ATRASO CIVILIZACIONAL DE UM LUGAR ALENTEJANO CHAMADO CUBA

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(Origem da imagem: Internet)

Cuba, um lugarejo nos confins do Alentejo, com cerca de apenas 3.200 habitantes, em vez de EVOLUIR, retrocede de um modo desprezível.

A vergonhosa notícia de que foi inaugurado um recinto para tortura de Galgos, que são animais, pelos vistos, não reconhecidos como tais, naquela localidade, só diz do atraso civilizacional em que vive um povo, cujos governantes só têm para lhe oferecer o que há de mais repugnante no carácter dos que se dizem “homens”: o seu baixo nível moral, cultural e social.

Fiquei perplexa, ao ter conhecimento de mais este retrocesso em território português, depois de tudo o que sabemos que se tem passado em Espanha e noutros países…

Os Galgos são Cães bastante sensíveis.

E os Cães, tal como todos os outros animais que habitam o nosso Planeta, não existem para servir de divertimento a sádicos, que se comprazem com o sofrimento alheio.

Enquanto o mundo evolui, Portugal transforma-se no paraíso dos mentecaptos.

De acordo com uma fonte municipal, nas mãos da CDU, esta iniciativa tem em vista a captação de visitantes e quer afirmar Cuba como a capital dos Galgos de corrida.

Enganam-se aqueles que pretendem promover Cuba deste modo desactualizado e primitivo, explorando e torturando animais, com dinheiros públicos.

Saberão os responsáveis por esta iniciativa retrógrada que, ao contrário do que pensam, só afastarão visitantes?

Quem, no seu juízo perfeito, irá a Cuba assistir a tão degradante “coisa” (não podemos chamar “àquilo” espectáculo)?

Apenas os parvos.

Inaugurem pavilhões desportivos; escolas de música, de dança e de artes plásticas; salas de teatro…

Enfim, inaugurem algo civilizado que possa chamar a Cuba turistas cultos e oferecer aos jovens locais divertimentos que os façam evoluir.

Agora, inaugurarem uma pista municipal de Galgos é algo que só desprestigia a vila e a coloca no rol das terrinhas portuguesas condenadas ao abandono e ao desprezo da sociedade civilizada.

Abaixo Cuba!

Uma velhariazinha primitiva a boicotar.

Fonte: Arco de Almedina

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