CONTEÚDO ANDA Venda de produtos com pele de animais é proibida em São Francisco (EUA)

 

A decisão segue uma orientação semelhante a da cidade de Berkeley, na Califórnia

Crédito: SFWEEKLY

A decisão segue uma orientação semelhante a da cidade de Berkeley, na Califórnia.

 

A cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, irá proibir a venda de produtos com pele de animais.

A decisão segue uma orientação semelhante a da cidade de Berkeley, na Califórnia, que foi instituída em abril deste ano.

“Muitos associam roupas de pele com a ideia de luxo, mas a realidade está longe de ser luxuosa – milhões de animais ao redor do mundo são criados de forma cruel e mortos todos os anos por suas peles”, afirmou Katy Tang, do Conselho de Supervisores da Califórnia.

Algumas lojas estarão isentas da nova lei, como brechós, a menos que vendam peles de animais ameaçados.

Se aprovada, a legislação entrará em vigor em 1º de julho de 2018, e será mais uma conquista para os direitos animais no país.

Em 2015, uma medida proibindo que animais selvagens fossem forçados a se apresentarem foi aprovada no estado.

No início deste ano, São Francisco também aprovou com sucesso uma legislação que tornava ilegal a venda de animais domésticos em lojas de toda a cidade.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Pescadores se vangloriam de assassinatos de tubarões em reservas

As autoridades estão alarmadas com registros e evidências de crueldade nas áreas de refúgio de tubarões em Mercury (Austrália)

Cada vez mais pescadores postam fotos dos tubarões capturados enquanto se vangloriam nas mídias sociais.

O Departamento de Indústrias Primárias, Parques, Água e Meio Ambiente alertou que a caça de “troféus marinhos” não será tolerada e poderá resultar em processos judiciais.

“Há registros crescentes de pescadores que pegam um tubarão com o objetivo de tirar fotos e se vangloriar nas mídias sociais. Algumas fotos são, obviamente, em áreas de refúgio de tubarões”, destacou o DPIPWE.

A polícia emitiu 27 multas relacionadas à prática para inúmeras infrações cometidas desde meados de 2015, incluindo a captura de tubarões em uma área de refúgio e de animais sem barbatanas dos animais em águas estaduais.

De acordo com o Mercury, os 10 refúgios de tubarões da Tasmânia estão principalmente no Sul do estado e na Costa Leste, sendo que dois ficam no Norte e no Noroeste.

Eles incluem partes de Blackman Bay, River Derwent, Fredrick Henry Bay e Norfolk Bay, D’Entrecasteaux Channel, Georges Bay, Great Oyster Bay, East Coast Waters, Mercury Passage, Port Sorell e Tamar River / kanamaluka.

O porta-voz da Tasmanian Conservation Trust, Jon Bryan, afirmou saber sobre as preocupações do DPIPWE, acrescentando que esse comportamento prejudicou a proteção dos tubarões e de habitats seguros para a espécie.

“É realmente preocupante se as pessoas estão deliberadamente atingindo essas áreas. As áreas de refúgio para tubarões estão ali para um propósito. Se isso for prejudicado por pescadores que fazem a coisa errada, eu ficaria muito preocupado. A ignorância não é uma justificativa para infringir a lei”, afirmou Bryan.

Um porta-voz do departamento informou que os oficiais têm observado atentamente os crimes relacionados aos tubarões.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Caça de elefantes e girafas financia ação de grupos militares africanos

A República Democrática do Congo (RDC) é um dos países mais pobres do mundo, onde um número sem precedentes de animais é vítima de caçadores

Um novo relatório da TRAFFIC, a rede global de monitoramento do comércio de animais selvagens, documenta os maiores problemas enfrentados pela vida selvagem da RDC. Entre eles estão os caçadores locais, os pastores e o grupo militar e cristão Exército de Resistência do Senhor.

Infelizmente, isso não impediu a crueldade de Joseph Kony, líder do Exército de Resistência do Senhor, que visa “limpar” a população e instalar uma teocracia.

O grupo tem usado estratégias avançadas para caçar elefantes, como, por exemplo, atirar nos animais de helicópteros. Eles transportam e comercializam marfim para comprar armas. Diversos outros grupos militarizados perseguem os animais para também lucrar com o tráfico.

De acordo com a Newsweek, outra ameaça observada no relatório são os pastores de animais que também caçam, pois o comércio de partes dos corpos de animais selvagens é muitas vezes mais lucrativo do que o pastoreio.

Há também os caçadores africanos, que matam animais legalmente protegidos por uma série de razões. Alguns fazem isso sob o pretexto de proteger suas plantações ou pela carne.

Surpreendentemente, algumas pessoas até matam girafas raras apenas para arrancar seus rabos, que são vendidos para serem utilizados para dotes. O problema ficou tão sério que, em 2016, a National Geographic informou que apenas 40 de 350 restavam no Garamba National Park.

No entanto, Liz Williamson, bióloga que participou do relatório da TRAFFIC, observou que a população girafa teve um pequeno aumento. Desde então, houve sete nascimentos de girafa e não ocorreram assassinatos recentes. Williamson atribui isso ao fato de que muitas delas têm usado coleiras de rastreamento.

Fonte: ANDA

 

CONTEÚDO ANDA Número recorde de mortes de cavalos revela a crueldade da indústria de corridas

O Cheltenham Racecourse, um curso de inglês famoso por promover um festival de corridas de cavalos de Cheltenham, que ocorre em Março, foi criticado após quatro cavalos morrerem em apenas…

As mortes despertaram a indignação do público e foi informado que as condições da pista de corrida fizeram com que cavalos escorregassem ou caíssem.

De acordo com o The Holidog Times, os quatro cavalos, que faleceram entre 17 e 19 de Novembro, tinham entre quatro e nove anos. A égua Glenmona, morreu devido a lesões causadas na competição enquanto os outros três foram mortos após serem examinados por veterinários.

O primeiro cavalo que faleceu, Counter Shy, foi explorado em uma corrida de obstáculos e o segundo, Need-To-Know, escorregou ao ter contato com o solo e lesionou a perna traseira. Já a égua Glenmona tropeçou e o cavalo London Pride, de seis anos, sofreu uma queda grave após saltar obstáculos em uma descida, caindo sobre a cabeça e torcendo o pescoço.

Os acidentes aumentaram o número de animais mortos em Cheltenham para 11 neste ano, o que supera as 10 mortes registradas na pista em 2016. Os jockeys alegaram que a pista era instável e pantanosa e culpam essas condições pelo trágico destino dos animais.

Embora os organizadores da corrida reconheçam que o clima alterou a qualidade da pista, eles negam qualquer responsabilidade pelos acidentes.

Para Dene Stansall, consultora da organização Right Animal Aid, o verdadeiro problema é evidente: “Depois de cenas impossíveis de ver de cavalos caindo e ficando feridos e quatro jovens cavalos inocentes mortos no final de três dias de corrida, as perguntas devem ser respondidas e as pessoas são responsáveis por esse notório abuso dos animais. A British Horseracing Authority e Jockey Club Racecourses não podem mais justificar a morte de cavalos como ‘acidentes’ ou se esconder atrás de estatísticas fracas e patéticas como eles costumam fazem”.

A Animal Aid tem pressionado para que a pista de corrida seja fechada. A investigação da organização sobre corridas de cavalos afirma que cerca de 200 animais morrem na pista anualmente enquanto aqueles que não são mais explorados nas competições são enviados para o matadouro porque perdem seu “valor”.

Há muitos anos, grupos direitos animais denunciam os horrores que sofridos por cavalos forçados a competir. Um artigo publicado no New York Times em 2012 estimou que cerca de 20 cavalos morrem semanalmente em corridas nos EUA, principalmente devido a overdoses de drogas, usadas para aumentar a performance.

As incidências de crueldade envolvendo esses animais são generalizadas. Uma investigação realizada pela Peta em 2014 acusou famosos jockeys norte-americanos de, entre outros abusos, usar choques elétricos para forçar os animais a correr mais rápido.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Vídeo: gato é cruelmente arremessado por adolescente

Quando atinge o chão, o animal grita de dor e é possível ver que ele machucou a perna devido ao impacto da queda.

Crédito: Snapchat
Quando atinge o chão, o animal grita de dor.

Um vídeo terrível que mostra um menino arremessando um gato foi publicado na rede social Snapchat.

Quando atinge o chão, o animal grita de dor e é possível ver que ele machucou a perna devido ao impacto da queda.

O caso, que aconteceu no Canadá, gerou teve grande repercussão na Internet. Muitas pessoas exigiam a punição do criminoso identificado como Charlie.

A polícia de Ontario publicou uma declaração no Twitter dizendo que o gato estava bem e que será realizada uma investigação.

A tutora do gato, Perla, e sua mãe contaram que era muito difícil para elas assistirem o vídeo.

“Eu só quero que ele saiba que a vítima que ele machucou não pode se defender”, lamentaram elas.

O gato, que se chama Spots, foi resgatado da rua há quatro meses. Ele foi levado a um veterinário às pressas depois que foi arremessado, e recebeu tratamento para a perna fraturada.

A Human Society ajudou a cuidar do animal ferido e está contribuindo para a investigação.

O criminoso ainda não foi preso.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Centenas de bisões serão mortos por caçadores e matadouros nos EUA

Entre 600 e 900 bisões que vivem no Yellowstone National Park, nos Estados Unidos, devem ser mortos neste inverno por caçadores ou em matadouros

Funcionários federais, estaduais e tribais reuniram-se em Montana para elaborar os detalhes de um plano de “controle” de inverno para os grupos de bisões e concordaram que a população deveria ser “reduzida ou estabilizada”, informou o Bozeman Daily Chronicle.

Há cerca de cinco mil bisões nos dois grupos do parque, mostram as estimativas das autoridades do local. Durante pesquisas, a equipe contabilizou cerca de quatro mil indivíduos no grupo do norte, que fica perto de Gardiner. Cerca de 850 foram encontrados no rebanho central, que está próximo a West Yellowstone.

Segundo o USA News, os animais são mortos todos os anos devido a um acordo feito entre agências que exige uma população de cerca de três mil bisões e estabelece limites sobre a área percorrida por eles em Montana. Mais de 1200 bisões foram removidos do local no inverno passado e a maioria foi enviada para o matadouro.

Nativos americanos de cinco tribos e alguns caçadores licenciados de Montana são autorizados a caçar os animais quando eles deixam o parque no inverno. O parque também captura bisões migratórios para enviá-los para a morte.

Os rebanhos estão se misturando com bisões do grupo central, mais propensos a migrar para o Norte do parque, diz PJ White, biólogo de Yellowstone.

Fonte: ANDA

 

 

CONTEÚDO ANDA Cadela salva a vida de criança perdida na neve na Sibéria

Naida, como é chamada a cadela, foi uma heroína. Graças a ela, Karina sobreviveu após ficar nove dias perdida na neve.

Uma menina de dois anos se perdeu ao ir atrás do pai que estava indo viajar, sem que ele percebesse que ela estava o seguindo. Durante nove dias, Karina viveu em condições extremas e só sobreviveu graças a cadela Naida, que esquentou a criança, impedindo que a neve fizesse com que a menina morresse de frio, e procurou ajuda. O caso aconteceu em Loktevsky, na Sibéria.

A alimentação de Karina se baseou, durante os dias em que esteve perdida, em morangos. Ela dormiu em uma cama de pasto, que, inclusive, impediu que os helicópteros a encontrassem, e bebeu água de um rio.

Além de ter esquentado Karina, no nono dia a cadela decidiu caminhar de volta para casa. A intenção dela era de pedir ajuda para salvar a menina. Foi então que Naida encontrou os socorristas, que foram guiados por ela até o local em que a criança estava. Karina foi encontrada com hipotermia e algumas picadas de insetos pelo corpo. As informações são do portal Best Of Web.


Karina foi salva por socorristas guiados pela cadela Naida

A criança foi encaminhada ao hospital. A mãe dela, que voltou para casa apenas quatro dias depois de Karina ter sido encontrada, foi presa devido à negligência e pode perder a guarda da menina.

Fonte: ANDA