CARTAZ FALACIOSO INSULTA OS ESTUDANTES DE COIMBRA

A Academia Coimbrã, foi vilmente insultada, através de um cartaz, que anunciou uma garraiada dos “Estudantes de Coimbra”.

Mentira.

A Academia Coimbrã decidiu acabar com esta prática medievalesca. E acabou.

Portanto, o que se passou foi que um grupo de trogloditas, que se fizeram passar por “estudantes” de Coimbra, decidiram garraiar, usurpando a designação de “Estudantes de Coimbra”. Ora sendo estudantes trogloditas já não fazem parte da Academia Coimbrã, que entrou no século XXI, enquanto os outros ainda estão na Idade Media.

Portanto há que repor a verdade no cartaz.

A garraiada foi dos TROGLODITAS DE COIMBRA.

Não foi dos Estudantes de Coimbra.

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Fonte: Arco de Almedina

«EXISTE UM FUTURO MELHOR PARA NÓS E PARA OS OUTROS ANIMAIS»

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Texto de :

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Queima das Farpas

Com a ratificação do resultado do referendo pelo Conselho de Veteranos da Universidade de Coimbra, acabou oficialmente a garraiada no programa da Queima das Fitas de Coimbra.

A constatação de que a maioria dos estudantes não se revê neste tipo de práticas constitui uma vitória inequívoca para os animais e para o progresso da Academia.

Começámos este movimento há 3 anos com consciência da missão que tínhamos em mãos e da responsabilidade e compromisso que provavelmente exigiria de nós. Poucas pessoas deram a cara mas foram muitas as que se uniram em torno deste propósito. Foi graças à certeza das nossas convicções e à vontade de mudar a realidade de muitos animais que conseguimos estabelecer esta rede que não deixou cair a Queima das Farpas, apesar de todos os obstáculos que fomos encontrando.

O nosso propósito era a abolição da garraiada do programa da Queima das Fitas. Conseguimos!

Com o apoio incondicional do Grupo Ecológico da Associação Académica de Coimbra (que travava esta luta desde 1989), criámos um movimento forte, coeso e que, acreditamos, ainda está em crescimento. Com o trabalho que fomos desenvolvendo e a sensibilidade (e coragem!) quer da actual Comissão Central da Queima das Fitas, quer da Direcção-Geral da Associação Académica de Coimbra, ficaram reunidas as condições necessárias.

É um momento de festejos, mas queremos relembrar a todas as pessoas que ficaram sensíveis para o maltrato animal nas garraiadas, que Portugal é um dos últimos 8 países no mundo onde a tauromaquia ainda existe e que as atrocidades que muitos de nós preferem ignorar são infligidas aos animais em arenas por todo o país.

À semelhança do que aconteceu até 2017 na cidade de Coimbra, em que a festa de toda a gente pagava o “divertimento” que alguns sentem no tormento de outrem, no nosso país a tauromaquia subsiste graças ao dinheiro que é de todos os contribuintes.

Se achas que isto não faz sentido e compreendes, por todos os motivos, a necessidade urgente de abolir estas práticas ou, simplesmente, percebes que é revoltante que toda a gente pague por algo que vai contra os valores da maioria, pedimos-te que faças algo! Está a decorrer uma Iniciativa Legislativa de Cidadã/os para eliminar de vez os subsídios públicos a esta actividade – assina e partilha-a!

http://peticaopublica.com/?pi=PT86673

Mexe-te, como nós fizemos há 3 anos! A abolição é possível e está próxima! Existe um futuro melhor para nós e para os outros animais, em que podemos, no mínimo, concordar que não é correcto fazer uma festa da sua tortura e sofrimento…nós caminhamos para lá. Vens connosco?

Fonte: Arco de Almedina

A democracia em Coimbra é sobrevalorizada

Vale muito a pena ser lido, este texto de Diogo Faro, sobre a vergonha ditatorial que se passou em Coimbra!


A Queima das Fitas de Coimbra tem várias tradições muito bonitas. Encher a cara de álcool até vomitar o fígado é uma delas, bem como esfregar a genitália em genitália alheia (tudo consentido, calma) sob a protecção das capas negras que os estudantes teimam em achar que os tornam invisíveis só porque estão ligeiramente tapados. São, sem qualquer dúvida, tradições muito bonitas. Mas não tanto como a garraiada, evidentemente.

Numa arena tauromáquica, bem conservada desde provavelmente a altura em que havia tigres dentes-de-sabre e se espancava com uma moca as mulheres que deixavam queimar o guisado de mamute, é lançado um vitelo ou um boi mais para o pequeno, depois de ser devidamente espicaçado e assustado. Depois, toda a tradicional actividade envolve uma data de estudantes, devidamente equipados à estudantes, a correr à frente do boizinho, a correr atrás, dezenas ao mesmo tempo, a picá-lo, a assustá-lo, a tentar agarrá-lo, uma paródia enorme! Aquilo é que é rir a bom rir, não há pai para aqueles galhofeiros!

Mais galhofa que isso, só o conceito de democracia do Conselho de Veteranos da Academia de Coimbra. Ora, a propósito da continuidade da tradicional e bonita garraiada no programa da Queima das Fitas, foi realizado um referendo no qual participaram 5.638 estudantes e 70,7% votaram contra a continuidade desta actividade por acharem, provavelmente, que é estúpido andar a massacrar um boi para ter uma pequenita descarga de adrenalina. Não sou grande coisa a matemática, mas assim por alto parece-me que 3.986 estudantes votaram contra.

Após o referendo, o Conselho de Veteranos, constituído por 27 membros decidiu que a garraiada se mantinha, até porque 70,7% também é mais ou menos o que o Putin teve agora nas eleições e se o mundo fosse um lugar decente teria aparecido alguém que não o deixava continuar no poder. Consigo entender a perspectiva. A democracia é sobrevalorizada e, felizmente, o Conselho de Veteranos achou por bem respeitar tanto a vontade da maioria como qualquer pessoa que sabe aquilo de que o povo realmente precisa, tal como Salazar, Estaline ou Hitler.

Aliás, o 25 de Abril devia ter sido assim. O Marcelo Caetano dizia “Portugueses, votem aí e digam se querem que eu continue à frente deste regime ditatorial”. 70,7% dos portugueses votavam “Não”, e o Marcelo dizia “gostei da vossa opinião, é gira, agora voltem aos vossos postos de trabalho que isto fica tudo como está e eu tenho aqui papelada para tratar que este país não anda para a frente sozinho”.

Assim é que é a democracia em Coimbra, pelo menos para o Conselho de Veteranos, um conselho que sabe melhor o que os estudantes querem do que os próprios 70,7% de estudantes que votaram contra a garraiada, porque são estúpidos.

Éeeeeferreá! A! Éeeeeferreé! É! Xiribitátátáá! Ditaduratátátá! Hurra! Hurra!

Sugestões mais ou menos culturais que, no caso de não valerem a pena, vos permitem vir insultar-me e cobrar-me uma jola:

The Push: Documentário Netflix sobre o quão facilmente somos manipulados pela sociedade.

Até Que as Pedras Se Tornem Mais Leves Que a Água: Depois de ter lido o livro de merda de que vos falei na crónica anterior, tive que voltar ao génio Lobo Antunes para recuperar a sanidade mental.

Fonte: SAPO24

PAN apela à desobediência civil face à decisão de se manter garraiada em Coimbra

O partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) apelou esta quinta-feira à “desobediência civil” dos estudantes de Coimbra, após o Conselho de Veteranos ignorar o referendo que determinava o fim da garraiada na Queima das Fitas.

PAN apela à desobediência civil face à decisão de se manter garraiada em Coimbra

O Conselho de Veteranos da Universidade de Coimbra decidiu, na quarta-feira, que a garraiada vai permanecer na Queima das Fitas de Coimbra, ignorando a decisão do referendo promovido a 13 de março, onde 70,7% dos estudantes votaram pelo seu fim.

Num comunicado enviado à agência Lusa, o PAN sublinha que a decisão “reflete uma posição autoritária, conservadora e anti-democrática”, apelando à desobediência civil dos estudantes de Coimbra.

“Se os resultados dos fóruns cívicos são ignorados de forma arrogante, então estamos a perder a nobreza que lhes atribuiu legitimidade no passado (…). E é por isso que o PAN se junta aos estudantes de Coimbra num apelo subversivo contra esta decisão que não foi tão pouco comunicada com uma argumentação coerente que a justifique”, afirmou o deputado do PAN, André Silva, citado no comunicado.

Para o partido, a posição revela “um total desrespeito pelos estudantes e pela larga parcela da população portuguesa que aguarda expectante por um sinal claro de uma academia preparada para acompanhar as mudanças sociais que já estão em curso”.

A direção-geral da Associação Académica de Coimbra (AAC) já afirmou que “fará cumprir intransigentemente a decisão democrática dos estudantes e que a defenderá até às últimas consequências”.

Também hoje, o movimento estudantil Queima das Farpas, que tem lutado contra o fim da garraiada em Coimbra há vários anos, afirmou que a decisão do Conselho de Veteranos desrespeita “a vontade de milhares de estudantes expressa em referendo, numa atitude autocrática sem precedentes na academia”.

“Neste momento, urge desencadear os mecanismos que reponham a justiça e democracia, honrando a vontade da maioria estudantil”, apelou o movimento.

O líder do Conselho de Veteranos – dux veteranorum -, João Luís Jesus, referiu que estiveram presentes na votação 27 veteranos, recusando-se a dizer se a decisão da manutenção da garraiada foi aprovada por unanimidade.

O dux do Conselho de Veteranos afirmou também que tem “considerações a fazer sobre esta decisão”, mas que apenas na sexta-feira irá prestar declarações sobre a votação.

Um dos veteranos presentes na reunião, Paulo Nogueira Ramos, que votou a favor da decisão do referendo, afirmou à agência Lusa que houve 14 votos contra o referendo, 11 a favor e duas abstenções.

Inicialmente, houve uma votação com 28 veteranos, com 16 votos contra a decisão do referendo, sendo que o dux, por achar que poderia “ter havido uma falta de noção” sobre o sentido de voto, optou por uma recontagem, já depois de um dos elementos ter saído da sala, explicou.

“O dux fez a proposta para se seguir a decisão dos estudantes”, disse o veterano de Psicologia, sublinhando que, no meio da discussão, havia quem debatesse o facto de “a garraiada ser ou não justa, quando não era disso que se tratava – era se concordávamos e respeitávamos a opinião dos estudantes”.

A imagem do Conselho de Veteranos “está altamente prejudicada com esta situação toda. 14 pessoas acabaram por dizer que o peso delas importava mais que o peso de muitas mais pessoas”, lamentou.

O referendo promovido a 13 de março contou com uma participação de 5.638 estudantes.

Fonte: SAPO24

Universidades Ex-estudantes de Coimbra exigem respeito pelo referendo que ditou fim da garraiada

Dos alunos, 70,7% optaram pelo fim do evento tauromáquico mas Conselho de Veteranos votou a sua manutenção na Queima das Fitas.

 Coimbra...

Um grupo de antigos estudantes de Coimbra juntou-se para defender o “espírito democrático” da academia e exigir respeito pelo referendo que determinou o fim da garraiada. Entre os 118 subscritores do texto intitulado “Carta Aberta pela Preservação da Tradição” estão ex-dirigentes estudantis bem como ex-elementos de órgãos de gestão de diversas faculdades.

O documento foi enviado ao PÚBLICO na sequência da decisão do Conselho de Veteranos (CV) da Universidade de Coimbra, que inverteu a escolha da larga maioria dos estudantes nas urnas. 27 Membros do CV decidiram na noite de quarta-feira manter a realização do evento tauromáquico, depois de 70,7% dos estudantes ter votado a sua abolição. No referendo participaram 5638 alunos.

Na carta, os antigos estudantes apelam a que o Conselho de Veteranos respeite o referendo e “reconheça o seu resultado como vinculativo”, bem como sugerem que sejam tomadas “todas as acções legalmente aceites” para que o nome ou recursos da universidade e da Associação Académica de Coimbra, não sejam utilizados neste evento.

O repto também é lançado às autarquias de Coimbra e da Figueira da Foz (onde tem lugar a garraiada), para que “não compactuem com este ataque a uma decisão democrática” e não colaborem “com a realização deste eventual acontecimento tauromáquico”.

O referendo em que os estudantes decidiram acabar com a garraiada teve lugar a 13 de Março e foi proposto pelo Conselho Geral da Queima das Fitas, entidade responsável pela organização da festividade e na qual estão representados o Conselho de Veteranos, a direcção-geral da AAC e os representantes dos conselhos cultural e desportivo da AAC. Teve um carácter consultivo.

“A decisão dos estudantes vai-se cumprir. Ponto final“, assegurou ao PÚBLICO o presidente da direcção-geral da AAC (DG/AAC), Alexandre Amado, já depois de ter considerado a decisão dos veteranos “surreal”.

dux veteranorum, João Luís Jesus, frisa que só se pronuncia sobre o assunto depois de se reunir com a DG/AAC e com a Comissão Organizadora da Queima das Fitas, encontros que deverão acontecer ainda nesta quinta. Questionado pelo PÚBLICO sobre se a decisão do CV é reversível, o dux, que é o líder do Conselho de Veteranos, referiu que “todas as decisões do CV podem ser novamente votadas”.

Em comunicado enviado às redacções na tarde desta quinta-feira, a DG/AAC sublinha que “não admite, em circunstância alguma, qualquer desrespeito pela vontade democrática dos estudantes da Universidade de Coimbra”.

O organismo que dirige a AAC entende a posição assumida pelo CV como uma “afronta directa” à história colectiva dos estudantes da Universidade de Coimbra, mas ainda não anunciou ainda de que forma esta será revertida. A vontade dos estudantes, asseguram, será defendida “até às últimas consequências”.

O movimento Queima das Farpas, que foi criado com o objectivo de abolir a garraiada, considera que este é uma postura “autocrática sem precedentes na academia”. E acrescentam: “Com esta atitude inqualificável, o Conselho de Veteranos demonstra a sua inadequação ao papel que deve representar hoje na Academia.

A DG/AAC remete mais esclarecimentos para uma conferência de imprensa no dia 3 de Abril, onde “prestará informações relativamente às múltiplas questões de ordem financeira e programática” que esta e anteriores edições da Queima têm suscitado.

Recorde-se que recentemente a Secção de Fado da AAC disse à agência Lusa que não iria participar na Serenata Monumental da Queima das Fitas, alegando que não recebeu financiamento nos últimos dois anos. A distribuição de verbas a partir do lucro da festa académica é a principal fonte de financiamento das secções da AAC.

Fonte: Publico

COIMBRA TEM MAIS ENCANTO NA HORA DA DESPEDIDA DA BARBÁRIE…

Os estudantes de Coimbra estão de parabéns! E não esperávamos outra atitude!

Inequívoca vitória do NÃO à barbárie que conspurcava a Academia Coimbrã como uma gosma viscosa…

Num universo de 5.638 eleitores, 70.71% votaram contra a actividade troglodita que as garraiadas representavam…

Apenas 26.69% votou a favor da selvajaria.

Foi devolvida a Coimbra a sua verdadeira identidade e dignidade como

Cidade Europeia do Conhecimento

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Por que haveria uns poucos trogloditas (porque isto de selvajaria tauromáquica tem a ver com uma minoria muito minguada) impor à maioria culta este vergonhoso e cobarde ataque a um ser vivo bebé, para divertir um bando de bêbados?

Não, não se choquem com a linguagem, porque a linguagem está adequada ao que vemos nesta imagem chocante e muito rasca…

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Origem da imagem: Internet

Isto não é Poesia, é selvajaria da mais pura e cobarde…

E os prótoiros, que criaram no Facebook uma página a usurpar a identidade dos estudantes de Coimbra, chamada “Coimbra dos Estudantes” , fajutos, obviamente, arrumem as malas e vão pregar para uma ilha deserta de gente e povoada de calhaus, porque a vossa treta, gasta e aparvalhada, não interessa a gente culta.

Os jovens já estão fartos de não ver horizontes, e os prótoiros não dão horizontes a ninguém, porque estão fechados num mundo obscuro e muito rasca…

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

Coimbra Gatos bebés largados em saco à beira da estrada

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Quatro gatos bebés foram encontrados, este sábado, dentro de um saco, à beira da estrada, em Condeixa-a-Nova. Só dois sobreviveram, porque uma mulher que passava de carro se apercebeu da sua presença. Os outros, presume-se, foram atropelados.

Fontes ligadas à associação Agir pelos Animais, que partilhou o caso no Facebook, admitem que os animais possam ter sido atirados de um automóvel. Estavam no interior de um saco de plástico preto, numa zona de mato, junto à estrada que liga Condeixa-a-Nova e Taveiro, em Coimbra.

Uma popular que passou de automóvel viu um gato, parou, recolheu-o e levou-o a uma clínica veterinária, parceira da Agir pelos Animais.

Segundo contou ao JN Márcia Cardoso, que ficou como família de acolhimento dos animais, a popular estava “muito impressionada” por ter visto o saco “cheio de sangue” e pediu para voltar ao local, mas desta vez acompanhada. Quando regressaram, encontraram outro gato vivo mas os restantes estavam mortos.

Os gatos resgatados, que são macho e fêmea, têm pelo menos dez dias e estão a abrir os olhos.

O primeiro recolhido vai ser adotado por quem o encontrou e o segundo vai ficar disponível para adoção no Pet&Tea, o “cat café”, na Baixa de Coimbra, onde Márcia é relações públicas.

A maioria dos animais com que os clientes do Pet&Tea confraternizam pode ser adotada, no âmbito de parcerias com a Agir e outras associações, além do gatil municipal.

Fonte: JN