Costa Rica prohíbe la divulgación de videos y fotos de mascotización y manipulación de animales silvestres

Normativa controla campañas publicitarias, documentales, reportajes, rodajes, filmaciones y otros similares, permitiendo sólo la emisión de imágenes que fortalezcan el respeto a los animales.

Costa Rica prohíbe la divulgación de videos y fotos de mascotización y manipulación de animales silvestres

El nuevo Reglamento a la Ley de Conservación de la Vida Silvestre, que el Presidente de la República y el Ministro de Ambiente firmaron el jueves de agosto de 2017, regulará el uso de la fauna en actividades audiovisuales, permitiendo sólo la emisión de imágenes que fortalezcan el respeto a los animales.

“Entonces, estas imágenes donde se ve a una persona alimentando a un animal silvestre ya no se podrían emitir, tampoco publicidad de personas tocando delfines o turistas alzando perezosos. Eso lo que demuestra es mascotización y tiene multa en la ley. Lo que se persigue es lograr un cambio en el comportamiento de las personas”, explicó Natalia Batista, quien es asesora de la viceministra de Ambiente.

La nueva normativa aplica a campañas publicitarias, documentales, reportajes, rodajes y filmaciones, entre otros. El Sistema Nacional de Áreas de Conservación (Sinac) será el encargado de diseñar el protocolo.

Uno de los requisitos que se pedirá a quienes produzcan materiales audiovisuales es incluir, en los créditos, la siguiente leyenda: “La fauna silvestre debe permanecer en su hábitat y condiciones naturales. Las filmaciones hechas en Costa Rica incentivan el respeto y conservación de la fauna y flora silvestre”.
Asimismo, el uso de imágenes o videos que muestren a personas en contacto directo con la fauna silvestre se permitirá solamente en procedimientos veterinarios o técnico-científicos orientados a la conservación.

En esos casos, la manipulación del animal solo podrá ser realizada por personal capacitado del centro de rescate, zoológico o zoocriadero. En este sentido, se prohíbe que el personal administrativo o de apoyo, los voluntarios y turistas toquen a los animales.

“Ahora, si la persona visita un zoológico y quiere tomar una foto sin fines comerciales y como recuerdo de su visita, lo podrá hacer, siempre y cuando no manipule al animal y cumpla con las normas del sitio de manejo”, aclaró Batista.
Bajo la nueva normativa, las personas no pueden alimentar a los animales del todo, está prohibido en centros de rescate, zoológicos o zoocriaderos, como ocurre en la actualidad en algunos sitios de este tipo.

El transporte de animales al set de televisión o filmación requerirá permiso del Sinac y la manipulación de los mismos estará a cargo del personal técnico del sitio de manejo (centro de rescate, zoológico o zoocriadero).

La nueva normativa entrará a regir una vez sea publicada en el diario oficial La Gaceta y con ella se hará operativa la Ley de Conservación de la Vida Silvestre (N° 7317), la cual fue reformada en el 2012 mediante un proyecto de ley presentado por iniciativa popular.

Fonte: ANIMANATURALIS

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CONTEÚDO ANDA Tartarugas ameaçadas são comercializadas com a conivência do governo da Costa Rica

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Imagine que você é o personagem da série “Breaking Bad” Walter White, também conhecido como “Heisenberg”, acelerando por uma estrada no Novo México, mal controlando um antigo trailer, com um compartimento traseiro cheio de tesouros escondidos.

De repente seu espelho retrovisor é preenchido com as luzes vermelhas e azuis de policiais determinados que o perseguem com a missão de tirar o seu precioso pacote e trancá-lo em uma cela. Os oficiais cercam seu veículo e aproximam-se da janela apontando armas e gritam: “Saia do veículo!” “Mostre-nos suas mãos!”.

Este é o fim da linha. Você está a poucos momentos de ser enviado para a prisão. Você tem apenas uma palavra em que pode pensar e a diz em voz alta e isso os impede de continuar com suas funções.

Eles guardam as armas e você está livre para sair com sua valiosa carga. Porém, você não é Walter White e não está no Novo México. Esta é a Costa Rica e seu ramo não é a metanfetamina, mas os ovos de tartaruga  que são roubados de ninhos de uma praia da região. Mais importante, você está livre porque usou a palavra mágica: “Ostional!”

Ostional Wildlife Reserve

Há milhares de anos, as pessoas acreditam que comer ovos crus de tartarugas é terapêutico e até mesmo um afrodisíaco. A ciência moderna tem desmentido esses mitos e devido a preocupações com a extinção dos animais e com a saúde, muitos países têm proibido a captura e a venda de ovos de tartaruga.

Aparentemente, a Costa Rica é um dos países que tem algumas das mais rigorosas leis de proteção.

Entre na Ostional Wildlife Reserve. A reserva possui uma área aproximada de 80 quilômetros, na Península de Nicoya, situada ao longo da costa em Guanacaste. A Ostional foi originalmente declarada uma área protegida em 1982 e passou por muitas mudanças desde aquele período, incluindo um alargamento da área para proteger ainda mais a praia.

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A palavra “protegidos” traz à mente áreas onde tanto a terra como os animais são mantidos a salvo de todos os aspectos do perigo humano. Neste caso, esta palavra é muito enganosa.

Uma das contradições mais flagrantes nesta “área protegida” é que esta é a única área legal na Costa Rica, onde o governo concedeu às pessoas o direito de colher ovos de tartaruga. Na verdade, o governo parece encorajar essa atividade, misturando palavras como “sustentável” e “responsável”, sendo que nenhuma é válida quando se trata da destruição de ecossistemas naturais ou de populações animais.

O órgão governamental encarregado de proteger esta área e assegurar o cumprimento das leis é chamado de “MINAET” (Ministério do Meio Ambiente, Energia e Tecnologia). O MINAET falhou miseravelmente em limitar o número de pessoas que ocupam a praia de Ostional e o local tem visto um afluxo de habitantes e pesquisadores de ovos de tartaruga.

Existem poucos bares ou esquinas na Costa Rica onde não é possível encontrar ovos de tartaruga à venda. Independentemente de onde você está, inevitavelmente o vendedor terá placas que declaram estes ovos como “Ostional”. Se você perguntar-lhes, eles irão jurar que os ovos vêm da praia.

Naturalmente, não há nenhuma maneira de olhar para um ovo de tartaruga a olho nu e determinar em que praia do mundo ele estava, mas isso se tornou o passe “para ficar livre da prisão” de cada vendedor atualmente.

Os grupos de conservação de tartarugas em torno da Costa Rica concordam que os ninhos estão em quase todas as praias do país e que o número de ovos vendidos superam em muito os números daqueles que estão em Ostional. O governo parece ter pouca ou nenhuma vontade de aplicar qualquer lei.

A IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza) publica anualmente uma “lista vermelha” de todas as espécies que estão em perigo de extinção. Atualmente, seis das sete principais espécies de tartarugas-marinhas estão listadas como ameaçadas ou em perigo crítico.

Portanto, permitir que os moradores peguem ovos de tartaruga é um problema sério, o comércio de milhares de ovos em toda a Costa Rica, sob o rótulo de que “eles são de Ostional” cria um problema ainda mais grave.

A questão principal é que as tartarugas – que habitam o planeta há milhões de anos – estão a caminho do desaparecimento. A Costa Rica precisa proibir imediatamente o comércio dos ovos dos animais e usar seus recursos para prender e acusar as pessoas responsáveis por dizimar as populações de tartarugas da Terra.

Em 2016, a campanha da Operação Jairo II realizada pela Sea Shepherd Conservation Society defendeu populações ameaçadas de tartarugas verdes, de baú, de carapaça, de tartarugas verde-oliva e tartarugas-da-índia na Flórida, Costa Rica e Honduras.

Neste verão, Sea Shepherd embarcará na Operação Jairo III para tentar lutar pela vida dessas espécies tão abusadas, reportou o One Green Planet.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Costa Rica aprova lei contra a crueldade animal após pressão de ativistas

Reprodução/CostaRicaNews

A Costa Rica acaba de aprovar uma lei em defesa dos direitos animais. O governo do presidente Solís finalmente deu este passo fundamental, em um país que anteriormente considerava o abuso animal um delito secundário.

Antes, qualquer pessoa considerada culpada de crueldade animal recebia uma multa de apenas 370 dólares, segundo informações do portal Costa Rica News.

Um incidente terrível no qual um cão foi esfaqueado e perdeu sua mandíbula despertou o houve clamor público pressionando o governo a aprovar a lei.

A aprovação da Lei de Bem-Estar Animal foi uma das promessas da campanha de Solis e aparentemente um de seus objetivos pessoais.

A nova lei estabelece penas de seis meses a dois anos para quem “causar danos a um animal que tem um efeito prejudicial persistente na sua saúde ou que o faça perder um de seus sentidos, um órgão, uma parte de seu corpo ou o deixe incapaz de usar um órgão ou parte de seu corpo, ou que cause sofrimento, dor intensa, ou agonia prolongada”.

A nova lei também exige que as pessoas que convivem com animais domésticos ofereçam condições de vida adequadas, incluindo comida, água, abrigo e espaço.

Além disso, os cidadãos serão conscientizados sobre o bem-estar animal para que aprendam a respeitá-los.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Costa Rica anuncia que fechará definitivamente os zoológicos

Reprodução/HigherPerspectives

A Costa Rica anunciou que será o primeiro país do mundo a fechar seus zoológicos e libertar os animais em cativeiro.

O país possui grande biodiversidade e mantém cerca de 4% das espécies conhecidas do mundo. Porém , infelizmente, a Costa Rica é contratualmente obrigada a manter dois de seus zoológicos abertos por mais uma década, informa o Higher Perspectives.

Depois desse período, o país pretende fechar definitivamente os zoológicos e deixar os animais livres em seus habitats naturais.

O Treehugger relata que a nação, que também proibiu recentemente a caça por esporte, quer deixar claro ao mundo que respeita e cuida de animais selvagens.

“Estamos nos livrando das jaulas e reforçando a ideia de que é necessário interagir com a biodiversidade nos parques botânicos de uma forma natural”, diz o ministro do Ambiente René Castro.

“Nós não queremos que os animais sejam mantidos em cativeiro de forma alguma a menos que seja para resgatá-los ou salvá-los “.

Qualquer animal atualmente em cativeiro que não iria sobreviver na natureza será enviado a centros de resgate ou santuários da vida selvagem no país.

Fonte:  ANDA

 

Festival de Zapote Ativistas realizam protesto contra touradas em evento na Costa Rica

Foto: L.Arias/Tico Times

Dezenas de ativistas reuniram-se no dia 25 de dezembro durante a abertura do tradicional Festival de Zapote, em San José, na Costa Rica, para protestar contra a principal atração do evento: a tourada. As informações são do Tico Times.

Os manifestantes posicionaram-se em frente aos boxes dos organizadores da tourada portando cartazes e banners com mensagens sobre o sofrimento dos touros que acontece antes, durante e depois das lutas.

Foto: L.Arias/Tico Times

O maior diferencial do protesto, no entanto, foi uma performance que simulava a marcação do gado com ferro quente.

O protesto foi organizado por cinco grupos que se identificam sob o nome “Grupo Coordenado para Libertação Animal”, segundo contou um dos membros, Andrea Brizuela. Ela explicou que os grupos vêm se juntando nos últimos quatro anos para encenar protestos similares contra touradas, contra a Parada Nacional de Cavalos, rodeios e zoológicos.

Foto: L.Arias/Tico Times

O pequeno mas expressivo grupo entregou panfletos descrevendo o abuso e o sofrimento dos touros desde o momento em que são levados das fazendas, até o processo inteiro das touradas.

Foto: L.Arias/Tico Times

Esses touros crescem em campos abertos e então de repente são espremidos juntos na carroceria de um caminhão, onde não recebem comida ou água. Eles urinam e defecam uns nos outros, e viajam expostos ao sol por horas e horas”, relatou Brizuela.

Foto: L.Arias/Tico Times

“Em seguida, eles são jogados em celeiros escuros sob praças, onde recebem choques elétricos para que fiquem agressivos, antes de serem enviados para a arena na qual centenas de pessoas gritam e batem neles. Quando eles estão cansados e retornam para os celeiros, são pegos pelos chifres, que muitas vezes até se quebram”, acrescentou ela.

O grupo estará protestando novamente em frente à arena do Zapote, no dia 3 de janeiro.

Foto: L.Arias/Tico Times

Fonte: ANDA

 

Costa Rica anuncia que vai fechar todos os zoológicos e libertar os animais

Com uma biodiversidade privilegiada, país já havia proibido a caça esportiva
Com uma biodiversidade privilegiada, país já havia proibido a caça esportiva

País da América Central não se cansa de dar bons exemplos. Além dos cuidados que tem com sua natureza e da referência que se tornou em relação a fontes alternativas de energia, agora se apresenta como pioneiro na extinção de algo que talvez nunca devesse ter existido. Saiba mais sobre o fechamento dos zoológicos determinado pelo governo:

Segundo reportagem do Correio do Brasil, o governo costa-riquenho anunciou neste sábado que será o primeiro país do mundo a fechar todos os zoológicos e libertar os animais cativos.

Fonte: http://www.conexaojornalismo.com.br/colunas/verde/riomais20/costa-rica-anuncia-que-vai-fechar-todos-os-zoologicos-e-libertar-os-animais-34-40368

Libertação Costa Rica quer fechar todos os seus zoológicos

Foto: Divulgação/Nation of Change

Em 2013, a Costa Rica anunciou que iria se tornar o primeiro país do mundo a fechar seus zoológicos e libertar todos os animais em cativeiro. Lar de 4% de todas as espécies conhecidas, a nação tropical é um dos locais de maior biodiversidade da Terra – uma das principais razões porque o turismo é a sua indústria número 1.

Infelizmente, o país está agora contratualmente obrigado a manter as portas de seus dois jardins zoológicos abertas por mais dez anos, após uma decisão do tribunal na semana passada. Ainda assim, as sus intenções (documentadas em 2013) são inspiradoras. Ativistas continuam apelando em favor do desejo do governo de transformar seus jardins zoológicos em parques sem jaulas. Segundo noticiou Nation of Change.

A Costa Rica tem planos de fechar seus dois jardins zoológicos mantidos pelo governo como parte de uma nova consciência ambiental emergente que questionar o domínio da humanidade sobre todas as criaturas.

“Estamos nos livrando das jaulas e reforçando a ideia de interação com a biodiversidade em parques botânicos de uma forma natural”, disse a ministra do Meio Ambiente René Castro.

Castro afirmou ainda: “Nós não queremos animais em cativeiro ou presos de forma alguma a menos que seja para resgatá-los ou salvá-los.”

Os contratos de gestão dos zoológicos existentes deveriam ter sido encerrados em 2014. Infelizmente, foi exigido na última semana que os zoológicos da Costa Rica permaneçam abertos por mais dez anos, devido a obrigações contratuais. Quando chegar o dia em que o país seja capaz de transformar seus zoológicos em parques, no entanto, os animais em cativeiro que puderem ser soltos na natureza serão cuidados em centros de resgate e santuários da vida selvagem no país.

Fonte: ANDA