PARABÉNS FUNCHAL!

Como gostaria de poder saudar aqui os 308 Concelhos Portugueses!

Mas Portugal avança muito, muito lentamente, para o Bem, o Bom e o Belo.

Contudo, para o Mal, o Mau e o Feio, Portugal corre como um Falcão Peregrino, o animal mais rápido do mundo.

Isto é triste, mas é a mais pura verdade.

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Origem da imagem: Internet

Fonte: Arco de Almedina

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Irlanda proíbe a exploração de animais silvestres em circos de todo o país

O ministro da Agricultura, Michael Creed, disse: “O uso de animais silvestres para propósitos de entretenimento não pode mais ser permitido. Essa é a visão geral do público e uma posição que eu fico feliz em endossar”.

Irlanda proíbe a exploração de animais silvestres em circos

Seguindo os exemplos recentes da Índia e da Itália, a Irlanda se torna o 42º país a banir o uso de animais silvestres em circos de todo o país. A medida terá efeito a partir de janeiro de 2018.

O ministro da Agricultura, Michael Creed, disse: “O uso de animais silvestres para propósitos de entretenimento não pode mais ser permitido. Essa é a visão geral do público e uma posição que eu fico feliz em endossar. Eu estarei, claro, permitindo um período para que sejam tomadas providências alternativas em relação aos animais em questão”.

O ministro ressaltou com satisfação o fato de que, nos últimos anos, as autoridades locais ouviram as reivindicações da sociedade neste assinto, ao não autorizar o uso de espaços públicos pelos circos com animais.

A nova medida, segundo o site World Animal News, está sob o Ato de Saúde e Bem-estar Animal de 2013 da Irlanda, que também inclui os princípios das “Cinco Liberdades” – liberdade da fome e da sede, do desconforto, da dor, das feridas e doenças, do medo e da angústia, e a liberdade de demonstrar comportamento natural.

Fonte: ANDA

Circo sem animais: deixar de fora “quem não escolheu estar ali”

Em diversos países já existe legislação que proíbe ou restringe a utilização de animais em números de circo. Em Portugal começa a caminhar-se nesse sentido e iniciativas como a do Coliseu Porto, que apresenta até 3 de janeiro um espetáculo circense sem animais enjaulados, apontam para uma mudança de paradigma

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As caravanas do circo espalham-se um pouco por todo o país, especialmente durante a quadra natalícia. No Coliseu Porto os espetáculos de circo são já uma tradição, mas em 2015 a sala de espetáculos abre-se a um Novo Circo: desta vez os animais ficam à porta e os números artísticos ficam entregues, exclusivamente, a seres humanos.

Também no Porto nasceu, em 1994, a associação ANIMAL, que durante vários anos se manifestou às portas do Coliseu insurgindo-se contra o uso de animais neste tipo de espetáculo. “Mas isso é mesmo verdade? Não são utilizados nenhuns animais este ano?”, inquiriu Rita Silva, presidente da referida organização não-governamental (ONG) quando contactada pelo Expresso.

Agradada com a decisão, a dirigente considera que iniciativas deste género “resultam de um trabalho de sensibilização”, acrescentando que atualmente existe uma “maior pressão” por parte da sociedade. “A tendência é para acabar”, acredita.

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“Decisão ética e de educação da sociedade”

Relativamente à iniciativa do Coliseu Porto, Bebiana Cunha, que integra a Comissão Política Nacional do PAN e que foi cabeça de lista no círculo eleitoral do Porto, considera que esta é “uma decisão ética e de educação da sociedade”.

A psicóloga e responsável do PAN realça o tratamento a que os animais são sujeitos no circo e declara que “é importante não permitir que as pessoas vejam uma máscara, que esconde o que acontece nos bastidores”.

Opinião similar tem uma das representantes do movimento informal Cidadãos pelos Circos Sem Animais (CCSA) Patrícia Branquinho, que fala em “maldade escondida”. A inclusão de números circenses que recorram a animais “é cruel mesmo para as crianças”, assevera a ativista da referida plataforma de cidadania, que desde 2013 realiza ações de protesto e boicote contra circos que utilizem animais.

Para Bebiana Cunha, o facto dos números com animais constituírem já uma tradição não pode constituir um argumento. “Também era frequente utilizar pessoas deformadas ou portadoras de algum tipo de deficiência em espetáculos de circo”, recorda esta representante do PAN, acrescentando que “as tradições apenas devem existir quando respeitam certos princípios” e que “a cultura deve ser incentivada quando cumpre”. Já Patrícia Branquinho vai mais longe e recorre a uma frase de Albert Einstein: “a tradição é a personalidade dos imbecis”.

A legislação de 2009 e a situação noutras cidades

Em Portugal foi promulgada, em outubro de 2009, uma lei que proíbe a aquisição de novos animais por parte dos circos. Além de impedir a compra de novos espécimes, o diploma impede também a reprodução dos espécimes que as companhias circenses já possuem.

No entanto, a presidente da associação ANIMAL acredita que “não tem havido qualquer cumprimento” e que a fiscalização por parte do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional Republicana não tem sido eficaz. “Os circos são multados, mas continuam como fieis depositários”. Ou seja, “os animais continuam entregues a quem os maltrata”, explica a dirigente da ONG.

Na sua opinião, é necessário criar uma rede de santuários, locais que reproduzem o habitat natural dos animais que são retirados dos circos. Nesse sentido, em conjunto com o PCP, a ANIMAL apresentou durante a anterior legislatura um projeto-lei na Assembleia da República que acabou por não ser aprovado.

“É necessário reconverter”

Em novembro de 2014 a autarquia do Funchal, com uma medida inédita, proibiu a apresentação de circos que apresentassem números com animais. A ideia foi reproduzida em Lisboa e durante o mesmo mês foi aprovada por maioria uma recomendação para que não sejam emitidas licenças a espetáculos circenses que incluam a exibição ou utilização de animais, apresentada por Miguel Santos do PAN à Assembleia Municipal.

Com a tenda montada em Alcântara, entre 27 de novembro e 17 de janeiro, encontra-se o Circo Chen. Contactado pelo Expresso, Miguel Chen, responsável pela companhia com o mesmo nome, disse que este ano já não estão a ser utilizados animais. “É uma experiência muito recente e ainda é cedo para dizer como é que o público vai reagir”, afirmou, evitando mais esclarecimentos. Ainda assim, manifestou que gostaria que o circo continuasse a poder apresentar animais, mas referiu que “como em todas as áreas existem lobbies e interesses” que se sobrepõem ao espetáculo.

No Parque das Nações, entre 27 de novembro e 10 de janeiro, está o Circo Victor Hugo Cardinali, que continua a exibir animais nas suas apresentações. Enquanto isto, a ANIMAL está a enviar a vários municípios do país a sua Moção a Favor da Declaração Municipal Oficial e Simbólica de Cidade Livre de Circos com Animais e continua a trabalhar com alguns grupos parlamentares no sentido de que os circos sem animais se tornem numa “realidade nacional”.

A presidente da organização ressalva que “não há a intenção de que os circos fiquem em maus lençóis”, mas afirma que é “necessário reconverter” o espetáculo. “Não há a necessidade de utilizar quem não escolheu estar ali”, conclui.

Fonte: Expresso

ULYSSES – unchainmee

ULYSSES, vivi anos a trabalhar, fui obrigado, não tive qualquer escolha (#unchainmee em Português)

 

ULYSSES, I worked for many years, I was forced to it and had no choice (#unchainmee in English)

 

ULYSSES, viví años trabajando, fue obligado, no tuve alternativa (#unchainmee en Español)

Circo Ringling Bros dejará de utilizar elefantes en sus espectáculos

El Circo Ringling Bros, hará efectiva la medida en 2018, debido a preocupaciones del público en relación al trato a los animales. Sdpnoticias

Circo Ringling Bros dejará de utilizar elefantes en sus espectáculos

El Circo Ringling Bros, pondrá fin a sus emblemáticos actos con elefantes. La compañía matriz del circo dijo que los actos desaparecerán para 2018 ante las crecientes preocupaciones del público en relación con el trato a los animales. Ejecutivos de Feld Entertainment dijeron que la decisión de acabar con la tradición centenaria del circo de mostrar elefantes fue difícil y ampliamente debatida. Los elefantes han aparecido con frecuencia en los carteles de Ringling por décadas. La decisión iba a anunciarse el jueves.

La compañía tiene 43 elefantes, de los cuales 29 viven en el Centro para la Conservación de Elefantes de casi 81 hectáreas (200 acres) de la empresa en el centro de Florida. Trece elefantes continuarán de gira con el circo hasta el 2018, y luego pasarán al centro.

Otra de las razones que llevó a tomar la decisión, según el presidente de la compañía Kenneth Feld, fue que ciertas ciudades y países han aprobado leyes “anticircos” y “antielefantes”. Los tres shows de la compañía visitan 115 ciudades a lo largo del año, y Feld dijo que es costoso pelear las legislaciones de cada jurisdicción. También es difícil planificar giras en medio de regulaciones que cambian constantemente, añadió.

Fonte: Animanaturalis

Circo Atayde: un circo sin animales

Um belo exemplo vindo do México de um circo tradicional sem animais.
Aqui fica uma prova de que os circos tradicionais sem animais são bem possiveis!

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Circo Atayde: un circo sin animales

El espectáculo circense más antiguo de México, el Circo Atayde, se ha renovado para seguir transportando a niños y adultos a un mundo maravilloso en el que todo es posible, pero ahora sin animales.

Trapecistas que desafían la ley de la gravedad, intrépidos malabaristas que con cuerpos fuertes y atléticos demuestran que desde las alturas todo se ve mejor y simpáticos payasos que desencadenan risas interminables han reemplazado los actos que se realizaban con animales.

En este nuevo espectáculo, bajo la dirección de los hermanos Atayde, no son necesarios los animales amaestrados, no hay látigos, rejas o domadores, solo música, colores, efectos especiales y artistas humanos que llenan con su talento el escenario.

Con cada tercera llamada inicia un desfile de talento a cargo de los tradicionales artistas de este legendario circo, pero no solo eso: la salida de los animales del espectáculo abrió un espacio para que artistas circenses independientes pudieran tener la oportunidad de mostrar su talento y obtener trabajo.

Es así como los actos donde antes aparecían elefantes, leones o tigres, ahora son ocupados por malabaristas que hacen arte con fuego, trapecistas y su espectacular danza aérea con aros y telas, contorsionistas, acróbatas y equilibristas que te dejan con la boca abierta y un payaso ¡con el cual no pararás de reír!

Este es el nuevo Circo Atayde, que tras la prohibición del uso de animales en espectáculos circenses, ha decidido renovarse para ofrecer a su público una experiencia inolvidable con la participación de un elenco de artistas profesionales.

AnimaNaturalis te invita a ti y a tu familia a que asistan a las Galas de Invierno del Circo Atayde, que se presentarán hasta el 4 de enero del 2015 con funciones de lunes a sábado a las 5:00 y 7:30 pm y domingos a las 12:00, 5:00 y 7:30 pm, en la Carpa Astros ubicada en Calzada de Tlalpan 855, México D.F.

Para más información, puedes visitar su página de facebook.

¡Gracias, Circo Atayde, por un espectáculo sin animales!

Fonte: http://www.animanaturalis.org/n/44066/circo_atayde_un_circo_sin_animales