A RECUSA

Há um sentimento chamado compaixão.
Este belo sentimento, não existe no coração de quem defende a Tauromaquia.
E a inexistência de compaixão no coração deles, faz com que eles se recusem a perceber, de que o Touro e o Cavalo, têm o mesmo direito ao bem-estar, à felicidade que eles. Que o touro e o cavalo, têm tal como eles, o direito de não sofrer, e de serem felizes.
E um coração sem compaixão, que não é pena, e nem piedade, mas sim, não querer que o outro sofra, e nem as causas do sofrimento, é um coração feio.
Eles não têm noção disso, mas são pessoas profundamente tristes. E são profundamente tristes, porque a compaixão, a empatia, e a bondade, são partes integrantes de um bom coração. De um coração, alegre e feliz. E estas partes, não integram o coração deles. Pois, não podem existir em corações que convivam com a maldade, com a tortura, com a crueldade, com o sofrimento e dor, de outros seres sensíveis!

Mário Amorim

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IRRADIAR AMOR

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É a ultima vez que falo disto, aqui neste meu blog.

Quem não irradiar amor, e tiver no seu coração a violência, a tortura, o sofrimento, a dor, o sangue, e aplaudir esta aberração, não irá poder estar na Nova Terra. Não haverá lugar para si na Nova Terra.
A Nova Terra, é só para quem vibra no Amor.
Convém no entanto dizer que o Amor da Nova Terra, é livre e ilimitado. Ou seja; na Nova Terra, só existirá Amor Incondicional. Não haverá outro Amor, que não o Incondicional, na Nova Gaia.
E quem não estiver inteiramente pronto, no seu coração, para vivenciar este amor, que é puro, não irá ter o oportunidade de estar na Nova Gaia.
Por tanto; a não existência de empatia dos defensores da tauromaquia, é um obstáculo decisivo para a presença deles na Nova Gaia. Não terão nela lugar.
Mas aqueles que vibram no Amor e não toleram práticas violentas contra outros seres censientes, irão poder estar presentes na Nova Gaia.
O fim da Transição de Gaia, está próximo. Pode acontecer a qualquer momento.
Quem idolatra homens e mulheres que são cruéis contra o touro e contra o cavalo. Quem bate palmas e gritas vivas e olés, a esta barbaridade. Quem é cruel para com o touro e para com o cavalo, ainda tem o seu livre arbítrio. Ou abandona totalmente esta prática. Ou abandona totalmente o mundo tauromáquico, e começa a vibrar no amor e a ter a empatia, a bondade e a compaixão no coração, enquanto ainda pode, ou irá ser retirado de Gaia, no dia do EVENTO final da Transição de Gaia!

Mário Amorim

AS PALMAS

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O que nós ouvimos numa praça de touros?
Ouvimos palmas, vivas e olés.
Palmas, vivas e olés, de indiferença, vindo da bancada, vindo de pessoas, sem bondade alguma no coração, e havidas de sangue, de crueldade, de tortura, e que por muito que o som da musica propositadamente os abafe, não sentem absolutamente nada no coração, ao ouvir o sofrimento, a dor do touro.
Que seres humanos são estes?
São seres humanos frios.
O coração deles é do mais duro ferro.
Não sentem.
Não sentem bons valores, pois o coração deles, há muito está embrutecido.
O coração deles, é por tanto vazio.
Vazio de bondade.
Vazio de empatia e de compaixão.
É um coração que se alegra com a violência.
Este coração; está por tanto, numa profunda escuridão!

Mário Amorim

OS BONS SENTIMENTOS

Os bons sentimentos, são quando nos colocamos no lugar do outro.
Se sabemos que o que queremos, vai directamente, ou indirectamente, magoar, ferir, causar dar ao outro, pomo-nos imediatamente no seu lugar e nos perguntamos se gostaríamos que ele nos fizesse o mesmo!
E é este exercício que quem defende a tauromaquia, deveria fazer.
Deveria por momentos, tentar por-se no lugar do touro e se perguntar se gostaria de passar pelo mesmo sofrimento, pela mesma dor que o touro passa numa praça de touros.
Todos nós, seres humanos, temos o direito de não sofrer, de não sentir dor.
E todos os outros seres sencientes, têm o mesmo direito de não sofrer, de não sentir dor que nós, seres humanos.
Como tal, não temos o direito de causar dor, de causar sofrimento a outro ser, humano e não-humano.
Os defensores da tauromaquia, os da arena e os da bancadas, não têm o direito de provocar dor, de provocar sofrimento, directo e indirecto, ao touro e ao cavalo!

BASTA DE TAUROMAQUIA, JÁ!

Mário Amorim

QUANDO ESTIVE NO FACEBOOK

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Quando estive no Facebook e discutia com defensores da tauromaquia, em mensagens e em mensagens privadas, havia algo que os incomodava e de que maneira. Era quando lhes pedia, para se porem por alguns minutos no lugar do touro. Depois disso, a reacção deles era imediata. Insultavam-me logo.
Mas ainda assim, no meio das discussões, três em cada dez, eram diferentes. Três em cada dez defensores da tauromaquia, percebiam o que lhes queria dizer, e de forma totalmente educada me diziam; “Mário, tu tens toda a razão. Fizeste-me olhar a tauromaquia com outros olhos. Por isso, não mais a irei defender, e passarei a lutar contra ela”.
A esmagadora maioria dos defensores da tauromaquia, não olham para a tauromaquia, com os seus próprios olhos e sim com olhos de quem os colocou nesse violento mundo. E quando alguém os faz olhar para a tauromaquia com os seus próprios olhos, muitos deles, dão-se conta que não pensavam pela sua própria cabeça. Os argumentos da esmagadora maioria dos defensores da tauromaquia, não são argumentos próprios. São argumentos que lhes foram incutidos, desde muito cedo. E em adultos, eles permanecem a não pensar pela própria cabeça, fruto da formatação mental a que foram submetidos em criança!

Mário Amorim

«VINHO, TOUROS E MULHERES»…

Um texto que escrevi em 2012.

Infelizmente está actualíssimo, o que significa que Portugal não evoluiu absolutamente nada, nesta matéria de crueldade, violência, estupidez e ignorância, que dá pelo nome de tauromaquia.

VINHO TOUROS E MULHERES.jpg
Cena do filme «Matador», de Almodovar

Por vezes deambulo pelas páginas dos tauricidas, no Facebook, para lhes “tomar o pulso”.
«tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo nacional, tal como o Fado, a Bandeira Portuguesa ou o Hino Nacional, e que se se é português, é-se aficionado, e que a tourada não pode acabar porque o Touro extinguir-se-á com ela, e quem não gosta, não vá; e que têm direito à liberdade…»
Quando me permitem, provoco-os, porque “a alma não tem segredo que a conduta não revele” Lao Tsé), e é precisamente nessa revelação que podemos conferir o carácter dos tauricidas e dos aficionados.

É que é extremamente importante conhecer a mente deles, para avaliarmos da legitimidade que dizem ter para cometer o tauricídio, e aquilatarmos da permissividade e cumplicidade dos estéreis intelectos das autoridades deste nosso País.

Quase sempre sou bloqueada nessas páginas, talvez pelo modo nu e cru como digo as coisas que os outros também dizem sob uma capa dourada e bem cozinhadas.

Ser bloqueada não é coisa que me incomode, nem pouco mais ou menos.

Contudo, desta vez, talvez por ser a página de um evento («Eu vou defender a festa», da Prótoiro), e não poder bloquear-se ninguém (não sei se é possível, o facto é que não fui bloqueada), consegui ficar ali a “picá-los”, utilizando as palavras como “bandarilhas” (a palavra é a arma com que vou para as “guerras” que travo com os homens predadores do nosso Planeta, e não são só com tauricidas, e nem só com os portugueses).

E obtive resultados magníficos, precisamente os que esperava ter.

Entretanto já havia esgrimido com os torcionários limianos, devido à minha intervenção contra a “Vaca das Cordas” (um ritual também primitivo e irracional que me chocou) os quais me atulharam de matéria-prima, para este “estudo de carácter” a que me propus.

As conclusões a que cheguei resumem-se à frase que deu título a este texto, saída da boca de um forcado (mais do que uma vez) que tem o maior orgulho de o ser, como se pegar um Touro já exaurido, mas ainda com um forte instinto de defesa, fosse a maior proeza e a suprema honra do mundo.

Descobri que «VINHO, TOUROS E MULHERES» (por esta ordem, segundo o tal forcado) é o lema dos tauricidas e aficionados, e de todos os que gostam de “divertir-se” à custa da tortura de Touros, seja em que modalidade for (há muitas variantes do arcaico ritual taurino), tendo sido utilizado várias vezes, por vários indivíduos.

Primeiro é-lhes servido o vinho, pois sem ele não teriam “coragem” de ir para uma arena enfrentar um Touro, ainda que já meio depauperado, pela tortura preliminar a que é sujeito. O que chamam a “bravura” do Touro na arena é simplesmente o instinto de defesa comum a TODOS os animais, humanos e não humanos. Podemos comparar o que se passa numa arena entre um Touro e um tauricida, com o que se passava nos circos romanos entre os homens e os leões esfomeados, ou entre dois gladiadores, onde o instinto de sobrevivência dos intervenientes humanos e não humanos era o que fazia a diferença entre viver e morrer.

Já com o vinho a correr-lhes nas veias, mais do que o sangue, lá vão eles para a arena, de fatinho justo, a marcar-lhes a formas do corpo, e collants cor-de-rosinha, demonstrar toda a selvajaria de que são capazes, mascarando aquelas caras com expressões diabólicas e grosseiras (tenho várias fotos que o demonstram), ao mesmo tempo que desvendam o verdadeiro sentido do que os leva ali: a busca de uma “virilidade” perdida.

Depois de torturarem o Touro e o Cavalo (quando o tauricídio o requer) com requintes de malvadez, deixando os animais num estado absolutamente deplorável, em extrema agonia, o que lhes acende a chama da tal “virilidade” que buscam desesperadamente, os tauricidas deixam a arena, com ares de “heróis bonifrates”, a bambolearem-se, tipo aqueles “machos” dos filmes mexicanos de má qualidade.

Saem da arena, com florzinhas nas mãos, e vão para os braços das mulheres, porque só depois do vinho e de descarregarem sobre o Touro toda a imbecilidade que lhes corrói as entranhas, conseguem o que normalmente não lhes é acessível…

Pobres mulheres, aquelas que são casadas! É a única ocasião em que podem ser mulheres…

(Atenção! Isto não sou eu que digo. São elas.) As outras, bem… lá sabem…

Afinal, qual o perfil de um tauricida e dos aficionados? 

Todos têm algo em comum: pouca ou nenhuma instrução. Mesmo aqueles que se dizem “licenciados” ou “dourorados” não demonstram qualquer tipo de saber. O que sabem é que «tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo nacional, tal como o Fado, a Bandeira Portuguesa ou o Hino Nacional, e que se se é português, é-se aficionado, e que a tourada não pode acabar porque o Touro extinguir-se-á com ela, e quem não gosta, não vá; e que têm direito à liberdade…» enfim, uma lengalenga aprendida em criança e que os seguiu até à fase adulta, sem terem questionado o que quer fosse…

Da Cultura Culta estão a anos-luz de distância.

Não têm noção alguma do que é a civilidade, a lucidez, o bom senso, e o QI deles é do nível mais baixo.

Possuem uma “coltura” tosca, pobre em pensamentos, palavras e obras. Vivem num mundo redondinho, fechadinho, que não vai além do quintalinho onde passam os dias. Os horizontes não estão ao alcance deles.

A mentalidade é extremamente rude e enlatada. Cristalizada. Naquelas cabeças não entrará mais nada. Nasceram e cresceram a ouvir que «tourada é tradição, é cultura, é arte, é um símbolo, blá blá blá blá blá…» e vão morrer com essas ideias impingidas logo à nascença.

Não sabem que o Touro é um animal como eles, porque eles também não sabem que são animais. Pensam que são outra coisa. O quê? Não conseguiram explicar.

Sabem também que o Touro nasceu para ser linchado com “honra”, numa arena, porque É DISSO QUE ELE GOSTA (o Touro). Uma conclusão bem patente nas expressões dolorosas que qualquer pessoa lúcida pode ver na fisionomia dos desventurados animais, no fim da lide, à excepção deles, que nem sequer conseguem distinguir um Touro vivo de um Touro morto.

Não conseguem fazer um raciocínio lógico, a partir do mais simples tema.

Não sabem argumentar, nem sequer conseguem alcançar o significado de determinadas palavras.

Misturam alhos com bugalhos, e andam ali às escuras e às voltinhas, sem darem com a saída.

Não são capazes de seguir um discurso que tenha mais do que meia dúzia de vocábulos.

Justificam o injustificável, com insultos, muitos deles dos mais ordinários e violentos que existem, o que não admira, pois condiz perfeitamente com a própria “coltura” deles.

Enfim, demonstram uma incultura crassa, que diz da pobreza do sistema de ensino em Portugal, que há tantos anos também combato.

Não interessa aos governantes portugueses um povo culto, ensinado, instruído, educado. Um povo que saiba raciocinar. Um povo que saiba distinguir o trigo do joio (é por isso que temos os governantes que temos).

Um povo culto é INSUBMISSO, naturalmente. O que não convém.

Um povo SUBMISSO não lhes faz frente. É mansinho. Diz que sim a tudo. E é disso que os governantes gostam.

Por isso, o nosso sistema de ensino é a POBREZA que se vê.

Por isso, a IGNORÂNCIA e o DINHEIRO são as palavras-chave de toda esta hipocrisia que anda ao redor do tauricídio, uma “tradição” degradante, envolta em rituais primitivos, cruéis e sanguinários, que colocam Portugal entre os países menos civilizados do mundo.

Lidar com esta gente não foi fácil, mas mais difícil é fazer com que os GOVERNANTES PORTUGUESES (quase todos senhores doutores e engenheiros) e a IGREJA CATÓLICA PORTUGUESA (que abençoa os tauricidas) consigam fazer um RACIOCÍNIO LÓGICO e acabem, de uma vez por todas, com algo que está alicerçado na IGNORÂNCIA e (pasmemo-nos!) também no VINHO

Isabel A. Ferreira

Posto isto, consegui chegar a muitas outras conclusões, bem patentes nos comentários que se seguiram às “bandarilhadas” que lhes mandava, na tal página do Facebook, e noutras onde consegui infiltrar-me, sem que eles se dessem conta de que estavam a ser “toureados”.

Neste “estudo” está incluída para cima de uma centena e meia de pessoas de ambos os sexos, ligadas ao tauricídio (portuguesas e espanholas), com quem tive oportunidade de “esgrimir” ao longo destes dois últimos anos.

Fonte: Arco de Almedina

***

O que a Isabel refere, também foi o que se passou comigo, todos os dias, nos anos em que estive no Facebook. E isso ajudou e muito na minha decisão de lá sair. Estava farto de toda a retórica deles. Das mentiras deles. Das justificações deles, sem provas, com dados concretos, também provados cientificamente, incluindo com publicação, numa publicação cientifica internacional.

Verdades

Violência... Dalai Lama

dalai-lama

O nosso propósito primordial na vida
é ajudar os demais.
Se não os podes ajudar,
pelo menos não lhes
causes sofrimento.

Dalai Lama

***

Estas são verdades que os defensores da tauromaquia, não metem cabeça deles, de uma vez por todas.

Eles exibem a sua violência sobre em touro, em resposta à suposta bravura do touro. E julgam que essa violência é sinal de força. Quando na verdade é sinal de desespero e de fraqueza.

Os defensores da tauromaquia, deveriam era ajudar o touro, a ser feliz, desde o seu nascimento à sua morte, longe da dor, do sofrimento, da tortura e da morte.
Mas já que não lhes querem dar essa ajuda, deveriam não lhes causar sofrimento. Deveriam não querer que eles sofram!

Mário Amorim