Este circo substituiu animais por hologramas e o resultado é surpreendente

É o primeiro circo do mundo a fazê-lo e a ideia está a conquistar os espectadores.

Este circo substituiu animais por hologramas e o resultado é surpreendente

A presença de animais selvagens nos circos tem mais de dois séculos, contudo nos últimos anos esse conceito tem gerado bastante controvérsia pelas más condições em que os animais são mantidos e tratados.

As críticas tornaram-se tão fortes que diversos países proibiram já a utilização de animas selvagens nos espectáculos circenses, sendo Portugal um desses países.

Na Alemanha, um circo decidiu manter a violência animal fora dos palcos, sem deixar de fora a grandiosidade e fascínio pelo animais selvagens.

Este circo substituiu animais selvagens por hologramas e o resultado é surpreendente

O resultado é tão criativo quanto inovador, fazendo do Circo Roncalli o primeiro no mundo a utilizar hologramas em vez de animais reais.

Para isso, criou imagens 3D de elefantes, cavalos galopantes ou peixes voadores que são projetadas com recurso a 11 projetores laser numa tenda de 32 metros.

Os hologramas são projetados numa arena de 360 graus para que todos os espectadores possam usufruir igualmente desta experiência.

As reacções têm sido muito positivas e basta ver um pequeno vídeo sobre o espectáculo para que a curiosidade fique aguçada.

Fonte: SAPO LIFESTYLE

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AVANÇO O governo da Índia proibirá a exploração de animais para entretenimento

A Índia poderá se juntar aos vários países que já avançaram em sua legislação. A PETA lançou uma petição em apoio à proposta do governo em prol dos animais.

Em 24 de dezembro, a PETA apresentou uma petição ao Ministério do Meio Ambiente da Índia, apoiando a proposta do governo de proibir a exploração de animais em circos. A petição foi assinada por mais de 8 mil pessoas, incluindo estudantes, universitários e celebridades, informou a organização.

um tigre numa jaula

O governo central do país recentemente propôs a proibição da exploração de animais em apresentações para entretenimento, exibições em qualquer circo ou atrações itinerantes, um movimento que foi saudado por ativistas dos direitos animais como “progressista e louvável”.

“Os dias de forçar animais inteligentes e sensíveis a realizar truques confusos e muitas vezes dolorosos para diversão humana passageira estão contados”, disse Sachin Bangera, diretor-adjunto do Corpo de Direitos Animais na Índia.

“A Índia está pronta para dar um grande salto para a proteção dos animais, e todas as celebridades e jovens que se uniram à PETA Índia, para ajudar a impulsionar esta legislação revolucionária serão lembrados no lado certo da história”, disse Bangera.

A instituição disse em 2013 que a inspeção autorizada pelo governo de 16 circos em toda a Índia – bem como outras inspeções por equipes de especialistas de 2013 a 2016 – revelou abusos sistêmicos e generalizados de elefantes, cavalos, camelos, cachorros, pássaros e outros animais.

De acordo com a PETA Índia, a equipe de funcionários do circo constantemente embebedava-se e tratava os animais com grosseria, treinadores eram flagrados batendo em elefantes com ankuses (armas com um gancho de metal afiado em uma extremidade), e os animais eram mantidos continuamente acorrentados ou presos e privados de cuidados veterinários, alimentação apropriada, água e higiene.

A PETA Índia observou que, se essa proposta for aprovada, a Índia se unirá a muitos outros países, incluindo Holanda, Bolívia, Costa Rica, Grécia, México e Polônia, para proibir ou restringir a exploração de animais em circos.

Fonte: ANDA

CIRCO DE NATAL RADICAL(Sem animais)

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Um espetáculo de 2 horas com intervalo, que mistura o novo circo e o circo tradicional sem animais. Estarão presentes artistas finalistas de programas de televisão “Got Talent” e de outros programas parecido na europa e uma grande novidade “o carro transformer” que fará a delícia das crianças!!! Os malabaristas, a magia, acrobatas, trapezistas e claro “os palhaços”! Quem são os nossos convidados especiais? Nem mais, nem menos do que os personagens da “Patrulha Pata”, com o seu número em moto quatro!

Fonte: CIRCO MUNDIAL

PARABÉNS FUNCHAL!

Como gostaria de poder saudar aqui os 308 Concelhos Portugueses!

Mas Portugal avança muito, muito lentamente, para o Bem, o Bom e o Belo.

Contudo, para o Mal, o Mau e o Feio, Portugal corre como um Falcão Peregrino, o animal mais rápido do mundo.

Isto é triste, mas é a mais pura verdade.

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Origem da imagem: Internet

Fonte: Arco de Almedina

Irlanda proíbe a exploração de animais silvestres em circos de todo o país

O ministro da Agricultura, Michael Creed, disse: “O uso de animais silvestres para propósitos de entretenimento não pode mais ser permitido. Essa é a visão geral do público e uma posição que eu fico feliz em endossar”.

Irlanda proíbe a exploração de animais silvestres em circos

Seguindo os exemplos recentes da Índia e da Itália, a Irlanda se torna o 42º país a banir o uso de animais silvestres em circos de todo o país. A medida terá efeito a partir de janeiro de 2018.

O ministro da Agricultura, Michael Creed, disse: “O uso de animais silvestres para propósitos de entretenimento não pode mais ser permitido. Essa é a visão geral do público e uma posição que eu fico feliz em endossar. Eu estarei, claro, permitindo um período para que sejam tomadas providências alternativas em relação aos animais em questão”.

O ministro ressaltou com satisfação o fato de que, nos últimos anos, as autoridades locais ouviram as reivindicações da sociedade neste assinto, ao não autorizar o uso de espaços públicos pelos circos com animais.

A nova medida, segundo o site World Animal News, está sob o Ato de Saúde e Bem-estar Animal de 2013 da Irlanda, que também inclui os princípios das “Cinco Liberdades” – liberdade da fome e da sede, do desconforto, da dor, das feridas e doenças, do medo e da angústia, e a liberdade de demonstrar comportamento natural.

Fonte: ANDA

Circo sem animais: deixar de fora “quem não escolheu estar ali”

Em diversos países já existe legislação que proíbe ou restringe a utilização de animais em números de circo. Em Portugal começa a caminhar-se nesse sentido e iniciativas como a do Coliseu Porto, que apresenta até 3 de janeiro um espetáculo circense sem animais enjaulados, apontam para uma mudança de paradigma

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As caravanas do circo espalham-se um pouco por todo o país, especialmente durante a quadra natalícia. No Coliseu Porto os espetáculos de circo são já uma tradição, mas em 2015 a sala de espetáculos abre-se a um Novo Circo: desta vez os animais ficam à porta e os números artísticos ficam entregues, exclusivamente, a seres humanos.

Também no Porto nasceu, em 1994, a associação ANIMAL, que durante vários anos se manifestou às portas do Coliseu insurgindo-se contra o uso de animais neste tipo de espetáculo. “Mas isso é mesmo verdade? Não são utilizados nenhuns animais este ano?”, inquiriu Rita Silva, presidente da referida organização não-governamental (ONG) quando contactada pelo Expresso.

Agradada com a decisão, a dirigente considera que iniciativas deste género “resultam de um trabalho de sensibilização”, acrescentando que atualmente existe uma “maior pressão” por parte da sociedade. “A tendência é para acabar”, acredita.

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“Decisão ética e de educação da sociedade”

Relativamente à iniciativa do Coliseu Porto, Bebiana Cunha, que integra a Comissão Política Nacional do PAN e que foi cabeça de lista no círculo eleitoral do Porto, considera que esta é “uma decisão ética e de educação da sociedade”.

A psicóloga e responsável do PAN realça o tratamento a que os animais são sujeitos no circo e declara que “é importante não permitir que as pessoas vejam uma máscara, que esconde o que acontece nos bastidores”.

Opinião similar tem uma das representantes do movimento informal Cidadãos pelos Circos Sem Animais (CCSA) Patrícia Branquinho, que fala em “maldade escondida”. A inclusão de números circenses que recorram a animais “é cruel mesmo para as crianças”, assevera a ativista da referida plataforma de cidadania, que desde 2013 realiza ações de protesto e boicote contra circos que utilizem animais.

Para Bebiana Cunha, o facto dos números com animais constituírem já uma tradição não pode constituir um argumento. “Também era frequente utilizar pessoas deformadas ou portadoras de algum tipo de deficiência em espetáculos de circo”, recorda esta representante do PAN, acrescentando que “as tradições apenas devem existir quando respeitam certos princípios” e que “a cultura deve ser incentivada quando cumpre”. Já Patrícia Branquinho vai mais longe e recorre a uma frase de Albert Einstein: “a tradição é a personalidade dos imbecis”.

A legislação de 2009 e a situação noutras cidades

Em Portugal foi promulgada, em outubro de 2009, uma lei que proíbe a aquisição de novos animais por parte dos circos. Além de impedir a compra de novos espécimes, o diploma impede também a reprodução dos espécimes que as companhias circenses já possuem.

No entanto, a presidente da associação ANIMAL acredita que “não tem havido qualquer cumprimento” e que a fiscalização por parte do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional Republicana não tem sido eficaz. “Os circos são multados, mas continuam como fieis depositários”. Ou seja, “os animais continuam entregues a quem os maltrata”, explica a dirigente da ONG.

Na sua opinião, é necessário criar uma rede de santuários, locais que reproduzem o habitat natural dos animais que são retirados dos circos. Nesse sentido, em conjunto com o PCP, a ANIMAL apresentou durante a anterior legislatura um projeto-lei na Assembleia da República que acabou por não ser aprovado.

“É necessário reconverter”

Em novembro de 2014 a autarquia do Funchal, com uma medida inédita, proibiu a apresentação de circos que apresentassem números com animais. A ideia foi reproduzida em Lisboa e durante o mesmo mês foi aprovada por maioria uma recomendação para que não sejam emitidas licenças a espetáculos circenses que incluam a exibição ou utilização de animais, apresentada por Miguel Santos do PAN à Assembleia Municipal.

Com a tenda montada em Alcântara, entre 27 de novembro e 17 de janeiro, encontra-se o Circo Chen. Contactado pelo Expresso, Miguel Chen, responsável pela companhia com o mesmo nome, disse que este ano já não estão a ser utilizados animais. “É uma experiência muito recente e ainda é cedo para dizer como é que o público vai reagir”, afirmou, evitando mais esclarecimentos. Ainda assim, manifestou que gostaria que o circo continuasse a poder apresentar animais, mas referiu que “como em todas as áreas existem lobbies e interesses” que se sobrepõem ao espetáculo.

No Parque das Nações, entre 27 de novembro e 10 de janeiro, está o Circo Victor Hugo Cardinali, que continua a exibir animais nas suas apresentações. Enquanto isto, a ANIMAL está a enviar a vários municípios do país a sua Moção a Favor da Declaração Municipal Oficial e Simbólica de Cidade Livre de Circos com Animais e continua a trabalhar com alguns grupos parlamentares no sentido de que os circos sem animais se tornem numa “realidade nacional”.

A presidente da organização ressalva que “não há a intenção de que os circos fiquem em maus lençóis”, mas afirma que é “necessário reconverter” o espetáculo. “Não há a necessidade de utilizar quem não escolheu estar ali”, conclui.

Fonte: Expresso

ULYSSES – unchainmee

ULYSSES, vivi anos a trabalhar, fui obrigado, não tive qualquer escolha (#unchainmee em Português)

 

ULYSSES, I worked for many years, I was forced to it and had no choice (#unchainmee in English)

 

ULYSSES, viví años trabajando, fue obligado, no tuve alternativa (#unchainmee en Español)