PÂNICO E ESTRESSE Vídeo mostra elefantes amedrontados antes de apresentação em circo

Elefantes explorados em circo apresentam comportamentos típicos de situações torturantes que animais selvagens apresentam em cativeiro e sob maus-tratos

Vou colocar apenas o LINK do artigo.
É que o artigo contem um vídeo do Facebook.
E eu não tenho fecebook!

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TECNOLOGIA Gabão equipa elefantes com GPS para combater a caça

O projeto está sendo muito elogiado internacionalmente por ser um ferramenta real de preservação com alto nível de informatividade.

A sobrevivência dos elefantes do Gabão ganhou mais um reforço recentemente. O governo do país decidiu usar a ajuda da tecnologia para combater a caça dos animais e instalará colares com GPS nos elefantes.

A iniciativa preservacionista está sendo realizada pela Agência de Parques Nacionais do Gabão. Além de rastrear os animais, o objeto ajudará a obter dados sobre o deslocamento dos elefantes e suas áreas de concentração.

Até agora 18 animais já receberam os colares. O projeto está sendo muito elogiado internacionalmente por ser um ferramenta real de preservação com alto nível de informatividade.

Fonte: ANDA

COMPORTAMENTO Pesquisa mostra semelhanças entre comportamento emocional de elefantes e de humanos

Os elefantes podem ser agradáveis, extrovertidos e atentos – exatamente como os humanos

Pesquisadores finlandeses revelaram que os elefantes também possuem características distintas de personalidade.

Eles podem ser agressivos, sociáveis e atentos. Segundo os especialistas, essas três categorias de características definem os machos e as fêmeas.

Os cientistas que trabalharam no novo relatório sobre o comportamento dos elefantes são da University of Turku, localizada na Finlândia.

Eles observaram o comportamento de mais de 250 elefantes explorados pela indústria madeireira em Myanmar.

Martin Steltmann declarou: “Os elefantes trabalham na indústria madeireira, puxando troncos de um local para outro. Estes são um ambiente e população de pesquisa muito únicos, que nos permite estudar centenas de elefantes”.

Cada um dos animais é explorado por homems denominados como mahouts, que preencheram questionários sobre as personalidades dos elefantes.

Essas respostas, que foram coletadas de 2014 a 2017, foram fornecidas em uma escala de quatro pontos.

Steltmann ressaltou: “Conhecemos elefantes que eram claramente mais curiosos e mais fortes do que outros”.

O pesquisador Mirkka Lahdenperä completa: “Elefantes e humanos possuem muitas características similares em sua vida-história e comportamento. Entre outros fatores, os elefantes possuem uma expectativa de vida longa e dão à luz um único bebê por vez, que precisa do cuidado da mãe e de outras fêmeas por muito período após o nascimento. Viver em ambientes sociais complexos pode ser o motivo pelo qual ambas as espécies desenvolveram estruturas de personalidade tão complexas”.

Steltmann explicou que os traços de personalidade não são encontrados apenas em humanos, revela o Daily Mail.

“Os estudos de personalidade de outras espécies até agora se concentraram em primatas, animais domésticos e populações de zoológicos ou em espécies que possuem uma vida útil relativamente curta”, afirmou, acrescentando que são raras as pesquisas em animais que vivem em seus habitats.

Embora sejam obrigados a trabalhar diariamente em atividades não naturais para a espécie, o relatório descreveu os elefantes estudados como “semi-cativos”.

Fonte: ANDA

 

CONTEÚDO ANDA Mais de 10 mil elefantes são assassinados em reserva de Moçambique

Caçadores mataram mais de quatro elefantes por dia desde 2011 em uma reserva natural de Moçambique, deixando a população de 12 mil animais com apenas 1500, alertou um grupo de proteção

A Fauna and Flora International (FFI) receia que os elefantes sobreviventes na Niassa National Reserve sejam dizimados se os grupos de caça fortemente armados não acabarem.

Nos últimos dois meses, a organização informou que até 5% dos elefantes restantes da reserva foram mortos por seus marfins.

O presidente-executivo, Mark Rose, declarou: “O valor de Niassa como um dos últimos grandes desertos do continente deve continuar além de uma disputa em curto prazo pelo marfim e outros bens ilícitos, como minerais. Seu significado econômico, social e cultural em longo prazo não pode ser sobrevalorizado. O governo moçambicano deve tomar medidas imediatas para interromper a crise da caça antes que seja tarde demais”.

Niassa é o lar de 70% dos elefantes de Moçambique, disse a FFI. A reserva possui mais de 16 mil milhas quadradas (aproximadamente 25 mil quilômetros quadrados).

Matt Rice, um ativista que administra a concessão de turismo de Chuilexi dentro de Niassi, acredita que a crise da caça na região começou em 2009 e só aumentou desde então.

Os caçadores portadores de rifles de caça de grande calibre e rifles ilegais AK-47 tentaram atrapalhar as atividades da equipe do local, apontou.

“Nós só podemos ter acesso a espingardas de pressão [que só são efetivas em curto alcance]. Tentamos conseguir licenças para espingardas, muitos dos nossos escoteiros estão desarmados”, frisou ao The Independent.

Chuilexi emprega cerca de 60 escoteiros em seu esforço de proteção animal, o que é exigido no contrato. Ele acredita que Moçambique foi identificado como um “alvo mais fácil”, devido a menor aplicação da lei do que em outros países do continente.

Fonte: ANDA

Elefantes órfãos tem vida social prejudicada por caçadores

Na última década, a população observada sofreu com a crescente caça pelo marfim e secas severas, o que deixou muitos elefantes sem mães e avós.

elefantes órfãos não conseguem interagir com indivíduos dominantes
Elefantes órfãos tem mais dificuldades em interações sociais

Pesquisadores da Universidade do Colorado analisaram os padrões de interação social de elefantes fêmeas jovens e descobriram que animais órfãos desenvolvem menos parcerias com indivíduos maduros e dominantes, como mães e tias. O estudo foi feito na Reserva Nacional de Samburu e Buffalo Springs, no Kenya.

Na última década, a população observada sofreu com a crescente caça pelo marfim e secas severas, o que deixou muitos elefantes sem mães e avós.

Segundo ressalta o Science Daily, elefantes vivem em uma estrutura social complexa, como a de humanos. Neste contexto, a preocupação dos pesquisadores é a de que os impactos da caça, que assassina indivíduos adultos, interferem diretamente no crescimento dos jovens. Os elefantes deixados órfãos não são capazes de superar os laços rompidos pelo assassinato de suas mães, pelo menos não nos primeiros anos após a perda.

Estudos anteriores nesta população específica de elefantes e em outras, mostraram que os animais estreitam outros laços já existentes após uma ruptura assim. Entretanto, ainda permanecem em posição de desvantagem social, como explica a pesquisadora Shifra Goldenberg, que trabalha diretamente com a Save the Elephants – ONG atuante no país.

Animais extremamente expressivos, os elefantes desenvolvem muitas interações amigáveis entre si, incluindo cumprimentos e esfregar seus corpos uns nos outros. Através das análises desses comportamentos é possível perceber em que grau os indivíduos estão socialmente integrados.

Foi concluído que os órfãos não passam o tempo necessário com os adultos dominantes, colocando em risco a sua capacidade de absorver conhecimento e ter acesso preferencial a alimento. Diminuindo, portanto, suas chances de sobrevivência.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Mães e bebês elefantes são massacrados para a produção de joias

Um elefante deitado em uma floresta desmatada e com parte da pele arrancada é um dos 20 animais mortos que foram encontrados em apenas um dia.  Muitos deles eram mães e bebês e todos foram assassinados por dardos envenenados

Os elefantes não foram exterminados por suas presas de marfim, mas por suas peles, arrancadas enquanto os corpos ainda estão aquecidos. O restante dos cadáveres são deixados para apodrecer.

Corpo de elefante

Recentemente, Michael Grove, secretário do Meio Ambiente do Reino Unido, anunciou planos para proibir a venda de marfim do país em uma tentativa de salvar os animais em todo o mundo. Porém, um número recorde de elefantes asiáticos enfrenta uma nova caça epidêmica de suas peles que são transformadas em joias.

Monica Wrobel, presidente de proteção da Elephant Family, declarou: “A manada foi rastreada, morta e cada pedaço de pele foi levado”. A pele é usada para a produção de miçangas vermelhas, que são vendidas como braceletes e colares que custam até £75.

A demanda pelas joias ilegais já é tão alta na China que os traficantes têm exigido que os caçadores forneçam mais peles de elefantes. Em 2016, guardas-florestais encontraram mais de 60 animais retalhados por suas peles em Myanmar, que é agora o epicentro dessa extrema crueldade.

Este ano tem sido pior. Investigadores localizaram 66 trombas em apenas uma operação. Duas manadas foram mortas e mais seis elefantes esfolados foram descobertos em apenas seis semanas.

Oficiais encontram os restos de um elefante morto

Se a demanda continuar crescendo nesse ritmo, os animais ameaçados podem ser caçados até serem extintos em apenas dois anos.

Christy Williams, diretora da WWF de Myanmmar, disse: “Esta é a última chance para os elefantes de Myanmmar. A caça e o esfolamento estão em níveis sem precedentes. Se isso continuar, pode provocar a extinção dos elefantes selvagens daqui”.

Há apenas 20 anos, as florestas do país eram consideradas um refúgio seguro para os elefantes asiáticos, mas o aumento da caça dizimou 10 mil animais. As tentativas de protegê-los podem ser minadas pelo agravamento da crise humanitária no país.

Os especialistas receiam que existem menos de 1400 elefantes selvagens na região. A proibição do comércio de marfim no Reino Unido pode ajudar os elefantes, porém os especialistas apontam que a demanda pelas peles pode fazer com que desapareçam de Myanmar até 2019. As mães e bebês eram imunes à caça de marfim, mas agora são alvos, o que impede a reprodução das espécies.

Como os caçadores utilizam dardos envenenados para não danificar as peles, os animais enfrentam uma morte agonizante. “Pode levar até três dias para um elefante morrer. Eles suportam uma dor terrível. Como alguém que já viu muitas mortes de elefantes, estou chocada com a brutalidade desses caçadores”, disse Williams.

No passado, a medicina chinesa utilizava pele de elefante para aliviar dores estomacais e como ingrediente de uma pasta usada para dores causadas pela artrite e para doenças de pele. Até agora, os médicos usavam as peles de animais encontrados por aldeões ou que eram mortos para a alimentação.

Elefantes em momento de cumplicidade

Isso mudou em 2014, quando miçangas feitas com elefantes começaram a ser vendidas em mercados, tanto em Myanmar como na China. Segundo o Mirror, a ocorrência coincidiu com o aumento dramático do número de cadáveres retalhados que tiveram as peles arrancadas.

Em 2016, a Elephant Family descobriu que a maior parte da pele é traficada por Mong La, uma cidade de fronteira sobre a qual o governo de Myanmar não possui nenhum controle. O local era notavelmente um ponto para o tráfico da vida selvagem e também para a prostituição infantil.

Com sua população de 1,4 bilhões de pessoas, a obsessão chinesa pode exterminar os elefantes de todo o mundo em apenas algumas décadas. Se a demanda crescer, os paquidermes africanos podem ser os próximos. O Vietnã e a Tailândia são locais usados pelos traficantes para transportar produtos derivados de animais.

O ex-policial John diz: “Temos que nos concentrar na demanda pela pele de elefante. Se falharmos, as consequências serão catastróficas”.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA A relação sombria entre o comércio de marfim e o cativeiro de elefantes em zoos

Os elefantes são muito populares em todo o mundo. Infelizmente, isso não impede que eles sejam abusados e mortos por humanos

Grupo de elefantes

Durante décadas, os elefantes enfrentaram a iminente ameaça de extinção, já que suas presas são arrancadas brutalmente de seus rostos para atender a demanda global por marfim.

Este comércio está repleto de corrupção em todos os níveis e os lucros geralmente financiam grupos terroristas perigosos.

A crise do marfim tem estado sob os holofotes recentemente, conforme um número crescente de municípios dos EUA é responsabilizado por sua participação nesse comércio. Embora muitas pessoas acreditem que ele  ocorre apenas em países distantes, onde os elefantes moram, isso não poderia estar mais longe da realidade.

Estima-se que cerca de um elefante seja morto a cada 15 minutos por suas presas, totalizando a perda diária de 100 elefantes. Considerando o ritmo lento de reprodução dos animais, muitos cientistas acreditam que eles podem ser extintos da natureza nos próximos 20 anos.

A população mundial de elefantes foi seriamente prejudicada durante o século 20 como resultado direto do comércio mundial de marfim. Em um esforço para proteger a população de animais, uma proibição internacional do marfim foi estabelecida em 1989.

Porém, de acordo com esta legislação, qualquer marfim que já estava em circulação antes da proibição ainda poderia ser importado e exportado. Com essa brecha, marfins mais recentes conseguiram entrar em circulação e os traficantes passaram a falsificar documentos e produtos de marfim para fazê-los parecer antigos.

Quando um elefante é assassinado por seu marfim, isso afeta também toda a sua família. Os bebês são privados do amor de suas mães enquanto os elefantes mais velhos perdem seus filhos, irmãs ou irmãos. O vínculo entre as mães e os bebês elefantes é semelhante ao das mães e crianças humanas.

Os elefantes vivem naturalmente em grupos matriarcais, liderados por uma fêmea mais antiga que geralmente é substituída por sua filha mais velha depois que ela morre. As fêmeas se ajudam com o cuidado e a educação dos jovens enquanto os machos adultos ficam em grupos separados. Os laços profundos e amorosos entre essas famílias duram a vida inteira, mas quando a família é destroçada por caçadores, eles se perdem para sempre.

Para impedir o comércio do marfim, o primeiro passo é parar de comprar produtos de animais selvagens. Todo item de marfim foi criado a partir de um elefante que foi morto. Mas o que mais os amantes de animais podem fazer? Muitos zoológicos se vangloriam dos seus esforços de proteção e afirmam que ajudam a combater esse comércio, mas isso não é verdade.

O papel dos zoológicos

Elefantes na natureza

Muitos zoos alegam que seus programas de reprodução em cativeiro ajudam a preservar espécies e que a exposição de animais é uma forma de proteção. Porém, na realidade, eles compram os animais, sequestrando-os da natureza e mantendo-os confinados para obterem lucros.

Quando os elefantes adultos são assassinados por suas presas, muitos bebês órfãos são vendidos para terem uma vida em cativeiro. Por exemplo, em 2015, um grupo de filhotes foi exportado do Zimbábue, meses depois de terem sido capturados da natureza para serem vendidos para zoos na China. Mais recentemente, em Maio deste ano, a Namíbia vendeu cinco filhotes para um zoo em Dubai por um valor não divulgado, segundo o One Green Planet.

Os zoos podem argumentar que manter os animais em cativeiro funciona para proteger a espécie, mas, de acordo com a organização Born Free USA, isso não ocorre. O principal risco para os elefantes é a caça na natureza. Mesmo com a pequena população de elefantes, nada justifica sua captura.

Os elefantes na natureza são ameaçados por caçadores, mas aqueles que vivem aprisionados enfrentam um grande sofrimento. Estatísticas mostram que as taxas de mortalidade dos animais aumentam significativamente em zoos.

Os indivíduos selvagens podem viver em média até 75 anos e a expectativa de vida típica entre os animais confinados varia de apenas 20 a 30 anos.

“Há pouco debate sobre como a caça de elefantes é uma prática brutal. Isso, no entanto, não justifica a colocação ou a criação de elefantes em zoos. Pelo contrário, as estatísticas apontam que as taxas de mortalidade de elefantes aumentam significativamente em zoos, além dos riscos conhecidos nos de doenças físicas, problemas psicológicos e até doenças. Além disso, não há evidências para mostrar que a denominada proteção nos zoos terá impactados sobre o declínio dos elefantes devido à caça”, disse Prashant Khetan, da Born Free.

Os zoológicos apresentam uma réplica triste de um ambiente “natural” e animais que foram separados de suas famílias para serem exibidos como entretenimento. As condições do cativeiro e os pisos rígidos provocam artrite e problemas nos pés e nas articulações.

O sofrimento psicológico causado pela ausência de exercício e companheirismo faz com que os elefantes em cativeiro tenham comportamentos anormais e repetitivos. Alguns zoos ainda realizam adestramentos cruéis, como ameaçar os animais com bullhooks, uma ferramenta dolorosa. Esta prática resultou em mais de 135 feridos humanos e 18 óbitos humanos desde 1990.

Os zoos perpetuam a ideia de que os elefantes são nossos, mas nenhum animal deveria ser explorado por seres humanos. Os zoos não possuem valor educacional para as crianças.

Os elefantes mantidos em cativeiro estão com excesso de peso e 40% são considerados obesos e exibem regularmente sinais claros de zoochosis mental, como movimentos repetitivos e automutilação. Além disso, eles sucumbem frequentemente a doenças que muitas vezes não são encontradas na natureza, incluindo tuberculose, artrite, infertilidade, entre muitas outras.

Fonte: ANDA