Canadá prohíbe el cautiverio de delfines, ballenas y belugas

Esta na hora dos dolfinários do Zoo de Lisboa e do Zoo Marine serem encerrados. Basta de aprisionamento e crueldade de belíssimos seres sencientes, nestes dois locais. Tem de ser proibido em Portugal, a existência, de locais como estes, que utilizam animais não-humanos para divertimento público. Os golfinhos e focas, têm de ser respeitados e devolvidos à Natureza,  ao oceano, que é o seu habitat natural!

Mário Amorim


El Parlamento canadiense ha aprobado una ley largamente esperada por científicos y organismos de protección animal, y que afectará a delfines, orcas, marsopas y otros cetáceos. Aunque podrán mantener a los que ya tienen en MarineLand y en el Vancouver Aquarium, no podrán entrar nuevos individuos al país.

Canadá prohíbe el cautiverio de delfines, ballenas y belugas

De acuerdo al nuevo marco legal, que entrará en vigor a finales de este mes, quedará prohibido el cautiverio de ballenas, delfines y marsopas. También habrá interdicciones para la exportación e importación de estos animales, así como de sus embriones y esperma. Elizabeth May, diputada del Partido Verde, comentó tras la votación final de este lunes a The Canadian Press lo subrayado por diversos expertos consultados en este proyecto: “Los cetáceos necesitan del océano, requieren de espacio y de comunicación acústica a grandes distancias”.

Según el texto aprobado, solo habrá autorización para capturar y transportar estos animales cuando se encuentren en mal estado y requieran atención por parte de personal especializado. Asimismo, las actividades relacionadas con su reproducción estarán autorizadas únicamente con fines científicos, tras el visto bueno del Ministerio de Pesca y Océanos. En caso de infringir la ley, las multas pueden ascender a 200.000 dólares canadienses (unos 132.000 euros).

La ley no se aplicará tanto en el parque de diversiones Marineland (ubicado en Niagara Falls, Ontario) como en el acuario de Vancouver (Columbia Británica), los únicos centros que actualmente tienen cetáceos en cautiverio, pero que no podrán sumar otros más por medio de la importación o de la reproducción in situ. La ley no ha sido bien recibida por los directivos de Marineland.

El parque de Ontario cuenta con una orca, cinco delfines y 55 ballenas beluga. Pese a que la ley autoriza que Marineland siga albergando a estos animales, la diputada May manifestó que tanto ella como otros impulsores del proyecto buscarán que los cetáceos del recinto puedan encontrar sitio en santuarios.

Por su parte, el acuario de Vancouver tiene actualmente un solo delfín. En enero de 2018, el centro había anunciado públicamente la cancelación de esta práctica, tras fuertes presiones de organismos de protección animal y fricciones con la comisión de parques de esta ciudad canadiense. En 2016, fallecieron en esta instalación dos belugas, mientras que en 2017 perecieron dos marsopas y una orca. El pasado mayo, dos belugas que vivían en Marineland –pero que pertenecían al acuario de Vancouver- fueron trasladadas al Oceanogràfic de Valencia (España).

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CANADÁ Mais de 100 animais deixados sem comida ou água são resgatados de zoológico

Leoa bebe água do chão | Foto: Humane Society EUA
Leoa bebe água do chão | Foto: Humane Society EUA

Mais de 100 animais exóticos foram resgatados de um zoológico no Canadá, depois de terem sido encontrados presos em jaulas insalubres, dilapidadas e sem comida ou água.

O proprietário do desacreditado zoológico St-Edouard Zoo, em Quebec, foi preso e acusado de negligência e crueldade contra animais na terça-feira última (21).

Leões, tigres, zebras, camelos, cangurus e ursos estavam entre os animais que foram resgatados por oficiais das ONGs de protecção animal Society for Protection of Cruelty to Animals e da Humane Society.

Urso em cativeiro estéril | Foto: Humane Society EUA
Urso em cativeiro estéril

A maioria dos animais selvagens foi encontrada confinada em celas escuras, frias, estéreis e dilapidadas.

Outros viviam em cativeiros inadequados, com protecção mínima de chuva, sol ou calor e frio.

Autoridades disseram que muitos dos animais não tinham acesso a água ou comida e pareciam estar sofrendo de condições médicas.

Alguns dos animais mostravam sinais de sofrimento psicológico significativo, zoocose, incluindo balanço do corpo ritmo constante e movimentos repetitivos executados compulsivamente, quando foram resgatados.

Os animais estão agora sendo atendidos e cuidados pela Humane Society International/Canada.

O zoológico de beira de estrada tem um histórico de recebimento de avisos e acusações criminais.

A SPCA realizou uma inspeCção na instalação em Agosto do ano passado, durante a qual registou vários delitos relacionados ao estado físico dos animais e suas condições péssimas de vida.

Os oficiais resgataram duas alpacas que estavam em más condições e removeram os corpos de quatro animais, incluindo dois tigres, encontrados mortos na propriedade.

Foto: Humane Society EUA

Essa inspecção em particular é o que levou o zoológico às acusações criminais contra o dono que pode pegar até cinco anos de prisão.

Zoológicos – fábricas de morte

Todo tipo de cativeiro, sem excepções, causa prejuízos aos animais. Estes seres sencientes nasceram livres, com a natureza por habitat, e nenhum local ou nenhuma justificativa (como protecção das espécies e reprodução assistida) pode isentar o crime que esse fato representa.

Além do sofrimento psicológico e físico, dos traumas, da perda de vontade de viver e uma série e outros sintomas ligados a privação da liberdade, os animais ainda são afastados de seus bandos, suas estruturas sociais, seus vínculos consanguíneos e amorosos.

Foto: Humane Society EUA

Sim, eles criam vínculos, são capazes de amar, sofrer, sentir, compreender o mundo ao seu redor e responder a estímulos externos. Essa capacidade de sentimento e consciência foi registada sob o título de senciência animal e conta com a aprovação cientifica de especialistas do mundo que assinaram a Convenção de Cambridge em 2012.

Dessa forma essa evidencia científica só torna o sofrimento de nossos companheiros de planeta ainda maior e nossa culpa ainda mais condenável e vexatória.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Cães explorados pela indústria de trenós vivem acorrentados em meio a fezes

As pessoas frequentemente defendem a exploração de cães forçados a puxar trenós afirmando que  isso é algo cultural e uma tradição, mas não há nada positivo sobre o modo como esses cães são tratados

Enquanto estava de férias com a Toronto Adventures Inc., o usuário do Facebook Dylan Blake participou de uma atração de cães com trenós e ficou chocado com o que viu na propriedade onde os animais viviam: Windrift Kennels. Em um esforço para revelar a crueldade que testemunhou, Blake compartilhou diversos vídeos do canil no Facebook.

No vídeo abaixo, é mostrado o local onde 120 cães são mantidos acorrentados em temperaturas extremamente frias. Seus únicos abrigos são casas para cachorro improvisadas que são expostas.

Além disso, as vasilhas de comida estão vazias, as águas congeladas e eles vivem em meio aos próprios excrementos. De acordo com o One Green Planet, eles sofrem tanto que andam compulsivamente em círculos.

Outra filmagem mostra como esses cães anseiam por amor e atenção. Todos que interagem com Blake são gentis e gratos por receber um simples toque na cabeça e seus olhares mostram o desespero que experimentam. Uma petição foi criada no Care2 para acabar com a crueldade desta indústria.

Fonte: ANDA

Nota: O vídeo que este artigo do ANDA contém é do Facebook. E eu como não tenho(e nem quero ter)facebook, não posso mete-lo!