Heart Strings – Tibetan Song of Compassion

Devemos ser pessoas compassivas.
E sermos pessoas compassivas, significa não querermos que o outro sofra e nem as causas do sofrimento.
Logo; se somos pessoas compassivas, não gostamos de práticas, que causem sofrimento a outro ser senciente.
Queremos, e desejamos que esse ser senciente, seja tão feliz, quanto nós!

Mário Amorim

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A RECUSA

Há um sentimento chamado compaixão.
Este belo sentimento, não existe no coração de quem defende a Tauromaquia.
E a inexistência de compaixão no coração deles, faz com que eles se recusem a perceber, de que o Touro e o Cavalo, têm o mesmo direito ao bem-estar, à felicidade que eles. Que o touro e o cavalo, têm tal como eles, o direito de não sofrer, e de serem felizes.
E um coração sem compaixão, que não é pena, e nem piedade, mas sim, não querer que o outro sofra, e nem as causas do sofrimento, é um coração feio.
Eles não têm noção disso, mas são pessoas profundamente tristes. E são profundamente tristes, porque a compaixão, a empatia, e a bondade, são partes integrantes de um bom coração. De um coração, alegre e feliz. E estas partes, não integram o coração deles. Pois, não podem existir em corações que convivam com a maldade, com a tortura, com a crueldade, com o sofrimento e dor, de outros seres sensíveis!

Mário Amorim

A COMPAIXÃO NÃO EXISTE EM QUEM GOSTA DE TAUROMAQUIA

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Antes de mais nada, quero dizer o seguinte!
Existe muito a ideia, te todo errada, de que a Compaixão é pena, é piedade.
Quando na realidade, a Compaixão, mais não é do que não querer que o outro não sofra, e nem as causas do sofrimento.

Quem gosta de tourada, diz que gosta, que ama o touro.
Mas no entanto, aceita o sofrimento do touro e as causas do seu sofrimento.
Isto chama-se hipocrisia!

O que mais falta em que gosta de tourada, é Compaixão. É não querer que o touro sofra e nem as causas do seu sofrimento.
E quem não tem Compaixão pelo touro, não é uma boa pessoa!

Mário Amorim

COMPAIXÃO Filhote de elefante órfã é resgatada e sorri com gratidão ao perceber que está em segurança

Seus pais haviam morrido e, além de sozinha e assustada, ela estava muito ferida embaixo do rabo pois foi atacada por hienas

Uma filhote de elefante, com cerca de nove a 10 meses de idade, foi encontrada perambulando sozinha no meio da área de conservação ambiental de Namunyak, no Quênia. Batizada de Sana Sana, ela rondou um acampamento na região, pedindo ajuda, por várias noites consecutivas.

Só depois que uma equipe da organização de proteção animal The David Sheldrick Wildlife Trust foi acionada e enviada para resgatá-la, eles descobriram o porquê do pedidos de ajuda: a bebê elefante tinha sido atacada por hienas e estava gravemente ferida embaixo do rabo.

Neste momento, os protetores já estavam quase certos de que, caso eles não salvassem o animal, ele provavelmente não aguentaria muito mais tempo vivendo à própria sorte na selva. Sana Sana já estava tão exausta e esgotada que demonstrou pouca resistência ao processo de resgate.

Mas foi quando ela foi colocada no avião, segura e envolta em cobertores quentes, que qualquer resquício de dúvida sobre a atitude ter sido ou não a melhor, simplesmente desapareceu. Sana Sana fechou os olhos com tranquilidade e esboçou uma espécie de sorriso de gratidão ao perceber que já não precisaria mais se esforçar tanto para sobreviver sozinha – estava em segurança agora.

A filhote foi levada ao Kakura Park Forest, na capital do Quênia, Nairóbi. Assim que chegou, sua idade foi identificada e, junto com ela, o fato de que ela ainda era muito dependente do leite. Pelas condições físicas, provavelmente passou muitos dias sem se alimentar de uma forma geral.

Os cuidadores ficaram preocupados com sua condição mental, já que é natural que elefantes passem por um período de luto após a perda de entes queridos. A bebê foi tão forte que precisou guardar todo o sofrimento para ela e, em vez de lamentar, foi sozinha em busca de ajuda.

Felizmente, com a ação da equipe da The David Sheldrick Wildlife Trust, ela não precisará mais se preocupar com isso. Ela vive agora junto com outros muitos elefantes e já encontrou muitos novos amigos que estão mais do que ansiosos para se tornarem sua segunda família; as fêmeas mais velhas do grupo estão tomando conta dela com muito carinho.

Fonte: ANDA

COMPAIXÃO Elefanta pede para cuidadora cantar “canções de ninar” para seu filhote

A ANDA esquece-se permanentemente que nós, seres humanos, também somos animais, somos animais-humanos.


 

A interação de Faa Mai, por mais singela que tenha sido, foi também uma maneira de lembrar a todos do quanto temos em comum com os animais

Era mais um dia comum para a cuidadora e fundadora da Fundação Salve Elefante, Lek Chailert, até que ela foi interrompida de seu trabalho por uma elefantA resgatada. O animal foi tão enfático no pedido de atenção que inclusive enrolou sua tromba em Chailert.

O que a elefantA Faa Mai queria era que Lek cantasse uma cantiga de ninar para seu filhote adotivo, Thong Ae. Como se a cuidadora não tivesse nada mais importante naquele momento para fazer além de agradar o filhotinho.

Parece um acontecimento inusitado, mas é muito mais comum do que imaginamos. Elefantes são animais muito sociáveis e inteligentes, e formam laços muito fortes com os mais novos e até mesmo velam os mortos.

A interação de Faa Mai, por mais singela que tenha sido, foi também uma maneira de lembrar a todos do quanto temos em comum com os animais e o quanto eles precisam viver suas vidas livres de qualquer tipo de exploração – assim como nós, seres humanos.

Todos os anos, centenas de turistas visitam o Parque Natural dos Elefantes, e ajudam a cuidar dos elefantes como voluntários – em vez de montá-los ou assistir alguma performance abusiva apresentada por eles.

Apesar de ser um trabalho voluntário, as recompensas são muito valiosas: a experiência de cuidar dos animais promove compaixão, educa o público e tem criado uma mudança significativa na forma em que os animais são tratados na Tailândia e até mesmo no resto da Ásia.

Fonte: ANDA

COMPAIXÃO – SENTIMENTO COMUM A TODOS OS SERES SENCIENTES

«É bem evidente que este cavalo sentiu compaixão pelo touro ensanguentado e já ajoelhado no chão, sem forças para se erguer.

Sim, os animais também podem sentir compaixão. Não é por acaso que eles acolhem e cuidam até de animais de espécie diferente.

Este impressionante momento entre cavalo e touro, é arrepiante, e devia ser um aguilhão na consciência dos homens, que estes dois seres sencientes e sofridos parecem interrogar.» (Maria João Gaspar Oliveira)

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Fonte:

https://www.facebook.com/1557855044442398/photos/a.1858361251058441.1073741828.1557855044442398/1858373357723897/?type=3&theater

Fonte: Arco de Almedina