CONTEÚDO ANDA Para proteger tutor, cadela leva picada de jararaca no rosto em Anápolis (GO)

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Para proteger o tutor, uma cadela levou uma mordida de uma jararaca no focinho. Apesar de não ter se machucado, Mariana acabou ficando com o rosto inchado. O tutor e ela estavam em uma floresta na Vila São Vicente, em Anápolis, Goiás.

Além da jararaca, havia outra cobra da mesma espécie no local. A cadela foi levada para a clínica veterinária K9, na Vila Santa Maria para ser examinada e receber soro antiofídico. O veterinário Paulo César Ramalho afirmou que apesar do inchaço, o estado de Mariana é saudável e em breve terá alta.

“O rosto ainda está muito inchado, devido a picada. Fizemos o soro antiofídico e agora ela está sendo medicada através de fluidoterapia e está reagindo bem. Ela já está tomando água e comendo um pouquinho”, contou.

Mesmo em boas condições, é preciso prestar atenção pois o veneno pode ter reações diferentes em cada organismo: “Não sabemos se o veneno pode deixar sequelas. Por causa da dor, ela tenta morder quando chego perto para cuidar do rosto, isso é bom porque significa que ela está mais forte do que quando chegou aqui”, concluiu.

Fonte: ANDA

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ʘ‿ʘ Tutor entra escondido em hospital com cadela para esposa em estado terminal poder se despedir

Alguns dias depois do momento emocionante, a esposa faleceu.

Em uma história absolutamente devastadora, o usuário Mellifluous_Username, da rede Reddit, compartilhou como ele entrou escondido no hospital levando sua cadela dentro de uma mala para que sua esposa pudesse se despedir. Um ano depois de uma operação malsucedido, ficou aparente que ela não teria muito mais tempo. Mesmo estando sedada por boa parte do tempo, ela conseguiu convencer seu marido a levar o cão da família para se despedir. O relato emocionante você confere abaixo:

Minha esposa ficou no hospital após uma cirurgia muito invasiva. O prognóstico não era bom. Ela podia falar, mas não estava comendo ou bebendo, e dependia completamente de terapia intravenosa e analgésicos rígidos. Nas ocasiões raras em que ela conseguia falar, ela me convenceu a entrar escondido com nossa cadela em seu quarto privado, para que ela pudesse vê-la ‘uma última vez’.

Nossa cadela pesa cerca de 22 kg, é da raça de Pastor Australiano, e eu acabei descobrindo que ela se encaixa muito bem em uma mala de tamanho mediano. Eu coloquei ela na mala com o ziper aberto até chegarmos ao hospital. Quando chegamos, eu ‘expliquei’ que eu iria abrir o zíper em poucos minutos e que ela poderia ver sua mamãe.

Incrivelmente, ela não choramingou, latiu ou fez qualquer barulho. Quando eu passei pelas esfermeiras de plantão, eu lhes disse que estava simplesmente trazendo itens para deixar minha esposa mais confortável. ”Não tem problema”, elas disseram.

Quando entramos no quarto, minha esposa estava dormindo. Eu abri o zíper da mala, e ela imediatamente pulou na cama, cuidadosamente se posicionando sobre o peito de sua mãe humana, de alguma forma, evitando os fios. Ela se posicionou de uma forma que poderia olhar diretamente nos olhos da minha esposa, e assim permaneceu completamente imóvel, até cerca de vinte minutos depois, quando minha esposa acordou e começou a gemer de dor.

Ela imediatamente começou a lambê-la, e em silêncio gemeu, como se soubesse que latir definitivamente iria nos colocar em encrenca. Minha esposa abraçou-a por quase uma hora, sorrindo o tempo todo. Nós fomos descobertos por uma enfermeira que ficou tão tocada que prometeu não contar. Quando minha esposa finalmente voltou a dormir, eu coloquei nossa cadela de volta na mala, e ela obedeceu na hora.

Minha esposa, infelizmente, faleceu alguns dias depois, e como se isso não fosse triste o suficiente, agora, sempre que eu pego a mala, nossa cadela pensa que estamos indo vê-la novamente.

Imagem ilustrativa. Foto: Reprodução.

Tutores amarram cadela em portão e ainda dão “tchauzinho” para o animal abandonado

Foto: Reprodução

Um flagrante de um crime contra a vida de um animal assusta pela crueldade. Câmeras registraram o momento em que os tutores abandonaram uma cadelinha de madrugada em uma rua de Curitiba (PR). O cão foi amarrado em um portão. Do lado de dentro estavam dois cães de guarda. O mais revoltante é que, depois de deixar a cadela naquelas condições, os tutores saíram e ainda deram “tchauzinho”. O animal foi resgatado, ganhou cuidados de tratadores, um novo nome e agora está à espera de adoção. Já os tutores estão sendo procurados pela polícia.

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Fonte: ANDA

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Esta história é revoltante. Mas vai ter um final feliz 🙂
-Revolta-me, o abandono de animais não-humanos. Quem abandona animais não-humanos, é um ser frio. É um ser sem coração. É um ser que pensa que os animais não-humanos, são objectos.

Desolada com a morte de seus filhotes, cadela adota nove cachorrinhos órfãos

A cachorra Honey é mesmo uma mãezona. (Foto: Reprodução / Bluegrass Senior Dog Rescue)

A cachorra Honey é mesmo uma mãezona. (Foto: Reprodução / Bluegrass Senior Dog Rescue)

A cachorra Honey foi encontrada na varanda de uma casa precisando de ajuda urgente, porque estava grávida e passando mal de fome.

O dono da casa levou a cadela ao veterinário, onde ela entrou em trabalho de parto e precisou passar por uma cesárea de emergência. 16 filhotes nasceram prematuros, mas não resistiram e faleceram.

Honey, que é da raça Coonhound e tem 4 anos, ficou desolada com a morte de seus filhotes e não queria sair do banheiro, local onde os cachorrinhos ficaram por um tempo.

(Foto: Reprodução / Bluegrass Senior Dog Rescue)
(Foto: Reprodução / Bluegrass Senior Dog Rescue)

Então a pessoa que a resgatou pediu ajuda pelo Facebook e a ONG Bluegrass Senior Dog Rescue começou a procurar filhotes que precisassem de uma mãe.

A instituição conseguiu reunir a cadela Honey com 9 cachorrinhos órfãos. A mãe deles morreu atropelada.

Honey imediatamente começou a cuidar dos filhotes como se fossem seus, inclusive amamentando os famintos cachorrinhos.

Infelizmente, a cachorra começou a ter problemas de saúde e identificaram que ela está com hipocalcemia, que é a falta de cálcio no sangue. Uma deficiência muito séria que pode levar à morte.

Para não deixar Honey e os filhotes tristes, a equipe da ONG decidiu mante-los juntos. Mas foi necessário vestir uma camiseta na cachorra porque ela não pode mais amamentar.

Todos estão morando em um lar temporário e a ONG está fazendo uma vaquinha virtual para ajudar no tratamento deles. Para fazer uma doação, acesse o link.

A ONG Bluegrass Senior Dog Rescue se dedica a encontrar um novo lar para cães idosos abandonados, mas jamais deixaria de ajudar qualquer cachorro necessitado. Sua sede fica na cidade de Georgetown, em Kentucky, nos Estados Unidos.

(Foto: Reprodução / Bluegrass Senior Dog Rescue)

Fonte: ANDA

Cadela adota filhote de raposa que perdeu a mãe em acidente

Foto: Reprodução/Barcroft

Uma raposa filhote que perdeu a mãe, atropelada em uma estrada, foi adotada por um casal e pela cadela deles, uma collie chamada Ziva, que ajudou o animal a se recuperar.

Na época do acidente, a raposa tinha apenas três meses. Ele também chegou a ser atingido pelo veículo e foi encontrado ainda ao lado do corpo da mãe. O filhote que recebeu o nome “Dinozzo” foi levado até uma clínica veterinária, onde recebeu cuidados.

Dinozzo foi adotado por Werner e Angelika Schmaingm, um casal que vive com a casa, em Oberscheld, na Alemanha, cheia de animais.

Foto: Reprodução/Barcroft

Segundo o casal, a amizade de Ziva fez com que Dinozzo começasse a agir como um cachorro. Além disso, os instintos maternos da cadela ajudaram o filhote a crescer saudável.

A raposa ainda fez amizade com Leopold, o gato da família. “Ziva e Leopold ficaram apaixonados pela pequena raposa imediatamente”, disse Werner à Barcroft. “Eles são bem calmos, muitas vezes brincalhões e às vezes dormem juntos”, acrescentou.

O homem ainda contou que já criou muitos animais órfãos ou abandonados e que a cadela Ziva é sempre como uma mãe para eles.

Fonte: ANDA

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Os animais não-humanos dão verdadeiras lições aos animais-humanos. Só que infelizmente, quem tortura, quem maltrata animais não-humanos, como acontece na tauromaquia; nos circos com animais; na caça e noutras práticas atentatórias contra o bem-estar de animais não-humanos, não entendem o encanto, a magia, que os animais não-humanos têm!

Mário Amorim