CHINA Traficantes de animais são presos com duas toneladas de escamas de pangolim

Ameaçados de extinção, os pangolins são vítimas de caçadores e contrabandistas que os matam para que suas escamas sejam usadas pela medicina tradicional chinesa na elaboração de remédios sem eficácia comprovada

Um grupo de traficantes de animais silvestres ameaçados de extinção foram presos na China. Com eles, foram encontradas 2,2 toneladas de escamas de pangolim, que foram apreendidas pelas autoridades.

Oficiais da alfândega interceptaram dois homens na cidade de Yulin, situada na região autônoma chinesa de Guangxi. As escamas encontradas com eles haviam sido contrabandeadas do Vietnam, segundo a agência de notícias Xinhua.

Não é a primeira vez que um crime do tipo é descoberto pelas autoridades chinesas neste ano. Em janeiro, a Justiça do país determinou a prisão de 17 pessoas envolvidas no tráfico de 23 toneladas de escamas de pangolim trazidas da Nigéria e levadas para a China.

Desde 2007, caçar animais é crime na China. O país também proibiu, em 2018, a importação de produtos que contenham partes de corpos de pangolins mortos por caçadores.

A espécie sofre com a ameaça de extinção e pode desaparecer por completo se os esforços para combater o tráfico não forem suficientes. Retirados da natureza, os pangolins são submetidos a sofrimento para que, após serem mortos, suas escamas sejam contrabandeadas para serem usadas na medicina tradicional chinesa.

Na China, ainda é forte a crença em supostos tratamentos para diversas doenças por meio de remédios feitos com pedaços de corpos de animais. Não há, porém, nenhuma evidência científica que respalde o uso desses medicamentos.

Apesar da ausência de eficácia comprovada cientificamente, esses remédios continuam a ser usados, o que causou um declínio na população de pangolins no país. Por isso, o governo chinês decidiu aumentar o nível de proteção à espécie através de punições rigorosas para caçadores e traficantes.

Além disso, a prática da caça e do contrabando da fauna silvestre colocam a saúde pública em risco, conforme alertaram cientistas envolvidos em estudos que sugerem que o pangolim pode ter sido o portador intermediário que transmitiu o coronavírus aos humanos. A suspeita é de que a transmissão tenha ocorrido após esses animais serem retirados de seus habitats para serem confinados em gaiolas em um mercado na cidade chinesa de Wuhan.

Fonte: ANDA

CHINA Pescadores matam golfinhos ameaçados para usar dentes dos animais para fabricar amuletos

Um grupo de pescadores chineses matou dois golfinhos-de-risso (Grampus griseus), uma espécie protegida, apenas para remover os dentes dos animais para a produção de amuletos que supostamente afastaria “maus espíritos”. O caso aconteceu na província de Fujian, na China Oriental.

Dois homens que integravam o grupo foram identificados e detidos. O pescador identificado como Zhan, disse inicialmente à polícia que os animais já foram encontrados mortos. Depois se contradisse e afirmou que os animais foram retirados com vida do mar e foram mortos.

Os policiais imaginavam que os animais foram mortos pela carne e para consumo alimentar, mas após conversar com a população local, descobriu que havia lendas sobre o uso de dentes do golfinho para protecção espiritual. Pressionado, Zhan acabou confessando e deu detalhes do assassinato dos animais.

Ele disse que os animais foram capturados acidentalmente enquanto pescavam e ele decidiram “aproveitar a oportunidade”. Matar espécies protegidas por motivos fúteis pode render até 10 anos de detenção, que podem ser dobrados para 20 se forem utilizados métodos cruéis.

O caso ainda segue em apuração.

Fonte: ANDA

ALTRUÍSMO Milionário chinês salva a vida de centenas de cachorros condenados à morte

Wang Yan usou todos seus recursos para cuidar dos animais e, apesar de ter ido à falência, não desistiu de nenhum dos cães resgatados

Ao contrário do que imagina o senso comum, o consumo de carne de cachorro é cada vez menos popular na China e muitos chineses tratam esses animais com carinho e respeito. Um deles é o milionário Wang Yan, que usou seus recursos para salvar centenas de cães da morte.

A acção solidária teve início quando, há alguns anos, o cachorro de Yan desapareceu. Como cães podem ser sequestrados de seus tutores para serem mortos para consumo, o chinês decidiu procurar pelo animal até em um matadouro.

Não encontrou seu cão, mas viu muitos outros sofrerem nas mãos daqueles que tiravam suas vidas. Desde então, decidiu tomar uma atitude em prol desses animais e fundou um abrigo em Helong.

De 2012 em diante, Yan resgatou centenas de cachorros retirados de matadouros. Muitos já foram encaminhados para lares amorosos.

Quando iniciou sua missão, Yan era proprietário de uma fábrica de ferro e aço, mas declarou falência após investir mais do que poderia no cuidado com os animais. Actualmente, ele recebe doações que permitem que seu projecto não chegue ao fim.

Fonte: ANDA

LUZ NO FIM DO TÚNEL Dezenas de cães que seriam mortos no Festival de Yulin são salvos por activistas

 

Dezenas de cães que estavam sendo mantidos em pequenas gaiolas imundas e apertadas foram salvos por activistas em defesa dos direitos animais. Eles seriam mortos para consumo durante o Festival de Yulin em um mercado de carne de cães em Nanning, capital da província de Guangxi, no sul da China.

A Ativista Du Yufeng, uma das principais activistas em defesa dos animais da China, afirma que encontrou os cães aprisionados na secção de “aves vivas”. Ela disse que os animais ficavam em exposição para serem escolhidos pelos clientes. Os cachorros seriam mortos na hora e na frente do comprador.

Ela conseguiu negociar com o comerciante e salvou cerca de 30 cães. Ela rapidamente acionou contactos e conseguiu alugar uma minivan para transportar os animais em segurança para um abrigo em Guangyuan. Eles receberão cuidados e serão encaminhados para lares temporário até serem adoptados.Fonte: ANDA

CHINA Treinador é criticado por abusar de beluga em parque aquático

Todos os espectáculos que usam e abusam de animais não-humanos, para entreter o animal-humano, são crueldade, são tortura, psicológica e física!

Mário Amorim


O treinador de baleias beluga de um parque aquático da China está sendo duramente criticado por internautas de todo mundo após a divulgação de um vídeo que mostra o homem montando no animal enquanto a treina para uma atração. Ele é acusado de tortura e crueldade contra animais e está sendo considerado por jovens chineses como o símbolo do porquê atrações que exploram animais devem ser boicotadas.

O episódio ganhou uma repercussão tão grande nas mídias sociais do país que o aquário publicou um comunicado tentando esclarecer os maus-tratos e justificar a atitude do treinador afirmando que as belugas são muito “apegadas emocionalmente” ao funcionários do local e para elas esse tipo de prática é considerada como “carinho” e “brincadeira”. No entanto, a desculpa não surtiu efeito.

Um internauta aponta que não é ético banalizar a submissão de animais que sofrem com profundos traumas psicológicos. “[Ele] geralmente se exibe em pé em cima das baleias beluga postando vídeos em uma plataforma de transmissão ao vivo. [Os vídeos] têm um impacto social extremamente terrível e esperamos que os departamentos relevantes prestem muita atenção”, disse em uma rede social.

Outro internauta chinês criticou também a retirada de animais marinhos de seus habitats com intuito de seres explorados apenas para entreter seres humanos. “Isso é prisão e crueldade para com os animais. Baleias e golfinhos deveriam viver no mar, mas agora estão confinados em pequenas prisões. Eles são forçados a realizar e trabalhar em aquários todos os dias. É tudo crueldade e tortura”, salientou.

O parque aquático Luoyuanwan fica localizado em Fuzhou, província de Fujian. O local aprisiona golfinhos, belugas e tubarões e os obriga a participar de espectáculos e a aprender truques e performances anti-naturais apenas para o deleite do público. Após as críticas, o parque excluiu vários vídeos que reuniam comentários e reacções de repúdio.

Fonte: ANDA

ESTUPIDEZ HUMANA Mulher assedia e obriga pavão a posar para selfie

Em 2016, no mesmo zoo, um pavão morreu por estresse após ter sido agarrado por um turista que também queria tirar fotos.

Um mulher foi registada agarrando um pavão agressivamente e o obrigando a posar para uma selfie no Yunnan Safari Park, um zoológico da cidade de Yunnan, na China. Assustado, o animal luta para se desvencilhar e fugir. Segundo informações do Mail Online, um outro visitante do local teria arrancado brutalmente penas do animal para entreter seu filho.

Questionado, o zoo não negou os maus-tratos aos animais e informou que, infelizmente, esses episódios ocorrem com frequências apesar de existir um grande número de sinalizações proibindo a interacção directa com animais. Em 2016, no mesmo zoo, um pavão morreu por stress após ter sido agarrado por um turista que também queria tirar fotos.

As imagens da mulher chinesa assediando a ave foram divulgadas através da rede social Weibo no dia 04 de maio. O usuário que fez o upload do vídeo afirma ter presenciado os maus-tratos. “Os turistas estão torturando um pavão e violentamente arrancando algumas de suas penas! O pavão está chorando” diz a legenda das imagens que rapidamente viralizaram.

A administração do zoo afirma que o pavão passa bem, mas estão faltando algumas penas em seu corpo. Não há informações sobre a identidade da mulher, a data da filmagem ou se há alguma investigação em andamento. Veja o vídeo abaixo:

Fonte: ANDA

CHINA Vídeo mostra tigre deprimido andando em círculos em zoo

Especialistas chamam essa condição de zoocrosis.

Um vídeo terrível filmado no zoológico de Pequim mostra um tigre preso em um pequeno recinto andando em círculos, claramente sob stress intenso. Imagens de animais aprisionados em zoos apresentando comportamentos repetitivos são, infelizmente, muito comuns. Especialistas chamam essa condição de zoocrosis, termo criado em 1992 por Bill Travers que caracteriza os comportamentos obsessivos exibidos por animais mantidos em cativeiro.

O vídeo foi feito enquanto o zoo ainda estava aberto para exibição e é possível ouvir comentários do público como “o tigre parece deprimido” e “não há espaço suficiente, ele está doente, mentalmente doente”. Após a repercussão das imagens, o zoo não negou a existência do problema, mas se limitou a afirmar que o vídeo foi feito há pelo menos 30 dias, porque desde os primeiros indícios de stress o animal foi retirado de exibição. O vídeo já com mais de 10 milhões de visualizações e activistas em defesa dos direitos exigem a transferência do tigre para um santuário o quanto antes.

Veja o vídeo abaixo:

Tocador de vídeo

O zoo disse ainda que o tigre receberá os cuidados de um “terapeuta comportamental de animais”. Um funcionário do zoo que não se identificou denuncia que isso acontece com frequência. “Esse tipo de comportamento é esperado depois que os animais ficam no zoológico por um longo tempo”, disse. Alguns dos comportamentos anormais que foram documentados associados a esta forma profunda de sofrimento mental incluem auto-mutilação, vômito, higiene excessiva, coprofagia (ato de comer fezes), mordidas aleatórias, torcer ou balançar a cabeça e o pescoço, tecendo para frente e para trás, e sim, ritmo irracional.

Outro caso

As denúncias feitas contra o zoo de Pequim incentivaram uma nova revelação de maus-tratos, desta vez no Yunnan Safari Park, no sudeste da China. Imagens feitas no local mostra tigres famintos e stressados sendo alimentados pelo público com varas de pescar em um chamado “programa interactivo” oferecido pelo zoo. O vídeo provocou indignação intensa e após a repercussão negativa, o Yunnan Safari afirmou que a prática será banida permanentemente.

Veja o vídeo abaixo:

Tocador de vídeo

Fonte: ANDA

AVANÇO Mais uma cidade chinesa proíbe o consumo de cães e gatos

A maior expectativa dos activistas é que o país declare oficialmente a proibição do consumo de cães e gatos e dê fim ao famigerado Festival de Yulin

A cidade de Zhuhai anunciou ontem (14) a proibição da morte e consumo de cães e gatos e se torna a segunda localidade chinesa a adoptar a medida. A decisão foi tomada após a repercussão positiva gerada por novas directrizes alimentares no país que excluem cães e gatos da lista de animais indicados para consumo humano.

Além da proibição do consumo de animais de animais domésticos, a cidade também proibirá a venda e consumo de espécies selvagens. Quem infringir a nova lei pagará uma multa de 20 vezes o valor da carne comercializada. Ativistas e ONGs em defesa dos direitos animais comemoram o anúncio.

Wendy Higgins, porta-voz da Humane Society International, acredita que o país está finalmente caminhando para o reconhecimento dos direitos animais. “Notícias emocionantes para todos na China e ao redor do mundo que fazem campanha há tanto tempo para acabar com esse comércio brutal”, disse em entrevista ao MailOnline.

E completa: “Logo após a proibição de Shenzhen e a declaração histórica do governo de classificar cães como animais domésticos, esperamos que este seja o começo de um efeito dominó da legislação progressiva na China, com outras cidades seguindo o exemplo”, afirmou a activista.

Higgins acredita também que proibições regionais comprovam que o consumo de cães e gatos não é uma realidade em todo o país. “A maioria das pessoas na China não come cães e gatos. Então, agora parece que, na ausência de uma proibição nacional, as cidades estão tomando o assunto por conta própria e reflectindo o humor do povo”, conclui.

No final de Fevereiro, legisladores da cidade de Shenzhen elaboraram uma proposta para proibir o consumo de carne de cachorro, cobra, sapo e tartaruga. A medida tem como objectivo melhorar a segurança alimentar e “dar um passo para a construção de uma sociedade mais civilizada e moderna”.

A maior expectativa dos activistas é que o país declare oficialmente a proibição do consumo de cães e gatos e dê fim ao famigerado Festival de Yulin, onde mais de 10 milhões de cães e gatos são brutalmente espancados, esfolados e fervidos ainda vivos.

Fonte: ANDA

CHINA Animais selvagens ainda podem ser vistos nos mercados asiáticos

Nem mesmo a pandemia e restrições dos governos a esse tipo de comércio estão conseguindo conter a captura e venda de diversas espécies animais


O pangolim é uma das maiores vítimas dos mercados asiáticos.

Logo no início do surto da covid-19, pesquisadores apontaram o mercado de animais de Wuhan, na China, como marco zero da doença. O local vendia animais domésticos, silvestres e exóticos, vivos e mortos, sendo alguns cozidos ali mesmo, em enormes caldeirões. A SARS e a gripe aviária surgiram em locais semelhantes.

Segundo matéria do portal Mirror, diante de algumas evidências nesse sentido, a China proibiu a venda e o consumo de animais selvagens como uma forma de proteger a saúde pública, mas apesar da restrição, várias espécies continuam a ser comercializadas em condições deploráveis. Os criminosos retiram animais principalmente da África e da América Latina para vender a países como a Birmânia, Indonésia, Laos, Malásia, Tailândia e Vietnã.

Steve Galster, fundador do Freeland, um grupo de combate ao tráfico de Bangkok, falou ao Mirror sobre a possibilidade de novos surtos e a necessidade de tomar medidas permanentes: “Wuhan é um grande alerta, é a vingança da mãe natureza. A maneira de evitar novos surtos é parar o comércio. A China proibiu, mas precisa ser uma medida permanente, uma vez que é o maior importador de animais selvagens do mundo”.

Segundo o activista, na cidade de Mong-La (Birmânia), perto da fronteira com a China, a cidade é conhecida pelo tráfico de mulheres, armas, drogas e animais selvagens. O mercado vende inclusive uma variedade de partes do corpo de espécies ameaçadas, como peles de tigre, patas de urso e escamas de pangolim. Estima-se que foram fechados 20 mil mercados na China, mas os comerciantes parecem estar dando um jeito de continuar suas actividades de forma ilícita.

Fonte: ANDA

ABUSO E CRUELDADE Chimpanzé é filmado fumando cigarro jogado por visitante em sua jaula em zoo

O vídeo gravado no Hefei Wildlife Park causou revolta nas redes sociais chinesas
Foto: AsiaWire

Um chimpanzé foi flagrado fumando um cigarro em um zoológico chinês depois que um visitante o jogou no recinto do animal.

O clipe, publicado nas mídias sociais chinesas, foi gravado no Hefei Wildlife Park, na província de Anhui, leste da China.

Imagens do primata de 15 anos pegando o cigarro e fumando criaram polémica e revolta online.

O animal pode ser visto segurando o cigarro antes de dar uma tragada depois que turistas o jogaram no recinto.

Um funcionário do zoológico disse ao jornal chinês The Paper que “turistas não civilizados” costumavam jogar cigarros no cativeiro do animal.

O funcionário que não quis se identificar também disse que a saúde do animal não seria afectada por um cigarro: “Era apenas um cigarro. Nada de ruim virá disso. Os seres humanos fumam por dezenas de anos”.

O trabalhador acrescentou que é difícil para o zoológico acompanhar e vigiar o grande número de visitantes.

Foto: AsiaWire

Milhares de turistas visitam o parque todos os dias, mas existem apenas cerca de 100 trabalhadores.

Zhan, diretor do zoológico, disse ao Daily Mail que o chimpanzé fumante é do sexo feminino, tem 15 anos e se chama Wan Xing e que, embora o vídeo tenha viralizado nas redes sociais, ele não é tão recente.

O director disse que a primata nasceu no zoológico em 2004 e agora vive lá com o pai e o parceiro.

Em julho, o parceiro de Wan Xing, Yang Yang, causou o caos no zoológico depois de escapar de seu recinto usando um bambu de uma árvore.

O animal foi subjugado após ser baleado com tranquilizantes pela polícia e agora vive no zoológico, segundo Zhan.

Foto: AsiaWire
Foto: AsiaWire

Os visitantes do Hefei Park podem alimentar os animais, além de assistir a shows e apresentações com eles. Uma exploração clara, cruel e diária.

Zoos, prisões silenciosas

Animais presos em zoológicos, estão afastados de seu habitat natural, da companhia de outros da mesma espécie e espécies diferente, do convívio que só a natureza pode proporcionar. Nascidos para ser livres esses seres sencientes sofrem severamente o efeito de seu cativeiro.

Muitos desenvolvem doenças de fundo mental, causadas pelo extremo sofrimento, chamadas de zoocoses. Essas doenças se caracterizam por comportamentos compulsivos, incontroláveis e repetitivos por parte dos animais, tais como, bater a cabeça contra árvores, grades ou paredes no cativeiro, auto-mutilação, comendo pedaços do rabo ou patas, apatia extrema e abandono da alimentação.

Como não podem falar, esses animais confinados demonstram por meio de seu corpo o tamanho e a gravidade do sofrimento porque passam, muitas vezes tentando escapar de sua prisão, como no caso no chimpanzé da matéria, Yang Yang, que foi capturado e novamente aprisionado.

Muitos ainda são obrigados a realizar truques e performances para entretenimento humano, onde são subjugados por treinamentos cruéis para que obedeçam aos seus algozes, além de ficarem  sujeitos à fome e ao espancamento.

Frequentar zoológicos é colaborar com essa exploração.

Fonte: ANDA