SEGUNDA CHANCE Após 55 anos de escravidão, elefante é salvo na Tailândia

O animal abandonado foi descoberto amarrado, sem alimento, sem água e com uma perna infeccionada.

Um elefante foi encontrado amarrado em uma árvore na Ilha de Lanta, na Tailândia. Equipes de resgate do Santuário de Elefantes de Phuket, viajaram muitos quilômetros através do mar para encontrar e salvar o animal Phang Duan, de 55 anos de idade em necessidade.

A equipe foi acionada sobre o elefante por uma mulher chamada Khun Amy Bushell, que havia descoberto o animal em fevereiro. Ela viu Phang Duan amarrado a uma árvore, incapaz de encontrar abrigo contra o calor insuportável da região.

Animal preso debaixo de sol e sem qualquer recurso.
Animal preso debaixo de sol e sem qualquer recurso.

Khun Montree, fundador do santuário de elefantes e a equipe foram ao encontro do animal imediatamente. O elefante estava muito debilitado, magro, desidratado, tinha uma ferida infeccionada na perna.

Elefante sendo resgatado para o santuário de elefantes na Tailândia.
Elefante sendo resgatado para o santuário de elefantes na Tailândia.

Segundo denúncias, Phang Duan foi explorado na indústria madeireira no sul da Tailândia por muitos anos antes de ser transferida para Krabi, onde ele andava pelas ruas para vender bananas e tinha que suportar horas de banho com turistas todos os dias. Graças à equipe de resgate, o animal foi salvo e será encaminhado para um local seguro em que ficará livre de qualquer abuso.

Animal magro e debilitado por causa dos abusos que sofreu durante a vida. Animal magro e debilitado por causa dos abusos que sofreu durante a vida.

Phang Duan teve que suportar anos e anos de exploração e viveu em condições completamente inadequadas, mas o forte animal resistiu e terá agora o respeito que merece. Este gigante gentil foi libertado de suas correntes e finalmente terá a chance de desfrutar da liberdade.

Fonte: ANDA

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Conteúdo ANDA Treinador é filmado abusando de elefante na Tailândia

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Uma aldeia de elefante na Tailândia entrou nos holofotes depois que filmagens começaram a circular de um treinador ameaçando dar um soco num bebê elefante. A turista australiana Charley Costin estava filmando seu companheiro Dani Tawha alimentando o elefante bebê quando um jovem treinador entra em cena e levanta o punho para o animal, que se encolhe de susto. As informações são do Daily Mail.

O treinador então agarra a orelha do elefante, fazendo-a gritar de dor – o funcionário sorri, parecendo apreciar o abuso do jovem animal. A visão chocante provocou furor internacional, bem como pedidos de grupos de direitos animais para serem tomadas ações contra a Damnoen Saduak Elephant Village.

Costin, que vive na Gold Coast em Queensland, disse que seu guia turístico deixou-os no parque para uma parada não planejada. “Nós não pagamos um centavo para esta empresa, além de 100baht para comprar bananas para alimentar o belo elefante bebê,” disse ela.

O casal estava se filmando alimentando ‘Tukky’, o elefante de três anos de idade em seu pequeno recinto, quando o treinador apareceu. “O jovem invade minha filmagem, ameaçando o elefante com um soco, em seguida, pega sua orelha e o amassa, fazendo com que ele solte aquele grito doloroso e se ajoelhe.”

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“O menino então começa a puxar sua orelha e chutar seu pé, e em seguida, o acorrenta.” Costin pode então ser ouvida repreendendo o funcionário na filmagem, que acumulou quase meio milhão de visualizações no Facebook, bem como furor internacional.

“Eu estava com nojo absoluto. Eu parei de filmar e continuei a questioná-lo e dizer a este pequeno valentão insignificante para parar.” Costin disse em um post que os grupos de direitos animais estavam agora procurando tomar as medidas adequadas contra a instalação.

“Eu estou com arrepios de felicidade. A Elephant Freedom Fighters e os direitos animais tomaram medidas e este rapaz, esperamos, estará fazendo o seu caminho para um santuário, bem como o abusador será demitido!” ela escreveu na segunda-feira, dia 18.

Amigos da Asian Elephant Foundations já estariam investigando o incidente e pretendem apresentar seus resultados com a Sociedade Tailandesa de Prevenção da Crueldade contra os Animais. No entanto, mídias locais têm relatado que o treinador só foi suspenso e o proprietário da aldeia chegou a defender seu empregado, que não “acertou um soco” no elefante.

A Tailândia veio sob escrutínio no passado pelo seu tratamento de elefantes, com alguns recintos infligindo dor física ou usando de armas para bater os animais até a obediência.

*É permitida a reprodução total ou parcial desta matéria desde que citada a fonte ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais com o link. Assim você valoriza o trabalho da equipe ANDA formada por jornalistas e profissionais de diversas áreas engajados na causa animal e contribui para um mundo melhor e mais justo.

Fonte: ANDA

 

Cão ajuda elefante abandonado a sobreviver em refúgio para animais na África do Sul

A sobrevivência em cativeiro de elefantes bebés, abandonados pelas manadas, é quase impossível. Mas um refúgio para animais selvagens na África do Sul conseguiu aquilo que é considerado quase um milagre: a sobrevivência de uma cria de elefante graças à ajuda de um cão pisteiro.

Fonte: SIC Noticias (Contém um vídeo Maravilhoso)

Esta é a realidade nos circos com animais

Esta é a realidade nos circos com animais. 

Denuncia de um ex funcionário de um circo, da realidade nos circos com animais.

STOP CIRCUSES WITH ANIMALS

“No meu primeiro dia com o circo, eu testemunhei a crueldade animal. Eu vi um elefante sendo espancado no que parecia ser uma ação disciplinar. A batida foi tão grave que o elefante gritou.”

-Kelly Tansy (ex-funcionário Ringling Bros Circus)

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Por isso, quem é conivente com o Circo com animais, levando crianças ao circo, é conivente com tortura, física e psicológica. É conivente com a barbaridade que acontece, a traz da cortina.

NÃO AOS CIRCOS COM ANIMAIS!

BASTA DE CIRCOS COM ANIMAIS EM PORTUGAL E NO MUNDO!

Elefante em fuga de um circo mata homem na Alemanha

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O incidente aconteceu às 05:30 locais (04:30 em Lisboa), na cidade de Buchen, quando, por uma razão desconhecida, a vítima, que fazia o seu passeio matinal habitual, foi atacada pelo animal, que fugiu de um circo instalado nas proximidades.

Um funcionário do circo acorreu a acalmar o elefante, de nome “Baby”, e conseguiu reconduzi-lo até à sua tenda.

O animal já terá ferido, no passado, três pessoas, incluindo uma criança, segundo a organização de defesa dos animais Peta, citada pela agência noticiosa alemã DPA.

A mesma organização manifestou a intenção de apresentar queixa por homicídio involuntário.

ER // ZO

Lusa/Fim

Fonte: http://www.sapo.pt/noticias/elefante-em-fuga-de-um-circo-mata-homem-na_557c8ef281d7451e19009564

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Acontecimentos como este, têm origem no stress, na tortura, que os animais de circo são vítimas. BASTA DE CIRCOS COM ANIMAIS!

Salvar o elefante africano

Slash’s Fight to Save the Elephants

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Elefante africano ameaçado de extinção a curto prazo devido ao tráfico de marfim

 

“Dentro de cinco anos pode ser demasiado tarde para salvar este magnífico animal”, declarou Dune Ives, investigador da fundação filantrópica Vulcan. A culpa é do tráfico de marfim.

A caça ao marfim é o principal motivo para o perigo de extinção do animal

DANIEL IRUNGU/EPA

O elefante africano pode desaparecer do seu meio a curto prazo, vítima da caça furtiva para obter marfim, se não forem tomadas imediatamente medidas enérgicas, alertaram especialistas reunidos no Botsuana para tentar salvar a espécie.

“Dentro de cinco anos pode ser demasiado tarde para salvar este magnífico animal”, declarou Dune Ives, investigador da fundação filantrópica Vulcan, perante delegados de 20 organizações não-governametnais (ONG) e diversos governantes, no âmbito da apresentação dos resultados do último censo de elefantes.

“Se a tendência não se inverter, esta espécie corre risco de extinção ainda durante o nosso tempo de vida”, acrescentou, no mesmo dia em que o Parque Nacional de Garamba, no nordeste da República Democrática do Congo, anunciou que 30 elefantes foram abatidos em apenas duas semanas.

A contagem de elefantes num continente gigantesco não é uma ciência exata mas, segundo dados apresentados na conferência em Kasane, havia cerca de 470.000 indivíduos em estado selvagem em 2013, contra os 550.000 de 2006.

Com 25.000 a 30.000 animais abatidos anualmente, a mortalidade excede a taxa de natalidade da espécie, dado os elefantes terem apenas uma cria por cada gestação e esta demorar 21 meses.

Se a situação não se inverter, o elefante africano está condenado pela caça furtiva, que visa as suas presas, em marfim, especialmente com destino ao mercado chinês.

O declínio nos exemplares foi particularmente acentuado na África Oriental, designadamente no Quénia e na Tanzânia, com os mapas das “estradas de marfim” desenvolvidos pela Associação TRAFFIC – que rastreia a exportação ilegal de espécies ameaçadas de extinção – a mostrarem claramente que é pelos portos ou aeroportos do Quénia e da Tanzânia que a maior parte do marfim contrabandeado sai de África.

O “ouro branco” faz o seu trânsito pela Malásia, Vietname, Filipinas ou Hong-Kong, antes de chegar ao seu destino final, a China, e, numa parte menor, a Tailândia, países onde o marfim é trabalhado para dar origem a jóias, esculturas e outras obras de arte populares entre os asiáticos ricos.

“No fim de contas, gostemos ou não, a solução e o resultado final do problema estão inteiramente nas mãos da China”, assinalou o ministro do Turismo e da Vida Selvagem do Botsuana, Tshekedi Khama.

Em reação, um representante chinês interveio para pedir que parassem de colocar o seu país no banco dos réus, alegando que a China ajuda financeiramente os países africanos a treinar as suas equipas anti-caça furtiva, tendo aumentado a sua própria legislação para erradicar o tráfico ilegal de marfim.

Kelly Landen, representante da ONG Elefantes Sem Fronteiras, destacou que é fundamental “melhorar a coordenação entre os países e entre os vários organismos e instituições de cada país”, pois, como os elefantes não conhecem fronteiras, “movem-se de um país para outro, de uma área protegida para uma área de risco, e isso pode ser melhorado”.

Esta foi a segunda reunião sobre o assunto, um ano após uma conferência similar em Gaborone, capital do Botsuana.

 

Fonte: http://observador.pt/2015/03/23/elefante-africano-ameacado-extincao-curto-prazo-devido-ao-trafico-marfim/

Elefante reage a ataque de caçador no Zimbábue

(Foto: ECOPIC/GETTY IMAGES/ISTOCKPHOTO)

Um caçador morreu após atirar em um elefante, no Zimbábue. Ian Gibson, 55, trabalhava para a Chifuti Safaris, uma empresa que comercializa passeios destinados à caça de animais, em meio à vida selvagem, na África.

Segundo informações do jornal Daily Mail, o animal teria se assustado com a aproximação do caçador, e após o tiro reagiu num ato instintivo de salvar a própria vida.

Muitos internautas engajados na causa animal se manifestaram pelo Twitter, aproveitando para criticar a caça aos animais e declarando que, infelizmente, o caçador apenas colheu o que plantou.

Comércio de marfim: uma séria ameaça à espécie

Nos últimos tempos, devido principalmente às brechas nas leis de proteção à vida selvagem, milhares de elefantes vêm sendo mortos em virtude do comércio de marfim, mesmo com estudos alertando constantemente ser essa a atual grande ameaça à população de elefantes na África.

Nota da Redação: Ao apoiar o que gera morte, só se pode colher morte. Apenas o fato de existir uma empresa como a Chifuti Safaris, cujos funcionários são matadores de animais credenciados e cuja missão é compartilhar, celebrar e encorajar a violência, já indica que há algo muito errado no conceito que rege as leis de proteção à vida selvagem. É vergonhoso que alguém considere ganhar a vida às custas de outras vidas – impactando com isso, inclusive, todo o planeta, pois todas as vidas e sistemas estão interligados, em algum grau. Os animais nasceram para viverem livres em seus habitats. As leis são um reflexo da condição de cegueira na qual se encontra a humanidade: não tem que existir quota pra matar animais, assim como não se decretam quotas para matar seres humanos. Que leis são essas e a quem servem? Estudos já indicam que estamos bem próximos de conseguir uma extinção em massa, envolvendo todo tipo de espécies de plantas e animais, matando a diversidade e portanto qualquer chance de vida humana. Será que queremos acelerar ou reverter esse processo?

Fonte: http://www.anda.jor.br/21/04/2015/elefante-reage-ataque-cacador-zimbabue-edicao