Companheirismo Amor entre crianças e animais é tudo de bom

https://i1.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/04/dog-9.jpg A companhia de um animal reduz as chances de desenvolver doenças como resfriados, além de outros benefícios para as crianças

Ter um animal doméstico em casa significa ter um novo membro na família, mas também requer responsabilidade e mudanças na rotina para garantir o bem estar do animal. E quando a família tem crianças pequenas? Existem riscos para a saúde da criança? A resposta é não!

A pediatra de São Paulo, Maria Júlia Carvalho, explica que alergias a animais domésticos ocorrem em uma porcentagem muito pequena da população, apenas 10%. Além disso, o organismo de crianças que  têm contato com animais desde pequenas, passará a tolerar mais as reações alérgicas.
Um estudo feito na Universidade de Munique, envolvendo milhares de crianças que foram monitoradas desde o nascimento até os 6 anos com coletas seriadas de sangue, mostrou que aquelas que conviviam com cachorro dentro de casa apresentavam menor risco de desenvolver sensibilidade a pelos, pólen, poeira e outros agentes alergênicos inaláveis, do que crianças sem cães.
Uma outra pesquisa do departamento de Psicologia da Universidade de São Paulo, mostrou que a companhia de um animal reduz as chances de desenvolver resfriados e outras doenças nos pequenos pois há um fortalecimento do sistema imunológico secundário ao aumento dos níveis de imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana.
Além da melhora do sistema imunológico, um benefício inquestionável é o companheirismo e os diversos estímulos que o animal provoca na criança – o bebê exercita a coordenação motora fina ao ter de controlar sua força para fazer um carinho, por exemplo.
O contato com animais ainda ativa áreas do cérebro relacionadas às emoções. Não é por outro motivo que terapeutas começaram a contar com animais para fazer terapia em crianças hospitalizadas ou com deficiências mentais. “É um excelente treino para a afetividade”, diz Maria Julia.
A melhor idade para ter animais domésticos não é concreta, porém, é recomendado que os pais esperem até a criança desenvolver uma boa maturidade motora e grau de entendimento para compreender a importância de cuidar e amar o animal que fará parte da família. Geralmente, crianças a partir de 4 anos conseguem ter um bom entendimento a respeito dos animais e respeitar as regras.
E para quem já tem um animal e acabou de aumentar a família ou tem um bebê que ainda está por vir, é preciso tomar alguns cuidados. A médica ressalta que o animal pode e deve ser apresentado ao novo membro da família, mas esse contato deve ser sempre supervisionado por um adulto. É importante também sempre atualizar as vacinas do animal.
Fonte: ANDA
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Lindo! Companheirismo Homem constrói caiaque especial para passear com seus cães

Foto: Linda Bahnson

O cirurgião ortopédico aposentado David Bahnson, de Vermont, nos Estados Unidos, descobriu a maneira perfeita de compartilhar seu passatempo favorito com seus melhores amigos – com a construção de um caiaque projetado para cães. Agora, qualquer aventura na água pode ser aproveitada com seus companheiros caninos.

“Eles parecem amá-lo”, disse Bahnson ao Dodo. “Eles ficam animados quando nós saímos com os caiaques e vêem onde estamos indo.”

Bahnson primeiro teve a ideia depois de ver como sua primeira cadela Susie poderia caber facilmente dentro do compartimento de bagagem de seu caiaque. A adição de um anel, ou “coaming”, em torno da abertura a ajudou a ficar confortável e seca enquanto eles passeiam com o caiaque.

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Depois de um tempo, um novo membro se juntou a família, Ginger. Para não excluir o filhote de seus passeios de caiaque, ele fez outra modificação na embarcação.

“Quando Ginger chegou, eu só coloquei um outro buraco”, afirmou Bahnson. “É como um caiaque triplo, entretanto não há espaço suficiente para os remadores colocarem seus pés – mas é perfeito para um cão.”

Não é preciso muito para convencer seus companheiros peludos a ficarem em seus lugares quando é hora de passear no caiaque. Embora Bahnson raramente reme para muito longe da terra, os cães parecem compreender como se manter em segurança durante suas viagens.

“Eles são treinados para entrar no caiaque. Eles se sentam e lá vamos nós. Quando chegamos em terra, eles ficam esperando até que eu diga que eles podem sair. Na verdade, eles nunca pularam na água”, contou ele, acrescentando que os cães são bons nadadores.

Foto: Linda Bahnson

“Nós vimos outras pessoas em caiaques com seus cães, mas normalmente levam os cachorros na cabine junto com elas. Isso é meio estranho, acho que dessa forma funciona melhor”, afirmou. “Cada um tem um espaço para si e eles podem sentar e desfrutar do passeio.”

Infelizmente, Susie e Ginger faleceram depois de muitas aventuras com Bahnson, mas a tradição continua com novos animais domésticos da família.

“Eu amo meus cães. Eu adoro treiná-los, o companheirismo. Temos remado milhas e milhas com os nossos cães”, contou Bahnson. “Eles realmente gostam de passear.”

Fonte: ANDA

Companheirismo Pit bull entra como dama de honra em casamento levando alianças no Piauí

Pit bull teve um 'dia de princesa' para entrar bem calma na cerimônia (Foto: Tibério Helio)
Pit bull teve um ‘dia de princesa’ para entrar bem calma na cerimônia

Uma cena inusitada chamou a atenção dos convidados de um casamento realizado em Teresina. A tradicional entrada das alianças com uma dama de honra foi feita por um cão da raça pit bull. A cadela, chamada de Overdose, é o xodó do casal Marcus Vinicius, 26 anos e Amanda Nery, 24 anos, que selaram a união em cerimônia realizada em um sítio.

Juntos há sete anos, o jovem casal adotou a cadela ainda no primeiro mês de namoro, razão de escolher Overdose para entrar com as alianças. Antes do casamento, ela teve um “dia de princesa” para gastar toda energia e entrar bem calma como dama de honra.

“Ela (cadela) é bem dócil e nossa intenção era desmistificar a ideia de que cachorros da raça pit bull são violentos e não podem participar de um momento como este”, falou Amanda.

“Nosso estilo é bem alternativo, então sempre tivemos a certeza de que nosso casamento fugiria do tradicional. O tio da minha esposa, o senhor Osmir Pierot, nos ajudou demais a tirar esse medo da família e abraçarem a ideia”, lembra Marcus Vinicius.

Overdose entrou na cerimônia ao som da musica Lucky, do Jason Mraz, junto com o sobrinho do noivo, o pequeno Edson Neto, que também é apaixonado pelos animais. As alianças estavam em uma espécie de pacotinho preso à coleira. “A juíza que celebrou nossa união achou a idéia muito romântica e todos os convidados ficaram muito emocionados quando ela entrou”, recorda Amanda Nery.

Paixão por cães

Além do amor que um tem pelo outro, eles não escondem a paixão que têm por cães. Overdose convive com mais quatro cachorros das raças American Bullies e Dogue Alemão.

“Começamos a ajudar uma instituição que resgata animais abandonados e o nosso número de cachorros foi aumentando. Eu sempre gostei de animais, mas nunca pensei em ter mais de um. Quando me dei conta já tínhamos os cinco cachorro”, contou Amanda Nery.

Para Marcus Vinicius, a participação dos cinco cachorros era fundamental no casamento. Meses antes da cerimônia, o casal fez questão de levar os animais para o ensaio fotográfico pré-casamento.

“Eu sempre tive cães em casa desde criança, então eles sempre fizeram parte da minha família. Nunca passou pela minha cabeça excluir meus cães do meu casamento, pois se aquela é uma celebração de família, então não faria sentido algum eu não levar pelo menos um deles, e ainda por cima fazendo o papel de dama de honra”, falou Vinicíus.

O casal pretende criar os futuros filhos convivendo em perfeita harmonia com os cinco cachorros. “Eu gosto muito de estudar psicologia canina, então tento criar os meus cães da forma mais sociável possível. Quando nós tivermos filhos, eles serão criados de forma que vejam que os cães são nossos companheiros para todas as horas e que devemos zelar por eles.

Serão grandes parceiros! Assim como sempre mostrei para os meus sobrinhos essa parceria, também vou mostrar para os meus filhos” enfatizou o jovem.

Cães fizeram parte do ensaio fotográfico pré-casamento (Foto: Tibério Helio)
Cães fizeram parte do ensaio fotográfico pré-casamento

Fonte: ANDA