmente visto nas fases iniciais de conduta de desordem, muitas vezes pela idade dos oito anos. Esta informação foi apenas recentemente incluída no DSM, de modo que alguns psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais estão apenas agora a tomar conhecimento da mesma.

Crimes contra os animais não são eventos isolados.

Peritos do FBI aconselham todas as agências dos EUA para compartilhar informações de casos cometidos de crueldades contra animais. Uma abordagem abrangente com a colaboração da família, o apoio da escola, e aconselhamento por um psicólogo ou assistente social é essencial.

Alguns exemplos altamente divulgados da “conexão” são:

21 de maio de 1998, Springfield, Oregon: Kip Kinkel, 15 anos, supostamente caminhou em sua escola secundária em direção a uma cafeteria e abriu fogo contra seus colegas. Amigos e familiares indicaram que Kinkel tem uma história de abuso e tortura animal. Ainda disseram que ele muitas vezes falava sobre tortura e morte dos animais.

9 de abril de 1998, West Dallas, Texas: Dois irmãos, de sete e 8 anos de idade e um amigo de 11 anos foram presos por seqüestro, espancamento e por agredir sexualmente uma garota de 3 anos. Uma estação de televisão local informou que os irmãos já tinham sido envolvidos em crueldade animal antes.

24 de março de 1998, Jonesboro, Arkansas: Mitchell Johnson de 13 anos e Andrew Golden, de 11, atiraram e mataram quatro alunos e um professor emboscados durante um incêndio. Um amigo de Andrew afirmou que “ele dizia o tempo todo que matava cães com uma 22”.

1 de outubro de 1997, Pearl, Massachussets: Luke Woodham, de 16 anos, assumiu a morte de sua mãe. Woodham foi para a sua escola secundária onde disparou tiros, matou dois colegas e feriu outros sete. Woodham afirmou no seu diário pessoal que ele e um cúmplice haviam torturado e queimado seu cachorro, Sparkle, até a morte. Ele escreveu: “No sábado da semana passada, cometi meu primeiro assassinato”. Após brutal espancamento de Sparkle, colocou fogo em seu corpo. “Nós pulverizamos fluido na garganta dele. Seu pescoço tomado no fogo por dentro e por fora. Foi uma verdadeira beleza”.

1 de dezembro de 1997, West Paducah, Kentucky: Michael Carneal, 14 anos, atirou e matou três colegas de escola. De acordo com outro aluno, Carneal falou que atirara um gato em uma fogueira.

Novembro de 1996, Tavares, Flórida: Rod Ferrell, 17 anos, “líder do culto dos vampiros ” e os membros Heather Wendorf, 16, Howard Anderson, 17, Dana Cooper, 20, e Caridade Keesee, 17, foram detidos em conexão com as mortes de várias pessoas no país. Incluíam também tortura e mutilação de animais como parte de seus rituais.

No Brasil, o caso mais conhecido é do motoboy Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque.

Na época dos crimes, a imprensa noticiou superficialmente que o motoboy apresentava antecedentes de prática de crueldade contra animais. Sobrinho de um açougueiro que mantinha um matadouro clandestino, desde pequeno Francisco gostava de assistir ao abate do gado. Ainda garoto, ele caçava rolinhas, mutilava-as e as fritava, ainda vivas. Também maltratava e matava cães e gatos da vizinhança, com tiros de chumbinho e pedradas.

O JORNAL ZERO HORA DO DIA 01/06/2004 DO RS

Um menino de 11 anos matou Maicon Rodrigues dos Santos ( 6 anos ), ele confessou que matou Maicon da mesma maneira que costumava matar Gatos… degolando-os.

Estudos Relacionam Violência a Agressões Contra Animais

Assassinos em série mataram ou torturaram animais, quando crianças. Esta conclusão foi o resultado da análise da história de vida desses criminosos, realizada nos Estados Unidos pelo Federal Bureau of Investigation (FBI, a polícia federal norte-americana), na década de 1970. Pela primeira vez, a relação entre crueldade contra animais e crueldade contra pessoas foi reconhecida no país.

Hoje considerada como sinal de distúrbios psiquiátricos, a crueldade animal virou tema de livro para adolescentes. Publicado em julho de 2001, pela HSUS (sigla para Sociedade Humanitária dos Estados Unidos), uma das maiores organizações de proteção animal do mundo, Understanding Animal Cruelty (Entendendo a crueldade contra o animal) está disponível no website da entidade.

A publicação, dirigida também a professores, examina conceitos e causas associadas ao problema, leis sobre maus-tratos de animais e a relação entre esse tipo de crueldade e a violência doméstica. Há ainda questões que incentivam o pensamento crítico e sugestões de atividades a serem desenvolvidas pelo próprio leitor.

Um estudo nacional sobre o perfil dos casos de crueldade animal nos Estados Unidos, conduzido pela HSUS, em 2000, descobriu que 94% da crueldade animal intencional foi cometida por homens; 31% dos responsáveis tinham 18 anos ou menos.

“Agressores sexuais juvenis e suas experiências com pets”, um estudo desenvolvido pelo Departamento de Psicologia da Universidade de Erlangen, na Alemanha, também demonstrou a conexão entre violência contra animais e violência contra o homem. O trabalho foi apresentado durante a 9ª Conferência Internacional sobre as Interações Homem Animal, em setembro, no Rio de Janeiro, e deve ser publicado até o final do ano.

Quem Maltrata Animais Maltratara os Homens

Barnard (2000) refere haver várias razões psicológicas para a perpetuação do abuso: falha da inibição (crianças que não conseguem controlar seus impulsos agressivos contra animais, freqüentemente crescem e tornam-se adultos que têm dificuldade em inibir esses impulsos contra pessoas; tipicamente, ou seus pais falharam ao tentar controlar o comportamento agressivo ou realmente foram incentivados nesse comportamento com recompensas. Agressividade não é usualmente devido ao sadismo, pois pode-se ter um impulso agressivo, o problema é a deficiência em interromper a progressão da ação desse impulso.

O autor refere aqui participantes de rinhas de galo e de brigas de cães, e a maioria dos pesquisadores que utilizam animais, pois seus valores foram desenvolvidos em uma cultura cuja ciência não reconhece o sofrimento, e nutrem defesas contra o reconhecimento do sofrimento de seres sencientes não-humanos. O autor postula que, se fosse apenas sadismo, uma grande mudança de personalidade deveria ocorrer para que reconhecessem a crueldade de seus atos, mas aprendendo sobre as conseqüências de suas ações muitos foram levados à diminuição dos seus impulsos agressivos); racionalização (o autor cita que há uma forte tendência em defender o que é habitual, e racionalizar permite encontrar razões para explicar as ações. Nessa instância, dissecações são racionalizadas como uma simples e permitida experiência escolar. A racionalização piora quando há fatores econômicos envolvidos); animais como lembranças da fase infantil (crianças naturalmente reconhecem os fatores comuns entre diferentes espécies, sentem um vínculo com animais, e incorporam esse vínculo as suas brincadeiras e histórias.

Quando crescem, as crianças tendem a deixar as relíquias da infância para trás. Portanto, associações com animais podem trazer desconforto principalmente aos homens, pois se preocupar e cuidar do sofrimento de animais pode trazer de volta a infância que ele está tentando esquecer. Algumas pessoas usam perversamente a imagem de animais ou as envolvem em suas atividades cruéis como parte de sua luta no reconhecimento da fase adulta – como significado de masculinidade.

O autor reconhece que, felizmente, as pessoas aprendem sobre as complexidades dos não-humanos e seus papéis no desenvolvimento no mesmo plano que o delas, e uma apreciação das outras formas de vida rapidamente torna-se uma marca de sofisticação e não de infantilidade); dominação e estratégias entrelaçadas (machos humanos também são preocupados com a exibição de força que indique sua adequação genética. O jogo da dominação é importante na caça e especialmente em rodeios, onde virtualmente cada uma das modalidades envolve arremessar animais ao chão, amarrando-os, e imobilizando-os. Essas exibições de dominância são intencionais, talvez inconscientemente, para impressionarem as fêmeas e competir com os outros machos); protelando a autoridade (muitas pessoas assumem que doutores e cientistas possuem conhecimento, e julgamento moral, superiores à média humana); fantasias sobre animais (as pessoas projetam seus impulsos agressivos sobre os animais.

Felinos são geralmente vistos como furtivos ou indiferentes, provavelmente por causa de seus músculos faciais que não permitem tantas expressões como cães e primatas. O autor sugere não ser um sentimento óbvio, e para as pessoas para quem hostilidade é o maior problema tendem a imaginar esse sentimento refletido nos gatos, ou a projetarem seus impulsos agressivos sobre eles. Pessoas que torturam animais vitimizam gatos muito mais freqüentemente do que cães. E porque há uma associação entre felinos e mulheres, homens que são violentos contra mulheres geralmente abusam de gatos também.

Fantasias negativas sobre animais tendem a exagerar características relevantes e a conduzir ações contra eles); pensando em apenas duas categorias (crianças tendem a categorizar o mundo em termos de extremos como bom vs. mau; nós vs. eles; claro vs. escuro; preto vs. branco. Uma maior maturidade é necessária para perceber as tonalidades de cinza. Pensamentos nós vs. eles podem ter continuidade na fase adulta – o que pode ser explorado por políticos e diretores de cinema. Diferenças entre homens e animais podem parecer oprimir similaridades e confina-os em uma categoria distinta da humana. Esse tipo de pensamento leva ao preconceito, mesmo que moralmente relevante, como base de decisões éticas).

Na infância ocorre um desenvolvimento da capacidade de agir sobre um impulso antes do desenvolvimento da capacidade de inibir ou modular essa ação. Nós renunciamos ao canibalismo, humanos escravos foram libertados, e depois de tudo pelo qual a humanidade passou e depois de tudo o que realizou, espancar a esposa e maltratar animais é inaceitável. A humanidade, como animais, está apenas emergindo da fase de balbuciar e destruir, e um dia olhará para trás com embaraço e vergonha do sofrimento que causou por tão longo tempo (BARNARD, 2000).Com a negligência no que se refere à sensibilidade dos animais anda-se meio caminho até a indiferença a quanto se faça a seres humanos (Ementário 1902 do STF – 03/06/97) (FALABICHO, 2001)

Existe uma relação entre crueldade com seres humanos e com animais?

Muitos assassinos em série começaram matando animais. Pesquisas norte-americanas mostram que a crueldade animal pode ser sintoma de uma mente doentia.

Em 1998, Russell Weston entrou no Capitólio, puxou uma arma e começou a atirar ao redor. Quando terminou, dois policias estavam mortos e um visitante ferido. Poucas horas antes, Weston já havia atirado numa dúzia de gatos de rua alimentados por seu pai.

Ally Walker, estrela da televisão norte-americana, tem certeza de que os dois acontecimentos estão relacionados e que Russel não é um caso isolado. Em um documentário na TV, ela procura esclarecer que a violência contra animais muitas vezes antecede a violência contra pessoas. “Segundo dados do FBI, 80% dos assassinos começaram torturando animais”, afirma Ally.

Relacionamos abaixo o nome dos criminosos, os crimes que cometeram e a crueldade anterior aos animais:

Albert de Salvo (O Estrangulador de Boston):

Assassinou 13 mulheres.

Na juventude prendia cães e gatos em jaulas para depois atirar flechas neles.

Brenda Spencer

Uma colegial que matou duas crianças nos EUA.

Costumava se divertir ateando fogo na cauda de cães e gatos e ninguém deu muita importância a isto.

David R. Davis

Assassinou a esposa para receber o seguro.

Matou dois poneys, jogava garrafas em gatinhos, caçava com métodos ilegais.

Edward Kemperer

Matou os avós, a mãe e sete mulheres.

Cortou dois gatos em pedacinhos.

Henry L. Lucas

Matou a mãe, a companheira e um grande número de pessoas.

Matava animais e fazia sexo com os cadáveres.

Jack Bassenti

Estuprou e matou três mulheres.

Quando sua cadela deu cria enterrou os filhotes vivos.

Jeffrey Dahmer

Matou dezessete homens.

Empalava sapos quando crianças e matava animais deliberadamente com seu carro.

Johnny Rieken

Assassino de Christina Nytsch e Ulrike Everts.

Matava cães, gatos e outros animais quando tinha 11 ou 12 anos.

Luke Woodham

Aos 16 anos esfaqueou a mãe e matou a tiros duas adolescentes.

Incendiou seu próprio cachorro despejando um líquido inflamável na garganta e pondo fogo por fora e por dentro ao mesmo tempo. “No sábado da semana passada, cometi meu primeiro assassinato. A vítima foi minha querida cachorra Sparkle. Nunca vou esquecer o uivo que ela deu. Pereceu algo quase humano. Então nós rimos e batemos mais nela”. Esta frase foi extraída do diário de Luke Woodham.

Michael Cartier

Matou Kristen Lardner com três tiros na cabeça.

Aos quatro anos de idade puxou as pernas de um coelho até saírem da articulação e jogou um gatinho através de uma janela fechada.

Peter Kurten (O Monstro de Düsseldorf)

Matou ou tentou matar mais de 50 homens, mulheres e crianças.

Torturava cães e fazia sexo com eles, enquanto os matava.

Randy Roth

Matou duas esposas e tentou matar a terceira.

Passou um esmeril elétrico em um sapo e amarrou um gato ao motor de um carro.

Richard A. Davis

Assassinou uma criança de doze anos.

Incendiava gatos.

Richard Speck

Matou oito mulheres.

Jogava pássaros dentro do elevador.

Richard W. Leonard

Matava com arco e flecha ou degolando.

Quando criança a avó o forçava a matar e mutilar gatos com sua cria.

Rolf Diesterweg:

O assassino de Kim Kerkowe e Sylke Meyer.

Na juventude matava lebres, gatos e outros animais.

Theodore R. Bundy:

Matou 33 mulheres.

Presenciava o avô sendo cruel com os animais.

Entretanto, mais assustadores ainda são os recentes tiroteios em diversos colégios dos Estados Unidos. Todos eles têm algo em comum: os adolescentes criminosos já se haviam destacado anteriormente por atos de violência contra animais. Encarregados da Proteção aos Animais estão cientes desta tendência. Em São Francisco os funcionários já são orientados para reconhecerem o abuso infantil baseado na sua relação com o abuso animal. Segundo dados da Comissão de Combate ao Abuso Infantil, os moradores da cidade muitas vezes denunciam com maior rapidez o abuso contra animais porque são visíveis.

Segundo Ally Walker, “o abuso contra animais é um crime a ser levado a sério com conseqüências graves para todos”. Em seu papel de apresentadora de TV a atriz espera ajudar a chamar a atenção da população para sinais precoces de comportamento assassino e, desta forma, salvar vidas — de animais e de pessoas.

Fonte: Omnes angeli

RELAÇÃO ENTRE CRUELDADES COM SERES HUMANOS E COM ANIMAIS

Montagem 1º

Montagem 1º

BASTA

Artigo para ler e para partilhar!

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Conscientizar é mais que preciso, é necessário!

Segundo o FBI, 80% dos assassinos começaram torturando animais!

Em 1998, Russell Weston entrou no Capitólio e começou a atirar ao redor, quando terminou dois policiais estavam mortos e um visitante ferido. Poucas horas antes, Weston já havia atirado em uma dúzia de gatos de rua alimentados por seu pai.

…Albert de Salvo ( o Estrangulador de Boston) – Assassinou treze mulheres – Na juventude prendia cães e gatos em jaulas para depois atirar flechas neles.

…David R. Davis – Assassinou a esposa para receber o seguro – Matou dois pôneis, jogava garrafas em gatinhos, caçava com métodos ilegais.

…Edward Kemperer – Matou os avós, a mãe e sete mulheres – Cortou dois gatos em pedacinhos.

…Henry L. Lucas – Matou a mãe, a companheira e um grande número de pessoas- Matava animais e fazia sexo com os cadáveres.

…Jack Bassenty – Estuprou e matou três mulheres – Quando sua cadela deu cria enterrou os filhotes vivos.

…Jeffrey Dahmer – Matou dezessete homens – Matava os animais deliberadamente com seu carro.

…Johnny Rieken – Assassino de Christina Nytsh e Ulrike Everts – Matava cães, gatos e outros animais quando tinha onze ou doze anos.

…Luke Woodham – Aos dezesseis anos esfaqueou a mãe e matou duas adolescentes- Incendiou seu próprio cachorro despejando um líquido inflamável na garganta e pondo fogo por fora e por dentro ao mesmo tempo.

…Michael Cartier – Matou Kristen Lardner com três tiros na cabeça – Aos quatro anos de idade puxou as pernas de um coelho até saírem da articulação e jogou um gatinho através de uma janela fechada.
…Peter Kurten ( O monstro de Düsseldorf ) – Matou ou tentou matar mais de cinqüenta homens, mulheres e crianças – Torturava cães e fazia sexo com eles, enquanto os matava.

…Randy Roth – Matou duas esposas e tentou matar a terceira – Passou esmeril elétrico em um sapo e amarrou um gato ao motor de um carro.

…Richard A. Davis – Assassinou uma criança de doze anos – incendiava gatos.

… Richard Speck – Matou oito mulheres – Jogava pássaros dentro do elevador.

…Richard. W. Leonard – Matava com arco e flecha ou degolando – Quando criança a avó o forçava a matar e mutilar gatos com sua cria.

…Rolf Diesterweg – O assassino de Kim kerkowe e Sylke Meyer – Na juventude matava lebres, gatos e outros animais.

… Theodore R. Bundy – Matou trinta e três mulheres – Presenciava o avô sendo cruel com animais.

…Nem precisamos ir muito longe para fazer as constatações acima, pois segundo o JORNAL ZERO HORA, do dia 01/06/2004, do RS, um menino de 11 anos matou Maicon Rodrigues dos Santos ( menino de 6 anos), o menino assassino, confessou que matou Maicon da mesma maneira que estava habituado a matar gatinhos, degolando –o!

Entretando, mais assustadores ainda são os recentes TIROTEIOS em diversos colégios dos Estados Unidos. Todos eles tem algo em comum:

Os adolescentes CRIMINOSOS já se haviam destacado anteriormente por atos de violência contra ANIMAIS.
Encarregados da Proteção aos Animais estão cientes desta tendência. Em São Francisco, os funcionários já estão orientados para reconhecerem o abuso infantil baseado na sua relação com o abuso animal. Segundo dados da COMISSÃO DE COMBATE AO ABUSO INFANTIL, os moradores da cidade, muitas vezes, denunciam com maior rapidez o abuso contra animais porque são visíveis.

Segundo ALLY WALKER , “ O abuso contra os animais é um crime a ser levado a sério com conseqüências graves para todos”.

Concordo plenamente com a afirmativa acima e…
Muito me surpreende, o espanto que as pessoas mostram com a nossa preocupação com a violência cometida contra os animais, espero que reflitam e que, como eu, cheguem a conclusão de que a violência contra os animais, é um grande indício de que pessoas com má índole, sempre preferem atacar primeiramente, aqueles que não falam, não podem se defender, como já foram noticiadas várias vezes, os ataques aos bebês por suas babás. Acredito que cometer atos cruéis com os animais, é o primeiro passo para que o instinto perverso de muitos vá aos poucos se solidificando e sofisticando, ao ponto, de num dia qualquer, começar a colocar em prática com os de sua espécie, tudo o que já foi praticado anteriormente com os indefesos animais, pensando desta forma é que acredito que exista a LEI DE CRIMES AMBIENTAIS 9605/98 ART.32, pois segundo a mesma, é crime:
MATAR UM ANIMAL,SEJA DE QUE MANEIRA FOR; ENVENENAR;MANTER ANIMAIS ACORRENTADOS OU AMARRADOS EM CORRENTES OU CORDAS CURTAS;DEIXÁ-LOS AO RELENTO;DEIXAR UM ANIMAL SEM ÁGUA E/ OU COMIDA; DEIXÁ-LOS EM ESPAÇOS EM QUE NÃO POSSA SE MOVIMENTAR;ABANDONÁ-LOS NA RUA OU EM QUALQUER OUTRO LUGAR;MANTER PASSARINHOS EM GAIOLAS PEQUENAS PARA O TAMANHO DELES; CASTIGAR UM ANIMAL DE FORMA CRUEL CAUSANDO DANOS FÍSICOS E/OU PSICOLÓGICOS; DEIXAR UM ANIMAL DOENTE SEM ASSISTÊNCIA VETERINÁRIA;OBRIGAR CAVALOS A CARREGAREM PESO ACIMA DE SUAS FORÇAS, CHICOTEAR CAVALOS, MACHUCÁ-LOS COM ESPORAS, ETC…

Fonte: Duas maos quatro patas

BASTA de atentado contra o bem-estar de crianças!

Estas crianças estão em risco

Olhem bem para esta imagem.
São duas crianças. São duas crianças de tenra idade.

Esta é uma realidade criminosa. É uma realidade criminosa, porque atenta contra o bem-estar mental de crianças.

Dois dos parágrafos do fantástico artigo publicado ontem pela ANDA, dizem o seguinte:
“Aproximadamente, metade dos indivíduos antissociais incorrem em condutas sádicas e se o fazem antes dos 10 anos de idade, o prognóstico é pior, observa Montañés. Que o menor passe de um ato isolado de violência contra um animal a cometer outros crimes ¨é uma escalada¨, acrescenta o especialista. ¨Se repete o ato, vai aumentando o tamanho do animal; se há diversão, desfrute… as possibilidades são maiores¨.

Frank Ascione, do Departamento de Psicologia da Universidade de Utah (Estados Unidos) e reconhecido especialista, escreveu no Boletim de Justiça Juvenil em 2001: ¨O abuso de animais e a violência interpessoal compartilham características: ambos tipos de vítimas são criaturas vivas, têm capacidade para experimentar a dor e poderiam morrer em consequência das lesões infligidas ¨.” – O artigo completo pode ser lido aqui: https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2015/08/26/e-cada-vez-mais-evidente/

Os dados apresentados ontem pela ANDA, são dados que vêm em consonância com os dados do FBI, que desde a década de 70 do Século passado, classifica quem maltrata animais não-humanos, como Psicopatas, como Sociopatas.

Portanto, ao serem ensinadas crianças, a maltratar animais não-humanos, está-se a prejudicar gravemente essas crianças.

Essas crianças, a não ser que sejam logo travadas da prática que estão a ser ensinadas, nunca mais serão pessoas saudáveis. Serão pessoas cada vez mais insensíveis. E com o passar dos anos, tornar-se-ão pessoas cada vez mais problemáticas. A Psicopatia que lhes foi sendo ensinada, terá repercussões no seu relacionamento com outros animais-humanos, pois, também segundo a ciência, quem maltrata animais não-humanos, maltratará também, outros animais-humanos.

É urgente travar os Psicopatas que nas escolas de tauromaquia, ensinam crianças a tornarem-se tal como eles, Psicopatas.
É urgente proteger essas crianças do perigo que correm, nas mãos desses Monstros.

BASTA DE TAUROMAQUIA EM PORTUGAL E NO RESTO DO MUNDO!

Mário Amorim