OS BONS SENTIMENTOS

Os bons sentimentos, são quando nos colocamos no lugar do outro.
Se sabemos que o que queremos, vai directamente, ou indirectamente, magoar, ferir, causar dar ao outro, pomo-nos imediatamente no seu lugar e nos perguntamos se gostaríamos que ele nos fizesse o mesmo!
E é este exercício que quem defende a tauromaquia, deveria fazer.
Deveria por momentos, tentar por-se no lugar do touro e se perguntar se gostaria de passar pelo mesmo sofrimento, pela mesma dor que o touro passa numa praça de touros.
Todos nós, seres humanos, temos o direito de não sofrer, de não sentir dor.
E todos os outros seres sencientes, têm o mesmo direito de não sofrer, de não sentir dor que nós, seres humanos.
Como tal, não temos o direito de causar dor, de causar sofrimento a outro ser, humano e não-humano.
Os defensores da tauromaquia, os da arena e os da bancadas, não têm o direito de provocar dor, de provocar sofrimento, directo e indirecto, ao touro e ao cavalo!

BASTA DE TAUROMAQUIA, JÁ!

Mário Amorim

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BOM KARMA!

Bom karma é lutar pelo bem-estar do touro e também do cavalo.
Bom karma é ser contra as touradas.
Bom karma, é olhar para os olhos do touro, e perceber que o que ele quer, é ter alegria, é ter felicidade, é ter bem-estar, onde nasceu, até morrer.
Bom Karma, é perceber que o touro, tem o mesmo direito ao seu bem-estar; à sua felicidade do que tu.
É perceberes que o touro, não é inferior a ti. É igual a ti.
É entenderes, de uma vez por todas, que a ABOLIÇÃO das touradas é o único caminho!

Mário Amorim

MAU KARMA!

Quando causamos dor, quando causamos sofrimento a um outro ser sensível, estamos a criar mau karma, a nós próprios. E a não ser que imediatamente procedamos à sua correcção, esse mau karma, vai virar-se contra nós próprios.
E é isto que acontece nas touradas.
Aqueles que causam dor, que causam sofrimento ao touro, criam mau Karma contra eles próprios. E esse mau karma, irá virar-se contra eles, mais tarde ou mais cedo.
Eu não quero que nenhum ser senciente sofra. Seja ele humano, ou não humano. Só estou a dizer algo que quem tortura, quem é cruel para com o touro, não leva a sério.
Mas isto é uma realidade.
É uma realidade, à qual não podemos fugir.
É uma realidade que aqueles que são cruéis para com o touro e para com o cavalo, nas praças de touros, não podem fugir!

Mário Amorim

GOSTARIA QUE OS PSICOPATAS TAUROMÁQUICOS, AMANHÃ, NO PRÓS E CONTRAS, RESPONDESSEM A UMA QUESTÃO MUITO SIMPLES!

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Enchem a boca para falar de liberdade de ir ás touradas.
Mas deixo uma pergunta muito simples, que gostava que os Psicopatas tauromáquicos amanhã, respondessem, no Prós e contras: e a liberdade do touro e do cavalo, de não serem física e psicologicamente torturados para vosso gáudio. Onde fica?
– Da liberdade do touro e do cavalo, vocês não falam!
Pois é, liberdade, liberdade, liberdade, ás custas do sofrimento do touro e do cavalo, físico e psicológico. A nossa liberdade acaba, quando começa a liberdade dos outros. Ou melhor dizendo: a vossa liberdade termina, quando começa o direito do touro e do cavalo, de não serem violentamente tratados, para vosso gáudio.

Quem é contra as tauromaquia e luta contra ela, é civilizado.
E quem vai assistir a tauromaquia. Quem cria touros, para depois serem vítimas de crueldade.  Quem tortura o touro e o cavalo na arena, física e psicologicamente. Quem recebe por ano 16 Milhões de € de subsídios, para ser cruel para com o touro e para com o cavalo, é incivilizado!

Por tanto; quem fala em liberdade de ir ás touradas, ignorando, por completo o direito do touro e do cavalo, de não serem torturados, física e psicologicamente, para seu deleite, mais não é do que uma pessoa incivilizada!

Mário Amorim

«A TOURADA VISTA POR UM MÉDICO VETERINÁRIO COM EXPERIÊNCIA EM ESPECTÁCULOS TAUROMÁQUICOS!»

Obrigada Dr. Vasco Reis.

Haja alguém com lucidez!

O seu texto é precioso. Mas como em madeira velha só entra caruncho, os deputados da Nação disseram não à racionalidade, porque não entendem nada do que lhes dizemos.

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«PERCURSO DO TOURO ANTES, DURANTE E DEPOIS DA TOURADA!

O touro vive uns 4 anos na campina habituado à companhia de outros da mesma espécie em espaço largo e com razoáveis condições. Terá já passado por momentos violentos de ferra, de tentas. É escolhido para a lide numa tourada. Com ou sem sedação, apartam-no violentamente, com muito uso do bastão eléctrico, para uma manga e enfiam-no numa caixa apertada onde mal se pode mexer.

A ansiedade provocada pelo aperto cresce em tremenda claustrofobia ao passar da liberdade e tranquilidade da campina para o “caixote” onde fica confinado, violentamente afastado da companhia importante dos outros bovinos a que o ligam laços emotivos. A seguir cresce o pânico do transporte. Depois a espera, com pouco ou nenhum alimento e bebida. Talvez sendo injectado, a ponta dos cornos será cortada, provavelmente, até ao extremo vivo e muito enervado, ficando extrema e dolorosamente sensível ao contacto. Para não sangrar, cauteriza-se a sangue frio. (Há touros que não resistem a esta operação e morrem de acidente cardiovascular provocado pelo sofrimento). Sofre outras acções destinadas a fatigá-lo, debilitá-lo, retirar-lhe capacidade para a lide.

Mais tarde, a condução ao curro escuro da praça de touros. É empurrado a seguir para a arena (beco sem saída) suportando logo o enorme alarido da multidão e da música ruidosa (para se sobrepor aos seus berros), o que ainda mais o assusta, a visão ficando ofuscada pela luz do sol. Depois a provocação, o engano, o cravar das bandarilhas/arpões, que o ferem e magoam terrivelmente, através da pele, e não só, pois frequentemente também aponevroses, alguns músculos, tendões, vértebras, espáduas e, por vezes, até pleura e pulmão são atingidos, quando erroneamente cravado entre costelas. Tudo isto o faz sangrar e sofrer, o enfurece, magoa, deprime e esgota. Cavaleiros ou bandarilheiros massacram-no. Depois, exausto, física e psicologicamente, segue-se a (ou as pegas) pelos forcados, A seguir é retirado com as “chocas”. É amarrado e imobilizado por cordas em volta dos cornos. Brutalmente, tal como foram cravados, os ferros são agora retirados sem anestesia, arrancados ou por corte do couro.

No final de tudo isto, o animal é metido no transporte, esgotado, ferido e febril, em acidose metabólica horrível que o maldispõe e intoxica, até que a morte, habitualmente só alguns dias mais tarde, o liberte de tanto sofrimento. Frequentemente fica, até esse momento, encerrado em veículos de transporte num espaço exíguo, sabe-se lá com ou sem alimento e água e submetido a elevadas temperaturas.

E ninguém, independente, pode controlar isso.

PERCURSO DO CAVALO EXPLORADO NO TOUREIO!

O cavalo sofre esgotamento e terrível tensão psicológica ao ser usado como veículo, sendo dominado, incitado e lançado pelo cavaleiro e obrigado a enfrentar o touro, quando a sua atitude natural seria a de fuga e de pôr-se a uma distância segura.

À força de treino, de esporas que o magoam e ferem, de ferros na boca e da barbela – corrente de metal à volta da mandíbula, que o magoam e o subjugam, o cavalo arrisca morte por síncope/paragem cardíaca, ferimentos mais ou menos graves e, até, a morte na arena por ser atingido pelo touro.

 OPINIÃO!

É difícil, senão impossível, acreditar que toureiros e cavaleiros tauromáquicos amem touros e cavalos, quando os submetem a violência, risco, sofrimento.

O mesmo se aplica aos aficionados, que aceitam isso.

Questiono-me: porque se continua a permitir uma actividade que assenta na violência e no sofrimento público de animais, legalizado e autorizado por lei e até apreciado, aplaudido e glorificado por alguns?

Numa verdadeira democracia não deveria ser permitida nem legalizada a tortura de animais.

PERGUNTA FUNDAMENTAL!

E senhoras e senhores Deputad@s da Assembleia da República de Portugal o que acham e como vão votar? Pela abolição ou pela manutenção desta terrível violência contra seres sencientes (como os humanos) e indefesos e inocentes.

RECOMENDAÇÃO PARA TOMADA DE CONHECIMENTO!

Recomendo aqui uma tomada de conhecimento da científica DECLARAÇÃO DE CAMBRIDGE SOBRE A CONSCIÊNCIA EM ANIMAIS HUMANOS E NÃO-HUMANOS de 7 de Julho de 2012 editada por Philip Low.

E mais dados científicos:

Os animais humanos e não humanos são seres dotados de sistema nervoso, mais ou menos desenvolvido, que lhes permitem sentir e tomar consciência do que se passa em seu redor e do que é agradável, perigoso e agressivo e doloroso.

Estes seres experimentam sensações, emoções e sentimentos muito semelhantes. Este facto leva-os a utilizar mecanismos de defesa e de fuga, sem as quais, não poderiam sobreviver. Portanto, medo e dor são condições essenciais de sobrevivência.

Afirmar-se que, nalguma situação não medicada, algum animal possa não sentir medo e dor se for ameaçado ou ferido, é testemunho da maior ignorância, ou intenção de negar uma verdade vital, falácia para tentar ocultar a crueldade da tauromaquia.

A ciência revela que o esquema anatómico, a fisiologia e a neurologia do touro, do cavalo e do homem e de outros mamíferos são extremamente semelhantes.

As reacções destas espécies são análogas perante a ameaça, o susto, o ferimento. O senso comum apreende isso e a ciência confirma-o.

Depois desta explicação, imaginem o sofrimento horrível que uma pessoa teria se fosse posta no lugar de um touro capturado e conduzido ao “calvário” de uma tourada.

CONCLUSÃO:

Seres humanos (tauromáquicos) não devem provocar a outros seres de sensibilidade semelhante (touros e cavalos), sofrimentos a que os próprios agressores (tauromáquicos) não aceitariam ser submetidos.

Porque é a desgraçada vítima dos chamados humanos, “corrido” e torturado?

Para diversão de aficionados, para o alimentar de egos e vaidades, para negociatas de tauromáquicos e no prosseguimento de uma cruel e obsoleta tradição.

É mais do que justo e chegado o tempo da abolição, o que só peca por tardar!!!

As importantes verbas que são atribuídas no apoio à tauromaquia e as isenções que lhe são oferecidas, seriam com justiça e utilidade, preferencialmente, utilizadas para mitigar imensas necessidades!

A tauromaquia é uma vergonha nacional.

Vasco Reis,

Médico veterinário aposentado

Aljezur»

Fonte: Arco de Almedina

RAZÕES DA CADA VEZ MAIOR PUTREFACÇÃO DA TAUROMAQUIA, EM PORTUGAL

A tauromaquia, em Portugal, está cada vez mais putrefacta. E estas são as razões.

Os Psicopatas Tauromáquicos, não conseguem provar cientificamente, incluindo com publicação numa revista cientifica, as alegações sobre o touro.
Os Psicopatas Tauromáquicos, não são capazes de provar, com documentação, a alegação que a tauromaquia se subsidia a si própria. Não são capazes de provar, com documentação, que não recebem anualmente, milhões de € de subsídios, do Estado, da União Europeia e das Camaras Municipais.

Eles sabem, que os milhões de € de subsídios que anualmente recebem, numa questão de tempo, vão acabar. E sem eles, a tauromaquia será abolida. Pois são esses milhões de € que permitem a sua existência, em Portugal.

Os Psicopatas Tauromáquicos, não são capazes se realizar uma sondagem séria, e completamente imparcial, por todo o continente e ilhas. Pois sabem muito bem, qual seria o resultado.

As praças de touros, estão cada vez mais as moscas. E nem com entradas de borla, e com convites, elas enchem.

Cada vez mais pessoas, por não quererem ser vistas como Psicopatas, se afastam da tauromaquia, e passam a lutar contra a tauromaquia.

Cada vez mais pessoas, se recusam a ser coniventes, com os Psicopatas, os Sociopatas que torturam, física e psicologicamente o touro e o cavalo, na arena de uma praça da touros, e se afastam da tauromaquia.

Ontem, virão o seu projecto derrotado, o que aumentou, ainda mais o estado de putrefacção da tauromaquia.

O desespero dos Psicopatas Tauromáquicos é cada vez mais crescente e evidente.

Em suma. A ABOLIÇÃO da tauromaquia, em Portugal, está cada vez mais perto!

Mário Amorim

OUTRA DAS FALÁCIAS DOS PSICOPATAS TAUROMÁQUICOS

Os Psicopatas Tauromáquicos afirmam que o touro é bem tratado durante quatro anos.
Eles querem fazer das pessoas parvas. Essa é a verdade.

O touro, em bebé, vê o seu corpo ser cravado com ferros em brasa. Os psicopatas tauromáquicos afirmam que são anestesiados, e que eles não sentem.
Nós, quando somos operados, ou quando vamos ao dentista tirar um dente, antes, somos anestesiados. Depois de passar o efeito da anestesia, sentimos dor. E com os pequenos touros bebé, é a mesma coisa. Depois de lhes passar o efeito da anestesia, sentem a dor dos queimados, sobre a pele.
Nós, se somos operados, ou vamos tirar um dente, fazemo-lo, porque tem de ser.
Enquanto que o pequeno touro bebé, é obrigado a ser torturado, com ferros em brasa sobre o corpo.

Depois, ainda touro bebé, é picado, e muitas vezes morto, por Psicopatas, a pé, ou a cavalo, com farpas, ferros, e muitas vezes é-lhe cravada uma espada, no treino de jovens que querem matar touros, nos países com touros de morte, ou em Barrancos.

Mais tarde, os Psicopatas dos campinos, picam-nos, com grandes pontas, de ferros.

Por tanto; seus Psicopatas, não nos façam de parvos!

Nós vamos vencer.
Vamos abolir a tauromaquia de Portugal.
E o touro e o cavalo, aí sim, serão bem tratados, desde que nascem, até que que morram.
Livres, em paz e sossego, no campo, na Natureza!

Mário Amorim