CONTEÚDO ANDA Petição pede o fim da “caça ao troféu” que mata animais nos EUA

Prática ocorre na África e no estado do Texas e consiste em voltar para casa com pedaços dos animais assassinados como “prêmio”.

Todos os animais, sejam selvagens ou domésticos, devem ser respeitados e protegidos pela raça humana. Porém, como se sabe, muitos são vistos frequentemente como meros objetos ou mercadoria.

A “trophy hunt” (caça ao troféu) é um tipo de caça em que o humano leva partes do animal para casa como uma espécie de prêmio. Essa questão foi colocada em evidência com a trágica história de Cecil, o leão.

Nos países da África existe o maior número de campos de criação para caça. Atualmente essa caça ao troféu também está presente nos Estados Unidos, particularmente no Texas, onde aquele que tem muito dinheiro pra gastar, e nenhuma consciência ou empatia, paga dezenas de milhares de dólares para caçar animais selvagens criados estritamente para atender ao negócio mortal da caça.

Uma petição da Care2 afirma que animais em perigo, como gnus negros, antílopes bongo e sitatungas (espécie de veado) são criados para serem vítimas da exploração para caça ao troféu em locais como o rancho Ox, que fica algumas horas de distância de San Antonio, no Texas.

Mantidos em áreas cercadas, esses animais são injustamente transformados em alvos de tiro por caçadores ricos que praticam o ato cruel apenas para se gabarem. Isso não é maneira de apoiar os esforços de conservação animal e coloca uma luz terrível sobre o estado do Texas.

O povo dos EUA se opõe à “caça ao troféu”

O povo tem o grande poder de gerar uma mudança séria. Um bilionário americano lançou um programa de “caça ao troféu” na televisão no início deste ano, que foi rapidamente cancelado após um grande protesto.

Considerando isso, a sua voz pode fazer a diferença verdadeiramente. Então reserve alguns minutos para assinar a petição endereçada ao governador do Texas, Greg Abbott, pedindo a proibição desses empreendimentos de caça e solicitando que investigações sejam feitas a respeito das violações de importantes leis de proteção animal.

E por favor, lembre-se de compartilhar com a sua rede de contatos para aumentar o conhecimento das pessoas sobre essa séria questão que afeta todo o planeta.

Fonte: ANDA

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A GRANDE FALÁCIA DA CAÇA E DOS CAÇADORES

«Os caçadores nem desejam o bem-estar animal nem procuram o equilíbrio da biodiversidade.

O único desejo que têm em mente é o bem-estar do seu ego e o equilíbrio da sua arma».

(Pedro Neves)

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Fonte: Arco de Almedina

«NÃO GOSTO DE CAÇA: SEREI EXTREMISTA?»

Excelente artigo, de André Silva, deputado do PAN na Assembleia da República.

Apenas um Ser Humano, dotado de uma mente superior, lúcido e avançado no tempo, escreveria deste modo um artigo sobre uma prática que já não se justifica no século XXI D.C., e que só existe por dois motivos: interesses económicos obscuros e porque existem ainda criaturas que não evoluíram e carregam instintos assassinos que precisam de exorcizar, divertindo-se a MATAR cobardemente animais indefesos.

A caça, hoje em dia, é uma prática exclusiva de COBARDES

(I.A.F.)

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André Silva

Texto de André Silva

«Ofegava de exaustão e tropeçava nos galhos secos dos trilhos, nem se atrevia a olhar para trás. Saber qual seria o seu destino se os seus perseguidores o capturassem era o que lhe dava combustível para continuar, num movimento de auto preservação instintivo. Os filhos, desprotegidos, já tinham sido mortos. A aflição da perseguição durava já há muitas horas, a energia vital finava. Não percebia porque o queriam matar. Sentia o troar forte dos cavalos mesmo atrás de si, o ladrar dos cães, treinados para o efeito, e os brados eufóricos dos líderes da “corrida”. Se o alcançassem seria encurralado e, sem defesa ou escapatória possível, seria espancado com paus até à morte pelos acossadores ou mordido e dilacerado pelos cães. Precisava continuar a correr pela vida…

A Lei da Caça vem dizer que a caça à raposa e ao saca-rabos pode ser exercida de salto, à espera e de batida, podendo ainda a raposa ser caçada a corricão. O processo de caça a corricão é aquele em que o caçador se desloca a pé ou a cavalo para capturar espécies cinegéticas com o auxílio de cães de caça, com ou sem pau, no qual podem ser utilizados até 50 cães.

Estes são os métodos, permitidos na Lei de Bases Gerais da Caça, para perseguir e matar raposas e saca-rabos. Estes são os métodos que os predadores humanos, ditos “evoluídos”, utilizam para conviverem e se divertirem aos fins-de- semana numa actividade que lhes proporciona “prazer de viver”, conforme ouvimos dizer frequentemente. Uma área económica “muito importante”, lá vão tentando convencer-nos também, o mesmo é dizer que estes modos medievais de nos relacionarmos com as outras formas de vida dão lucro. Ah, e defendem que o fazem sempre em harmonia com a natureza, como não poderia deixar de ser. E fazem sempre questão de nos lembrar que não há ninguém que goste mais de animais do que aqueles que os perseguem, os espancam e os matam. Haverá conceitos de harmonia e de equilíbrio mais elevados que aquele que se baseia em divertimento e confraternização em torno de rituais de violência contra seres sensíveis?

A caça à raposa é uma actividade legal no nosso país. Mas significa que é eticamente correcta? Diz-nos a História da humanidade que uma das maiores manifestações de violência são leis injustas que subjugam os mais fracos e indefesos aos interesses dos que detêm poder.

Carimbar de extremistas e fundamentalistas as opiniões e perspectivas diferentes das nossas é, desde sempre, a forma menos sofisticada e mais fácil de tentar manter tudo como está. Para quê mudar leis injustas e práticas violentas? Para não se colocar em crise as tradições, mesmo que isso signifique continuar a estimular crueldades injustificadas.

É irresistível a tentação de invocar conhecimentos científicos como argumentos em defesa de interesses políticos ou corporativos. São vários os argumentos que tentam justificar essa “nobre” actividade da caça à raposa e a utilização de substrato científico para tentar iludir os incautos é, por demais, “sedutora”, porque tem funcionado. Para os argumentos de que a raposa não tem predadores, representando uma ameaça para outras espécies, existem várias explicações e soluções científicas. A gestão de um ecossistema, tanto quanto se sabe hoje, consiste em criar condições para que este se mantenha estável, sem perturbação antrópica. Esclarecendo, para não confundir os leitores: as populações de presas são moduladas pelas populações de predadores, mas o reverso também é verdadeiro. As populações de predadores também são moduladas pelas populações de presas. Quando a densidade populacional de predadores é muito elevada as presas diminuem a sua taxa de reprodução, o que tem como consequência a diminuição da população de predadores.

É o que se chama controlo retroactivo de predadores. Interferir com estes sistemas que são dinâmicos por definição dinâmicos só prejudica as suas dinâmicas naturais. A caça é uma das actividades que mais perturba a vida selvagem. Provoca perturbações nas populações locais das espécies-alvo, mas igualmente das espécies não visadas. Os seres humanos são reconhecidos pela fauna como potenciais predadores e quando detectam a sua presença, os animais adoptam comportamentos de fuga para sobrevivência. A energia disponível de um animal é finita e é gerida de acordo com as suas actividades vitais (procura de alimento, abrigo, defesa de território, reprodução, cuidados parentais, etc.). O aumento do gasto energético nos comportamentos de fuga causa diminuição da aptidão e redução do sucesso reprodutor. A sobrevivência dos juvenis depende principalmente dos cuidados parentais. Se os progenitores abandonam o ninho devido à perturbação antrópica, este abandono pode ser letal. A fuga representa um dispêndio energético suplementar imediato e, frequentemente, o abandono do ninho ou da prole.

É também importante sabermos que os distúrbios causados pela caça não só afectam as espécies-alvo, mas quase todas as espécies presentes no território de caça. O balanço não necessita de tender sempre para o lado dos predadores. Se não confundirmos a natureza da fauna com a parte oportunista e competitiva da natureza humana, talvez consigamos analisar estas questões com uma mente verdadeiramente aberta à mudança. E se não for possível aceitar a diferença de pontos de vista, éticos e científicos, respeitá-la com dignidade é uma aprendizagem bem mais nobre do que caçar outras espécies de forma cruel para manter interesses financeiros, tradições bolorentas e “prazeres” levianos.»

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André Silva nasceu a 2 de Abril de 1976, formado em Engenharia Civil e vegetariano, é deputado e porta-voz do PAN, Pessoas – Animais – Natureza

Fonte:

http://www.sabado.pt/opiniao/convidados/andre_silva/detalhe/nao_gosto_de_caca_serei_extremista.html

Fonte: Arco de Almedina

 

 

Fonte:

«A CAÇA É UMA ABERRAÇÃO»

A caça traduz-se na exteriorização do instinto mais primário que existe no animal humano: o instinto de matar por prazer

Não é necessária a intervenção do animal  humano para a conservação das espécies. A própria NATUREZA encarrega-se disso muito sabiamente.

«Caçar é provocar susto, sofrimento com ferimento mais ou menos rapidamente mortal, que vitima animais inocentes e nascidos para viver e sobreviver e até por vezes pessoas. Torna insegura a presença na natureza e polui. Incomoda e até indigna muitas pessoas. Existem métodos de controlar populações, equilibrada e responsavelmente, causando menos sofrimento e risco, que deveriam ser estudados, decididos e postos em execução por entidades competentes».

(Dr. Vasco Reis – médico veterinário)

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Galgueiros numa caçada. EFE/ Archivo

Ecologistas espanhóis desmascaram cientificamente sete mitos do sector da caça

(E o que serve para Espanha, serve para Portugal, onde tudo se passa do mesmo modo)

Madrid – La Oficina Nacional de la Caza, que aglutina 80% dos caçadores federados em Espanha, tem por lema: «Fazemos parte da natureza», definindo-se a si mesma como conservacionista (que defende a protecção e a conservação dos recursos naturais e do meio ambiente), “comprometida com o meio ambiente”, “defensores da natureza, da vida selvagem e dos habitats”, e entre as suas missões destaca a de “defender a caça como a actividade mais ética e sustentável na gestão dos espaços naturais”.

O mesmo ocorre com outras associações do sector cinegético, como a Aproca, em Castilla La-Mancha: “O objectivo da Aproca é a defesa de uma utilização racional e sustentável do ambiente natural e da floresta, de modo que todas as actividades da Associação sejam desenvolvidas no mais absoluto respeito pelo meio ambiente, pela conservação da natureza, pela preservação e equilíbrio entre a flora e a fauna doméstica e selvagem, e pela protecção de espécies ameaçadas de extinção, bem como as autóctones”, dizem no seu próprio site. (L. Villa (- Luchiva)

Devido a mensagens como estas, em que se vincula a actividade da caça a um labor da natureza, a organização Ecologistas en Acción publicou um extenso relatório em que desmascara cientificamente alguns dos argumentos do sector e os mitos que envolvem as actividades da caça que, de acordo com estatísticas oficiais, matam cerca de 25 milhões de animais por ano, em Espanha.

«Embora seja verdade que a caça em Espanha a cada ano que passa é praticada por um menor número de caçadores, o sector no seu todo foi se fortalecendo como um lobby social e económico   reagindo assim à crescente consciência ambiental de toda a sociedade», assinala o relatório, elaborado pelo biólogo Roberto Oliveros, a partir de uma compilação de estudos e documentos técnicos e científicos.

Os ecologistas resumiram os resultados da sua investigação em sete “verdades sobre o impacto da caça em Espanha” (o mesmo para Portugal):

A caça:

1 – Consiste em matar animais por diversão ou por negócio

A caça sustenta-se basicamente através de duas actividades: uma desportiva ou de competição e outra comercial, baseada no turismo e nas explorações cinegéticas.

Advertem os Ecologistas que embora não existam dados oficiais completos e fiáveis sobre o volume de dinheiro gerado pela Fundação FAES, vinculada ao PP, os lucros em 2007 cifram-se em mais de 2.750 milhões de euros. O presidente da Federação Espanhola de Caça, Andrés Gutiérrez Lara, observou que em 2004, além desse montante, a caça movia outros 6.000 milhões em dinheiro sujo, sem facturas.

Além disso, os ecologistas destacam que o sector é composto por um pequeno número de pessoas (330.000 federados e 848,243 licenças em 2013), geralmente ricos, como grandes latifundiários, banqueiros, empresários, aristocratas, políticos e membros da magistratura e das forças de segurança. «O seu trabalho nos últimos anos destacou-se pelos ataques às normas de   conservação da natureza e protecção animal a nível europeu e estatal, e por uma total ausência de autocrítica das práticas ilícitas», asseguram.

2 – Não é compatível com a conservação da biodiversidade

Proveniente apenas da caça directa morrem por ano cerca de 25 milhões de animais em Espanha. A isto deve ser adicionada a perda de biodiversidade pelos efeitos indirectos: caça furtiva e largada de animais, introdução de espécies invasoras ou exóticas, cercas de caça e outras infra-estruturas. Os ecologistas destacam que como resultado da caça, outras espécies emblemáticas e protegidas, como o urso cinzento, o lince ibérico ou o lobo, também são mortos. Além disso, as sanções pelo uso de venenos em áreas de caça têm vindo a aumentar todos os anos. Nem nas áreas naturais mais protegidas, como parques nacionais, foi proibida esta actividade, que goza de uma moratória até 2020, para permanecer activa nestes lugares.

3 – Converte os coutos de caça em explorações intensivas e em campos de tiro

Cada vez mais a caça é exercida sobre animais criados em explorações agrícolas e libertados em coutos para serem caçados logo de seguida, como 1.350.000 exemplares de perdizes vermelhas lançados em áreas de caça intensiva em 2013. A Ecologistas en Acción observa que isto provoca “graves desequilíbrios nos ecossistemas, deslocando e prejudicando populações autóctones e a propagação de espécies exóticas e / ou invasoras como o Carneiro-da-Barbária, o Muflão-asiático (ovelha) ou a codorniz japonesa.”

A província de Guipúzcoa é um dos cenários de caça furtiva de aves em Espanha, algo preocupante se considerarmos que se trata de uma zona importante de trânsito migratório para as aves migratórias.

4 – Não serve para controlar nem a fauna nem as superpopulações

A Ecologistas en Acción argumenta que é precisamente a prática da caça que muitas vezes provoca a superpopulação de algumas espécies, devido às largadas de animais ou à alimentação   suplementar. Também pelas tentativas de caçar machos, que são os que mais troféus obtêm, gerando uma “descompensação” nas espécies. Além disso, uma recente sentença do Supremo Tribunal considerou que a caça e a pesca “a sua manutenção por tempo indeterminado, não se agravamento longe de servir o propósito de erradicação de espécies exóticas ou invasoras, determinam”.

5 – Limita os direitos da maioria dos cidadãos

As actividades de caça acumulam denúncias pelo corte de caminhos públicos, cursos de água ou vias pecuárias, por permitir que a caça seja preponderante em florestas públicas e áreas protegidas ou à intenção de causar possíveis inconvenientes involuntários às espécies de caça, como a actual lei de caça de   Castilla-La Mancha. O relatório assegura que uma média de 28 pessoas morrem por ano, e não apenas caçadores, pela utilização de armas de fogo na caça.

6 – Não favorece o desenvolvimento rural

80% do território espanhol integra coutos de caça com actividade durante a maior parte do ano. Um estudo de 2014 sobre as montanhas da Andaluzia concluiu que as actividades de autoconsumo ambiental, uso recreativo e conservação da biodiversidade ameaçada são mais rentáveis do que a caça em termos económicos. “A caça não só não favorece o desenvolvimento do meio rural, como limita futuras possibilidades de desenvolvimento dos meios menos desenvolvidos economicamente” assinala o relatório.  

7 – Não só mata, como também maltrata

Estima-se que no final da temporada da caça, por ano, sejam abandonados em Espanha cerca de 50.000 galgos. Outros são enforcados ou atirados a poços, como aconteceu a uma centena de cães na localidade toledana de Villatobas, em 2009. Os ecologistas apontam que tão-pouco as espécies cinegéticas escapam à tortura, tais como as raposas caçadas pelos cães de toca, os javalis caçados com lança, ou o tiro aos pombos, ainda borrachos, etc..

Particularmente notável é que “na maioria dos regulamentos cinegéticos se considere os cães e gatos abandonados sujeitos a captura por parte dos caçadores através de disparos ou armadilhas sem que a eles se aplique a lei de protecção animal. Esta medida leva à morte milhares de animais de estimação, com escasso controlo por parte das autoridades” conclui mo relatório.

Fonte:

http://www.publico.es/sociedad/ecologistas-desmontan-mitos-caza-espana.html?utm_content=buffer403f3&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer

(Tradução: Isabel A. Ferreira)

Fonte: Arco de Almedina

População de elefantes em África no nível mais baixo dos últimos 25 anos

A população de elefantes da África está no seu nível mais baixo em 25 anos, principalmente por causa da caça ilegal, segundo relatório da União Nacional para a Conservação da Natureza (UICN) publicado neste domingo.

A África conta com cerca de 415.000 elefantes, ou seja, 111.000 a menos que na década passada.

“O forte aumento da caça ilegal, que começou há alguns anos, é principal causa da diminuição”, explica o estudo.

O crescente desaparecimento de habitats naturais também ameaçam a espécie.

Os caçadores furtivos capturam elefantes para vender o seu marfim a preço de ouro, principalmente nos mercados asiáticos.

Este relatório alarmante foi divulgado para os delegados da CITES, a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e da Flora Silvestres, que começou no sábado em Johannesburgo, África do Sul.

Fonte: 24.sapo.pt

CONTEÚDO ANDA Político desperta revolta ao postar imagens dos animais selvagens que matou

Reprodução/AngeloVukasovicFacebook

Um membro do partido de extrema direita Democratas da Suécia gerou indignação depois de postar fotografias de uma viagem de caça à África do Sul, onde ele e seus amigos mataram e comeram vários animais selvagens.

As imagens chocantes mostram Angelo Vukasovic e seus amigos posando ao lado das carcaças de leões, girafas, zebras, javalis e uma série de outros animais, relata o Daily Mail.

Vukasovic é o tesoureiro do partido e também administra uma loja de caça.

“Comi 80% dos animais que matei, incluindo o leão na imagem” afirmou ele ao Aftonbladet.

Reprodução/AngeloVukasovicFacebook

Ele disse que todos os animais foram mortos durante a caça sul-africana de forma legalizada e acrescentou: “Caçar certos animais beneficia as pessoas e beneficia o animal”.

Vukasovic recebeu várias críticas em sua página no Facebook descrevendo-o como “fraco”.

‘Você é uma vergonha para o povo sueco”, ‘Você é uma piada. Um parasita insignificante”, diziam alguns dos comentários na rede social.

“Você não é um caçador, você está em um recinto e matou animais indefesos, apoiado por outros idiotas”, afirmou outro crítico. Um deles o descreveu como um “homem das cavernas sangrento”.

” Vukasovic participou de caças de ‘troféus’, o que de forma alguma apoia a conservação dos animais envolvidos. Espero que a Suécia em breve se junte a outros países europeus progressistas e proíba a importação de troféus de leão e reconheça que a caça de Vukasovic não é apoiada pela maioria dos cidadãos suecos”, declarou Pieter Kat do grupo Assistência aos Leões, uma instituição de conservação de caridade.

Fonte: ANDA