O que está a acontecer

Montagem 1º

O que é ser Anti-tourada

Todos aqueles que lutam contra a tauromaquia, estão a assistir ao crescimento, cada vez maior, do movimento anti-tourada, não apenas nos países que ainda têm tauromaquia, mas ao redor do mundo.

E quem defende a tauromaquia, sabe muito bem disso. E isso atrapalha-os, pois sentem que a pequena minoria que são, cada vez é mais pequena.

Mesmo entre quem defende a tauromaquia, assistimos a um crescimento, cada vez maior, do numero de pessoas que passam a lutar contra a tauromaquia.

A consciência da crueldade, da barbaridade da tauromaquia, está num claro crescimento, pelos quatro cantos do mundo.

Depois, as pessoas vão tendo cada vez mais consciência, de que a tauromaquia, revela Psicopatia, revela Sociopatia. Essa tomada de consciência, ajuda, também, cada vez mais, ao crescimento, cada vez maior do numero de pessoas, que antes defendiam a tauromaquia, e que agora, são contra a tauromaquia.

Tudo isto está a acontecer. Tudo isto é uma realidade, cada vez mais evidente.

Depois, há a questão das crianças.

Cada vez mais a ciência forense, e a psiquiatria forense, alertam para o perigo que as crianças que são envolvidas na tauromaquia correm. A ciência forense, e a psiquiatria forense, alertam cada vez mais, que envolver crianças no maltrato a animais não-humanos, é prejudicar gravemente as próprias crianças. É torna-las pessoas violentas. É prejudicar gravemente o seu crescimento.

A ciência forense, e a psiquiatria forense, alertam cada vez mais, que crianças que maltratam animais não-humanos, a não ser que desde o inicio sejam travadas, vão ser, futuramente pessoas muito problemáticas. Vão ser, também, violentas, para com outros animais-humanos. É que a ciência forense, e a psiquiatria forense, não se cansam de alertar, para a correlação directa entre o maltrato a animais não-humanos, e o maltrato a animais-humanos.

Por tudo isto, o crescimento do movimento anti-tourada, é cada vez mais crescente.

Apelo, por tanto a pessoas que ainda defendem a tauromaquia, e que possam vir a ler este meu texto, que pensem muito bem, depois de o lerem. E que se perguntem se querem continuar a ser coniventes com uma prática vil, cruel e bárbara, não apenas contra o touro e contra o cavalo, mas também contra crianças!?

 

Mário Amorim

 

 

 

 

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