JÁ TEM ALGUNS DIAS. MAS NÃO PODERIA DEIXAR DE POSTAR! MAIS UM FIASCO – OLHEM A MAIORIA QUE ONTEM ATAFULHOU O campo pequeno…

Torturar touros para bancadas vazias na principal arena do país, tornou-se recorrente. E eles dizem que são a maioria! Além de cegos e atrasados mentais não sabem fazer contas.

Já se sabe que a tauromaquia assenta na mais profunda ignorância e estupidez, mas também numa cegueira mental que mete dó!

Valeu a cena de pancadaria entre os apoderados dos tauricidas de serviço, que levou um ao hospital e a outra a sentir-se mal, para que ficasse provado que as touradas são pura violência, dentro e fora da arena.

E ainda há parvos que aplaudem, apoiam e promovem “isto”! A começar pelos de “cima”!…

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Fonte:

Fonte: Arco de Almedina

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Assembleia Municipal de Lisboa rejeita recomendação para acabar touradas no Campo Pequeno

Simplesmente vergonhoso.
Lisboa continuará a fazer parte do rol das cidades coniventes com a psicopatia, assassinato, crime e com a máfia!

Mário Amorim


A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) rejeitou hoje uma recomendação do Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) que pedia o fim das touradas na Praça de Touros do Campo Pequeno, numa votação que gerou agitação entre os deputados.

Assembleia Municipal de Lisboa rejeita recomendação para acabar touradas no Campo Pequeno

O documento do PAN recomendava que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) esclarecesse “a Casa Pia e a sociedade no seu geral que não há qualquer imposição” para que ali “decorram obrigatoriamente touradas, devendo as mesmas ser abolidas dos usos afetos àquele espaço”.

A recomendação previa, também, que Lisboa se declarasse “cidade livre de espetáculos com sofrimento animal” e que o município assegurasse “não existir qualquer tipo de apoio institucional, nomeadamente de cariz financeiro ou cedência de quaisquer outros benefícios ou isenções, a atividades” deste foro.

O documento foi rejeitado na totalidade, com os votos contra do PCP, PS, CDS-PP e PSD, e os votos a favor da totalidade dos deputados independentes (oito), BE, MPT, PEV, PAN e oito deputados do PS. Ou seja, “49 deputados votaram contra e 26 a favor”, anunciou a mesa da AML. A deputada do PPM não participou na deliberação, alegando estar impedida de votar esta questão.

Na altura das votações, criou-se uma agitação na sala porque a bancada do PS, a maior da AML, teve liberdade de voto e algumas bancadas não concordaram em que o voto dos deputados ausentes fosse considerado contra, uma vez que foi esse o sentido de voto da maioria dos socialistas. Após esta discussão, foi posta à consideração dos deputados uma votação nominal, o que acabou por não acontecer.

Intervindo na sessão, o deputado Rui Costa, do BE, aplaudiu o facto de o PAN querer “que o município de Lisboa deixe, diretamente ou indiretamente, através do fundo de turismo e, já agora, do financiamento dos turistas que cá vêm, de financiar este tipo de atividades tauromáquicas”.

No mesmo sentido, o deputado José Inácio, do MPT, questionou se fará sentido a CML (…) manter o apoio a esta atividade, “na qual claramente a vasta maioria dos lisboetas não se revê”.

Relativamente a esta questão, o presidente do executivo municipal lisboeta, Fernando Medina, garantiu que “não há nenhum apoio direto ou indireto à realização de touradas” na capital.

Para a deputada do PAN Inês Sousa Real, “em pleno século XXI torturar animais não é mais aceitável”.

“As tradições formam-se, perdem-se, recuperam-se, banem-se, como fenómenos culturais e temporários que são”, vincou, acrescentando que “todos os dados apontam para o declínio da atividade tauromáquica”.

Por seu turno, o deputado do PSD António Prôa advogou que “o que está aqui em causa é a imposição de uma ideologia”, reforçando que isso é “incompatível com a democracia”.

O eleito do CDS-PP Diogo Moura, referindo-se a um estudo da Universidade Católica que dá conta que 89% dos lisboetas nunca assistiu a uma tourada no Campo Pequeno e que é citado na recomendação do PAN, disse que “nenhum desses números serve para concluir que os lisboetas querem proibir a tourada”.

“Os intolerantes têm o direito de não gostar, mas não podem proibir” a realização de touradas, “uma atividade económica que dá emprego a muitas pessoas”, concluiu.

Já o deputado independente Paulo Muacho salientou que “a tourada é hoje uma prática anacrónica e em declínio”, defendendo que a capital lisboeta devia “declarar-se livre de espetáculos de sofrimento animal”.

Fonte: SAPO24

EDUARDO TEIXEIRA (PSD) DIZ QUE ESTEVE NUMA TOURADA NO campo pequeno NO DIA 21 DE JUNHO DE 2018…

Esteve Eduardo Teixeira, deputado da Nação pelo PSD, mais um punhadito de sádicos… Veja-se como a arena está a abarrotar deles…

Nesse dia, o Touro foi literalmente sacrificado, ao cair na arena depois de ser sido trespassado por um arpão que lhe atingiu um ponto nevrálgico. Os torturadores tentaram levantá-lo, cansado e ensanguentado, já em grande sofrimento. O Touro não aguentou. Recusou-se e consumou-se o sacrifício, para gáudio dos poucos sádicos que a esta barbárie assistiam e aplaudiam…

E isto acontece em Lisboa, cidade da moda, mas apenas à superfície, porque nos seus subterrâneos, pratica-se os mais brutos actos, longe dos olhos dos turistas…

E é esta miséria moral, cultural, civilizacional e social que adia um país chamado Portugal…

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Fonte: Arco de Almedina

CHARANGA A CAVALO DA GNR (GUARDA NACIONAL REPUBLICANA) VAIADA PELA SUA PARTICIPAÇÃO NUMA ACTIVIDADE PRIVADA DE TORTURA DE ANIMAIS, VULGO TAUROMAQUIA

Aconteceu no campo pequeno (Lisboa) cidade que ainda não se libertou do atraso civilizacional em que está mergulhada.

«Por coisas assim é que a GNR não aceita queixas sobre maus tratos e até dá uma ajudinha em locais como Benavente…» (Ana Macedo)

Benavente… e não só…

Que autoridade?????

 

 

Assinem a petição:

Punição para os responsáveis pelos eventos ilegais nas festas de Benavente

 http://peticaopublica.com/psign.aspx?pi=PT86130&fref=gc

COMO SE ESPERAVA, O BULLFEST FOI UM BULLFIASCO

Uma vez mais, os tauricidas deram-se mal. Quiseram esticar, até ao limite, uma corda podre, e estatelaram-se no chão.

O tal BullFest, aquele evento realizado no passado sábado, no campo pequeno, na cidade de Lisboa, com a intenção de mostrar ao povinho a “coltura” tauromáquica, foi o maior fiasco de sempre.

Ficou demonstrado que a selvajaria tauromáquica não passa disso mesmo: de uma “coltura”, que é como quem diz, a incultura tauromáquica,  que só interessa a uma insignificante facção da população portuguesa, que tem ainda a ilusão de manter de pé algo que só está de pé, porque, inacreditavelmente, o governo português, utilizando os impostos dos portugueses, injecta dinheiro nessa “incoltura”, em detrimento da Cultura Culta.

https://i2.wp.com/c7.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B7415c5f0/20266901_rdHV3.png https://protouro.wordpress.com/2017/02/19/o-festival-da-protoiro-foi-um-fiasco/#jp-carousel-920

Foi assim, para uma fraca (em quantidade e moralmente) plateia, mais borlas do que bilhetes vendidos, que o BullFiasco se realizou. Quantos mais fiascos terão de acontecer para que o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e o governo português entendam que a selvajaria tauromáquica está moribunda, e que não vale a pena esbanjar dinheiros públicos numa “coisa” que envergonha a cidade, os Portugueses, Portugal e a Humanidade?

Não foi por acaso que o Porto, cidade limpa da selvajaria tauromáquica, foi eleito como o melhor destino europeu de 2017, sendo distinguido pela terceira vez consecutiva.

Para mim, e para muito votantes, este detalhe contou.

Pensem nisto.

Fonte: Arco de Almedina

 

Quem respeita o touro e o cavalo, não vai ao Campo Pequeno!

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No principal antro da crueldade, em Portugal, o Campo Pequeno, realizam-se concertos; festa do lego; festas das televisões, e outros espectáculos, para além do espectáculo bárbaro e cruel, chamado tourada.

E quem lá vai ver um desses espectáculos, não quer saber que lá acontece barbaridade, crueldade, tortura. Não quer saber que o Campo Pequeno, está impregnado de sangue e de sofrimento de seres sensíveis.

No que me diz respeito, jamais entrei no Campo Pequeno, e jamais lá entrarei.
Aliás; seja do Campo Pequeno, ou não. Não quero, se quer aproximar-me de uma praça de touros, ainda em actividade tauromáquica. Não sou e não serei, jamais, capaz disso.

Por isso; até me arrepia, só em pensar, que existem pessoas que no Campo Pequeno, aplaudem, num qualquer espectáculo de musica, ou com musica. Pois essas pessoas, ao aplaudirem, num desses espectáculos, sem pensar nisso, não estão a aplaudir o espectáculo que estão a ver. Mas sim a crueldade, a tortura, física e psicológica que lá acontece, para com o touro e o cavalo.

BASTA DE CRUELDADE, DE TORTURA, DE SOFRIMENTO, NAS PRAÇAS DE TOUROS PORTUGUESAS!
BASTA DE TOURADAS EM PORTUGAL!

Mário Amorim

 

What is this?

Help the anti-bullfighting movement of Portugal in the fight against bullfighting.
Start by not visiting the country where this practice still exists, in the 21st century plan.
Help us to get the ABOLITION of this show CRUEL.
Make your voices heard against bullfighting in Portugal, in your countries.
For the bulls and the horses, please help us!