Em Portugal é; deixa andar, que a tauromaquia vai terminar!

Enquanto que mesmo aqui ao lado, em Espanha, quer-se ver resultados, e faz-se por isso. Em Portugal, não se faz para se ver resultados. Por exemplo; o ano passado foram debatidas duas petições anti-tourada na Assembleia da Republica. E agora deixo a pergunta: quem criou as petições, por ventura promoveu uma grande acção nacional, antes de irem a debate, no Parlamento, para pressionar, designadamente, o PS; PSD; CDS/PP; PCP? – Não. Não promoveu. Não fez nada. Esperou que fossem a debate. E o resultado foi o que na altura foi!
É isto que tem de mudar, em Portugal. Tem de se ter acção. Tem de se agir.
Por exemplo; tem de se olhar para o próximo dia 13 de Maio em Madrid, e fazer-se a mesma coisa em Portugal, mas nacionalmente, para que a dimensão seja realmente grande e force a abolição da tauromaquia em Portugal.
A luta anti-tourada em Portugal, tem de ser exigente.
Não pode ser o deixa andar; que a tauromaquia vai terminar.
Se se quer a abolição da tauromaquia, tem de actuar para isso.
Viana do Castelo, não pode continuar a ser a única cidade declarada anti-tourada.
Mas para isso, é preciso agir-se, como aqui ao lado, em Espanha.
Como já o disse aqui no meu blog; é necessário estipular-se um prazo, para abolição da tauromaquia. E depois fazer-se tudo o que deve ser feito, para que esse objectivo seja realmente alcançado. Na altura referi, 2020. E tem de ser 2020. A abolição da tauromaquia em Portugal, tem de ser abolida até, no máximo 2020.
Enquanto o movimento anti-tourada em Portugal não for um movimento exigente, um movimento que quer ver resultados, e que luta, com força, com garra, com afinco e com coragem para ver resultados, como se vê aqui em lado, em Espanha, em Portugal, não se irá a lado nenhum. As verdades são para serem ditas!

Mário Amorim

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