Bruxelas proíbe exportação legal de marfim em bruto a partir de 01 de julho

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A Comissão Europeia decidiu hoje proibir as exportações de marfim antigo em bruto pela União Europeia (UE), a partir de 01 de julho, para evitar que o comércio legal alimente o tráfico, foi anunciado em Estrasburgo.

Esta decisão ajudará a evitar que o comércio legal de marfim alimente o tráfico internacional de marfim, que tem aumentado ao longo da última década.

Segundo Bruxelas, a exportação legal de artigos antigos de marfim da UE para a Ásia aumentou, desde 2012, tendo atingido um nível em que pode fomentar o aumento global da procura de marfim e servir como cobertura para o comércio ilegal.

Para resolver este problema, a Comissão adotou hoje um documento de orientação recomendando aos Estados-membros que, a partir de 1 de julho de 2017, deixem de emitir documentos de exportação para marfim em bruto.

Na prática, isso implica pôr termo à exportação de marfim em bruto, exceto no caso de espécimes para fins científicos e educativos.

Os Estados-membros devem interpretar as regras de forma estrita, ao analisarem um pedido de autorização de comércio de outros artigos de marfim, assegurando-se da origem legal dos mesmos.

“A luta contra o tráfico internacional de marfim é uma batalha que não nos podemos dar ao luxo de perder. Ao pormos termo à exportação de defesas de marfim e de outros artigos de marfim em bruto estamos a assumir as nossas responsabilidades”, salientou, em comunicado, o comissário europeu para o Ambiente, Karmenu Vella.

Bruxelas decidiu ainda conceder um novo apoio financeiro de 2,25 milhões de euros ao Secretariado da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES).

“Isso é essencial para alcançar progressos na luta contra a caça furtiva e garantir um comércio de espécies selvagens sustentável”, considerou ainda o comissário.

Fonte: DN

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Criança de 4 anos em estado muito grave após ataque de cão. Dono já foi detido

Infelizmente, agora o cão, é que vai ser o culpado.
Nenhuma raça de cão é perigosa.
Os donos, como é este o caso, é que são perigosos.
Há sujeitos que não têm temperamento para ter um cão das ditas raças “perigosas”, por serem sujeitos agressivos.
Este dono é que é o culpado.
Que seja punido pela justiça!


O cão, de raça Rotweiller, feriu ainda outras duas pessoas, com menor gravidade.

Uma criança de quatro anos foi hoje atacada em Leça do Balio, Matosinhos, por um cão de raça perigosa, tendo sido transportada para o Hospital Pedro Hispano em “estado muito grave” e “praticamente desfigurada”, informou a PSP do Porto.

De acordo com informação entretanto adiantada por fonte do hospital, a criança encontra-se “estável”.

Segundo os bombeiros de Leça do Balio, em Matosinhos, que fizeram o transporte ao hospital, a menina “não corre perigo de vida”.

A criança apresentava ferimentos no couro cabeludo, ombro e numa mão. Contrariando a informação inicialmente adiantada pela PSP, os bombeiros indicam que esta “não estava em estado grave”

Segundo fonte da PSP do Porto, o alerta foi dado pelas 10:00 depois de um grupo de pessoas ter sido atacado por um cão de raça Rotweiller na Rua Padre Manuel Bernarde, em Leça do Balio, Matosinhos.

Além da criança de quatro anos, que ficou ferida com gravidade, o cão feriu ainda outras duas pessoas, com menor gravidade. Uma das vítimas é a mãe da menina, que, segundo os bombeiros, estava ferida sem gravidade no antebraço.

De acordo com a PSP, o cão andaria na via pública sem trela e sem açaime, acompanhado do dono que, após o ataque, fugiu com o animal. Fonte oficial da autarquia informou entretanto a Lusa que o homem foi detido pela PSP ainda antes das 13:00 e o animal recolhido no canil municipal.

Segundo a mesma fonte, o animal tinha ‘chip’ e estava legalizado, mas no momento do ataque não tinha açaime.

Fonte: DN

Urso polar “mais triste do mundo” ganha nova casa

Pizza vivia fechado num aquário em Grandview, China, em péssimas condições. Um Parque de Vida Selvagem no Reino Unido ofereceu-se para o receber

Conhecido como o urso polar “mais triste do mundo” devido às condições em que vive num aquário apertado num centro comercial chinês, Pizza vai ganhar uma nova casa num parque de vida selvagem no Reino Unido.

A Animals Asia, uma associação que luta para acabar com a crueldade contra os animais no continente asiático, chegou a angariar mais de meio milhão de assinaturas para fechar o aquário onde Pizza estava fechado, em Guangzhou, no sul da China. Como forma de sensibilizar as pessoas a associação publicou várias fotografias de Pizza e o caso do urso “mais triste” correu o mundo.

Agora, o Parque de Vida Selvagem de Yorkshire fez uma oferta para retirar Pizza do aquário Grandview.

O diretor da Animals Asia, Dave Neale, disse ao The Guardian que “a boa noticia para o Grandview é que agora eles têm a chance de corrigir o seu erro. Graças à incrível oferta do Parque de Vida Selvagem de Yorkshire pode haver um final feliz.”

Segundo o jornal chinês People’s Daily, Pizza vivia num aquário muito apertado, apenas com uma piscina rasa e constantemente a ser surpreendido com visitantes a baterem no vidro para chamar a sua atenção.

No parque em Yorkshire, o urso vai viver num habitat especialmente criado para ursos polares, com uma extensa propriedade e dois lagos. “Pizza vai ter condições incríveis e fará parte de uma comunidade com outros ursos”, acrescentou a Animals Asia.

De acordo com a associação a oferta para receber Pizza obriga o Grandview a não substitui-lo por outro animal. Além disso, nenhum pagamento foi oferecido por Pizza.

Fonte: DN(Contem um vídeo)

Cecil, o leão que posava para as fotos, acabou decapitado e feito troféu

Cecil, o leão que posava para as fotos, acabou decapitado e feito troféu

Há 13 anos que Cecil era uma celebridade. Atingido por um arco e flechas, foi perseguido, ferido, durante dois dias, até ser finalmente abatido a tiro. Depois, arrancaram-lhe a pele e a cabeça.

Há 13 anos que Cecil, um leão de juba negra, era uma celebridade entre locais e participantes de safaris na região de Hwange, no Oeste do Zimbabwe. De resto, era muito provavelmente o mais conhecido leão do país. Com um temperamento descontraído, era o alvo perfeito para as objetivas das câmaras fotográficas dos turistas estrangeiros que visitavam o Parque Natural de Hwange e, por isso, um contribuinte acima da média para a economia de um dos países mais pobres do planeta.

Mas há algumas semanas um caçador por lazer tirou-lhe muito mais do que uma fotografia. Atingido por um arco e flechas, o grande leão foi perseguido, ferido, durante dois dias, até ser finalmente abatido a tiro. Depois, arrancaram-lhe a pele e a cabeça para serem guardados como troféus.

A morte de Cecil aconteceu numa caçada organizada por uma entidade autorizada: a Associação de Caçadores e Guias Profissionais do Zimbabwe (ZPHGA). Mas persistem muitas dúvidas sobre a legalidade das circunstâncias em que o animal foi sinalizado e depois perseguido e abatido.

A ZPGHA emitiu, no passado dia 14, um comunicado em que garantia que Cecil tinha sido morto “fora [do Parque Nacional de Hwange], em terra privada, num safari”. Mas esta versão dos factos não explica como o leão – que alegadamente teria uma coleira de identificação quando foi morto – foi considerado um alvo aceitável pelos caçadores.

A ZPGHA – que de acordo com alguns órgãos de comunicação social já confirmou que o caçador será um membro da associação, de nacionalidade espanhola – anunciou na altura a abertura de um inquérito: “Estamos a aguardar toda a documentação relevante para verificação”, disse. Desde então tem optado pelo silêncio.

A tese da associação de caçadores – cuja página da internet tem em título a frase: “A ética é tudo” – é que a caçada é legal, visto o animal estar fora da zona de reserva. Mas uma organização de conservação acusou os caçadores de deliberadamente terem atraído o leão – que teria um GPS para sinalizar os seus movimentos – para fora do parque, utilizando a carcaça de um animal morto. Há ainda quem afirme que naquela região, em terreno público ou privado, não estavam previstas quaisquer quotas para o abate de leões.

De acordo com estimativas não oficiais, a “caçada” de Cecil terá rendido até 50 mil euros à ZPHGA, que promove estes safaris apenas para os seus membros, que vêm de vários pontos do mundo.

Cecil – que era frequentemente avistado na companhia de outro macho, chamado Jericho – dominava sobre uma área importante do parque natural, sendo o pai de várias crias ali nascidas.

As caçadas legais aos chamados “cinco grandes” mamíferos selvagens africanos – leões, elefantes, rinocerontes, búfalos e leopardos – são uma realidade em vários países africanos, sendo reguladas por legislação e quotas definidas pelas Nações Unidas. Os seus defensores dizem que a caça controlada não põe em risco a subsistência das espécies e que muitos dos seus proveitos são canalizados para esforços de conservação. Mas além das questões éticas associadas, a debilidade económica de alguns países torna mais difícil garantir que a lei é aplicada.

 

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4700082&page=-1

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Todas as praticas para divertimento publico, e todas as praticas que são apelidadas de tradição, que maltratam, que torturam, que matam outros animais, os animais não-humanos, pelos animais-humanos, vão ser erradicadas do mundo. Nós, que lutamos contra todas essas praticas, vamos ganhar essa batalha!