Tigre-de-bengala, urso e leoa completam 19 anos juntos em santuário na Geórgia (EUA)

O trio foi resgatado em 2001 durante uma operação policial, depois de ser encontrado no porão de uma casa em Atlanta


Tigre-de-bengala, urso e leoa vivem juntos há quase 20 anos.

Com o sugestivo nome “Arca de Noé”, um santuário de animais na Geórgia (EUA) tem três moradores ilustres: Baloo (um urso preto americano), Leo (uma leoa africana) e Shere Khan (um tigre-de-bengala). Três animais que livres na natureza e pertencentes a três diferentes continentes, jamais se encontrariam. Mas como foram vítimas do tráfico de animais selvagens, os três acabaram presos num porão sujo de uma casa em Atlanta, capital da Geórgia, nos EUA. Provavelmente, seriam vendidos a circos ou coleccionadores particulares

O resgate foi feito em 2001 por meio de acção policial. Todos os três estavam com menos de um ano de idade e tinham sido submetidos a diversos abusos e maus-tratos. O porão era um lugar completamente insalubre por isso todos estavam apavorados, desnutridos e carregando parasitas internos e externos.


Os três amigos compartilham a mesma “casa” no Santuário Arca de Noé.

Leo tinha uma ferida infectada no nariz causada por confinamento em uma pequena caixa. Baloo usava uma espécie de armadura que já estava encravando em seu corpo à medida que ele crescia e não era afrouxada. Como os ferimentos eram muito graves e os três amigos ainda muito jovens, não puderam ser devolvidos à natureza e permaneceram no santuário, compartilhando os alojamentos.

Recentemente a Arca de Noé publicou fotos dos “três improváveis amigos” para lembrar que eles já estão há quase duas décadas juntos vivendo em perfeita harmonia. Eles comem, brincam e dormem juntos, confortam um ao outro e até se beijam.


Na natureza os três animais não se encontrariam e muito mesmo seriam amigos, mas já convivem em harmonia há quase 20 anos.

Allison Hedgecoth, responsável pela Arca de Noé, afirma que o tempo não mudou a dinâmica da amizade e que “os três ainda são igualmente afectuosos um com o outro”, segundo portal “Healthy Food House”. Shere Khan, por exemplo, sempre foi travesso e, embora esteja ficando mais velho, isso não o mudou nem um pouco”, acrescentouO Santuário de Animais Arca de Noé possui um programa de reabilitação da vida selvagem e cuida de mais de 1.500 animais de várias espécies.

Fonte: ANDA

DEFESA ANIMAL Activistas se reúnem para protestar contra a exploração de animais em circo

Os manifestantes disseram que organizaram o evento a fim de promover conscientização sobre as práticas terríveis de treinamento de animais como elefantes


Vários membros da comunidade de McAllen, no Condado de Hidalgo (EUA), se reuniram  para protestar contra o uso de animais em circos. O protesto ocorreu em frente ao circo, Carson & Barnes Circus, no sábado (8).

Segundo o site Valley Central (9), os  manifestantes disseram que organizaram o evento a fim de promover conscientização sobre as terríveis práticas de treinamento de animais do circo como os elefantes, uma vez que são cruéis aos animais, como a criação em cativeiro e as punições quando os animais não correspondem as expectativas dos treinadores.

“É desanimador porque podemos ver que os animais ficam presos por correntes”, disse Jacquline Reed, activista dos direitos dos animais.

Os activistas estão planeando uma reunião com a cidade de McAllen para discutir a situação dos animais, a fim de adquirirem a proibição dos circos com animais.

Confira o vídeo do protesto:

Fonte: ANDA

ESTADOS UNIDOS Gata de 15 kg encontra um doce e especial lar

O tutor de BazooKa exagerava na alimentação dela e, depois que ele morreu, a gatinha foi entregue a um abrigo

Bazooka é uma gatinha cor caramelo com uma grande história de vida. Literalmente grande. Ela pesa 15 kg e enfrenta uma batalha para emagrecer e recuperar sua qualidade de vida. Ela foi entregue aos cuidados do abrigo da Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra Animais (SPCA, na sigla em inglês) da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, após a morte de seu tutor.

A gatinha era muito amada por seu tutor, que, infelizmente sofria de demência e superalimentava Bazooka, que gradualmente ficou acima do peso. Quando chegou ao abrigo a gata surpreendeu os voluntários e funcionários, e é considerada um dos animais mais pesados do local, segundo informações de uma matéria publicada no portal britânico Daily Mail no dia 16 de Janeiro.

Darci Vanderslick, porta-voz da SPCA, afirma que o processo de emagrecimento é fundamental para o bem-estar da gatinha. “O processo pode demorar seis meses ou mais, depende realmente do quanto de exercícios o animal está fazendo. Gatos têm dificuldade de perder peso, cada quilo é difícil, mas faz uma enorme diferença para a saúde do animal”, disse.

Tocador de vídeo

Felizmente, a história de Bazooka tem tudo para ter um final feliz. Ela será adoptada, mas ainda precisará perder cerca de 8 kg. A gatinha continuará recebendo assistência da equipe da SPCA e sua história está sendo considerada um exemplo de inspiração e superação. “Queremos abordar a história de Bazooka por amor e compaixão, porque ela sempre foi muito amada pelo seu tutor”, conclui Vanderslick.

A gatinha ainda tem um longo caminho pela frente, mas sua nova família e seus amigos da SPCA estarão ao seu lado.

Fonte: ANDA

DIREITOS ANIMAIS Activistas lutam na justiça para libertar elefanta cativa há mais de 40 anos

Capturada ainda um bebé na selva, tudo que Happy conheceu da vida foi o cativeiro, após a morte de seu companheiro, a elefanta vive há treze anos sozinha e apresenta sinais de depressão e apatia
Happy em seu cativeiro | Foto: AP
Happy em seu cativeiro 

Advogados que actuam pelos direitos animais em Nova York, nos Estados Unidos, estão pedindo no tribunal por personalidade jurídica para sua cliente, Happy, uma elefanta. Segunda-feira (21), ele argumentaram perante o juiz que ela está muito infeliz vivendo cativa no zoológico do Bronx.

Seu advogado principal, Steven Wise, presidente do Nonhuman Rights Project (Projecto de Direitos Não-Humanos), um grupo sem fins lucrativos, acredita que a elefanta de 48 anos é um ser autónomo que foi detido ilegalmente em cativeiro – devido à sua personalidade – e deve ser libertado imediatamente.

Como resultado, Wise está argumentando que a personalidade jurídica é uma “capacidade de direitos” e está pleiteando um habeas corpus – ou o direito de contestar o confinamento de um indivíduo no tribunal.

Foto: Corbis/Via Getty Images
O Nonhuman Rights Project espera que, através do caso de Happy, possa ocorrer um avanço legal que elevará o status dos elefantes, que o grupo chama de seres complexos e extraordinários, e assim como seres humanos, deveriam ter o direito fundamental à liberdade.
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Esta não é a primeira vez que o grupo busca conseguir personalidade jurídica para o animal, tendo falhado em várias ocasiões diferentes nos últimos anos.

Tentativas semelhantes incluíram argumentar que os cães também podem ser “pessoas jurídicas”, além de dois chimpanzés.

Neste último caso, um tribunal de apelações de Nova York decidiu em 2017 que Kiko e Tommy, dois chimpanzés de 30 anos mantidos em cativeiro no estado, não poderiam ser considerados pessoas para invocar o habeas corpus.

Happy em seu cativeiro | Foto: AP
Happy em seu cativeiro 

O juiz decidiu que, embora os chimpanzés compartilhem características fundamentais com os humanos, seria quase impossível responsabilizar qualquer macaco por sua personalidade, prendendo e processando-o por um crime, por exemplo.
Outro golpe para a campanha ocorreu em um caso em Connecticut, em agosto, onde, assim como o caso de Happy, um juiz decidiu que três elefantes – Beulah, Minnie e Karen – não poderiam ser considerados pessoas.

Mas indiferente às sucessivas falhas, Wise agora está lutando em nome de Happy, determinado a ver a elefanta se mudar para um santuário depois de passar quase toda a sua vida fechada em um recinto de um hectare no zoológico do Bronx. Happy foi capturada junto com outros seis filhotes – Sleepy, Grumpy, Sneezy, Doc, Dopey e Bashful – na Tailândia na década de 1970, todos eles trazidos posteriormente para os EUA.

Happy e Grumpy viveram juntos até 2002, quando foram realocados para um outro cativeiro com outros dois elefantes, Maxine e Patty. No entanto, o novo arranjo habitacional provou ser um erro fatal, já que Grumpy foi morto por Maxine e Patty em um ataque.

Happy nunca foi capaz de conviver com a dupla a partir de então, com uma recente tentativa de reconciliação falhando terrivelmente.

Advogado de Happy Steven Wise | Foto: AP
Advogado de Happy Steven Wise 

Nos últimos 13 anos, ela vive sozinha, separada dos outros elefantes por uma barreira.

Wise está argumentando que o arranjo é prejudicial porque os elefantes são criaturas sociais e Happy deve ser transferida para um santuário muito maior na Califórnia, que tem outros elefantes com quem ela pode conviver.

“Isso não seria como uma prisão maior?”, disse Alison Tuitt, juíza da Suprema Corte do Bronx, acrescentando que Happy mora no recinto há décadas e nunca parou de comer, o que seria um sinal de depressão.

“É um pouco como dizer que a Terra é uma prisão”, respondeu Wise, continuando: “Para enfiar um elefante em 1 hectare de terra, é como viver na cela de uma prisão”.

Wise disse que em um santuário os animais são livres para escolher amigos e viver a vida como um ser autónomo.

Fonte: ANDA

Happy em seu cativeiro | Foto: AP
Happy em seu cativeiro | Foto: AP

Durante um longo testemunho, Wise comparou a situação da elefanta à dos escravos nos EUA, que não eram considerados totalmente humanos, e apontou que partes da floresta amazônica foram protegidas por direitos humanos.

“Ela é um elefante deprimido”, disse Wise sobre Happy. “E está sendo prejudicada todos os dias”.

Uma porta-voz da Wildlife Conservation Society, que é responsável pelo zoológico do Bronx, disse que Happy não está definhando, nem isolada.

Jim Breheny, diretor do zoológico, chamou o processo de “ridículo” em depoimento ao jornal Guardian e disse que o Projeto de Direitos Não-Humanos está “explorando os elefantes do zoológico do Bronx para promover sua própria causa”.

Por enquanto, o juiz Truitt ordenou que Happy ficasse no zoológico do Bronx, os próximos argumentos serão ouvidos na audiência do dia 6 de janeiro de 2020.

Wise disse que é do interesse do elefante permanecer lá por enquanto, para que os procedimentos sobre o habeas corpus possam continuar.

Wise acrescentou que o Nonhuman Rights Project está pronto para agir com eficiência se Happy for transferida para o santuário de animais determinado pelo grupo na Califórnia ou, alternativamente, outro no Tennessee.

Destaques Gato é chutado até a morte por abusador de animais enquanto seus amigos riem e filmam a cena

Foto: City of Kansas City, Missouri

O homem que foi filmado chutando impiedosamente um gatinho em um campo de futebol, que mais tarde foi encontrado morto perto de onde caiu, não foi sequer condenado à prisão. A pena ao abusador se resumiu a uma doação para uma ONG e um período em liberdade condicional.

Johnathan Taylor, de 20 anos, se declarou culpado de crueldade contra animais na quinta-feira em Kansas City nos Estados Unidos, depois de ter negado previamente que estava na Center High School, onde o abuso aconteceu.

Taylor foi condenado a ficar em liberdade condicional (sob vigilância) por dois anos e fazer uma doação de 500 dólares para o Kansas City Pet Project (ONG de protecção animal).

Um juiz também o sentenciou a realizar 80 horas de serviço comunitário em um abrigo de animais.

Testemunhas disseram à polícia que foi Taylor quem foi flagrado no vídeo do Snapchat chutando o minúsculo gato preto enquanto o animal caminhava pela grama.

O vídeo foi divulgado por autoridades municipais em maio de 2018.

No vídeo de 24 segundos, Taylor começa a correr em direcção ao gato antes de chutá-lo pelo ar com seu par de chuteiras Under Armour.

Uma pessoa no fundo pode ser ouvida rindo de forma espalhafatosamente e gritando “GOOOOLLLL, filho da p***”.

O gato não se meche mais depois de cair no chão.

Um mês depois do vídeo, o gato foi encontrado morto no campo de futebol Center High.

Após o ataque, o porta-voz da polícia de Kansas City, John Baccala, disse ao Kansas City Star: “É simplesmente horrível o que houve”.

“Não consigo imaginar ninguém fazendo isso com um animal. É detestável assistir.”

Imagem ilustrativa | Foto: Nicholas Horne

“Fico doente só de olhar para essas imagens. Se alguém trata um animal assim, com certeza tratará um ser humano também”. Ele continuou.

A testemunha que assistiu ao vídeo disse ao WDAF que Taylor e seus amigos estavam jogando futebol quando o gato entrou em campo.

De acordo com a testemunha, Taylor disse: “Cara, tire esse gato daqui, vou chutar o gato”.

Depois, eles continuaram jogando futebol. Taylor foi acusado de abuso de animais em Setembro – o que é apenas uma ofensa de contravenção.

Ele foi condenado a não conviver com animais durante seus dois anos de período probatório (observação condicional).

Fonte: ANDA

Destaques Tigres são cutucados com varas e obrigados a saltar por argolas em feira agrícola

Foto: Karen Schiely/Beacon Journal Ohio

No vídeos os animais podem ser vistos stressados e inquietos sendo mantidos em jaulas pequenas, mas os operadores do show disseram que defendem a prática de manter os tigres em jaulas e cutucá-los com um bastão para que se movimentem.

“Fiquei chocada ao encontrar muitas jaulas contendo tigres na feira em uma cidade como a nossa. Os tigres são mantidos nessas pequenas gaiolas por HORAS antes do ‘show’ ”, disse uma mulher que mora na região em um post de quarta-feira em sua página pública no Facebook.

Este post – que foi também postado no site de discussão Reddit (rede social) – recebeu mais de 500 comentários a maioria deles condenando a feira por incluir o show com os tigres na programação de entretenimento deste ano.

No post também pode ser visto um vídeo mostrando um homem usando uma vara para cutucar um dos tigres no que parece ser a área de jaulas onde os tigres se ficam. O show de tigres inclui os animais em pé sobre pedes-tais, pulando uns sobre os outros e pulando por aros.

“Estou muito enojado com a decisão da feira de realizar este horrível show com animais exóticos (que parecem estar infelizes) sendo chicoteados e agredidos com bastões para fazer truques de circo”, disse Switalski no post, que recebeu mais de 1.300 acções e 600 comentários. “Eu não voltarei no ano que vem e espero que ninguém mais o faça”. Seu vídeo do tigre sendo cutucado também foi visto mais de 66 mil vezes.

Foto: Karen Schiely/Beacon Journal Ohio

“Fiz o post como uma tentativa de aumentar a conscientização”, disse Switalski à News 5. “Eu queria que as pessoas soubessem o que estava acontecendo dentro da feira antes de gastar seu dinheiro em um ingresso para entrar, diferente de mim. Se eu soubesse exibição de tigre, eu não teria entrado, porque eu não quero meu dinheiro indo em direcção ao apoio de tal show”.

Fonte: ANDA

ALÉM DO LIMITE Égua explorada ao extremo de suas forças desmaia e morre durante corrida

Foto: CBS News

Um cavalo cruelmente explorado além do limite de suas forças nas cruéis pistas de corrida, desmaiou e morreu pouco depois de assumir a liderança durante uma “competição” em Maryland (EUA) no fim de semana, se tornando pelo menos o 12º cavalo de corrida a morrer este ano no estado.

Follow the Petals, uma égua de 5 anos de idade, aparentemente sofreu um ataque cardíaco, de acordo com o jornal Baltimore Sun.

Autoridades aguardam a realização de uma necropsia. A morte de domingo leva o número de cavalos que morrem durante uma corrida só no estado para pelo menos 10, informou o jornal, citando a Comissão de Corridas de Cavalo, Maryland Racing Commission.

Considerado um “desporto” pelos exploradores e apostadores envolvidos no negócio, as corridas não passam de palcos de horror e sofrimento onde os animais são obrigados a correr até o limite de suas forças enquanto o público aposta dinheiro nos cavalos e os empresários lucram com o desempenho dos animais.

Foto: Maryland State Archives

Muitos morrem vítimas dessa situação horrível, só nessa competição dois outros cavalos morreram durante o treinamento. Um vídeo postado no YouTube pelo Maryland Jockey Club mostra Follow the Petals, liderando a corrida de 1,6 km no Laurel Park, enquanto os seis cavalos passam pelo trecho.

O vídeo então corta para a linha de chegada com o locutor observando que a égua Follow the Petals entrou em colapso e desmaiou. O jóquei Frankie Pennington não se feriu no incidente, disse um porta-voz da pista ao jornal Sun.

A égua venceu duas das sete corridas que correu este ano e ficou em segundo lugar em mais duas corridas, segundo o jornal. Follow the Petals havia sido obrigada a correr 35 corridas durante sua carreira rendendo cerca de 200 mil dólares ao seu explorados.

A morte de domingo ocorreu após 29 cavalos terem morrido no parque Santa Anita, na Califórnia, desde dezembro. O Grupo Stronach é dono do Laurel Park e Santa Anita.

O grupo pede – em uma infrutífera tentativa de defesa própria – que as regras de medicação em corridas de cavalo sejam reformadas. Na semana passada, Santa Anita anunciou a formação de uma equipe de revisão de cinco membros para avaliar cavalos antes das corridas finais da temporada e decidir se eles são saudáveis o suficiente para competir.

A temporada de Santa Anita termina no domingo. Em uma declaração ao jornal Sun, o grupo de defesa de direitos animais, PETA, solicitou a Maryland que seguisse o exemplo do sul da Califórnia.

“Cavalos mortos não serão mais ignorados pelo público”, disse a vice-presidente da PETA, Kathy Guillermo.

Repeito e dignidade – Follow the Petals

Cavalos não são produtos para serem vendidos, comprados e explorados em corridas. Esses animais são seres sencientes, capazes de amar, sofrer, criar vínculos e entender o mundo ao se redor.

Abusados ao extremo eles morrem em silêncio vítimas da ganância e crueldade humana. Vidas preciosas e belas perdidas por interesse e ignorância.

Follow the Petals jamais vai poder ter os bebes potros que poderia, ou amamentá-los e assisti-los crescer, ela jamais vai correr livre pelas planícies e montanhas como nasceu para fazer, nunca mais vai sentir o vento na sua crina e o sol no seu pelo novamente. Durante os cinco anos em que viveu ditaram o seu destino e decidiram sua vida.

Follow the Petals esta finalmente livre.

Foto: Wallhere

Fonte: ANDA