AVANÇO Comércio de carne de cachorro chega ao fim em Seul

A decisão é resultado do trabalho intenso de conscientização, iniciado há 4 anos por activistas pelos direitos animais e ONGS, junto ao governo e à população local para acabar com o comércio de carne de cachorro
Foto: World Dog Alliance
Esta semana, as três últimas lojas de venda de carne de cachorro em Seul, na Coreia do Sul, assumiram o compromisso de não mais matar cães no local. A medida ocorre após uma campanha de um ano do prefeito de Seul, Park Won-soon, e do governo metropolitano de Seul para encerrar a prática e foi muito bem recebida pelo grupo de direitos animais Humane Society International (HSI) Coreia. A ONG trabalha na Coreia do Sul desde 2015 para acabar com o comércio de carne de cachorro.

“Estou muito feliz por ver as últimas lojas de carne de cachorro restantes de Seul terminarem com a matança de cães. Embora essas lojas ainda possam vender carne de cachorro, é maravilhoso ver a Coreia do Sul dar um passo adiante nesta indústria agonizante com a qual a maioria dos coreanos não quer nada”, disse Nara Kim, gerente de campanha de carne de cachorro da HSI Korea.

“Isso me dá esperança de que o futuro da Coreia do Sul seja totalmente livre de carne de cachorro. A HSI Coreia continuará trabalhando com o governo e apoiando os fazendeiros que não querem mais trabalhar no comércio de carne de cachorro, para que um dia possamos celebrar o fechamento do matadouro final de cães da Coreia do Sul”.

Com a ajuda da HSI Coreia, o mercado de carne de cachorro Gupo – um dos maiores mercados desse género da Coreia do Sul que fica em Busan – fechou suas 19 barracas em Julho e está actualmente sendo transformado em um parque público.

Fonte: ANDA

Um passo à frente Proibição de testes de pesticidas em beagles é aprovada na Coreia do Sul

De acordo com organização, os pesticidas estão entre os produtos mais extensivamente testados em animais

A Coreia do Sul proibiu oficialmente testes de toxicidade de pesticidas em beagles. A medida está sendo aderida por cada vez mais países, como Estados Unidos, Japão, União Européia, Índia e Canadá.

Esses testes em beagles exigiam que os cães fossem expostos a produtos químicos ao longo de um ano para garantir a segurança de um produto para uso humano. No entanto, a HSI afirma que essa é uma prática severamente desatualizada e que outros testes sem crueldade estão prontamente disponíveis.

A Coreia do Sul recebeu uma pressão constante da Humane Society International, que criou uma campanha direcionada contra a questão há quase 20 anos. De acordo com a organização, os pesticidas “estão entre os produtos mais extensivamente testados em animais”.

“Cerca de 10 mil roedores, peixes, aves, coelhos, cães e outros animais são mortos em testes de toxicidade exigidos pelo governo para cada produto químico de pesticida autorizado para uso”, ela afirma.


Beagles eram expostos a produtos químicos ao longo de um ano para garantir a segurança de um produto para uso humano

A proibição foi iniciada pelo membro do comitê de agricultura, Sr. Wanju Park, e está incluída no projeto da Administração de Desenvolvimento Rural da Coreia, “2018 Regulatory Innovation”.

“Eu aplaudo a decisão da autoridade de impedir o sofrimento desnecessário de animais para o teste de pesticidas. Espero que esta seja uma das muitas mudanças regulatórias mais progressistas a serem adotadas pela RDA”, disse Park.

O vice-presidente de Pesquisa e Toxicologia, Troy Seidle, disse que o avanço foi uma ótima decisão para o país, mas ainda há mais a ser feito. “Instamos a Administração de Desenvolvimento Rural a avançar mais rapidamente para a substituição de testes animais para uma adoção de novas abordagens, já provadas cientificamente”.

“É inaceitável que milhares de beagles tenham sofrido desnecessariamente por duas décadas devido ao arrastamento de burocracias que podem mudar isso”, ele aponta.

Organizações continuam a pressionar por um fim a todas as práticas desnecessárias e cruéis de testes em animais, como a Fundação BeFreegle. Ela tem feito um trabalho de parceria de laboratórios de pesquisa, adotando cães explorados em testes impedindo que eles sejam condenados à morte.

Nota da Redação: Esse foi um avanço, entretanto, não só os testes de pesticidas em beagles devem ser proibidos. Experimentações de qualquer natureza e em qualquer animal, em todo o mundo, devem ter um fim.

Fonte: ANDA

UNIDOS CONTRA A EXPLORAÇÃO Um milhão de pessoas assinam petição contra o comércio de carne de cachorro na Coreia do Sul

Ativistas pelos direitos animais em Seul entregaram pessoalmente a petição, assinada por pessoas em todo o mundo, na residência do presidente Moon Jae-In

O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-In, foi instado a acabar com o brutal comércio de carne de cachorro em seu país. Ativistas de diferentes organizações, como a Humane Society International (Coreia), Coreia Animal Rights Advocates (KARA, da sigla em inglês), se uniram e começaram uma petição no site Care2, que foi assinada por cerca de um milhão de pessoas ao redor do globo.

 

QUE BOA NOTÍCIA VINDA DA COREIA DO SUL! VITÓRIA Coreia do Sul proíbe importação de golfinhos capturados em Taiji

O documentário “The Cove” ajudou a conscientizar pessoas em todo o mundo sobre a brutalidade da caça de golfinhos em Taiji, no Japão

Estes belos animais são capturados para serem exportados para aquários e parques marinhos em todo o mundo e frequentemente são mortos por suas carnes. Em um esforço para neutralizar essa crueldade, a Coreia do Sul proibiu a importação de golfinhos capturados em Taiji.

A proibição se estende além de Taiji e inclui qualquer lugar que seja conhecido pela extrema crueldade da caça de animais. A nova legislação também proibirá a importação de animais de locais com espécies selvagens desconhecidas ou pouco claras, reportou o One Green Planet.

A nova lei, que foi sancionada em 20 de março, entrará em vigor no dia 27 deste mês. A medida será aplicada a espécies listadas pela Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas (CITES).

Há a expectativa de que a proibição inspire mais países a proibirem a importação de golfinhos e outros animais capturados.

Fonte: ANDA


Esta notícia deixou-me muito, muito feliz.
Espero que esta MARAVILHOSA atitude da Coreia do Sul, inspire outros países a seguirem-lhe as pisadas!

Mário Amorim

CONTEÚDO ANDA Golfinho foge de aquário, reencontra a família e tem bebê em liberdade

Reprodução/Care2

Defensores dos animais só têm a comemorar:  uma golfinho fêmea que escapou do cativeiro não só encontrou sua família e sobreviveu, mas acaba de ser vista com seu filhote.

Acredita-se que Sampal tinha 10 anos quando ficou acidentalmente presa em uma rede de pesca ao largo da costa da Coreia do Sul. Ela deveria ter sido imediatamente liberada, mas ao invés disso foi vendida ilegalmente ao aquário Pacific Land, onde passou cerca de três anos sendo forçada a participar de espetáculos para conseguir comida.

O prefeito de Seul e o Supremo Tribunal coreano intervieram e ordenaram que Sampal e seus dois companheiros, Jedol e Chunsan, fossem devolvidos ao oceano, segundo o Care2.

Em maio de 2013, eles ficaram sob os cuidados de uma equipe da Associação coreana de Bem- Animal, Universidade Ewha e o Centro de Pesquisa de Cetáceos que iriam prepará-los para a liberação eventual. Ric O’Barry, fundador e diretor do Projeto Golfinho, também foi convidado para ajudá-los.

Os golfinhos deveriam ser libertados durante o verão, mas quando um buraco rasgou rede de proteção, Sampal viu uma oportunidade e saiu em busca de sua liberdade.

Seus cuidadores estavam preocupados se ela iria sobreviver, mas ela foi flagrada dias depois entre cerca de 50golfinhos que se acredita serem a família da qual ela foi arrancada.

Agora, os defensores de golfinhos estão comemorando depois que Sampal foi vista por pesquisadores que confirmaram sua reintegração na natureza e a chegada de seu próprio bebê.

Fonte: ANDA

Cidade de Seul deverá contratar 1.000 agentes de monitoramento de direitos animais até 2020

Foto: Seoul Metropolitan Office~
Cidade de Seul mostra avanços na implantação de medidas em prol dos animais domésticos. Foto: Seoul Metropolitan Office

A cidade de Seul (Coreia do Sul) está planejando contratar 1.000 pessoas para serem agentes de monitoramento de direitos animais até 2020, de acordo com uma declaração apresentada em um debate aberto no dia 12 de maio. As informações são do Korea Biz Wire.

Os planos da cidade até esta data também incluem o desenvolvimento de mais cinco parques para animais, bem como o registro de mais de 600 mil animais domésticos, a castração de 10 mil gatos em situação de rua, além da realização de seminários sobre direitos animais para 50 mil cidadãos.

Segundo a reportagem, deverão ser introduzidas outras medidas para evitar o abandono, enquanto se buscará aumentar o financiamento de programas focados em direitos animais.

O número de animais em situação de abandono em Seul diminuiu em 48,7 %, de 18.624 em 2010 para 9.551 em 2014. No entanto, apenas 29 % deles foram adotados. Dos demais que não conseguiram lares, 34% tiveram a morte induzida e alega-se que 14% tenham tido morte “natural”.

Fonte: ANDA