FIM DO USO DE ANIMAIS SELVAGENS NO CIRCO APROVADO NA ASSEMBLEIA

Espero que aqui estejam incluídos também os Cães.

Os animais nos circos são barbaramente maltratados para que façam coisas para os quais não nasceram.

O único animal que deve ser permitido nos circos é o animal humano, que tem muito potencial para as artes circenses, sem precisar de torturar animais selvagens ou domésticos.

A primeira e última vez que levei os meus filhos ao circo, foi há muitos anos, quando vi o Vítor Hugo Cardinali a bater, na arena, num elefante que se recusou a fazer a vénia. Levou com um grosso cajado na tromba e as lágrimas escorreram-lhe pela cara.

E se isto foi em público, imagine-se às escondidas!

Além de que os elefantes estavam confinados a jaulas e extremamente stressados. Fotografei-os.

Os animais selvagens pertencem à selva, não aos circos.

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Filhote de elefante a ser treinado para o circo, e se isto não são maus tratos… (Foto: PETA)

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Treino de um macaquinho num circo da China. Os métodos de treino são bastante cruéis, e envolvem medo, privação e espancamento. Veja-se o ar assustadíssimo do pobre macaquinho. Só de ver estas imagens dá vontade de atirar fogo ao circo. (Foto Reuters)

Foi aprovado, esta quinta feira, na especialidade, o fim do uso de animais selvagens nos circos, tendo sido estabelecido um prazo de seis anos, passados os quais a utilização dos animais passa a ser punida com contra-ordenações.

André Silva, deputado pelo partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), em Dezembro de 2017 promoveu este debate na Assembleia da República.

O novo diploma, hoje aprovado em sede de Grupo de Trabalho sobre Participação de Animais em Circos e ratificado na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, reúne propostas de alteração do PAN, PS e BE, a par do PCP e do PEV.

No documento, as referências a animais selvagens “reportam-se exclusivamente aos espécimes das espécies incluídas nas listas”. Dessas listas de espécies fazem parte macacos, elefantes, tigres, leões, ursos, focas, crocodilos, pinguins, hipopótamos, rinocerontes, serpentes e avestruzes.

No entanto, nesta lista, devia constar todos e quaisquer animais não-humanos, uma vez que nenhum animal não-humano nasceu para as artes circenses, que é coisa exclusiva dos “homens”. Não consta que os animais não-humanos possam ser treinados para substituir os homens na Assembleia da República, que é um lugar onde há também bastantes palhaçadas. Ora se não servem para a AR, também não servirão para os circos.

Competirá ao Governo criar um programa de entrega voluntária de animais usados em circos, bem como uma linha de incentivos financeiros destinados à reconversão e qualificação profissional dos trabalhadores das companhias circenses (domadores ou tratadores) que entreguem voluntariamente os animais que utilizem.

O Governo terá ainda de definir uma entidade responsável por garantir o registo e tratamento de dados no Cadastro Nacional de Animais Utilizados no Circo, que terá também de efectuar as apreensões dos animais mantidos ilegalmente nos recintos e recolocar, em centros de acolhimento, os animais entregues voluntariamente pelos seus proprietários ou detentores.

Mas como não há bela sem senão, os representantes portugueses da Associação Europeia de Circos já se manifestaram contra esta proibição, defendendo que o uso de animais selvagens nos circos contribui para a preservação da biodiversidade. E isto só se for no planeta Marte, porque no Planeta Terra, não se preserva a biodiversidade torturando cruelmente animais selvagens para fazerem habilidades humanas. Isto só pode sair de cabeças onde não existe nenhum neurónio a funcionar.

Que se acabe com este tipo de palhaçada nos circos, e que se promovam as Artes Circenses, incluindo a Arte de Fazer Rir, que é nobre e dignifica o Homem. Mirem-se no Cirque du Soleil.

Isabel A. Ferreira

Fonte da notícia:

https://rr.sapo.pt/noticia/128640/fim-do-uso-de-animais-selvagens-no-circo-aprovado-no-parlamento?fbclid=IwAR15ff-AuTzZSlbnV2uWzAL3KEhFE2qLPxAxrHRVGtTbTud_BBZQQl9EFO4

Fonte: Arco de Almedina

 

CONTEÚDO ANDA País de Gales irá proibir a exploração de animais selvagens em circos

O País de Gales fez um anúncio oficial de que planeja apresentar uma lei para proibir a exploração de animais selvagens em circos

.A RSPCA Cymru compartilhou a notícia em seu site e em sua página no Facebook. A organização de proteção animal lidera a campanha sobre o tema há aproximadamente duas décadas e conseguiu mais de nove mil assinantes de uma petição que pede medidas contra o uso de animais nesses estabelecimentos.

Embora não existam circos sediados no País de Gales, há apresentações de circos itinerantes e 74% da população apoia a proibição, segundo o World Animal News.

Segundo organização, um anúncio foi feito anteriormente sobre a introdução de um regime de licenciamento para exibições itinerantes de animais (MAEs) no País de Gales, incluindo circos, mas o governo confirmou que “está explorando oportunidades para apresentar uma lei para proibir a utilização da vida selvagem em circos no País de Gales”.

“Esta proibição faz uma grande declaração sobre o quanto o bem-estar dos animais é considerado no País de Gales e como esse país quer tratar nossos seres vivos”, declarou Claire Lawson, diretora adjunta de relações externas da RSPCA Cymru.

“A RSPCA Cymru trabalhará em colaboração com o governo galês e todas as partes interessadas para assegurar que essa proibição se transforme em realidade o mais rapidamente possível”, completou.

Em dezembro de 2017, a Escócia proibiu o uso de animais em circos, a Inglaterra se comprometeu a adotar medidas contra isso e uma proibição entrou em vigor na República da Irlanda em 1º de janeiro desde ano.

Fonte: ANDA

Caudete, libre de circos con animales

Caudete se convierte en el primer municipio de toda Castilla La Mancha en prohibir los circos con animales salvajes. ¡Comparte esta maravillosa noticia! AnimaNaturalis

Caudete, libre de circos con animales

Caudete, Albacete, Castilla La Mancha.- el pasado 13 de noviembre en el Pleno de la ciudad de Caudete, se presento una moción popular a instancias de la entidad Caudete Ecológica, para declarar a este municipio como ‘libre de circos con animales salvajes’.

La moción fue aprobada por unanimidad por todos los partidos políticos del Pleno del Municipio, convirtiendo así a Caudete en el primer Municipio de toda Castilla La Mancha libre de crueldad animal en los circos.

Desde AnimaNaturalis queremos dar la enhorabuena a la Plataforma Caudete Ecológica por su encomiable labor en la lucha por la defensa de los derechos de los animales.

¿Quieres saber qué ciudades han prohibido los circos con animales? Puedes verlo aquí:

Ciudades libres de circos con animales en España

Fonte: Animanaturalis