A IRRESPONSABILIDADE; A MALDADE E A MONSTRUOSIDADE, EM PORTUGAL!

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E fora de Portugal:

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Esta imagem vale por mil palavras!

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A irresponsabilidade; a maldade; a monstruosidade dos país para com os seus filhos, em Portugal e nos restantes 7 países, é evidente.

Eles não querem saber minimamente, do quão é nefasto para os seus filhos, estarem numa praça de touros, a ver um outro ser senciente a sofrer, a ser selvaticamente atacado, a ser criminosamente brutalizado.
E esta realidade, acontece, com a permissão da protecção das crianças. Ela, com esta atitude, também não quer saber do bem-estar das crianças. Com esta atitude, a protecção das crianças, é conivente com os efeitos terríveis nas crianças que esta realidade tem!

Mário Amorim

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O ATRASO MENTAL QUE DESTRÓI INFÂNCIAS QUE MERECIAM MELHOR SORTE

Como este artigo tem um vídeo do facebook, o qual não posso ver, vou apenas colocar o link: https://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/o-atraso-mental-que-destroi-infancias-803581

 

O CANCRO CHAMADO TAUROMAQUIA

 

A tauromaquia, é um prática que me repulsa cada vez mais. É um cancro que atenta contra os direitos de animais não-humanos e de animais-humanos.
Os animais não-humanos e os animais não-humanos, são vítimas de tortura, física e psicológica. Os touros, que os Psicopatas Tauromáquicos dizem amar, é vilmente vítima de selvajaria, física e psicológica. E já agora, deixo uma pergunta no ar. Aquele marido que bate na mulher, e que diz que a ama. Será que a ama? – Amor não é violência. Amor é querer bem. É querer o bem-estar e a felicidade de quem se ama. Amor trata com carinho, com ternura, e com respeito. Se os Psicopatas Tauromáquicos amassem o touro, quereriam o melhor para ele. E o melhor para ele, é viver em paz e sossego e em total liberdade, no campo, na natureza, desde o seu nascimento até à sua morte. Depois há as crianças e os jovens. As crianças são mandadas para as mãos de carrascos, que as vão ensinar a serem monstros, como eles. Vão aprender a desrespeitar totalmente o touro. E em jovens, pelas mãos dos seus carrascos, já são Psicopatas. E vão-se tornando cada vez mais psicopatas. A Psicopatia, vai, cada vez mais formar o seu ser, quando deveriam ser jovens de bom coração, e não os jovens que foram ensinados para se tornarem Psicopatas Tauromáquicos.
E isto acontece com o beneplácito da Assembleia da Republica.
A Assembleia da Republica, nada faz para abolir esta prática psicopata. E ao fazê-lo sujam as mãos de dor, de sofrimento e de morte. 

É uma vergonha para Portugal, ser um dos poucos países que tem a abjecta prática, chamada tauromaquia!

E no que me diz respeito, irei continuar a lutar, pela ABOLIÇÃO da tauromaquia, de Portugal!

Mário Amorim

Ao cuidado da SIC, das outras televisões portuguesas, de pais de crianças, psicólogos, professores e educadores!

Começo este texto, com a seguinte pergunta; quando é que as nossas televisões vão debater seriamente as crianças de hoje?

Ontem à noite deu na SIC um debate, sobre o Supernanny.
E na minha opinião, não foi um debate sério.
Foi uma desilusão.
Foi frustrante.

Não se pode debater seriamente as crianças de hoje, seja em que televisão for, sem se falar nas crianças Índigo; Cristal; Diamante, e outros grupos de crianças diferentes, que estão e que vão nascer na terra, cada vez mais e mais.

Nos Estados Unidos, e no Brasil, por exemplo, estas crianças são debatidas nas televisões. Nestes dois países, não há tabu em falar destas crianças nas televisões. Mas cá em Portugal não é assim, como ontem à noite na SIC foi absolutamente evidente.

Já de seguida, vou transcrever para este artigo aqui no meu blog, um artigo.
Mas antes de o fazer, quero pedir aos Pais de crianças, Psicólogos, Professores, Educadores, que o leiam com toda a atenção.

Mário Amorim


as CRIANÇAS INDIGO E CRISTAL

 

Fala-se cada vez mais hoje em dia de um certo tipo de crianças denominadas “Indigo”, termo aplicado pela primeira vez por Nancy Ann Tappe, uma parapsicólopa americana que, dotada de visão mediúnica, observava que a aura dessas crianças é predominantemente de cor azul. Não sei até que ponto é possivel comprovar esta sua observação, mas penso que através da câmara Kirliam se pode tirar alguma conclusão, embora as variações de tonalidades das aura humanas  sejam conforme o estado da alma dos indivíduos e das emoções de cada momento.

A verdade, porém, é que a experiência de Nancy Tappe (em 1970) interessou aos pesquisadores norte-americanos que se debroçaram sobre o assunto, atribuindo depois uma tipologia aos  “índigo” que hoje servem para orientar pais, professores ou educadores.

Efectivamente, o fenômeno índigo vem sendo reconhecido mundialmente como uma das grandes mudanças na natureza humana que renovará  os velhos sistemas ou perfis da humanidade actual. O termo índigo descreve o padrão de comportamento que existe em mais de 95% das crianças nascidas nos últimos 10 anos… “Esse fenômeno está acontecendo globalmente e os índigos vão acabar por substituir todas as outras cores. Como são crianças pequenas, os índigos são fáceis de se reconhecer pelos olhos incomumente grandes e claros. Extremamente brilhantes e precoces, com uma memória surpreendente e um forte desejo de viver por instinto, essas crianças do próximo milénio são almas sensíveis e privilegiadas, com uma consciência evoluída, que vieram para ajudar a mudar as vibrações de nossas vidas e criar uma única terra, um único globo e uma única espécie. São nossa ponte para o futuro”, diz Nancy Tappe.

Existem pois inúmeros livros que falam destas crianças com determinadas características que normalmente podem parecer anti-sociais, muito rebeldes ou hiperactivas, que a maioria dos pais não está preparada para lidar com estes filhos e pode até os prejudicar. De resto, não se confunda também temperamento agressivo ou superexcitado pelo modo errado de alimentação que as crianças fazem hoje em dia e que influi no seu comportamento e personalidade. Muita carne, sal e doçarias, por exemplo, torna as crianças excessivamente irrequietas ou violenta nas escolas ou infantários, sem que os pais ou educadores saibam o que devem fazer. É preciso analisar bem esta questão e não confundir as coisas para se tirar uma verdadeira conclusão.

Uma das teses sobre as crianças “indigo” parece ser a de que muitas sendo diagnosticadas apresentam transtorno do ‘déficit’ de atenção (TDA) ou TDAH (transtorno do déficit de atenção com hiperactividade) e então inicia-se um tratamento médico, como se de doença se tratasse, utilizando-se muitas vezes a Ritalina(um medicamento que pode atrasar o próprio crescimento das crianças – tal como refere um artigo  do mês de Agosto de 2007 no Jornal de Psiquiatria da Academia Americana da Criança e do Adolescente),, em vez de aconselhar um treinamento e orientações especiais.

Existem, pois, vários tipos de Índigos, mas os padrões de comportamento mais comuns, são os seguintes:

  • sentimento de realeza e frequentemente agem dessa forma.
    • sentimento de rejeição ou de inconformismo pelo que é ‘normal’ ou ‘habitual’
    • dificuldade de relacionamento com crianças que não tenham o mesmo nível de consciência.
    • dificuldade de adaptação a sistemas ritualizados que não necessitam de pensamento criativo.
    • encontram sempre uma melhor maneira de fazer as coisas, tanto em casa como na escola, fechando-se no seu mundo quando não são compreendidas ou respeitadas pelos adultos.
    • não respondem à pressão por culpa ou por ameaças do tipo: “Espera, quando teu pai chegar ele vai ver as asneiras que fizeste” ou “se não te portares bem logo não vês o teu programa preferido”.
    • não são tímidas, fazem questão de explicar bem tudo o que pretendem ou precisam do adulto.

Por fim, A Drª Doreen Virtue, doutorada em psicologia, descobriu uma geração nova, ainda mais evoluída, que estaria surgindo mais recentemente: as crianças cristal. Estas quando nascem são geralmente bébés grandes e frequentemente têm cabeças um pouco desenvolvidas ou desproporcionais para seus corpos, possuindo olhos grandes e penetrantes fitando as pessoas por longos períodos. Parece pretenderem fazer uma leitura da alma do adulto ao olhá-lo desse modo e normalmente ficam muito contentes se o adulto fizer a mesma coisa. É a sua maneira ‘cristal’ de comunicar, olhando mais para a alma do outro com quem se vai relacionar.

As auras destas crianças são geralmente claras como o cristal, mas também podem ter tons de dourado, azul-índigo ou púrpura. Parece serem dotadas também de capacidades psíquicas, desde mover objectos mentalmente (telequinesia) até ler livros sem abrí-los e ainda têm uma grande habilidade de comunicar-se telepaticamente, sendo por isso que às vezes não falam até que tenham 4 ou 5 anos de idade.

Tudo isto dizem os autores que escrevem sobre esta nova geração de crianças que estão encarnando na Terra desde o ano 2000, enquanto as ‘indigo’ vêm nascendo desde 1970.

Umas e outras, terão sempre grande dificuldade em enquadrar-se nos velhos padrões de educação da Sociedade onde vivemos, pois segundo se crê trazem já consigo caracteristicas próprias no seu ser que carrega muita sabedoria espiritual, sendo a nova geração do futuro, numa Nova Era Universal.

Fonte: Nova era-alvorecer

 

 

 

 

 

 

 

QUE EM 2018 A PROIBIÇÃO TOTAL DO ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS NA TAUROMAQUIA EM PORTUGAL, SEJA DECRETADA!

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Que em 2018, quem pode decretar, perceba, de uma vez por todas, que o envolvimento de crianças na tauromaquia, prejudica-as gravemente. Torna as crianças pequenos monstros. Torna as crianças psicopatas, tanto as crianças que participam, na arena de uma praça, como as que assistem.

Quem 2018 signifique a abolição total do envolvimento de crianças na tauromaquia, em Portugal!

Mário Amorim

ALGO QUE OS FILHOS DOS TAURICIDAS DEVIAM APRENDER NUM CONSERVATÓRIO PARA SEREM HOMENS A SÉRIO

Os filhos dos tauricidas, aprendem dos pais, a arte da Psicopatia, da Sociopatia, da tauromaquia.

Se os pais deles, fossem pessoas minimamente conscientes, dos males mentais que aprender a arte da psicopatia, sociopatia da tauromaquia, provoca aos seus filhos, jamais permitiriam tal monstruosidade par eles.
Mas estes pais, já têm a mente tão danificada, que não lhes permite perceber isto!

O lugar dos filhos dos tauricidas, não são as praças de touros, onde são educados, a se tornarem monstros, criminosos, assassinos, psicopatas, sociopatas. O lugar deles, é o teatro, os conservatórios de musica, o desporto!

Mário Amorim


Em vez de andarem em antros de toureio a aprender a ser monstrinhos… e a atacar com fúria desumana indefesos bezerros

Senhores Governantes, Ministro da Cultura, promovam e apoiem as Escolas de Música, ao invés de subsidiarem “escolas” de toureio, mais antros do que escolas, que transformam as crianças em carrascos, sádicos e cobardes.

As crianças, filhas dos aficionados de selvajaria tauromáquica, merecem melhor sorte do que aquela que o Estado Português lhes proporciona.

Fonte: Arco de Almedina

Autoridades investigam participação de duas crianças em tourada em Elvas

A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e a Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC) estão a investigar a participação de duas crianças, de nove e 10 anos, num espetáculo tauromáquico realizado em Elvas, no Alentejo.

A denúncia foi feita pela plataforma Basta, que defende a abolição das touradas, referindo, em comunicado, que as duas crianças “participaram num espetáculo tauromáquico ilegal (não licenciado pela IGAC)”, organizado em Vila Boim, no concelho de Elvas, distrito de Portalegre, pela Associação de Romeiros de Vila Boim com a designação “Fiesta do Toureio 2017” no dia 14 deste mês.

Contactada hoje pela agência Lusa, a ACT confirmou que está a “averiguar a situação”, com vista à “adoção dos procedimentos legais”, no âmbito das respetivas competências.

A IGAC também recebeu a queixa e adiantou à Lusa que está a fazer uma “avaliação de todos os elementos” que lhes estão associados.

No comunicado enviado à Lusa, a Plataforma Nacional para a Abolição das Touradas, que junta, sobretudo, organizações de defesa dos animais, relata que a iniciativa, realizada numa praça de touros portátil, “envolveu a participação de crianças lidando animais de raça brava”, uma delas filha de um cavaleiro tauromáquico e outra de um bandarilheiro.

Contactados pela Lusa, os pais dos dois menores e o responsável do evento taurino, Luís Fernando Carvalho, escusaram-se a comentar o caso.

“Esta situação constitui uma clara violação do Código do Trabalho, pelo que foi denunciada às autoridades competentes que agora estão a investigar o caso”, escreve a plataforma Basta, salientando que, “segundo a lei, a participação de crianças em espetáculos que envolvam contacto com animal, substância ou atividade perigosa, constitui uma contraordenação muito grave imputável à entidade promotora”.

A plataforma Basta adianta que também denunciou o caso à Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, “aguardando uma intervenção firme das autoridades na punição dos responsáveis”.

A mesma organização, através da campanha “Infância sem violência”, promete também fazer chegar ao Comité dos Direitos da Criança da ONU “um relatório com todos os casos de violação da lei” para a próxima avaliação da Convenção de Direitos Humanos, que irá decorrer em Genebra em 2019.

“Até lá, espera-se que o Estado português adote medidas legislativas e de sensibilização para este grave problema, e atue na punição dos responsáveis”, lê-se no mesmo comunicado.

Fonte: SAPO24