EXPLORAÇÃO ANIMAL Cobras são exploradas durante reality show ‘Power Couple Brasil’

Submetidas a um ambiente estressante, as cobras foram mantidas dentro de um tanque durante uma prova do programa.

Cobras foram exploradas durante uma prova realizada com os participantes do programa de TV “Power Couple Brasil”, transmitido pela Record e apresentado por Gugu Liberato.

O reality show, composto por casais que disputam um prêmio de até R$ 1 milhão, incentivou a exploração animal ao utilizar cobras para promover entretenimento aos telespectadores.

Durante a prova, os participantes ficaram pendurados em cima de um tanque repleto de cobras enquanto respondiam perguntas de conhecimentos gerais. As informações são do portal R7.

A presença das cobras no programa, entretanto, é prejudicial para elas. Isso porque o ambiente, as pessoas e o barulho, com os quais esses animais não estão acostumados, são fatores geradores de estresse. Além disso, para levar cobras até o reality, a emissora de televisão incentiva o aprisionamento de animais silvestres e a retirada deles da natureza, já que animais como os levados ao “Power Couple Brasil” são mantidos em cativeiro.

Fonte: ANDA

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Exploração animal Zimbábue reacende polêmica sobre exportação de elefantes à China

Divulgação

Zimbábue, país da África Austral, tem nova estratégia de levantar dinheiro: vender elefantes para a China. No passado, a política de exportação de animais selvagens para a China caiu por conta dos ambientalistas, que perceberam uma alta demanda por marfim, que poderia ser tirado das presas dos elefantes. Em junho, a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (CITES, na sigla em inglês) estabeleceu que um negócio de venda de 24 animais para a China era ilegal, mas ele aconteceu mesmo assim.

Quando os animais chegam na China, eles vão para o Chimelong Safari Park, em Guangdong. Enquanto alguns dizem que os animais são explorados em apresentações típicas de circo, a ministra do Meio Ambiente do Zimbábue, Oppah Muchinguri-Kashiri, disse que visitou o parque e que “não é tão ruim assim”.

Os países têm uma relação próxima, principalmente, depois que o país africano anunciou recentemente a adoção do yuan como sua moeda oficial – parte de um acordo em que Pequim vai cancelar US$ 40 milhões de débito. A ministra admitiu que o novo plano é, em parte, por causa do dinheiro (ambientalistas estimam que cada elefante deva custar aproximadamente US$ 50 mil, e o Zimbábue já vendeu cerca de cem a Pequim). “Nós estamos aqui na China também para olhar tecnologia anti-caça e de vigilância como aviões-robô e helicópteros, porque os caçadores estão ficando cada vez mais sofisticados”, disse a ministra.“Todas essas coisas precisam de dinheiro e nós devemos levantá-lo”. Segundo Muchinguri-Kashiri, o país também deve vender babuínos, hienas e leões à China, caso necessário.

Fonte: ANDA