Exigência e Intransigência.

O que a luta contra a tauromaquia em Portugal precisa, é de ser exigente e intransigente.
Exigente, no ver resultados, em Portugal, contra a tauromaquia, para já, e não para mais tarde. E intransigente, no exigir que esses resultados, sejam uma realidade, para já.

É esta atitude que é necessária, existir em Portugal.
Esta atitude, é a única capaz de conseguir a abolição da tauromaquia em Portugal.

Sem exigência e intransigência, na luta contra a tauromaquia, não se é lutador, corajoso, perseverante.

A luta contra a tauromaquia em Portugal, tem de exigir para já a abolição da tauromaquia, e tem de ser absolutamente intransigente nessa exigência.

Esta é a atitude certa, em prol do touro, do cavalo e das crianças em jovens!

Mário Amorim

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AS TOURADAS SÃO “ESPECTÁCULOS” IMPRÓPRIOS DE COSTUMES CIVILIZADOS

191 anos contra a barbárie.

 Dizia o chileno Manuel Salas que as corridas de touros eram espectáculos “impróprios de costumes civilizados”.

 A mesma opinião mantinha sobre o tráfico de seres humanos.

Fonte:

https://www.facebook.com/liberaong/photos/a.325618204140797.67027.142156245820328/716797841689496/?type=1&theater

Fonte: http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/as-touradas-sao-espectaculos-improprios-453669

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Exigimos a Abolição da Tauromaquia, por parte de um país que foi a primeiro país do mundo a abolir a escravidão e a pena de morte; Portugal!!!

Mário Amorim

VAMOS EXIGIR QUE A TAUROMAQUIA PASSE A SER AO CONTRÁRIO…

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Vamos exigir que a tauromaquia passe a ser ao contrário. Retiramos os Psicopatas tauromáquicos das suas casas, das suas famílias, e transportamo-los para a praça no caso dentro gaiolas, em cima de caminhões, para não poderem fugir.
Depois, chegados à praça, enfiamo-los dentro de contentores escuros, durante horas, sem comer e sem beber. E enquanto isso, cravava-mos no lombo deles uma ponta bem afiada, tipo flor.
Seguidamente, ao fim de algumas horas, dávamos-lhes uns choques elétricos bem dados nos testículos, e levávamos-lhos para os curros.
Nos curros da praça cortávamos-lhes as orelhas.
E dentro dos curros, a agressão física e psicológica a eles continuaria, até entrarem na Arena.

Finalmente, dava-se a entrada de cada um na arena da praça, onde levariam com umas farpas bem dadas no lombo, com o pessoal euforicamente nas bancadas a gritar vivas e olés.

E vamos exigir que a RTP transmita estas corridas!

Por tanto; a partir de hoje, vamos exigir que a tauromaquia passe a ser ao contrário!

Mário Amorim