EM PORTUGAL HÁ DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS NA AVALIAÇÃO DOS RISCOS QUE CORREM AS CRIANÇAS NAS MÃOS DOS PROGENITORES

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A propósito de um texto que publiquei, e que pode ser recordado aqui

http://arcodealmedina.blogs.sapo.pt/a-tourada-e-cultura-a-cultura-da-696884

no qual Hélder Milheiro, que preside à federação portuguesa de tauromaquia, diz que numa escola de toureio «o que se aprende é a coreografia (afinal sempre há uma coreografia para as bailarinas de collants cor-de-rosa). Treina-se com a tourinha (uma espécie de carrinho de mão que faz as vezes do animal) e nem se vê nada parecido com um toiro até aos 14 anos, que é quando se começa a treinar com bezerros. E há sempre enorme preocupação com a segurança: para alguém com menos de 18 anos entrar num espectáculo é preciso a validação da Comissão de Protecção de Menores; os pesos do animal e do toureiro são fiscalizados, está tudo regulado ao pormenor», um jurista meu amigo, referiu o seguinte:

«Acho muita graça dizerem que pedem o “visto prévio” da CPCJ (Comissão de Protecção de Crianças e Jovens) para as criancinhas actuarem em tais pseudo-espectáculos… Pois então das duas, uma: ou a CPCJ é duplamente motivo de censura (porque dá assentimento a práticas que, no mínimo, fariam qualquer pai ou mãe ficar sem os seus filhos, por exposição gratuita ao risco de vida, o que nos termos do Código Penal é crime; e porque perde o seus preciosíssimos tempo e recursos a avaliar práticas que logo deveriam ser comunicadas ao MP e Tribunais – isto se estivéssemos num País decente…), ou o dito cujo inventou semelhante desculpa para camuflar um comportamento mais que condenável!…

Em todo o caso, descartada a estupidez dos intervenientes, impunha-se um esclarecimento público da respectiva Comissão sobre o assunto…».

Devo referir que várias vezes denunciei à CPCJ casos flagrantes de incumprimento da lei, no que diz respeito à exposição de crianças de tenra idade a estas práticas violentas e cruéis, e numa dessas vezes até fui parar a tribunal, como arguida num processo.

Os outros é que levam as crianças para as arenas e ensinam-lhes a “arte suprema” de torturar bezerrinhos, e eu, que denuncio tal crime, é que sou levada a tribunal.

Isto só acontece num país que ainda brinca à justiçazinha.

A análise que este meu amigo jurista fez está correctíssima. Na verdade, e uma vergonha que a CPCJ dê (como dá) pareceres favoráveis a este crime de exposição de crianças em espectáculos violentos, como são as touradas, permitindo que menores assistam à tortura de touros, ainda que ao colo das progenitoras, que se fossem MÃES não as levariam para um tal lugar; e também dão permissão para que aprendam a torturar bezerros, pois se não permitissem as escolas estariam encerradas. E não estão.

A CPCJ terá dois pesos e duas medidas? aliás como quase todas as “autoridades” portuguesas?

É que em Portugal todas as crianças são iguais, mas umas são mais iguais do que outras, e os filhos dos aficionados de selvajaria tauromáquica estão fora dessa “igualdade“. É como os Touros e os Cavalos, que nas leis portuguesas não são considerados animais, por isso, podem ser torturados barbaramente até à morte.

E as crianças, filhas dos aficionados, também não são consideradas crianças, em Portugal. Se fossem seriam protegidas.

Sabemos que a ONU alertou Portugal para os riscos das escolas de toureio para crianças, e considerou que as crianças em touradas são «uma das piores formas de trabalho infantil», e o Comité dos Direitos das Crianças das Nações Unidas, com vista à eventual proibição da participação de crianças em touradas, até já recomendou a Portugal que «adoptasse as medidas legislativas e administrativas necessárias com o objectivo de proteger todas as crianças que participam em treinos e actuações de tauromaquia, assim como na qualidade de espectadores». E, entre outras observações, acrescentou: «O Comité, insta também o Estado Português para que adopte medidas de sensibilização sobre a violência física e mental, associada à tauromaquia e ao seu impacto nas crianças».

Mas tudo isto deveria ser tão-só recomendado pelo bom senso, pela racionalidade e pela sensibilidade (se os houvesse) dos progenitores, em primeiro lugar, e dos políticos e dos organismos que têm a seu cargo a função de defender as crianças dos predadores (incluindo dos próprios progenitores), em segundo lugar.

Mas neste mundinho da crueldade e violência tauromáquicas quem manda é o um rei chamado Vil Metal, ao qual todos prestam muiiiita vassalagem.

No portal da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens, podemos ler o seguinte:

Conceito de criança

O artigo 1.º da Convenção sobre os Direitos da Criança define criança como todo o ser humano até à idade de 18 anos, salvo se atingir a maioridade mais cedo, de acordo com a legislação de cada país.

Esta noção coincide com a lei portuguesa, já que considera ser menor quem não tiver completado 18 anos de idade (artigo 122.º do Código Civil).

Ao atingir a maioridade o jovem adquire plena capacidade de exercício de direitos e fica habilitado a reger a sua vida e a dispor dos seus bens (artigo 130.º do Código Civil).

Depois temos o Conceito de Risco/Perigo

Entre outros (que para aqui não interessam) estão:

– Sofrer maus tratos físicos ou psíquicos;

– Ser obrigada a actividades ou trabalhos excessivos /inadequados à sua idade, dignidade e situação pessoal ou prejudiciais à sua formação ou desenvolvimento;

Estar sujeita, de forma directa ou indirecta, a comportamentos que afectam gravemente a sua saúde, segurança, formação, educação ou desenvolvimento sem que os pais, o representante legal ou quem tenha a guarda de facto se lhe oponham de modo adequado a remover essa situação.

Isto é o que se lê nesse portal, mas não é o que se pratica, pois os filhos dos aficionados até aos 18 anos, são obrigados a frequentar escolas de toureio, e a aprender a “arte” de torturar bezerros, e são também obrigados a ir às arenas, assistir à tortura.

Dizem os adultos: «A nós, não nos fez mal nenhum

Mal sabem eles que esse mal é a insensibilidade com que hoje assistem à tortura de um animal, e a aplaudem com muiiiiito prazer. Numa palavra: esse mal chama-se SADISMO, que faz parte de uma psicopatologia grave, e ataca desde o analfabeto, até aos mais letrados professores catedráticos, presidentes, ministros, juízes, doutores, deputados, etc…

Sabemos que Portugal tem doze escolas onde crianças, dos 3 aos 18 anos recebem aulas teóricas e práticas com gado vivo, pondo em risco a sua integridade física e mental, e, deste modo, aprendem a tourear, ou seja, a torturar bezerros, nalguns casos também a matar touros, e como em Portugal não é permitido matar touros, excepto nas primitivas localidades de Barrancos (legalmente) e de Monsaraz (ilegalmente), as crianças portuguesas vão matá-los para Espanha, e há quem diga que em PRIVADO, em Portugal, também se mata muitos touros, para divertir os sádicos.

Concluindo:

A ONU (que bem poderia recomendar a abolição desta prática selvática, porque também perturba mentalmente os adultos que a praticam, aplaudem e apoiam) recomendou que Portugal poupe as crianças desta selvajaria.

Porém, em Portugal, os nossos políticos não sabem interpretar as recomendações da ONU, e nem sequer os psicólogos, nem os pedopsiquiatras saem a público para defender estas pobres crianças, destes maus tratos psicológicos e deste abandono às “feras” a que estão votadas.

Já vi retirarem crianças a pais com problemas económicos. E em vez de resolverem os problemas económicos dos pais, retiram-lhes as crianças… para mostrarem serviço?

No que respeita à selvajaria tauromáquica, as crianças vivem com progenitores portadores de graves deformações mentais, os quais as obrigam a aprender a crueldade, violando deste modo um dos mais sagrados direitos das crianças: o de viverem uma vida mentalmente e fisicamente saudável.

Contudo, estas crianças, “aficionadas à força”, estão abandonadas a um destino cruel, sem que ninguém lhes valha.

Por isso aqui deixo um repto público à CPCJ: porquê estas crianças são menos crianças do que todas as outras?

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

 

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DENÚNCIA À COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS (CPCJ): MUNICÍPIO DE CORUCHE PROMOVE LARGADA DE BEZERRAS PARA CRIANÇAS…

… com o nítido objectivo de “fabricar” aficionados de tortura animal, que nem, no futuro, estudos superiores poderão recuperar para a racionalidade…

Além de ser uma violência psicológica e uma crueldade para com estas desventuradas bezerrinhas, animais sencientes como os cães e os gatos, é uma violência e uma crueldade também para com as crianças de Coruche, que crescerão mentalmente deformadas.

Nenhum país evoluído trata deste modo desnaturado, as suas crianças…

Enviado para: cnpcjr@seg-social.pt

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A este propósito sugiro a leitura deste texto muito elucidativo:

Da Violência nas Touradas à Educação Violenta: uma perspectiva psicológica

http://vitorrodriguespsicologo.weebly.com/uploads/3/5/9/1/3591670/touradas-psi.pdf

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 Origem das fotos: Câmara Municipal de Coruche

(como se isto fosse algo muito cultural e educativo para crianças…)

https://www.facebook.com/municipiocoruche/photos/ms.c.eJxlj8kNwAAIwzaqSLj3X6xSP5XC18IGYMhEBAjG1NaDn8BcCFNJrlqdSuaUVy1aSJlnF33UCupMHdKtZKid1Zvd9HfHKuFXfgHt6EC6.bps.a.10155144120553696.1073742350.403666138695/10155144121848696/?type=3&theater

Fonte: Arco de Almedina

Maltratar crianças…

Estas crianças estão em risco

Maltratar crianças, tal como acontece na tauromaquia, é prejudica-las de maneira irreversível, neurologicamente. É enviar as crianças, para o precipício, em termos psiquiátricos.

Maltratar crianças, tal como acontece na tauromaquia, é educar e ensinar crianças, rumo a serem, mais tarde, adultos muito problemáticos, a serem adultos violentos, também para com outros seres humanos.

Maltratar crianças, tal como acontece na tauromaquia, é com o passar dos anos, torna-las em adultos psicopatas.

Cabe aos progenitores das crianças colocarem o bem-estar neurológico delas em primeiro lugar. Cabe aos progenitores das crianças, protegerem-nas e não permitir que elas sejam mentalmente destruídas, no ensino da tauromaquia.

Cabe também ás instituições que têm como função principal proteger as crianças, proibir que crianças sejam abusadas, no mundo da tauromaquia, concretamente nas escolas de ensino, e também nas bancadas das praças de touros, a assistir a um espetáculo cruel e bárbaro!

Mário Amorim

BASTA de atentado contra o bem-estar de crianças!

Estas crianças estão em risco

Olhem bem para esta imagem.
São duas crianças. São duas crianças de tenra idade.

Esta é uma realidade criminosa. É uma realidade criminosa, porque atenta contra o bem-estar mental de crianças.

Dois dos parágrafos do fantástico artigo publicado ontem pela ANDA, dizem o seguinte:
“Aproximadamente, metade dos indivíduos antissociais incorrem em condutas sádicas e se o fazem antes dos 10 anos de idade, o prognóstico é pior, observa Montañés. Que o menor passe de um ato isolado de violência contra um animal a cometer outros crimes ¨é uma escalada¨, acrescenta o especialista. ¨Se repete o ato, vai aumentando o tamanho do animal; se há diversão, desfrute… as possibilidades são maiores¨.

Frank Ascione, do Departamento de Psicologia da Universidade de Utah (Estados Unidos) e reconhecido especialista, escreveu no Boletim de Justiça Juvenil em 2001: ¨O abuso de animais e a violência interpessoal compartilham características: ambos tipos de vítimas são criaturas vivas, têm capacidade para experimentar a dor e poderiam morrer em consequência das lesões infligidas ¨.” – O artigo completo pode ser lido aqui: https://blogcontraatauromaquia.wordpress.com/2015/08/26/e-cada-vez-mais-evidente/

Os dados apresentados ontem pela ANDA, são dados que vêm em consonância com os dados do FBI, que desde a década de 70 do Século passado, classifica quem maltrata animais não-humanos, como Psicopatas, como Sociopatas.

Portanto, ao serem ensinadas crianças, a maltratar animais não-humanos, está-se a prejudicar gravemente essas crianças.

Essas crianças, a não ser que sejam logo travadas da prática que estão a ser ensinadas, nunca mais serão pessoas saudáveis. Serão pessoas cada vez mais insensíveis. E com o passar dos anos, tornar-se-ão pessoas cada vez mais problemáticas. A Psicopatia que lhes foi sendo ensinada, terá repercussões no seu relacionamento com outros animais-humanos, pois, também segundo a ciência, quem maltrata animais não-humanos, maltratará também, outros animais-humanos.

É urgente travar os Psicopatas que nas escolas de tauromaquia, ensinam crianças a tornarem-se tal como eles, Psicopatas.
É urgente proteger essas crianças do perigo que correm, nas mãos desses Monstros.

BASTA DE TAUROMAQUIA EM PORTUGAL E NO RESTO DO MUNDO!

Mário Amorim

(ಠ_ಠ) Imagem que mostra bem a ignomínia, a monstruosidade do mundo tauromáquico!

Crianças educadas para a violência, para a barbárie!

O mundo tauromáquico impunemente corroí psicologicamente as crianças, como esta imagem documenta.

O mundo tauromáquico, impunemente destrói psicologicamente crianças. E o legislador, não toma nenhuma atitude, para preservar o bem-estar e os direitos destas crianças.

Mais. A ONU, instou o governo português a por fim ás crianças na tauromaquia, quer a assistir quer a participar. Mas o governo português, nada fez.

O legislador assiste crianças a serem educadas para a violência, para a barbárie, e assobia para o lado, como se não fosse nada consigo. É uma vergonha.

Tratam-se de crianças.

As crianças têm de ser protegidas. Têm de ser protegidas das mãos de Monstros, de Psicopatas, que vilmente as educam, para se tornarem pessoas violentas, tal como quem as educou!

Mário Amorim

MENORES DE IDADE E TAUROMAQUIA: OBSERVAÇÕES E TEXTOS DE ESPECIALISTAS

(Só em Portugal, atirar as crianças para a violência tauromáquica, não é crime) 

Por que será?

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O CoPPA é um colectivo de profissionais e especialistas na área de psicologia, psiquiatria, sociologia, pedagogia e no domínio dos direitos humanos, com o objectivo de favorecer a defesa e protecção das comunidades, grupos e indivíduos especialmente vulneráveis ​​na América Latina.

Documento criado pelo CoPPA, o qual contém observações, textos de especialistas e exemplos de medidas legislativas em prol da protecção da infância frente aos riscos de expor menores de idade à violência tauromáquica.

Extracto:

O conhecimento científico sobre os riscos de expor crianças ao maltrato animal e a crescente consciência social da necessidade de proteger o menor de idade da violência contra animais, especialmente aquela que é cometida ou aplaudida diante das crianças pelos adultos da referência delas, fez com que, na última década, muitos governos tivessem dado passos importantes para adoptar ou reforçar medidas legislativas para a protecção das crianças frente à violência contra os animais que ocorre em determinados espectáculos.

Algumas destas medidas em prol da protecção da infância e da adolescência incluem:

Considerar como maltrato infantil, delito grave ou criminoso o maltrato animal cometido em presença de crianças:

Em reconhecimento do dano causado a crianças expostas ao maltrato animal, a legislação federal dos EUA estabeleceu que levar um menor de idade a eventos onde se verifiquem lutas de animais, como lutas de cães, rinhas de galos, é um factor agravante que leva a penas mais severas.

Paralelamente, a legislação dos Estados de Idaho e Illinois considera maltrato infantil torturar animais (incluindo o maltrato em rituais) diante de um menor de idade.

No mesmo sentido, no Canadá, incorrer em actos de abuso sexual de um animal diante de um menor, ou incitar uma criança a participar em actos de bestialidade, é considerado maltrato infantil e pode ser punível até dez anos de prisão.

Também em Porto Rico e em alguns estados como a Flórida e Oregon incorrer no maltrato ou abuso sexual de um animal na presença de um menor é considerado um delito grave ou agravante criminal.

Mais recentemente, em 2015 a comissão de Justiça da Espanha aprovou aumentar as penas para crimes de maltrato animal quando os factos se cometem diante de um menor.

Proteger o menor de idade da violência dos espectáculos de maltrato animal com medidas que limitem a sua exposição aos ditos eventos:

Na América Latina uma maior compreensão dos riscos de expor menores à violência aplaudida da tauromaquia suscitou diversas medidas. Assim, por exemplo, o Conselho Nacional da Infância e Adolescência do Equador emitiu um regulamento para o país através do qual proibiu a entrada de menores de 16 anos a espectáculos de violência extrema e maltrato de animais, incluindo a corrida de touros.

Do mesmo modo, em três Estados da Venezuela o Tribunal de Crianças e Adolescentes determinou a proibição do ingresso de menores de 18 anos às corridas de touros e, seguindo a recomendação emitida pelo Provedor de Justiça, os outros dois estados venezuelanos, que ainda permitem as corridas de touros também mantém a proibição da entrada de crianças e adolescentes nestes eventos.

Mais recentemente, no México, o município de León modificou a sua normativa sobre espectáculos públicos, proibindo a entrada de crianças menores de 14 anos às corridas de touros e espectáculos onde se fira voluntariamente animais.

A Convenção Sobre os Direitos da Criança

Organismos internacionais dedicados a controlar a aplicação da Convenção Sobre os Direitos da Criança e o cumprimento de outros tratados internacionais de Direitos Humanos, afirmaram que a presença ou participação de crianças em eventos tauromáquicos viola os direitos de crianças e adolescentes.

A Organização das Nações Unidas (ONU), através do Comité dos Direitos da Criança, órgão composto por 18 especialistas de vários países pronunciaram-se explicitamente contra a que crianças e adolescentes participem ou assistam a corridas de touros e outros eventos tauromáquicos.

Estas observações do Comité foram dirigidas a Portugal (05/02/2014) e à Colômbia (01/02/2015) após examinar o relatório apresentado por estes países para dar conta das medidas tomadas para proteger a infância no âmbito da Convenção dos Direitos da Criança.

Nas suas observações finais, a ONU instou igualmente estes países a realizar campanhas de informação sobre «a violência física e mental associada às touradas e o seu impacto sobre as crianças.

Em Março de 2015, a organização Amnistia Internacional, movimento global presente em mais de 150 países e cujo objectivo é realizar trabalhos de pesquisa, bem como empreender acções para impedir abusos contra os direitos humanos, publicou, a partir da sua sede em Portugal, uma declaração exortando o governo deste país a respeitar a Convenção Sobre os Direitos da Criança e a obrigação de reduzir a presença e participação de crianças em espectáculos tauromáquicos em Portugal.

***

Dos OITO países (entre os 193 que existem no mundo) que ainda mantém a prática bárbara e inútil da tauromaquia, apenas em Portugal não se vê qualquer PROGRESSO no sentido de abolir esta aberração moral, cultural e social.

Por que será?

Fonte: Arco de Almedina