A lágrima de um touro é igual á minha

O touro é um animal capaz de sentir emoções fortes como dor, medo e até ansiedade. Possui um sistema límbico, um sistema nervoso complexo e terminações nervosas superficiais que lhe permitem sentir dor e sofrer. É um herbívoro territorial, e como tal apenas se defende quando é atacado ou quando o seu espaço é invadido. Os touros têm a capacidade de sentir prazer e sentem-se motivados a procurá-lo. Basta ver como procuram e apreciam o prazer de viver em manada ou de estarem deitados com as cabeças levantadas na direcção do sol.

Cândido Coelho

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Abolição da Tauromaquia

A justificação de que o touro é nobre por se defender e lutar pela sua própria vida numa tourada vem de quem alimenta o seu negócio e enriquece à custa deste espectáculo perverso, degradante e moralmente condenável, mas muito rentável para uns quantos. Por estes motivos e muitos outros, não faz sentido nem há qualquer justificação moral para se causar sofrimento a um animal para fins de entretenimento.

Fonte: Cândido Coelho

Touro amigo

A docilidade de um Touro no seu habitat natural, verifica-se pela capacidade que o animal tem em aceitar o ser humano sem demonstrar comportamentos de medo ou de agressividade para com eles. Todos os anos, milhares destes belos animais são torturados nas praças de touros, em nome de uma suposta tradição cruel e desumana, que insiste em persistir no sofrimento e posterior morte destes dóceis e belos animais.

Cândido Coelho

Sempre justificadas como tradição

Sempre justificadas como tradição, as touradas são, na verdade, um dos costumes mais bárbaros existentes em Portugal, mantidas por um sector minoritário e ultrapassado da sociedade portuguesa. Por trás da suposta bravura dos cavaleiros, dos bandarilheiros, dos forcados e dos demais intervenientes neste espectáculo medieval e degradante, está uma triste e horrível realidade – a perseguição, molestação e violentação de touros e cavalos que, aterrorizados e diminuídos nas suas capacidades físicas, são forçados a participar num espectáculo de sangue em que a arte é a violência e a tortura é a demonstração de cultura.

Cândido Coelho

A docilidade de um Touro no seu habitat natural…

A docilidade de um Touro no seu habitat natural, verifica-se pela capacidade que o animal tem em aceitar o ser humano sem demonstrar comportamentos de medo ou de agressividade para com eles. Todos os anos, milhares destes belos animais são torturados nas praças de touros, em nome de uma suposta tradição cruel e desumana, que insiste em persistir no sofrimento e posterior morte destes dóceis e belos animais.

Cândido Coelho

Não apoies Touradas!

Os Portugueses não podem continuar a ser envergonhados por uma minoria de sádicos que gozam na bancada a ver a tortura e o sangue dos animais. Em resumo, “Tourada = barbárie, não é cultura”, “Tourada = negação da inteligência”, “Tourada é tortura, nem é arte nem cultura” e os “Toureiros e aficionados deviam ter nascido touros”

Cândido Coelho

Defender as touradas como costume cultural requer uma boa dose de cinismo e psicopatia.

Defender as touradas como costume cultural requer uma boa dose de cinismo e psicopatia. No entanto, matar um animal aos poucos como prova de valentia ou diversão faz parte da tradição cultural da Idade do Bronze, uns milhares de anos antes de Cristo. Por outro lado, acreditar que a sociedade actual precisa desse tipo de entretenimento é sinal de atraso, digno de quem ainda vive nesta época. Touradas e festivais que envolvem o sofrimento e morte de touros e outros animais, infelizmente ainda acontecem não apenas em Portugal, mas também em Espanha, França, México e outros países de colonização hispânica. A indústria das touradas tenta inscrever a tauromaquia na UNESCO como Património Cultural Imaterial, lado a lado com o Samba o Tango ou a Valsa, “obviamente, isso trata-se de uma perfeita aberração”. Tortura e morte de animais para fins lúdicos não podem ser considerados Património Cultural Imaterial e os argumentos para justificar a continuação deste espectáculo sádico e cruel, sustentados numa tradição inexistente, não são, nunca foram nem nunca serão convincentes.

Cândido Coelho