A CRUELDADE ESCONDIDA DA TAUROMAQUIA

(Só uma pequena parte)

(Recebido via e-mail)

Quanta imbecilidade! Quanta estupidez! Quanta cobardia! E pensar que tudo isto é permitido por uma lei parva, elaborada por parvos, e mantida por criaturas ainda mais parvas.

A tauromaquia é uma actividade onde impera a extrema crueldade contra animais indefesos.

Os cavalos sofrem física e psicologicamente. Os touros, totalmente desrespeitados, sofrem ainda mais e por um período de tempo mais alargado.

Em termos… muito gerais, e reportando-nos exclusivamente ao período que se inicia algumas horas antes do “espectáculo” em si, estes seres sencientes começam a sofrer e a ficar debilitados durante a fase de preparação para as corridas à portuguesa – seja, por exemplo, durante o transporte ganadaria-praça, em que o stress os faz perder cerca de 10% do seu peso, seja na preparação dos seus cornos.

(Vide sff http://www.youtube.com/watch?v=sKycgcoxedQ) – (Este vídeo foi retirado da circulação, tal era a crueldade visionada).

Na arena, não faltam sinais de medo, confusão, stress, exaustão, dor e muito sofrimento, sinais estes que, por desconhecimento, nem sempre são identificados.

(Vide sff http://mgranti-touradas.blogspot.com/2012/03/corridas-portuguesa-sinais-de.html e http://mgranti-touradas.blogspot.pt/2012/07/embolacao.html) – (Aqui encontram muita informação).

Já fora do alcance da vista do público, os ferros/bandarilhas são arrancados, à força, do dorso das vítimas, o que lhes provoca enormes buracos e feridas e um sofrimento-atroz marcado por ensurdecedores berros de dor. Por fim, na quase totalidade dos casos, resta-lhes aguardar um a três dias, em tremenda agonia, pelo abate em matadouro.

***

E a esmagadora maioria dos deputados da Nação, que possuem neurónios fundidos, apoia esta inacreditável crueldade.

Pergunta-se: e isto é normal?

Fonte: Arco de Almedina

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Quem respeita o touro e o cavalo, não vai ao Campo Pequeno!

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No principal antro da crueldade, em Portugal, o Campo Pequeno, realizam-se concertos; festa do lego; festas das televisões, e outros espectáculos, para além do espectáculo bárbaro e cruel, chamado tourada.

E quem lá vai ver um desses espectáculos, não quer saber que lá acontece barbaridade, crueldade, tortura. Não quer saber que o Campo Pequeno, está impregnado de sangue e de sofrimento de seres sensíveis.

No que me diz respeito, jamais entrei no Campo Pequeno, e jamais lá entrarei.
Aliás; seja do Campo Pequeno, ou não. Não quero, se quer aproximar-me de uma praça de touros, ainda em actividade tauromáquica. Não sou e não serei, jamais, capaz disso.

Por isso; até me arrepia, só em pensar, que existem pessoas que no Campo Pequeno, aplaudem, num qualquer espectáculo de musica, ou com musica. Pois essas pessoas, ao aplaudirem, num desses espectáculos, sem pensar nisso, não estão a aplaudir o espectáculo que estão a ver. Mas sim a crueldade, a tortura, física e psicológica que lá acontece, para com o touro e o cavalo.

BASTA DE CRUELDADE, DE TORTURA, DE SOFRIMENTO, NAS PRAÇAS DE TOUROS PORTUGUESAS!
BASTA DE TOURADAS EM PORTUGAL!

Mário Amorim

 

Watch what really happens after the Running of the Bulls

Este vídeo fala por si.

“It’s cruelty, plain and simple.”

***

O animal-humano é sem duvida o pior animal que existe.
Só o animal-humano se diverte as custas da dor, do sofrimento, da tortura, da crueldade, da morte, de outros animais!

Mário Amorim

LLANTO de TORO – CRYING BULL – TAURINOS ASESINOS lo que NO quieren que veas

Há muito, muito tempo que não partilho, aqui no blog, este bárbaro, cruel e assassino vídeo.

Por estas imagens e sons, pode-se ver, o quanto as mentes de quem gosta de tauromaquia, são profundamente doentias. Pois só mentes profundamente doentias, podem gostar de uma prática selvática, psicopata, sociopata, como esta.
Só mentes profundamente doentias, apelidam tal prática de festa!

Os pró-tourada sabem o que é compaixão?

Não. Os pró-tourada não fazem ideia o que é a compaixão. Se não, não aceitariam o sofrimento de outros seres sensíveis. Pois a compaixão é não querer que outros seres sensíveis sofram e nem as causas do sofrimento.

Depois afirmam que não querem que o touro e o cavalo sofram, na praça de touros. Mas eles querem o quê. Querem fazer de nós parvos?!
— Se eles não quisessem o sofrimento do touro e do cavalo, não iriam a uma praça de touros, para ver o sofrimento físico e psicológico deles, e para aplaudirem e gritar vivas e olés a esse sofrimento. Por tanto; o que eles afirmam é hipócrita.

Os pró-tourada, são seres sem nenhuma compaixão, caso contrário, seriam contra e não a favor da tauromaquia.

Mas ao contrário deles, anti-tourada, somos seres com compaixão no coração.
Não queremos e nem aceitamos o sofrimento do touro e do cavalo, nas praças de touros.

Para terminar este curto texto, vou dizer que está mais do que na hora dos pró-tourada porem a mão na consciência, e perguntarem a eles próprios, se é certo estarem do lado da selvajaria tauromáquica. Se não deveriam era estar do lado de quem é contra a selvajaria tauromáquica. Se não deveriam estar do lado de quem luta contra a crueldade, física e psicológica, para com o touro e para com o cavalo!?

Mário Amorim

CONTEÚDO ANDA Crueldade: hipopótamos são obrigados a fazer acrobacias em circo russo

Reprodução/Reuters

Imagens dramáticas revelam três hipopótamos forçados a empilhar seus corpos em cima uns dos outros e rugir para famílias que frequentam um circo russo.

Com a sua pele reluzente e seus dentes à mostra, um dos animais mais imponentes do mundo é humilhado e reduzido a nada mais do que um mero entretenimento, relatou o Daily Mail.

Os hipopótamos são anunciados como uma atração em algumas cidades na Rússia e na Europa Oriental, e o circo em Krasnoyarsk, na Sibéria, é conhecido por explorá-los em performances cruéis.

Reprodução/Reuters

Cada hipopótamo pesa cerca de uma tonelada. Em 2014, em um “Show de Hipopótamos”, três mamíferos foram obrigados a desfilar enquanto uma música techno tocava sob luzes brilhantes.

Os treinadores também balançavam bolas infláveis na cabeça dos animais e o mesmo truque de “empilhamento” foi apresentado na ocasião.

No mesmo ano, foi relatado que o circo jogou garrafas contendo hamsters em direção ao público.

Os hipopótamos são conhecidos por serem altamente agressivos, especialmente se eles sentem que suas crianças estão sendo ameaçadas.

Porém, neste estabelecimento, os animais são abusados e tratados como meras propriedades que devem gerar lucro e servir como entretenimento para o público, e obviamente passaram por um treinamento extremamente cruel para serem dominados a esse ponto.

Fonte: ANDA

AnimaNaturalis obtiene imágenes decisivas para prohibir los toros embolados

Aunque los aficionados taurinos de Sant Jaume d’Enveja intentaron evitar que se grabara, el equipo de investigación de AnimaNaturalis obtuvo impactantes imágenes de los últimos toros embolados que se celebraron en el pueblo. AnimaNaturalis

AnimaNaturalis obtiene imágenes decisivas para prohibir los toros embolados

El equipo de investigación de AnimaNaturalis regresó este pasado fin de semana al delta del Ebre para presenciar los espectáculos taurinos en Sant Jaume d’Enveja. La misión era fiscalizar el cumplimiento del reglamento taurino en el concurso de emboladores que se celebró el sábado a la medianoche, reuniendo a los mejores representantes de esa disciplina de la región. Las imágenes obtenidas demuestran que no importa lo expertos que se sea en el arte de prender fuego a los cuernos de un toro, los errores suelen suceder y siempre quien los paga es el animal.

El segundo toro de la noche no pudo ser embolado, porque su pata quedó estrangulada con la cuerda que se utiliza para inmobilizarlo. Los aficionados trataron inmediatamente de bloquear la visibilidad de lo que ello sabían era un acto de crueldad y que causaba sufrimiento al toro. Colocados estratégicamente, trataron de impedir tanto desde la arena como desde las gradas, que pudiéramos registrar las imágenes.

La agonía del toro, amenizada al son de canciones de moda, se prolongó más de 7 minutos, aunque el tiempo reglamentario del concurso era de 30 segundos. Además, uno de los enganches al cuerno no fue bien sujetado y la bola de fuego cayó enfrente de los ojos y morro del toro.

Un grupo de espectadores subieron a las gradas donde se ubicaban el equipo de cámaras de AnimaNaturalis, e intentaron de todas formas de evitar que siguieramos grabando. Al mismo tiempo el público empezó a abuchear y exigir que se fueran de la plaza. Pero los miembros de la comisión de fiestas del Ayuntamiento lograron calmar los ánimos y evitar que se repitieran situaciones de violencia como las de Mas de Barberans.

“Lo que presenciamos no escapa de la normalidad de estos espectáculos, por eso insistimos que la ley debe ser modificada urgentemente y las prácticas con fuego y cuerdas quedar abolidas para siempre, como está sucediendo en otros lugares”, dice Aïda Gascón, directora de AnimaNaturalis en España. “No importa lo experto que se sea o el apego a la normativa que se quiera ser, la realidad es que el animal sufre y no podemos ser ciegos a eso. Los mismos aficionados lo saben, y por eso intentan impedir que consigamos estas imágenes”, agrega.

El presidente de las peñas taurinas de las terras del Ebro, Ximó Martí, hizo declaraciones de que intentaría prohibir la entrada a estos eventos a todos quienes desearan fiscalizar que el reglamento se cumpliera. Sin embargo, Martín sabe perfectamente que se trata de un espectáculo público financiado con dinero de los ayuntamientos.

“Hemos presenciado sólo una fracción de los espectáculos celebrados en la región, así que no hemos podido ser testigos de todas las infracciones”, dice Gascón. “Sólo una de las denuncias interpuestas durante el año pasado fue rechazada, lo que nos indica que los abusos son comunes y que estamos haciendo un trabajo que le correspondería a las autoridades que siguen permitiendo este tipo de celebraciones”, insiste.

El tercer toro tampoco pudo ser embolado porque también se enredó con la cuerda. El forcejeo para someterlo duró más de 6 minutos, aunque finalmente optaron por cortar la cortar la cuerda y dejarlo ir. A pesar del trato brutal recibido, se siguió usando al toro para el espectáculo, incluso incitándolo a saltar los obstáculos, sufriendo aparatosas caídas en varias ocasiones.

Fonte: ANIMANATURALIS