CRUELDADE Touros são torturados em evento bárbaro na Índia

Em um vídeo divulgado pela PETA, touros são submetidos a choques elétricos, mordidas no rabo e espetos no ânus durante a prática bárbara.

O PETA India divulgou um vídeo revoltante, resultado da investigação de corridas de touros na cidade de Tamil Nadu, na Índia. As imagens gravadas no início deste ano, revelam as crueldade contra os animais em dois eventos popularmente chamados de rekla.

 

A ONG exige que medidas sejam tomadas contra os organizadores e participantes do evento que além de ilegal, é cruel.

As filmagens feitas nos dias 21 de janeiro e 4 de fevereiro atestam as torturas ocorridas. Touros sendo eletrocutados, tendo seus ânus espetados com pontas de madeira, suas narinas violentamente puxadas e caudas mordidas e puxadas. Tudo isso com o intuito de fazê-los correr mais rápido.

Antes do inicio da corrida, os animais também não recebem nenhum tipo de tratamento básico. Sem comida, água ou proteção contra o intenso calor, são submetidos a essa prática impiedosa.

Touro caído no chão com o focinho amarrado

Apesar de crime, as práticas que torturam os touros continuam a ocorrer em todo o país.

Esse tipo de evento já havia sido proibido através da Lei de Prevenção à Crueldade contra os Animais de 2017. No entanto, as corridas ilegais são abertamente organizadas no país, incluindo uma recente realizada em 14 de maio.

A PETA também pede às autoridades que proíbam todos os eventos cruéis envolvendo animais na Índia, como o fox jallikattu. Nesse evento, as raposas, espécie protegida pela Lei de Proteção de 1972, são sequestradas em seus habitats, têm suas patas traseiras amarradas e são perseguidas por toda a aldeia.

Em 2014, a Suprema Corte da Índia proibiu esportes cruéis como jallikattu e corridas de touros em todo o país. Eles alegaram que touros não são “anatomicamente adequados” para participar de corridas.

Apesar da cidade de Tamil Nadu ter aprovado a Lei de Prevenção da Crueldade contra os Animais (Emenda de Tamil Nadu), o  fox jallikattu, e a rekla continuam sendo realizados.

O escritório da PETA na Índia – cujos relatórios de investigação de 2017 e 2018 mostram evidências fotográficas e de vídeo de crueldade em tais eventos, mesmo quando legalmente regulamentados – continua a exigir que uma proibição permanente seja instituída sobre a exploração de touros em tais eventos e entrou com uma petição no Supremo Tribunal questionando a validade constitucional da lei de Tamil Nadu.

Fonte: ANDA

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CRUELDADE Elefante bebê explorada por circo na Índia chora em cativeiro

Suman é uma elefante de apenas 6 anos que foi registrada chorando em vídeo gravado em circo na índia. Animal é explorado para entretenimento e apresentações

Acorrentada dentro de um prédio de concreto escuro em Jaipur, na Índia, Suman é uma filhote de elefante explorada em um circo, e com apenas 6 anos de idade, não pode fazer nada além de chorar.

Solitária e brutalmente treinada para apresentações nos shows do circo, a elefante bebê foi vista se contorcendo e balançando sua cabeça repetitivamente, sinais claros de incômodo psicológico consequentes do cativeiro e da exploração. O animal, em estado selvagem, estaria rodeado de natureza e de uma família amorosa para viver a vida, enquanto a filhote de elefante está sendo submetida a uma vida solitária e cruel.

Um vídeo feito por agentes disfarçados da Wildlife SOS mostra a jovem elefante se contorcendo e chorando. Uma corda grossa é presa a um de seus tornozelos para evitar que ela se mova demais.

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fwildlifesosindia%2Fvideos%2F10155621830163526%2F&show_text=0&width=560

O proprietário de Suman, um notório traficante de animais selvagens conhecido por atacar seus elefantes com machados, também é guardião de sua mãe e pai – mas a família é forçada a viver separadamente. Além de sofrer com a exploração, os animais sofrem também com a ausência de seus familiares.

“Manter Suman trancada e não permitir que ela esteja em contato corporal com sua mãe e seus familiares é um crime”, disse BK Singh, funcionário aposentado do Departamento de Florestas, em um comunicado. “O responsável não possui documentos adequados para esses elefantes. Já é hora de o Departamento de Florestas agir e resgatar Suman, que pode ser transferida para o centro de resgate de elefantes em Mathura”.

Suman é a elefante bebê que foi registrada chorando em cativeiro de circo na Índia (Foto: Wildlife SOS)
Suman é a elefante bebê que foi registrada chorando em cativeiro de circo na Índia

Vida triste de exploração

A família de Suman tem um extenso e triste histórico de exploração na Índia. Sua mãe, Chanda, tem sido constantemente criada apenas para ver seus filhos serem levados para serem vendidos na indústria do entretenimento. Ela e o pai de Suman, Bijli, são forçados a levar turistas em passeios nas ruas de Jaipur.

Desde que testemunhou a cena comovente, a Wildlife SOS lançou uma campanha para salvar Suman, que está sendo mantida em cativeiro ilegalmente, assim como seu pai e sua mãe.

Em 2015, a Wildlife SOS resgatou a irmã mais velha de Suman, Peanut, que também foi separada de sua família e obrigada a se apresentar em circos. Equipes de resgate lembram-se de tê-la visto passar dias a fio em seu cercado, balançando a cabeça, um sinal comum de aflição em elefantes cativos.

Por um futuro melhor

Peanut agora tem agora 9 anos e vive feliz entre outros elefantes que sofreram vidas de exploração para entretenimento. As equipes de resgate que planejam dar um futuro melhor para Suman estão esperançosas de que poderão reunir as duas irmãs para que elas possam passar o resto de suas vidas juntas e felizes.

“Como bebê elefante, Suman se depara com um futuro incerto”, disseram as equipes de resgate. “Ou 50 anos de abuso, espancamentos, negligência e medo – ou 50 anos de segurança, gentileza, cuidados veterinários e amor de pessoas e outros elefantes no Centro de Resgate de Animais Selvagens do SOS. Seu destino está em nossas mãos”.

 

Fonte: ANDA

DE PEQUENINO SE COMEÇA A SER CRUEL…

Criança aprende a “arte” da crueldade, sob os olhares de alienados…

Em Portugal existem antros, a que chamam “escolas” de toureio, onde crianças, a partir dos três anos de idade, aprendem a ser tauricidas, cruéis, sádicas…

Nesta imagem, uma criança humana atormenta uma criança não-humana, num acto que implica crueldade.

Quanto a esta violência o que faz a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Portugal?

Nada. Absolutamente nada, apesar de todas as denúncias.

Eu lamento e revolto-me, porque TODAS as crianças têm direito a uma infância saudável, e a estas nem sequer lhes dão infância, e muito menos saudável.

A CPCJ mostra-se incompetente naquilo que faz, logo, inútil. E, nós, portugueses, a pagar-lhes os salários!

TOUREIO CRIANÇAS.jpg
Origem da foto:

Fonte: Arco de Almedina

CRUELDADE Cães sofrem durante treinamento para rastrear caçadores de animais selvagens

A cadela Shakaria ela puxa seu adestrador até encontrar um guarda-florestal escondido que finge ser um caçador na reserva de Maasai Mara, no Quênia

Ela é apenas uma dos cães explorados em programas que visam proteger animais selvagens da caça.

Shakaria faz parte de um grupo de cinco cães treinados por especialistas americanos para se juntar a uma unidade de cães rastreadores, usados na luta contra a caça no Mara Triangle, que integra o ecossistema Maasai Mara, no Sul do Quênia.

É nesta região que mais de um milhão de gnus e dezenas de milhares de outros animais cruzam da Tanzânia para o Quênia em sua migração anual e se tornam um alvo fácil para caçadores.

Lema Langas, 30, um Maasai da comunidade local, que é diretor da unidade canina, explica que o principal desafio no parque é a caça furtiva para o comércio da carne de caça, sendo que a carne seca é exportada para a Uganda, Ruanda e outros locais mais distantes.

Ele disse que os caçadores colocam armadilhas e usam machetes para retalhar animais como gazelas, impalas, girafas e búfalos. Elefantes, leões e outras espécies também são capturadas pelas armadilhas, revela a reportagem do Daily Mail.

O Mara Triangle introduziu dois cães rastreadores no local em 2009. A unidade é composta por quatro cães rastreadores e mais dois treinados especificamente para encontrar marfim e armas nas entradas do parque.

Os filhotes são adestrados pelos ex-policiais Linda Porter e seu marido, John Lutenberg, que passaram décadas à procura de condenados foragidos nos EUA.

O casal treinou e levou os dois primeiros cães para o Quênia em 2009. Porém, um dos cachorros estava tão apavorado com todos os cheiros incomuns sua capacidade de rastreamento foi afetada.

Ainda que a caça seja uma prática covarde e abominável, obrigar cães – que deveriam viver livremente ao lado de suas famílias – a tentar combatê-la é cruel e não natural.

No final dos anos 90, o Mara Triangle, que integra um terço da reserva inteira, observou a caça desenfreada. O controle da reserva foi assumido pela Mara Conservancy, uma parceria público-privada com a comunidade local Maasai.

Além da exploração dos cães, outras tecnologias, como câmeras de imagens térmica, ajudaram a rastrear caçadores durante a noite.

Escoteiros comunitários e “espiões privados” descobriu gangues locais de caça na fronteira queniana e agora os caçadores atuam principalmente na fronteira quase invisível entre o Quênia e a Tanzânia.

Um acordo conjunto entre o Quênia e a Tanzânia permite que os guardas e os cães patrulhem no Serengeti e que qualquer caçador seja entregue às autoridades da Tanzânia. A veterinária Asuka Takita disse que quatro mil caçadores foram detidos em 18 anos.

Durante a temporada de migração, em Julho e Agosto, os guardas encontram milhares de armadilhas mortais no parque e Langas diz que 511 foram retiradas em um único dia de 2017.

A caça de marfim pode mais atenção, porém, um relatório de 2014 de uma força-tarefa nomeada pelo governo alertou que o extermínio para a carne de caça é amplamente ignorado e chegou a “níveis sem precedentes” no Quênia.

O relatório cita um caso, no qual um veículo continha seis mil quilos de carnes de caça saindo da região de Mara, a avaliada em US$ 11 mil.

“Esta prática é insustentável e pode acarretar o extermínio de muitas espécies”, afirmou o relatório.

Fonte: ANDA

 

CRUELDADE Golfinhos, esquilos e lagartos são explorados em programas de espionagem militar

No fundo das minas de urânio, havia lagartos atraindo ondas atômicas e fornecendo informações sobre o governo iraniano

Isso é o que o conselheiro militar iraniano, Hassan Firuzabadi, disse à imprensa recentemente. Seus comentários de Firuzabadi ocorreram após ser questionado sobre um grupo de ambientalistas presos desde o final de janeiro.

De acordo com o Times de Israel, uma agência de notícias iraniana local divulgou que Firuzabadi disse que lagartos e camaleões foram encontrados com o grupo. Eles supostamente foram implantados para descobrir onde o Irã desenvolvia urânio

Firuzabadi diz que a pele dos lagartos pode atrair ondas atômicas e que  a espionagem falhou.  Esta não a primeira vez em que os animais são explorados em programas espionagem.

Em 2007, 14 esquilos foram encontrados com equipamentos de espionagem no Irã. Eles tinham algum tipo de gravação ou dispositivo de rádio utilizado para espionagem.

A polícia nacional confirmou saber sobre o caso, mas não divulgou mais dados sobre a origem dos esquilos vieram ou o que ocorreu com eles. A NPR entrevistou um ex-agente da CIA e o professor de animais selvagens John Koprowski, ambos estavam céticos quanto ao treinamento dos esquilos para esse objetivo.

Em 2015, o Hamas afirmou ter encontrado um golfinho que espionava as forças israelenses. O Times of Israel informou que o animal tinha equipamentos de espionagem, incluindo câmeras e outros dispositivos.

Os detalhes do caso permanecem obscuros, mas a exploração dos golfinhos por militares ao longo dos anos é inegável.

Em 2014, quando a Rússia se apossou da Criméia e infiltrou uma unidade militar ucraniana, foram descobertos inúmeros “golfinhos de combate”. Acredita-se que os mamíferos marinhos sejam obrigados a encontrar alvos subaquáticos como minas ou a interromper a entrada de intrusos em locais restritos.

Na década de 1960, a Marinha dos EUA colocou em prática um programa semelhante. Em entrevista à National Geographic em 2014, um representante do programa de pesquisa de mamíferos marinhos da University of Hawaiidisse que os EUA não usaram golfinhos apenas como guardas, mas também para detectar minas subaquáticas. A ecolocalização de golfinhos é tão precisa que eles foram usados para substituir máquinas.

Fonte: ANDA

A CRUELDADE ESCONDIDA DA TAUROMAQUIA

(Só uma pequena parte)

(Recebido via e-mail)

Quanta imbecilidade! Quanta estupidez! Quanta cobardia! E pensar que tudo isto é permitido por uma lei parva, elaborada por parvos, e mantida por criaturas ainda mais parvas.

A tauromaquia é uma actividade onde impera a extrema crueldade contra animais indefesos.

Os cavalos sofrem física e psicologicamente. Os touros, totalmente desrespeitados, sofrem ainda mais e por um período de tempo mais alargado.

Em termos… muito gerais, e reportando-nos exclusivamente ao período que se inicia algumas horas antes do “espectáculo” em si, estes seres sencientes começam a sofrer e a ficar debilitados durante a fase de preparação para as corridas à portuguesa – seja, por exemplo, durante o transporte ganadaria-praça, em que o stress os faz perder cerca de 10% do seu peso, seja na preparação dos seus cornos.

(Vide sff http://www.youtube.com/watch?v=sKycgcoxedQ) – (Este vídeo foi retirado da circulação, tal era a crueldade visionada).

Na arena, não faltam sinais de medo, confusão, stress, exaustão, dor e muito sofrimento, sinais estes que, por desconhecimento, nem sempre são identificados.

(Vide sff http://mgranti-touradas.blogspot.com/2012/03/corridas-portuguesa-sinais-de.html e http://mgranti-touradas.blogspot.pt/2012/07/embolacao.html) – (Aqui encontram muita informação).

Já fora do alcance da vista do público, os ferros/bandarilhas são arrancados, à força, do dorso das vítimas, o que lhes provoca enormes buracos e feridas e um sofrimento-atroz marcado por ensurdecedores berros de dor. Por fim, na quase totalidade dos casos, resta-lhes aguardar um a três dias, em tremenda agonia, pelo abate em matadouro.

***

E a esmagadora maioria dos deputados da Nação, que possuem neurónios fundidos, apoia esta inacreditável crueldade.

Pergunta-se: e isto é normal?

Fonte: Arco de Almedina