MADRID DICE ADIÓS A LOS CIRCOS CON ANIMALES

Madrid dice adiós a los circos con animales

El Pleno Municipal del Ayuntamiento de Madrid celebrado hoy ha aprobado por mayoría el fin de los circos con animales salvajes en la capital de España.

La propuesta, presentada por Ahora Madrid y PSOE, ha contado con el apoyo de Ciudadanos, que se ha votado a favor, pero ha tenido al PP en contra. La decisión tendrá que verse reflejada en la nueva Ordenanza Municipal de Protección Animal que está en proceso de elaboración y cuya publicación está prevista para los próximos meses.

Con la capital ya son 50 los municipios madrileños que se han declarado libres de circos con animales, un incremento espectacular desde los 8 que lo habían hecho en enero de 2016.

Es un hecho histórico que Madrid haya dado este paso, una decisión de gran envergadura y simbolismo para el bienestar animal no solo en la ciudad sino en todo el Estado”, ha celebrado Marta Merchán, coordinadora de la plataforma InfoCircos que tiene como objetivo erradicar el abuso al que se ven sometidos los animales salvajes en espectáculos circenses. “La sociedad reclama claramente el fin de este tipo prácticas obsoletas que conllevan altos grados de sufrimiento animal, y las instituciones se están viendo obligadas a actuar donde hace apenas un par de años ni se lo hubieran planteado”.

La Federación de Veterinarios de Europa (FVE) ya ha declarado de manera firme que los circos no pueden de ninguna manera atender adecuadamente las necesidades fisiológicas y de comportamiento de los animales salvajes, en especial mamíferos, y que no hay ningún beneficio educativo, de conservación, investigación o económico que justifique su uso.

En toda España ya son casi 380 municipios los que han decidido dejar de autorizar la instalación de circos con animales salvajes en sus términos. En junio las Cortes Valencianas aprobaron por unanimidad la proposición no de ley para prohibir la práctica en todo su territorio, tal y como ya hiciera Cataluña en 2015. Galicia, Castilla-La-Mancha, Extremadura o Cantabria son otras de las Autonomías avanzando en la misma dirección.

Solo queda esperar que la Comunidad de Madrid atienda a la innegable demanda ciudadana y que la Asamblea reconsidere su reciente decisión de no prohibir los circos con animales salvajes. Se hace cada vez más necesaria una cobertura legislativa uniforme en toda la región”, ha concluido Merchán.

Fonte: Animanaturalis

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Esta notícia, deixa-me muito feliz.
Só que nos circos com animais, não existem só animais selvagens.
Mas já é uma muito boa notícia!

Mário Amorim

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Estados unidos Câmara Municipal de Missoula proíbe exploração de animais selvagens para entretenimento

Foto: Paul Ruhter/ Independent Record

Após meses de debate, Missoula, em Montana, nos Estados Unidos, tornou-se na última semana, a primeira cidade em Montana a proibir a exploração de animais selvagens e exóticos em shows e exibições não-educacionais.

Em 14 de setembro, depois de uma consulta pública, a Câmara Municipal aprovou a medida com 8 votos a favor e 3 contra. Segundo o jornal Helena Independent Record, a nova legislação vem reparar o tratamento que damos aos animais.

“Estou confiante de que os circos podem ser bem-sucedidos sem atos com animais”, disse o vereador Bryan von Lossberg, que defendeu o decreto.

Entre outros animais, a proibição abrange a exploração de elefantes, tigres, leopardos e leões. Entretanto, a medida não tem impacto sobre os eventos de rodeio.

No entanto, segundo opositores, o decreto tem pouco impacto para parar a exploração de animais selvagens e exóticos.

“Nós não estamos fazendo uma grande mudança, uma mudança sistêmica que eu gostaria de ver”, disse o vereador Patrick Weasel Head. “Se há uma necessidade de proteger os animais dos circos, deveríamos começar pela porta de entrada. Parar os animais de serem recrutados. ”

Weasel Head usou o mesmo argumento, há duas semanas, quando votou contra a medida durante a primeira discussão. Mas vários membros do conselho discordaram, dizendo que a ação a nível local pode influenciar uma mudança mais ampla.

“Vivemos em um país capitalista que opera em um sistema de mercado”, disse a vereadora Marilyn Marler. “A exploração destes animais é uma commodity. O que estamos fazendo é importante”.

O vereador Mike O’Herron também discordou de Weasel Head.

“Se reduzirmos a demanda por animais selvagens, também vamos diminuir a oferta”, disse O’Herron. “Isso está acontecendo em todo o país.”

Pelo menos 35 cidades em 16 estados aprovaram várias proibições de animais selvagens e exóticos, incluindo Boulder, Colorado; Redmond, Washington; e San Francisco, Califórnia.

Outras comunidades não têm ido tão longe, mas já proibiram o uso de instrumentos utilizados para tentar controlar animais selvagens, incluindo ganchos e dispositivos de choque.

“Não é correto ferir e abusar de animais selvagens para ferir apenas para ganhar dinheiro”, disse a defensora da medida Sarah Coffey. “Eles enjaulam os animais durante todas as suas vidas e os machucam ao forçarem-os a se apresentarem na frente das pessoas para ganhar dinheiro.”

Outros apoiadores veem a exploração de animais em circos e outros espetáculos como arcaica. Um defensor disse que aqueles que vão aos circos para ver elefantes e tigres estão vendo prisioneiros da dominação humana. “Para mim, é uma prática cruel e anormal”, afirmou.

Fonte: ANDA