Catalonia’s Last Bullfight – Al Jazeera World

A Tauromaquia é uma actividade bárbara.

Da arena de uma praça de touros, emana Psicopatia, Sociopatia.
E das bancadas de uma praça de touros, emana um sentimento de indiferença. Emana igualmente Psicopatia, Sociopatia.

A tauromaquia, é pois uma prática, fomentada, realizada, e praticada, por MONSTROS, por ASSASSINOS, PSICOPATAS, SOCIOPATAS.

A tauromaquia, é uma prática, onde os piores instintos de seres humanos sem empatia, sem bondade, sem compaixão, estão patentes.

A tauromaquia, é uma prática abjecta, que não sentido existir, em nações, que se querem civilizadas!

Mário Amorim

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TRIBUNAL CONSTITUCIONAL ANULA PROIBIÇÃO DE TOURADAS NA CATALUNHA, MAS OS CATALÃES NÃO OBEDECERÃO A ESTA IMPOSIÇÃO RETRÓGRADA

Os aficionados espanhóis são como os aficionados portugueses: vivem na Pré-Idade da Pedra Lascada sem a mínima capacidade mental para ver o óbvio, evoluir e levar adiante a prática da Democracia e da Justiça.

A selvajaria tauromáquica está condenada à extinção, bem como os seus capachos. Só eles é que não vêem… E resistem, nem que para isso tenham de ser ridículos…

E assim se descredibiliza um tribunal constitucional…

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Esta arena de tortura, a Monumental de Barcelona, continuará assim: vazia, como estão destinadas todas as arenas dos oito países que ainda mantém estas práticas cruéis, grosseiras e medievais…

Lê-se nas notícias que por aí circulam que o Tribunal Constitucional Espanhol anulou a proibição das touradas na Catalunha, respondendo deste modo retrógrado a um recurso apresentado pelo não menos retrógrado Partido Popular espanhol, à decisão do Parlamento Catalão tomada em 2010 e que proibia a selvajaria tauromáquica na Catalunha.

Em Espanha, tal como em Portugal, a tauromaquia ainda se mantém em alguns poucos municípios e regiões, graças a mentes primitivas que ocupam cargos de decisão, e subsídios que ambos os governos esbanjam nesta actividade medieval protagonizada por psicopatas, sádicos e broncos.

E pensar que seres vivos são barbaramente torturados apenas para satisfazer os desejos mórbidos de um pequeno núcleo populacional portador de graves deformações mentais, bastamente comprovadas pelos estudos realizados por cientistas de várias especialidades!

Mas nem assim os partidos populares de ambos os países ibéricos são capazes de ver e aceitar o óbvio: a esmagadora maioria do povo espanhol e português não se revê nestas práticas bárbaras, assentes na mais profunda ignorância.

Os promotores da proibição das touradas na Catalunha, dizem que decisão do Tribunal Constitucional foi uma “decisão política” e disto ninguém tem a menor dúvida.

COMUNICADO DA PLATAFORMA PROU

A Plataforma PROU, impulsionadora da Iniciativa Legislativa Popular que originou a Lei aprovada pelo Parlamento Catalão em 2010, e que aboliu as touradas na Catalunha, emitiu o seguinte comunicado:

«Hoje, seis anos depois de se ter conseguido um avanço tão importante quanto à protecção animal e à não violência na Catalunha, no sentido de fomentar a cultura da paz, o Tribunal Constitucional espanhol decide que a dita lei é inconstitucional e que deve ser anulada, alegando motivos débeis e infundados, tendentes a retirar competências às regiões autónomas, impondo-nos, deste modo, um vergonhoso regresso ao passado, e à obrigatoriedade de continuar a autorizar a tortura pública de touros, nas arenas.

A Iniciativa Legislativa Popular utilizada foi um mecanismo de democracia participativa, que mobilizou centenas de milhares de pessoas se organizaram civicamente, num exemplo de exercício democrático rigoroso, transparente, aberto e com todas as garantias para o debate e a liberdade de expressão, e esta é a primeira vez na história que se revoga, sem as garantias acima indicadas, uma Lei aprovada através deste recurso.

É impossível acreditar que esta sentença responde a normas meramente jurídicas, tratando-se tão só de uma decisão política, que os antecedentes e a História corroboram.

Recordamos que o Partido Popular, liderado por Mariano Rajoy, incluiu no seu manifesto eleitoral a defesa intransigente das touradas, aprovando durante o seu mandato uma lei que definiu a tauromaquia como “património histórico e cultural comum a todos os espanhóis”, com a única finalidade de tentar anular a Lei catalã.

Recordamos que o presidente do Tribunal Constitucional, Francisco Pérez de los Cobos, foi notícia pela sua filiação e militância no Partido Popular, ainda que, todavia, continue em funções.

Recordamos que nos últimos anos vários magistrados foram fotografados em praças de touros, desfrutando da cruel e sangrenta tortura dos animais.

Recordamos que o Partido Popular acumula centenas de casos de corrupção, que inclusive afectam o próprio partido e que vinculam o nome de diversos presidentes deste partido e do Estado espanhol. Recordamos que nos últimos anos foram descobertos casos de corrupção também no mundo tauromáquico, desde a evasão fiscal, até à gestão danosa de corridas de “beneficência”, associadas a crianças deficientes, entre muitos outros.

Enquanto na Catalunha se abriu uma brecha de distanciamento social em relação à tauromaquia, essa tendência estendeu-se a todo o Estado espanhol, onde actualmente a sociedade considera as touradas uma terrível forma de maltrato animal; e em 2013, a ONU considerou que esta actividade viola os direitos humanos.

Acreditamos firmemente que por trás desta decisão disfarçada de “poderes judiciais” há uma conspiração que só pode ter explicação no momento político que o Estado espanhol está a viver.

Negamos rotundamente que esta sentença corresponde aos interesses que diz corresponder.

Vamos denunciar, jurídica e moralmente, à opinião pública internacional estes abusos.

A Plataforma PROU começará, desde hoje, a trabalhar na denúncia internacional desta violação dos direitos democráticos que a nossa sociedade civil, organizada e mobilizada, sofreu, ao mesmo tempo que apresentará queixas nos tribunais especializados na persecução de atentados contra os direitos políticos. Estes direitos foram claramente violados como consequência da rede existente do relacionamento entre poderes e interesses pessoais, por parte de quem os utilizam.

Espera-nos um longo trabalho em toda a Europa e nas instituições jurídicas internacionais.

Da mesma forma, a Plataforma PROU também anuncia uma série de acções internas na Catalunha, com o Governo e o Parlamento, para assegurar que a tirania legislativa desta sentença não acabe por ter efeitos práticos e as touradas não voltem a realizar-se.

Do mesmo modo, esta Plataforma orgulha-se de partilhar este cenário com outras leis que foram revogadas por este mesmo tribunal, como a que defendia a igualdade de género; a lei que garantia que uma família não pode ficar sem abrigo; a disponibilidade para acolher refugiados na Catalunha; a lei de participação e consulta; a lei de emergência de energia; todas destinadas a melhorar a qualidade da democracia, justiça e igualdade.

Tanto quanto a nossa indignação por este atentado contra a democracia e a participação da cidadania legislativa, queremos tornar público o nosso entusiasmo, ao entender que este debate nos permitirá avançar para uma sociedade mais justa, menos violenta, mais civilizada.

Longe de aceitar o regresso das touradas à Catalunha, a Plataforma PROU acredita que chegou o momento de discutir as práticas violentas que nos envergonham como sociedade.

Por isso pedimos:

– À comunidade internacional que nos acompanhe.

– Ao Parlamento da Catalunha, uma nova Lei adaptada a esta sentença, mas que para efeitos práticos não permita o regresso das touradas.

– Ao Governo da Catalunha, que faça tudo o que estiver ao seu alcance para evitar qualquer tipo de actividade proibida pelo nosso Parlamento.

– Ao Governo da cidade de Barcelona, que mantenha firme a sua postura e não permita que a praça de touros volte a ser utilizada para actividades tauromáquicas.

– E muito especialmente, à comunidade da Catalunha que mantenha o seu apoio firme à causa da protecção animal, algo que orgulha, dignifica e é um importante reconhecimento internacional a este povo excepcional.»

Texto traduzido do original, publicado no blogue El Caballo de Nietzsche, em El Diário, neste link:

http://www.eldiario.es/caballodenietzsche/Comunicado-PROU-Tribunal-Constitucional-Cataluna_6_571202886.html

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O Blogue Arco de Almedina apoia a Catalunha

Fonte: Arco de Almedina


O Blog contra a tauromaquia em Portugal e no resto do mundo, também apoia a Catalunha!

El Tribunal Constitucional español pretende obligar a Cataluña a torturar animales

El Tribunal Constitucional español ha emitido un dictamen por el cual anula la decisión de Cataluña de prohibir las corridas de toros en ese territorio. El Gobierno catalán ha declarado a la prensa que no obedecerá la resolución.

El Tribunal Constitucional español pretende obligar a Cataluña a torturar animales

En 2010, Cataluña decidió vetar estos festejos gracias a una iniciativa legislativa popular (ILP), promovida por la ciudadanía. Aunque el texto de la sentencia del Tribunal Constitucional no se ha hecho público aún, se ha filtrado que los argumentos utilizados van desde la defensa de la libertad de empresa, la tradición cultural y la protección constitucional de las minorías culturales, pasando por encima de la soberanía, las prácticas democráticas y, por supuesto, el maltrato animal.

“Anular una decisión soberana, como fue la propuesta de ley que motivó la prohibición de las corridas de toros, es un acto que ofende las mismas bases en que erigimos nuestra democracia”, declara desde España Daniela Romero, Directora General de AnimaNaturalis Internacional. “Desde cualquier punto de vista, lo decidido por el Tribunal Constitucional es inmoral. Obliga a seguir torturando animales, privilegiando la libertad de empresa sobre el sufrimiento y muerte de seres indefensos”, agrega.

“Haremos todo lo que esté en nuestro poder para evitar que se aplique en Cataluña y que pueda servir como blindaje para la abolición de las corridas de toros en otras localidades del país”, añade Romero.

La resolución del Tribunal Constitucional puede ser legal, pero es ilegítima: obliga a un retroceso moral que no se condice con el mayoritario rechazo a tradiciones crueles con animales, como son las corridas de toros en España y América Latina.

El Gobierno catalán ha declarado a la prensa que no obedecerá la resolución y apoyará la prohibición de las corridas de toros que había aprobado su parlamento en 2010.

Desde AnimaNaturalis estamos apoyando la búsqueda de alternativas para que no regresen estos espectáculos de sangre, tortura y muerte en Cataluña, y movilizaremos a la sociedad civil organizada para que la voz de los animales se escuche por encima de la defensa mezquina de los intereses de unos pocos.

Fonte: ANIMANATURALIS

Hoje é um dia triste para os touros, para a Catalunha, para os catalães e para todos aqueles que lutam contra as corridas de touros.

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O Tribunal Constitucional espanhol anulou a decisão de 2010, do Parlamento da Catalunha, de abolir as corridas de touros na Catalunha.

Por essa razão, hoje é um dia triste para os touros, para a Catalunha, para os catalães e para todos aqueles que lutam contra as corridas de touros.

Só que o Tribunal Constitucional espanhol, não pesou bem as consequências, a repercussão desta decisão, junto dos catalães.

Esta decisão, vai aumentar, ainda mais, a luta pela independência da Catalunha.

Estou convencido de quem em breve teremos noticias, relativamente as consequências, à repercussão que esta decisão do Tribunal Constitucional espanhol vai ter!

Mário Amorim

URGENTE – Assine esta Petição | As touradas Não podem voltar à Catalunha!

A maior vitória conseguida até hoje pela abolição da tauromaquia foi a proibição das touradas na Catalunha. Mas o Tribunal Constitucional espanhol pode vir a anular tal proibição!
Vamos permitir este retrocesso? Por favor, assine uma importante petição, da autoria da AnimaNaturalis.

¡Victoria! La Generalitat abre expediente sancionador a 8 miembros de una comisión taurina en Cataluña

El juez considera que los responsables de velar por la seguridad y protección de los animales no actuaron ante las repetidas agresiones hacia los toros y que por lo tanto han vulnerado la ley. Uno de los expedientados es el presidente de la Agrupación de Comisiones y Peñas Taurinas de las Tierras de l´Ebro. AnimaNaturalis

La ONG en defensa de los animales AnimaNaturalis informa que la Delegación del Gobierno a las Tierras del Ebro nos ha comunicado, en calidad de denunciantes, que se ha iniciado un expediente sancionador contra la comisión taurina de unos ‘correbous’ en Santa Bàrbara.

AnimaNaturalis presentó denuncia a raíz de unos ‘correbous’ en la plaza de Santa Bàrbara el 14 de julio del año pasado porque consideraba que se infringió la Ley de regulación de las fiestas tradicionales con toros “por no ejercer las funciones para las cuales estuvieron designados los miembros de la comisión taurina, como por ejemplo velar, durante el transcurso del espectáculo, por evitar maltratos y sufrimiento a los animales”, según el artículo 8.6.d) de la Ley 34/2010.

La denuncia, formulada el pasado 18 de septiembre, constaba de un escrito acompañado de imágenes de vídeo, donde se observa de forma reiterada como los participantes lanzaban objetos como piedras y palos de madera, y daban golpes a los animales.

La Generalitat, que ha reconocido como falta leve estos hechos, ha abierto expediente sancionador contra los 8 miembros que formaban parte de la comisión taurina de las Fiestas Mayores de Santa Bàrbara, por un valor de 250€ cada sanción. Uno de los miembros sancionados es Joaquim Martí Llombart, actual presidente de la Agrupación de Comisiones y Peñas Taurinas de las Tierras del Ebro.

AnimaNaturalis asegura que es muy complicado en las Tierras del Ebro poder grabar imágenes de correbous, a menudo lo hacemos bajo amenazas, insultos y agresiones físicas de todo tipo. Aïda Gascón, directora de la ONG AnimaNaturalis y coordinadora de los grupos de investigación de los correbous en Cataluña, valora muy positivamente que la Generalitat haya actuado en este caso a favor de los animales: “Estas sanciones nos da ánimos para seguir con nuestro trabajo, pero sabemos que cada vez nos lo pondrán más difícil”. Además, añade que “es una vergüenza que el presidente de las comisiones taurinas a las Tierras de l´Ebro sea sancionado por no cumplir con su obligación de evitar los maltratos a los toros, precisamente él tendría que dar ejemplo”, a pesar de que reconoce que es un trabajo muy difícil porque en casi todos los ‘correbous’ se puede presenciar este tipo de maltratos, y en muchos pocos casos las comisiones han hecho algo para evitarlo porque “te hace entrar en conflicto con los participantes, que muchas veces van bebidos, y con las propias peñas taurinas”.

AnimaNaturalis interpuso dos denuncias más por maltrato animal y presencia de menores durante el espectáculo a los municipios de Sant Jaume d´Enveja y l´Ampolla durante el 2015, pero todavía no se ha comunicado ninguna acción judicial por parte de la Generalitat.
Amenazas de los taurinos

El pasado 11 de enero AnimaNaturalis hizo público una compilación de las imágenes más brutales que conseguimos grabar en los correbous de Cataluña al 2015. Se envió el vídeo a los nuevos diputados y diputadas del Parlamento, vía Twitter para pedir que un “país nuevo” tendría que ser libre de correbous. Desde entonces, Aïda Gascón ha recibido mensajes públicos y privados en las redes sociales, que considera como claras amenazas. Concretamente, taurinos de las Tierras del Ebro, entre ellos, Joaquim Martí, uno de los sancionados, ha dicho públicamente que en la próxima temporada taurina de este año, que empezará en abril, “los esperan con los brazos abiertos”.

Enlace al vídeo:

Fonte: ANIMANATURALIS

Los taurinos no quieren que veas este vídeo

Nos hemos infiltrado entre los taurinos. Tras viajes, amenazas y golpes, hemos conseguido unas imágenes inéditas: la crueldad que padecen los toros en las fiestas taurinas de Cataluña.

http://www.correbous.org/

Cataluña ha prohibido las corridas de toros, pero sus fiestas taurinas (correbous) con encierros, toros de fuego o toros ensogados persisten. En los últimos festejos taurinos, hemos sido testigos de todo tipo de infracciones: presencia de menores, falta de estructuras adecuadas, lanzamiento de piedras, además de golpes y patadas a unas jóvenes vaquillas asustadas. Pero lo peor que hemos presenciado es el sufrimiento de toros y vaquillasencerrados y acosados, atados con sogas, ¡y hasta con bolas de fuego ardiendo sobre sus cabezas!

Para este 2016, nuestro propósito es claro: queremos el fin de estas fiestas taurinas. A pesar de la violencia de los taurinos, no tenemos miedo y volveremos a grabar estas tradiciones de tortura y adenunciarlos ante los tribunales. Estamos decididos: queremos ver a los animales libres y en paz.

Ayúdanos para continuar investigando, denunciando y salvando vidas. Firma nuestra petición para acabar con los correbous en Cataluña. Apóyanos para poner fin a este sufrimiento, de una vez por todas.

Fonte: ANIMANATURALIS