Ativista protesta contra o uso de couro de réptil pela grife Hermès

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Na semana passada, o grupo PETA dos Estados Unidos revelou as atrocidades cometidas contra crocodilos e jacarés nas fazendas que fornecem couro para o fabricante “de luxo” Hermès.

Uma ativista da organização participou essa semana de um protesto memorável em frente à loja da Hermès no Royal Exchange, centro de Londres, para denunciar a crueldade envolvida na fabricação das bolsas Kelly e Birkin, ambas da grife.

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Nua, com o corpo pintado para se assemelhar a um crocodilo e deitada numa poça de sangue artificial, a defensora de animais Harriet chamou a atenção dos transeuntes. “Eu sabia que tinha de fazer alguma coisa depois de assistir às gravações da PETA, que mostram o abuso e a dor enfrentados por esses répteis antes de serem mortos para a Hermès. Esse tipo de crueldade não pode ser justificada em nome da moda.”

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Animais mortos para a fabricação de bolsas da famosa grife (Foto: PETA)

Um investigador da PETA visitou fazendas no Texas e no Zimbábue que fornecem peles de répteis para curtumes da Hermès. Sua investigação revelou que os animais são confinados em tanques superlotados e insalubres, e que os bichos agonizam durante vários minutos enquanto funcionários serram suas peles.

Fonte: ANDA

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