ESTUDO Violência contra animais pode levar à violência contra seres humanos

Ao cuidado do PS; PSD; CDS/PP e PCP, para que de uma vez por todas entendam, de que a tauromaquia é violência, é crueldade contra o touro, contra a cavalo, contra crianças e jovens. E para que de uma vez por todas, também entendam, que quem é cruel contra o touro e contra o cavalo, a praticar e a assistir, é cruel contra seres humanos. Pois a violência contra animais não-humanos, conduz à violência contra animais-humanos!

Mário Amorim


“Especialistas em crimes acreditam que os infratores que começam matando ou torturando animais frequentemente passam a realizar ataques similares às pessoas”


“É imperativo que a polícia trate casos de abuso de animais com a máxima seriedade para a segurança de animais e seres humanos”

No Reino Unido, e provavelmente em muitos outros países incluindo o Brasil, quem agride um animal não está tão distante de fazer o mesmo com um ser humano. Prova disso é um levantamento feito pelo jornal The Sun junto ao Ministério da Justiça britânico e divulgado este mês.

Segundo o tabloide, 13 assassinos, 22 estupradores de crianças e 99 culpados de crueldade infantil foram condenados ou advertidos por crimes de crueldade contra animais antes de cometerem crimes contra pessoas. Considerando os últimos dez anos no Reino Unido, 210 criminosos sexuais, 1581 pessoas condenadas por agredirem outras pessoas e 78 acusados de abusarem sexualmente de crianças praticaram algum tipo de violência contra animais.

Além disso, na última década, 569 acusações de posse ilegal de arma, 268 crimes de vandalismo e incêndio e 179 roubos envolveram pessoas antes denunciadas por crueldade contra animais. Um exemplo é o escocês Thomas Hamilton que matou 16 crianças e uma professora em uma escola primária em Dunblane, no conselho de Stirling.

Outros exemplos de assassinos conhecidos que antes torturaram ou mataram animais são James Bulger, Robert Thompson, Jon Venables e Ian Brady – condenado em 1966 por ter assassinado várias crianças ao lado da namorada Myra Hindley. Brady, que cumpria pena no Hospital Ashworth, faleceu no ano passado aos 79 anos.

“Especialistas em crimes acreditam que os infratores que começam matando ou torturando animais frequentemente passam a realizar ataques similares às pessoas. Diz-se que os crimes contra animais os insensibilizam para a crueldade e a dor que seus ataques causam”, informa a publicação.

Segundo a diretora de Programas Internacionais da organização Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA), Mimi Bekhechi, não podemos ver a crueldade contra os animais como algo dissociável da violência contra humanos. Isto porque como os animais não podem denunciar os abusos, por serem vulneráveis e incapazes de falar, se tornam alvos fáceis de práticas que funcionam como “experiências” que têm precedido a violência contra seres humanos.

“Pesquisas em psicologia e criminologia mostram há muito tempo que incidentes envolvendo crueldade com animais aparecem regularmente nos registros de criminosos violentos que exibem traços psicopáticos. É imperativo que a polícia trate casos de abuso de animais com a máxima seriedade para a segurança de animais e seres humanos – a história mostrou o que acontece quando eles não fazem isso”, enfatiza Mimi.

Fonte: ANDA


Nota: O negrito é da minha responsabilidade!

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Un Estudio sobre psicopatía y maltrato a los animales se presenta en Congreso de Criminología

Un Estudio realizado en Cataluña sobre psicopatía y maltrato a los animales se presenta en el Congreso de la Sociedad Americana de Criminología

Cataluña – 08/11/2010

Dentro del ámbito de la peligrosidad criminal, la crueldad con animales en prisioneros como predictor de comportamiento violento se estudia desde hace casi 100 años.

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Uno de los estudios más conocidos es el elaborado por el FBI en asesinos en serie, según el cual un 46% de estos maltrataba animales durante la adolescencia. Un estudio realizado en Cataluña por los doctores Ángel Cuquerella (médico forense), Núria Querol (médico de familia del CAP de Valldoreix), Mercè Subirana (médico forense) y Frank Ascione (psicólogo y uno de los mayores expertos mundiales en maltrato a los animales) será presentado el Congreso de la American Society of Criminology que se celebrará en San Francisco del 17 al 20 de Noviembre.

El estudio realizado en Cataluña se basa en una muestra de 50 sujetos, de los cuales casi el 24% estaban acusados / condenados por delitos graves (violentos) o en fase de cumplimiento de sentencia por homicidio, asesinato o asesinato en grado de tentativa, y el 6% por violación (en cuatro casos, de 5 a 23 víctimas por agresor). Se estudió una submuestra de 24 individuos mediante cuestionarios para evaluar el maltrato a los animales, y la PCL.SV para evaluar rasgos psicopáticos de personalidad y conductas antisociales.

Se obtuvo una tríada enuresis-piromanía-crueldad con animales en un 23,5% de la muestra, con tríada incompleta (uno / dos ítems) en un 65%. Si se considera sólo la crueldad hacia los animales como elemento aislado, la encontramos en un 41,7% de la muestra. Otra tríada pronóstica, como es traumatismo craneal + paranoidisme + abusos (sexuales-psíquicos-físicos; Pincus 2002) aparece completa en un 41% de la muestra, y es incompleta en un 70,6%.

Se deben estudiar, pues, factor predictivos de la violencia futura (falta de empatía, enfermedad psiquiátrica, lesión cerebral, crueldad con animales, trastorno de los impulsos y / o retraso de la maduración esfinteriana) para entender el fenómeno de la interacción humana violenta. Las tríadas descritas pueden valorarse en el mundo de la violencia doméstica conyugal, contra los ancianos, los menores, o incluso contra los animales, utilizados muchas veces por los violentos de forma intimidatoria o manipulativa hacia los demás.

Más información en el siguiente enlace: http://www.gevha.com/prensa/articulos/1087-evaluation-of-animal-abuse-in-a-forensic-sample-diagnosed-with-aspd

Fonte: http://medicablogs.diariomedico.com/nuriaq/2010/12/25/un-estudio-sobre-psicopatia-y-maltrato-a-los-animales-se-presenta-en-congreso-de-criminologia/