Touradas podem acabar no Campo Pequeno

O empresário Álvaro Covões, que detém o Coliseu de Lisboa, assina esta semana o contrato de compra do Campo Pequeno, num negócio que acontece depois da insolvência da Sociedade de Renovação do Campo Pequeno decretada em 2014. Porém, a realização da temporada tauromáquica na centenária praça da capital continua a ser uma incógnita, escreve o “Correio da Manhã” (CM).

Até agora, o promotor de espectáculos pouco falou sobre o futuro daquele espaço. Mas «o meu negócio é a música, não as touradas», afirmou Covões.

Ao “CM”, Rui Bento Vasques, actual director de actividades tauromáquicas do Campo Pequeno, não esconde o seu receio quanto ao futuro. «Estou apreensivo e preocupado. O que o Álvaro Covões já me transmitiu é que não será promotor de corridas», disse, acrescentando que está disponível «para subarrendar o espaço e realizar as corridas ainda este ano».

«Se não começar em Abril, a temporada começa em maio. Estamos um bocadinho fora do tempo, mas estou de braços abertos», referiu o director, que, ainda assim, garantiu que «os postos de trabalho estão assegurados».

Álvaro Covões, que participa através de uma sociedade sua que não é a Everything is New, vai ficar a gerir a arena do Campo Pequeno, incluindo a realização de espectáculos e o centro comercial. Por outro lado, o fundo de António Pires de Lima e de Sérgio Monteiro, antigo secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações do Governo de Pedro Passos Coelho, vai assegurar a gestão do parque de estacionamento.

Fonte: Executive Digest

NOVAMENTE PELA EUROSONDAGEM…67% dos inquiridos não votaria num partido que acabasse com as touradas, diz estudo

NOVAMENTE NA EUROSONDAGEM.
A “Protoiro”, mais uma vez volta a combinar um FALSO estudo. E mais uma vez a escolha da EUROSONDAGEM não foi por acaso.
O director da EUROSONDAGEM é um conhecido defensor da tauromaquia.
Qualquer estudo feito pela EUROSONDAGEM, para os defensores da tauromaquia, e não por uma empresa de estudos/sondagens, que nada tenha a ver com a tauromaquia, o seu resultado é previamente combinado.
Os telefonemas são realizados só em zonas de tauromaquia, e obviamente que os nº/s de telefone, não são ao acaso.
Depois tentam fazer parecer que é um estudo sério e credível. Só os lorpas se deixam enganar!

Ou seja; este é mais estudo para aqui:

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E para terminar deixo uma pergunta no ar: porquê que anti-taurinos da “Protoiro”, se recusam a realizar um estudo por exemplo no Google Docs? -Porque não podem controla-lo e nem manobra-lo, para ter o resultado pretendido!

Mário Amorim


Este é um tema polémico, mas o inquérito não deixa margem para dúvidas: 67% dos participantes não elegiam um partido que tivesse como medida a proibição das touradas, de acordo com um estudo realizado pela Eurosondagem, para a Federação Portuguesa de Tauromaquia.

Participaram 1100 pessoas, 30,3% das quais na resposta à pergunta “qual a sua postura em relação às touradas?”, dizem ser aficionados, já 33,7% respondem que o tema lhes é indiferente, 22,7% admitem não gostar mas respeitam a liberdade de escolha e 11% são totalmente contra a tauromaquia.

Relativamente à faixa etária dos inquiridos, é possível observar que 30% dos jovens entre os 15 e 30 anos dizem ser aficionados, cerca de 29% dizem que lhes é indiferente, 24% não gostam, mas respeitam a liberdade de escolha e 15% são contra.

Quando confrontados com a pergunta “já assistiu ou costuma assistir a touradas ao vivo?”. 50,5% afirmam que sim e 43,3% dizem que não, sendo que 6,2%  preferem não responder, ou dizem não saber a resposta.

Já na questão “o espectáculo taurino contribui para a imagem do nosso país?”, 56,3% dos inquiridos assumem que a tauromaquia contribui positivamente para a imagem de Portugal, 33,1% revelam não ter qualquer impacto e uma minoria de 4,4% das respostas diz que contribuem de forma negativa.

Em relação à pergunta “votaria num partido que tomasse medidas proibitivas contra actividade cultural, contra touradas ou largadas de toiros?”, 67,1% dos portugueses inquiridos respondem que não e apenas 14,5% respondem que sim. Já 18,4% dizem não saber ou não querem responder.

João Santos, presidente da ProToiro declarou num comunicado: «Por muito que uma ruidosa minoria continue a espalhar mentiras sobre a festa, a tauromaquia dá cada vez mais provas de que continua bem viva e a crescer, principalmente junto das novas gerações», diz citado pelo Público.

Por último, relativamente à assistência de touradas por menores, 1,1% dos inquiridos afirmam que deve ser “a família” a tomar a decisão, 20,2% consideram que deve ser o Estado e 8,7% das pessoas dizem não saber ou não querer responder. Por outro lado, 65,4% dos inquiridos afirmam já ter assistido ou ter por hábito assistir a touradas na televisão, 32,7% negam fazê-lo e 1,9% afirmam não saber ou não querer responder.

Fonte: Executive Digest

Privacidade: Facebook quer a sua cara, literalmente

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A melhor atitude a ter é sair para sempre, do Facebook!
Fui utilizador do facebook durante mais de seis anos. Saí de lá em 2013, e não me faz falta absolutamente nenhuma.
Aliás; todas as ocorrências à volta do facebook, com mais esta, dão-me total razão, quando digo que o facebook, não tem nada de bom. E não tem. Não tem rigorosamente nada de bom!
Felizmente não tenho conta nele. E estou tão bem assim.
E para além de todas as polémicas que envolvem o facebook, o facto de o seu líder ser caçador, ainda me dá mais razão. Aliás; só essa razão faz-me dizer NÃO, ao facebook!

Mário Amorim


A rede social mais popular do mundo – e a que se tem submetido a mais escândalos – está a desenvolver uma nova e polémica forma de identificação de utilizadores baseada no reconhecimento facial, de acordo com o El Mundo.

O Facebook está a desenvolver um sistema para identificar os utilizadores que, imitando o protocolo policial, obriga os mesmos a colocarem-se de frente, a girar a cabeça para os lados em ambos os perfis e ainda olhar para cima e para baixo na hora de iniciar a sessão.

Além disso, paralelamente, está a trabalhar num sistema baseado em fotografia, onde os utilizadores devem tirar uma foto para verificar a autenticidade da sua conta.

Trata-se de uma descoberta feita pela programadora Jane Manchun Wong, que, mediante um exercício de engenharia inversa, consegue desenvolver novos projectos no código do Facebook.

A rede social já esclareceu que se trata de um sistema que está em fase de testes, o que significa que ainda “não utiliza o sistema de reconhecimento facial” e que é simplesmente um sistema que detecta movimento para assegurar que se trata de um ser humano e não um bot. Neste sentido, o Facebook garante que “ninguém” verá o vídeo e que se apaga automaticamente depois de 30 dias.

De qualquer modo, não seria a primeira vez que o Facebook utiliza de forma abusiva dados, violando as suas próprias políticas de privacidade, como quando partilhou sem permissão os dados de utilizadores com a Amazon, Netflix e Microsoft, além de outras empresas. Houve ainda uma sessão de dados que permitiu à Netflix e Spotify ler o conteúdo de conversas privadas entre os utilizadores da rede social.

Fonte: Executive Digest