Tão lindo. A mãe natureza é magnifica! China: Este é o primeiro panda fruto da união de mãe em cativeiro e pai selvagem

Um pequeno panda nasceu na passada segunda-feira, dia 31, na China, após a união de uma fêmea em cativeiro com um macho em liberdade — algo inédito, de acordo com a agência oficial de notícias Nova China.

O bebé panda, de cor rosa claro e pouco maior do que uma mão, nasceu na manhã de segunda-feira na província de Sichuan, na China.

É o primeiro panda nascido de um acasalamento entre uma mãe em cativeiro — Cao Cao, de 15 anos — e um pai que vive em liberdade.

De acordo com a agência Nova China, Zhang Zhizhong, do Centro de Conservação e de Investigação da China para o Panda Gigante, o nascimento desta cria resulta do esforço de uma equipa de investigadores, que esperam melhorar a saúde e a diversidade genética dos pandas em cativeiro, acasalando-os com os seus pares que vivem na natureza.

Com apenas 471 pandas em cativeiro em todo o mundo (números até final do ano passado) a espécie corre perigo de consanguinidade, explicou à agência.

Em cativeiro desde os seus dois anos de idade, Cao Cao foi posta em liberdade em março por um período de dois meses, com dispositivos de geolocalização, terá estado com o cio no dia 11 de março e acasalado com um macho selvagem, dias mais tarde, durante um minuto e 30 segundos.

O bebé panda nasceu com 216 gramas, ultrapassando o peso habitual de um recém nascido — 150 gramas —, graças ao bom apetite da mãe durante a gravidez.

Acredita-se que haja pelo menos 2.000 pandas gigantes em liberdade, em três províncias do centro-sul da China.

Em França, Huan Huan, uma panda emprestada pela China ao Jardim Zoológico de Beauval, está à espera de gémeos, segundo revela a última ultrassonografia feita antes do parto — previsto para a próxima sexta (ou sábado) — segundo anunciou a direção do Zoo. Este vai ser o primeiro nascimento de pandas gigantes no país.

Fonte: 24.sapo.pt

Anúncios

CONTEÚDO ANDA Pinguim mantido em cativeiro é repetidamente agredido

Um pinguim forçado a entreter compradores em um shopping de luxo na China foi chutado e golpeado por um funcionário que estava tentando alimentá-lo forçosamente

A agressão foi capturada em um vídeo feito por um espectador, que exige que o shopping se desculpe publicamente.

https://www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/07/pin2.jpg

A cena de crueldade ocorreu no Wanda Plaza – um popular centro comercial na China – onde duas aves foram mantidas em cativeiro em um recinto de vidro na tentativa com o intuito de atrair compradores durante as vendas do meio do ano.

O shopping é de propriedade de Wang Jianlin, “o homem mais rico da China”.

De acordo com a pessoa que filmou o abuso, o funcionário tentou vigorosamente dar peixes aos dois pinguins confinados.

Quando a ave tentou se afastar, o trabalhador o chutou. Depois que o pinguim cuspiu o peixe, ele foi espancado repetidamente, informou a PETA.

https://www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/07/pin.jpg

A testemunha enviou uma mensagem ao Wanda Plaza online para expressar sua preocupação. De acordo com o MailOnline, o shopping respondeu pedindo desculpas pela “experiência infeliz”.

Um porta-voz também alegou que a cena foi “mal interpretada” e que os pinguins explorados pelo recinto são pinguins de Magalhães e “não estão acostumados com o ambiente do shopping”. Infelizmente, esta não é a primeira vez em que animais abusados foram aprisionados em shoppings chineses.

Em 2016, o Grandview Mall Aquarium, em Guangzhou, abriu as portas d sua prisão para animais e foi rapidamente denominado de “um dos zoos mais tristes do mundo”, porque os animais sofrem de negligência, falta de cuidados, de estímulos e de luz natural. O zoológico está localizado em um shopping center.

Esses trágicos casos mostram o sofrimento que animais precisam suportar em cativeiro quando deveriam viver com suas famílias na natureza. Embora muitos cidadãos chineses tenham se manifesto contra a exploração de animais no zoológico, é necessário aumentar a conscientização para ajudar a acabar com esses estabelecimentos cruéis de uma vez por todas.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Vitória: consumo de carne de cachorro é proibido em Festival de Yulin

As vendas de carne de cães foram proibidas no bárbaro Festival Anual de Carne de Cachorro em Yulin, na China, onde milhares de cães e gatos são brutalmente assassinados.

https://i0.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/05/dog-6.jpg

As vendas de carne de cães foram proibidas no bárbaro Festival Anual de Carne de Cachorro em Yulin, na China, onde milhares de cães e gatos são brutalmente assassinados.

A proibição entrará em vigor no dia 15 de junho – apenas uma semana antes do início do festival no solstício de verão e deve ser rigorosamente aplicada, com multas de até 11.250 libras esterlinas e a possibilidade de prisão.

Ativistas pelos direitos animais do Duo Duo Animal Welfare Project e da Humane Society International dizem que a decisão proibirá os restaurantes, vendedores ambulantes e comerciantes de comercializar carne de cachorro no festival.

O evento anual, que mata cerca de 10 mil animais que são consumidos durante 10 dias, possui uma grande oposição nacional e internacional e é extremamente cruel.

https://i0.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/05/sli-e1495122773181.jpg

Segundo o governo local, o evento não tem apoio oficial e as autoridades insistem que ele é realizado com o suporte de empresas privadas.

A tradição de consumir carne de cachorro ocorre há quase 500 anos na China, Coreia do Sul e outros países do Sudeste Asiático e muitas pessoas acreditam que o hábito tenebroso ajuda a afastar o calor durante os meses de verão.

https://i0.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/05/ho-e1495122858964.jpg

O festival de Yulin foi iniciado por vendedores de cães em 2010 como uma tentativa de aumentar os lucros.
Durante o festival, os animais são mortos barbaramente e publicamente e, às vezes, são espancados até a morte ou cozidos ainda vivos.

Antes da data, os cães são frequentemente mantidos em gaiolas pequenas e apertadas. Algumas fotos mostram os animais usando coleiras, o que indica que eles era animais domésticos e foram sequestrados.

Segundo a reportagem do Express, muitos cães são transportados de outras cidades em caminhões apertados e em condições insalubres, o que gera a propagação de doenças.

https://i1.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/05/cor-2-e1495123002732.jpg

De acordo com o grupo Stop Yulin Forever (Parem Yulim Para Sempre), os cães são privados de alimento e água durante dias enquanto viajam.

Em 2016, uma petição com 11 milhões de assinaturas foi entregue ao governo de Yulin, em Pequim, em nome da Humane Society International, do Duo Duo Animal Welfare Project, do RaiseUrPaw, do Care2 e do Avaaz.

https://i0.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/05/cag-e1495123058385.jpg

Carrie Fisher, a falecida atriz dos filmes “Star Wars”, e seu cão Gary se reuniram com ativistas em frente à embaixada chinesa em Londres para mostrar apoio à petição.

Ao se manifestar durante a ocasião, Fisher declarou: “Há tanto sofrimento animal no mundo com que você se sente impotente para acabar. Porém, acabar com o festival de carne de cachorro de Yulin e com todo esse sofrimento é fácil”.

“Tudo o que as autoridades chinesas precisam fazer é declarar que ele fechou e os assassinatos param. Esses pobres cães precisam de nós para lutar por eles. Cada um deles é tão precioso quanto meu querido Gary, cada um deles é o melhor amigo de alguém”, finalizou.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Urso é covardemente arrastado por adestrador em circo

Sou totalmente contra a existência de circos com animais não-humanos.

O que existe em todos os circos com animais não-humanos, é o mau trato, físico e psicológico, para com os animais.

Eles, para poderem fazer os truques que fazem, para entreter o publico que assiste nas bancadas, são submetidos desde bem cedo e durante anos, a tortura, física e psicológica, sem a qual, não fariam esses truques.

Sou completamente a favor de circos, apenas com o animal-humano.
Já vários vieram e vêm a Portugal, e enchem sempre as bancadas de publico, que aí sim, vai ver só magia, arte, e não tortura!

BASTA DE CIRCOS COM ANIMAIS NÃO HUMANOS, EM TODO O MUNDO!

***

Em uma cena perturbadora, um urso negro foi violentamente chutado depois cometer erros enquanto se apresentava num circo de animais no Sudeste da China.

https://i2.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/05/ki.jpg

Em uma cena perturbadora, um urso negro foi violentamente chutado depois cometer erros enquanto se apresentava num circo de animais no Sudeste da China.

https://i2.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/05/ki.jpg

O adestrador agredia continuamente o animal, o que causou a revolta do público que gritou para que ele parasse, de acordo com um vídeo feito por um espectador.

A filmagem foi divulgada online e provocou uma discussão nas mídias sociais sobre a ausência de proteção animal em zoológicos chineses locais. Claro que isso é um grande paradoxo, já que a crueldade é intrínseca ao confinamento de animais nessas instalações. Porém, os maus-tratos foram tão evidentes que despertaram debates.

O vídeo de 38 segundos foi enviado por um usuário da web conhecido como ‘Norton’ no Weibo, rede social chinesa semelhante ao Twitter.

Ele foi feito quando ‘Norton’ visitou o Fuzhou Zoo, na província de Fujian. O usuário disse que havia entre 100 e 200 pessoas assistindo ao show de do urso negro.

É possível ver o urso negro chutando alguns obstáculos ao invés de saltá-los conforme o adestrador o arrasta com uma corrente.

https://i0.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/05/ki2.jpg

Pouco tempo depois, o homem chutou o estômago do urso e forçou-o a continuar. Ele bateu na cabeça do animal e chutou sua perna, arrastando-o novamente para os anéis de ginástica, segundo o Daily Mail.

“Ele chutou o urso pelo menos três, quatro vezes. O impacto na cabeça é de partir o coração”, disse Norton.
Os ursos negros são listados como uma espécie ameaçada e protegida na China.

A porta-voz do zoo disse que o show foi realizado por Anhui Suzhou Circus, do Leste do país. O urso negro é forçado a participar de um show por dia há cerca de três a quatro anos no Fuzhou Zoo.

https://i2.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/05/ki3.jpg

Segundo a porta-voz, o treinador foi suspenso e ela ainda alegou que ele chutou o urso “levemente”.

Usuários da internet ficaram indignados com o extremo abuso do instrutor e exigiram que o circo acabe com o show.
“Pare de colocar animais em exibição e as pessoas não devem comprar ingressos para assistir a shows tão abusivos!”, comentou ‘FuJieXin’.

Outras pessoas corroboraram o fato de que o público não deve financiar apresentações de circo.

http://www.dailymail.co.uk/embed/video/1465235.html

“É um princípio de demanda e oferta. Os ingressos comprados mostram uma demanda por espetáculos e circo cruéis continuam maltratando os animais”, enfatizou “Singleboymin’.

O Fuzhou Zoo declarou que está investigando o incidente e encerrou todos os shows com animais temporariamente. A vida dos animais explorados em circos é repleta de dor e sofrimento e é um absurdo que esses estabelecimentos ainda insistam em perpetuar esse cenário chocante.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Cachorra visita mercado chinês diariamente para evitar venda de filhotes recém-nascidos

https://i0.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/04/dog-7.jpg

Esta é uma história extremamente tocante sobre uma cachorra que decidiu proteger seus filhotes enjaulados que estão à venda em um mercado chinês.

A cachorra de aparência entristecida vai diariamente até o mercado noturno ver seus filhotes recém-nascidos, que possuem apenas um mês de vida.

https://i2.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/04/do2.jpg

Quando dois de seus filhotes foram vendidos, ela chegou a perseguir o comprador por algum tempo, em desespero para salvá-los.

As imagens foram capturadas em Hangzhou. O fotógrafo disse que estava a caminho de outro local quando viu uma multidão de pessoas se reunindo em torno da mamãe canina.

https://i2.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/04/do3.jpg

A cachorra de três anos se chama Le Le. O proprietário da barraca do mercado alegou que Le Le tinha dado à luz quatro filhotes cerca de um mês antes e dois deles foram vendidos, de acordo com o fotógrafo, que preferiu permanecer anônimo por razões de privacidade.

Os dois filhotes foram colocados em uma pequena gaiola e o vendedor esperou por potenciais compradores, segundo informado pelo Daily Mail.

O fotógrafo acrescentou que sempre que as pessoas mostravam interesses e apontavam para os cãezinhos de Le Le, ela virava a cabeça para olhar os potenciais compradores, tentando protegê-los.

https://i2.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/04/do4.jpg

Ele também foi informado de que Le Le era explorada pelo proprietário da barraca. Ela tinha dado à luz três vezes e, sempre que seus filhotes completavam um mês, eram colocados à venda nas ruas. Cada um deles foi comprado por 180 yuan (£ 20).

https://i0.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/04/do5.jpg

Depois que o fotógrafo publicou as fotos no site QQ, surgiram comentários criticando o proprietário da barraca.
Um usuário questionou: “Não sou um ativista, mas sei por que Le Le parecia tão triste. Por que [o proprietário] não podia deixar um cãozinho para Le Le?

https://i2.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/04/do6.jpg

“Ela teve que suportar a dor de perder seus filhos, uma vez atrás da outra. O proprietário é muito cruel”, apontou outra pessoa.

“Para você, é apenas um cachorro, mas, para Le Le, trata-se do filho dela”, completou outra.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Zoológicos promovem a captura e venda de animais selvagens ameaçados

https://i2.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/04/zoo.jpg

Usuários das mídias sociais chinesas ficaram horrorizados com as descobertas de uma investigação de uma ONG local que revelou que zoológicos têm promovido a captura de animais selvagens para comercializá-los.

A China Biodiversity Conservation and Green Development Foundation (CBCGDF) divulgou um pequeno documentário de sua investigação sobre três zoológicos chineses privados.

A filmagem chocante inclui tigres extremamente magros confinados em gaiolas, uma python com deformidade, ursos potencialmente cegos e primatas com graves problemas de pele.

Além das imagens perturbadoras nas três instalações, funcionários de um zoológico confessam que ilegalmente perseguiram animais selvagens ameaçados para vendê-los para zoológicos maiores e parques sáfari em todo o país.

De acordo com a Animals Asia, o documentário mostra que os zoos perseguem espécies selvagens e protegidas com o objetivo de comercializá-las para outras instalações que mantêm animais em cativeiro.

https://i0.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/04/ceg.jpg

Segundo a ONG, dos cerca de 400 zoológicos chineses, a maioria é privada e regulamentada. Muitos não são transparentes quanto ao número de animais que explora, nem suas origens e condições.

Um funcionário do Zoológico de Longyan Minxi, na província de Fujian, alegou que representantes do Zoológico de Ningbo compararam recentemente tigres e macacos de um visitante do local em janeiro deste ano. Posteriormente, o tigre foi baleado.

Além deste zoo, a CBCGDF visitou também o Zoológico de Tongling (na província de Anhui) e o Zoológico de Chaozhou (província de Guangdong).

As revelações chocantes, publicadas pela produtora Pear, foram vista quase quatro milhões de vezes em 24 horas após serem divulgadas no site de mídia social Weibo.

“As condições em que os animais são mantidos dentro dos zoológicos são totalmente inaceitáveis. Os tigres vivem em gaiolas sem qualquer enriquecimento e muitos claramente sofrem com ferimentos e doenças. Não há nenhum benefício educacional nestas instalações e parece que elas existem apenas para obter lucro. Como eles arrecadam dinheiro é a grande questão – quantos animais são abusados por essas centenas de instalações e de onde eles vêm? No momento ninguém sabe”, declarou Dave Neale, diretor de proteção animal da Animals Asia.

“Apoiamos totalmente o apelo da CBCGDF de que a China precisa urgentemente de normas de proteção animal para evitar esses abusos e a possibilidade de desrespeitar as leis nacionais sobre a caça de animais selvagens “, acrescentou.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA China fecha todas as lojas e fábricas que comercializam produtos feitos com marfim

https://i2.wp.com/www.anda.jor.br/wp-content/uploads/2017/03/ma-e1490884256564.png

Em um grande passo para seu compromisso de proibir o comércio de marfim, a China fechará 67 fábricas de esculturas e lojas de varejo em todo o país na sexta-feira (31), informou a organização WildAid.

A primeira fase de fechamentos irá impactar cerca de um terço de todas as lojas oficiais e fábricas, de acordo com documentos divulgados pela Administração Florestal do Estado da China.

No final de 2016, a China anunciou planos para acabar com todas as vendas internas de marfim até o final deste ano. O país é atualmente o maior mercado mundial de produtos feitos com marfim de elefantes. Embora o comércio internacional seja proibido, até 30 mil elefantes são mortos anualmente por suas presas.

“Esses fechamentos provam que a China está comprometida em acabar com o comércio de marfim e ajudar o elefante africano”, disse Peter Knights, CEO da WildAid.

“O preço do marfim teve queda de dois terços frente aos números anteriores, por isso, hoje é um investimento muito ruim. Esperamos mais quedas à medida que o fechamento total se aproxima no final do ano”, completou.

Um novo relatório publicado pela Save the Elephants descobriu que o preço de atacado das presas de marfim na China tinha caído para US$ 730 por quilograma, abaixo de US$ 2.100 em 2014.

De acordo com a investigação, alguns pontos de varejo já fecharam devido à diminuição no ritmo de vendas. “As campanhas de conscientização pública expuseram muitos potenciais compradores ao impacto que a compra de marfim tem sobre os elefantes africanos”, declarou a organização em um comunicado para a imprensa.

Atualmente, existem 34 fábricas oficiais de marfim, localizadas em toda a China. Doze delas estão programadas para fechar nesta semana. Além disso, 45 das 130 lojas de varejo licenciadas pelo governo para comercializar marfim encerrarão suas vendas até esta sexta-feira.

“Os efeitos positivos da proibição já estão ocorrendo. As apreensões de marfim que entraram na China caíram 80% em 2016 e 67 elefantes foram caçados no Quênia em relação a 390 três anos antes”, disse Knights.

Enquanto isso, Hong Kong e o Reino Unido ainda não aprovaram a proibição do comércio de marfim e o mercado japonês permanece aberto. A WildAid insta os legisladores a endossar o plano do governo de fechar o mercado de marfim de Hong Kong e pede ao Japão que se junte à comunidade global para acabar com este terrível comércio.

Fonte: ANDA