ATIVISMO Patinador olímpico luta contra a indústria de peles na China

O patinador chinês Wu Dajing é um ativista pelos direitos animais e quer acabar com o comércio de peles na China. Por isso, ele decidiu falar por aqueles que não têm voz

A China é um dos maiores exportadores de peles do mundo. Hong Kong é o terceiro maior exportador de roupas de pele do mundo, sendo que a maior parte de sua produção é feita na China continental. Regulamentos fiscais e de mão-de-obra baratas na China possibilitaram o crescimento da indústria de pele na última década, segundo a Haute Acorn, uma grande varejista de peles em Kozani, na Grécia.

Investigações sobre a indústria de pele chinesa revelaram que as peles de raposas, visons, cães guaxinins e coelhos não são as únicas utilizadas, mas também as peles de cães e gatos.

A China não possui regulamentos sobre o abuso ou tortura de animais nas fazendas de peles. Os animais sofrem mortes terríveis antes de serem esfolados.

Porém, há uma boa notícia: as exportações de roupas de pele de Hong Kong tiveram queda 11% nos primeiros cinco meses de 2017, após uma redução de 34% em 2016, (apontou a HKTDC Research), devido a ativistas que pressionam a China para acabar com as práticas cruéis e definir importantes na legislação de proteção animal, pois não há nenhuma lei em vigor para os animais.

Com a 23ª abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno em Pyeongchang, Coréia do Sul, a PETA se juntou a Wu Dajing na nova campanha “Eu preferia ficar nu a usar peles”.

O atleta de 23 anos é um herói na China, ganhou uma medalha de prata nos 500 metros masculinos nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2014 em Sochi, um bronze na corrida de homens de cinco mil metros e ouro na competição de homens de 500 metros no Campeonato Mundial ISU 2014 em Montreal, no Canadá, segundo o World Animal News.

Os anúncios mostram a parte superior muscular de Wu pintada com tinta azul que simboliza todos os animais esfolados e mortos pela indústria da pele.

Por meio desses anúncios importantes, Wu Dajing espera dizer às pessoas que “o verdadeiro vencedor nunca irá prejudicar os fracos e pequenos”. Ele pede que todos parem de usar pele animal.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Governo chinês adiciona curso sobre direitos animais em escolas do país

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Esta é uma grande vitória para grupos ativistas, como a Animals Asia, que se esforçam para tornar as pessoas mais compassivas em relação aos animais.

O Ministério da Educação chinês recentemente adicionou um curso sobre direitos animais nas escolas de ensino médio no país.

Esta é uma grande vitória para grupos ativistas, como a Animals Asia, que se esforçam para tornar as pessoas mais compassivas em relação aos animais.

Enquanto a China ainda não possui legislação oficial de proteção aos animais, a mudança na educação certamente poderá tornar o país mais compassivo.

O novo curso será incluído no currículo de biologia e permitirá que estudantes interessados ​​aprendam sobre várias questões essenciais sobre os direitos de animais domésticos, animais explorados pela indústria, animais selvagens, animais em cativeiro e o comércio de carne de cachorros e gatos.

As aulas promoverão o respeito por todos os seres vivos, e também estudos de meio até organizações de resgate e fazendas.

A China tem progredido muito ao longo dos últimos anos com a ajuda de várias organizações, incluindo a Soi Dog Rescue, a Humane Society International e a Animals Asia.

Além disso, com mais pessoas na China considerado cães como mais animais domésticos, há uma geração crescente de amantes de animais em todo o país.

Programas como Dr. Dog e Professor Paws, que dão aos cães um papel de contribuição para a sociedade, também ajudam a mostrar os animais de uma maneira positiva.

Para a Animals Asia, que tem sido uma força importante na luta pelos direitos animais na China e em toda a Ásia, a notícia foi especialmente bem-vinda.

A fundadora da ONG, Jill Robinson, afirmou: “Nós aplaudimos a decisão do governo chinês de introduzir os direitos animais como assunto do ensino médio, abrindo assim os corações e as mentes dos jovens em todo o país para o sofrimento desnecessário dos animais”.

O diretor da Animals Asia, Dave Neal, acrescentou: “A China deu um passo muito significativo, um que esperamos que inspire outros países. Não estou ciente de nenhum outro currículo nacional que desenvolveu um módulo especificamente sobre os direitos animais. Acreditamos que isso mostra que existe um compromisso crescente das autoridades chinesas de reduzir o sofrimento dos animais através da conscientização, através da educação, do valor e da importância dos direitos animais. Estamos ansiosos para apoiar esta iniciativa pioneira de qualquer maneira que pudermos”.

Fonte: ANDA

 

CONTEÚDO ANDA Juventude chinesa simboliza esperança para um futuro sem exploração animal

Um caminhão com centenas de cães aprisionados em gaiolas andava pela via expressa Beijing-Harbin, na China, no final do dia 3 de Agosto de 2014

Seu destino era Jilin, um dos principais mercados de carne de cachorro do país.

A China proibiu o comércio de marfim no início deste ano

Um ativista viu o caminhão e começou a blogar a sua localização. Em pouco tempo, cerca de 30 pessoas estavam seguindo o caminhão pela rodovia e a polícia local encontrou o motorista. Comer carne de cachorro não é contra a lei, mas é ilegal transportá-los sem certificações de saúde e esse motorista tinha documentos para apenas 110 dos 400 cães. Voluntários cercaram mais quatro caminhões que transportavam cães e, naquele dia, mais de 2.400 cães foram resgatados. Milhares de pessoas de todo o país se uniram para ajudar a encontrar abrigo para eles. Algumas famílias até recuperaram animais sequestrados.

Em apenas alguns dias, quase todos os cães tinham encontrado um novo lar. O papel da China na condução de negócios exploratórios e, às vezes, ilegais de animais – desde a carne de cachorro até osso de tigre, bile de urso e barbatana de tubarão – é frequentemente noticiado. Porém, é cada vez mais comum ouvir histórias sobre a compaixão por animais, domésticos e selvagens, como este resgate. Não foi a primeira ou a última vez em que cães foram salvos da morte na China, mas este caso foi um dos maiores. Os ativistas e organizações chinesas lutam há anos para acabar com os assassinatos. “É simplesmente maravilhoso, você não ouve sobre isso na Coreia”, diz Peter Li, professor da University of Houston-Downtown e especialista em política da China na Humane Society International.

Um robusto movimento de proteção animal

É fácil enxergar a China como uma vilã quando se trata de proteger os animais. Na realidade, o país também possui um movimento de proteção animal robusto e em rápido crescimento que inclui o bem-estar dos animais e os esforços para combater a caça e o tráfico de espécies selvagens.
Segundo Li, em 1992, havia apenas uma organização de proteção animal registrada que participou da conferência anual da Humane Society e da Animals Asia. Em 2006, o número aumento. Atualmente, ele diz que há pelo menos 200 organizações de direitos animais registradas. Além disso, existem centenas de abrigos e centros de resgates de animais, revela a National Geographic.

Mary Peng é a fundadora de um desses grupos, o International Center for Veterinary Services, a primeira dessas instalações a ter padrões internacionais na China. Ela fundou o hospital após um problema de saúde com seu gato, Boo Boo, em 2002, e descobriu que a China Agricultural University era praticamente o único hospital animal em Pequim e eles não tinham recursos para cuidar do gato. “Foi muito desesperador. Como tutora de um animal doméstico, antes da abertura do ICVS, não tínhamos recursos. Não tivemos opções”, disse.

Ela estima que, atualmente, Pequim possui cerca de 400 hospitais e clínicas de animais. Isso é insuficiente para os 22 milhões de habitantes da área, mas mostra o crescimento do setor.

De acordo com Li e outros especialistas, as mudanças têm sido conduzidas pela geração mais jovem da China em cidades metropolitanas costeiras. “Devido ao aumento do nível de vida, as pessoas já não estão obcecadas com a comida na mesa”, diz. Isso, somado a uma maior exposição na mídia internacional, desperta a atenção para novas questões, como a proteção animal, revela a National Geographic.

Uma nova definição de riqueza é outro impulsionador. Li explica que a geração mais velha é fixada no marfim como um símbolo de status. Em chinês, a palavra “marfim” é xiangya, que significa “dente de elefante”. Muitas pessoas acreditam que o marfim pode ser retirado de um elefante sem machucar os animais. Em 2007, o International Fund for Animal Welfare descobriu que 70% dos entrevistados não sabiam que um elefante era morto para arrancar seu marfim.


Mãe e filha em festival vegano na China

Já os chineses mais jovens provavelmente são mais conscientes desse problema. Outro sinal que mostra uma mudança no país é o fechamento recente do mercado doméstico de marfim, que incentiva a caça de elefante africanos. A repressão à corrupção também ajudou a promover mudanças. As vendas de barbatanas de tubarão, por exemplo, caíram 70% nos últimos anos. A sopa de barbatana de tubarão é considerada uma iguaria luxuosa servida em banquetes para funcionários do governo. Esta prática foi restringida pela campanha de combate à corrupção do presidente Xi Jinping.

Aproximadamente 100 milhões de tubarões são mortos a cada ano, alguns dos quais são espécies ameaçadas ou vulneráveis, principalmente para atender a demanda na China para a sopa de barbatana de tubarão. Arepressão também impactou a sopa de ninhos de pássaros e outras “iguarias” feitas com animais silvestres.

As crianças também estão aprendendo mais nas escolas sobre cuidados com animais, espécies selvagens e proteção. Além disso, o crescente número de animais domésticos nas cidades chinesas também parece ser um grande responsável por esse cenário.

Até recentemente, quase não se sabia sobre cães domésticos no país. Durante a Revolução Cultural, de 1966 a 1976, os animais considerados inadequados não eram bem-vindos, diz Peng.
Depois de 1976, quando a China emergiu da revolução, o número de cães caiu ainda mais. Uma epidemia de raiva entre 1980 e 1990 deixou cerca de 50 mil pessoas mortas, sendo que quase todas foram infectadas pelos animais. Não havia vacinas e os hospitais funcionavam mal. Pequim proibiu a tutela de cães. Foi apenas em 1993, depois que a proibição foi cancelada, que a reputação dos cães começou a mudar.

Fonte: ANDA

Tão lindo. A mãe natureza é magnifica! China: Este é o primeiro panda fruto da união de mãe em cativeiro e pai selvagem

Um pequeno panda nasceu na passada segunda-feira, dia 31, na China, após a união de uma fêmea em cativeiro com um macho em liberdade — algo inédito, de acordo com a agência oficial de notícias Nova China.

O bebé panda, de cor rosa claro e pouco maior do que uma mão, nasceu na manhã de segunda-feira na província de Sichuan, na China.

É o primeiro panda nascido de um acasalamento entre uma mãe em cativeiro — Cao Cao, de 15 anos — e um pai que vive em liberdade.

De acordo com a agência Nova China, Zhang Zhizhong, do Centro de Conservação e de Investigação da China para o Panda Gigante, o nascimento desta cria resulta do esforço de uma equipa de investigadores, que esperam melhorar a saúde e a diversidade genética dos pandas em cativeiro, acasalando-os com os seus pares que vivem na natureza.

Com apenas 471 pandas em cativeiro em todo o mundo (números até final do ano passado) a espécie corre perigo de consanguinidade, explicou à agência.

Em cativeiro desde os seus dois anos de idade, Cao Cao foi posta em liberdade em março por um período de dois meses, com dispositivos de geolocalização, terá estado com o cio no dia 11 de março e acasalado com um macho selvagem, dias mais tarde, durante um minuto e 30 segundos.

O bebé panda nasceu com 216 gramas, ultrapassando o peso habitual de um recém nascido — 150 gramas —, graças ao bom apetite da mãe durante a gravidez.

Acredita-se que haja pelo menos 2.000 pandas gigantes em liberdade, em três províncias do centro-sul da China.

Em França, Huan Huan, uma panda emprestada pela China ao Jardim Zoológico de Beauval, está à espera de gémeos, segundo revela a última ultrassonografia feita antes do parto — previsto para a próxima sexta (ou sábado) — segundo anunciou a direção do Zoo. Este vai ser o primeiro nascimento de pandas gigantes no país.

Fonte: 24.sapo.pt

CONTEÚDO ANDA Pinguim mantido em cativeiro é repetidamente agredido

Um pinguim forçado a entreter compradores em um shopping de luxo na China foi chutado e golpeado por um funcionário que estava tentando alimentá-lo forçosamente

A agressão foi capturada em um vídeo feito por um espectador, que exige que o shopping se desculpe publicamente.

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A cena de crueldade ocorreu no Wanda Plaza – um popular centro comercial na China – onde duas aves foram mantidas em cativeiro em um recinto de vidro na tentativa com o intuito de atrair compradores durante as vendas do meio do ano.

O shopping é de propriedade de Wang Jianlin, “o homem mais rico da China”.

De acordo com a pessoa que filmou o abuso, o funcionário tentou vigorosamente dar peixes aos dois pinguins confinados.

Quando a ave tentou se afastar, o trabalhador o chutou. Depois que o pinguim cuspiu o peixe, ele foi espancado repetidamente, informou a PETA.

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A testemunha enviou uma mensagem ao Wanda Plaza online para expressar sua preocupação. De acordo com o MailOnline, o shopping respondeu pedindo desculpas pela “experiência infeliz”.

Um porta-voz também alegou que a cena foi “mal interpretada” e que os pinguins explorados pelo recinto são pinguins de Magalhães e “não estão acostumados com o ambiente do shopping”. Infelizmente, esta não é a primeira vez em que animais abusados foram aprisionados em shoppings chineses.

Em 2016, o Grandview Mall Aquarium, em Guangzhou, abriu as portas d sua prisão para animais e foi rapidamente denominado de “um dos zoos mais tristes do mundo”, porque os animais sofrem de negligência, falta de cuidados, de estímulos e de luz natural. O zoológico está localizado em um shopping center.

Esses trágicos casos mostram o sofrimento que animais precisam suportar em cativeiro quando deveriam viver com suas famílias na natureza. Embora muitos cidadãos chineses tenham se manifesto contra a exploração de animais no zoológico, é necessário aumentar a conscientização para ajudar a acabar com esses estabelecimentos cruéis de uma vez por todas.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Vitória: consumo de carne de cachorro é proibido em Festival de Yulin

As vendas de carne de cães foram proibidas no bárbaro Festival Anual de Carne de Cachorro em Yulin, na China, onde milhares de cães e gatos são brutalmente assassinados.

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As vendas de carne de cães foram proibidas no bárbaro Festival Anual de Carne de Cachorro em Yulin, na China, onde milhares de cães e gatos são brutalmente assassinados.

A proibição entrará em vigor no dia 15 de junho – apenas uma semana antes do início do festival no solstício de verão e deve ser rigorosamente aplicada, com multas de até 11.250 libras esterlinas e a possibilidade de prisão.

Ativistas pelos direitos animais do Duo Duo Animal Welfare Project e da Humane Society International dizem que a decisão proibirá os restaurantes, vendedores ambulantes e comerciantes de comercializar carne de cachorro no festival.

O evento anual, que mata cerca de 10 mil animais que são consumidos durante 10 dias, possui uma grande oposição nacional e internacional e é extremamente cruel.

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Segundo o governo local, o evento não tem apoio oficial e as autoridades insistem que ele é realizado com o suporte de empresas privadas.

A tradição de consumir carne de cachorro ocorre há quase 500 anos na China, Coreia do Sul e outros países do Sudeste Asiático e muitas pessoas acreditam que o hábito tenebroso ajuda a afastar o calor durante os meses de verão.

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O festival de Yulin foi iniciado por vendedores de cães em 2010 como uma tentativa de aumentar os lucros.
Durante o festival, os animais são mortos barbaramente e publicamente e, às vezes, são espancados até a morte ou cozidos ainda vivos.

Antes da data, os cães são frequentemente mantidos em gaiolas pequenas e apertadas. Algumas fotos mostram os animais usando coleiras, o que indica que eles era animais domésticos e foram sequestrados.

Segundo a reportagem do Express, muitos cães são transportados de outras cidades em caminhões apertados e em condições insalubres, o que gera a propagação de doenças.

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De acordo com o grupo Stop Yulin Forever (Parem Yulim Para Sempre), os cães são privados de alimento e água durante dias enquanto viajam.

Em 2016, uma petição com 11 milhões de assinaturas foi entregue ao governo de Yulin, em Pequim, em nome da Humane Society International, do Duo Duo Animal Welfare Project, do RaiseUrPaw, do Care2 e do Avaaz.

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Carrie Fisher, a falecida atriz dos filmes “Star Wars”, e seu cão Gary se reuniram com ativistas em frente à embaixada chinesa em Londres para mostrar apoio à petição.

Ao se manifestar durante a ocasião, Fisher declarou: “Há tanto sofrimento animal no mundo com que você se sente impotente para acabar. Porém, acabar com o festival de carne de cachorro de Yulin e com todo esse sofrimento é fácil”.

“Tudo o que as autoridades chinesas precisam fazer é declarar que ele fechou e os assassinatos param. Esses pobres cães precisam de nós para lutar por eles. Cada um deles é tão precioso quanto meu querido Gary, cada um deles é o melhor amigo de alguém”, finalizou.

Fonte: ANDA