CONTEÚDO ANDA Documentário expõe a barbárie da caça de animais selvagens na África

Os horrores cometidos por caçadores são expostos em um novo e chocante documentário. No documentário “Trophy”, Philip Glass – um fazendeiro que explora ovelhas no Texas (EUA) – caça animais selvagens, incluindo um leão, um hipopótamo e um elefante na África do Sul

O documentário, produzido pelo ator Tom Hardy, segue Glass enquanto ele paga para caçar os “cinco grandes” – um elefante, um búfalo, um leão, um leopardo e um rinoceronte – e agradece a Deus por conceder o “domínio dos seres humanos sobre os animais”.

O filme foi lançado quando o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que permitiria que os caçadores – como seus filhos Donald Jr e Eric – levassem troféus de elefantes mortos para a América novamente. O novo regulamento da Casa Branca revertia uma proibição da era de Obama de “troféus” de elefantes do Zimbábue e da Zâmbia. A decisão foi suspensa após Trump despertar comoção internacional.

Em “Trophy”, um caçador é visto atirando em um crocodilo. Mais tarde, depois de atirar em um gnu, o homem beija uma mulher em cima do cadáver do animal.

O documentário, realizado por Shaul Schwarz e Christina Clusiau, também proporciona um vislumbre da maior convenção mundial para caçadores em Las Vegas, nos EUA.

No local, as pessoas alegam que a única forma de proteger a vida selvagem é permitir que os animais sejam mortos por caçadores ricos, o que, além de ser extremamente cruel e impiedoso, não faz sentido algum.

De acordo com o Daily Mail, as vidas de animais majestosos que vivem no Sul da África são vendidas por dezenas e, às vezes, centenas de milhares de dólares.

Christo Gomes, que gerencia o Mabula Pro Safaris, na África do Sul, oferece aos caçadores a chance de matar – e levar para casa – qualquer grande animal africano por um custo entre US$ 25 mil e US $ 100 mil.

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Gomes diz aos clientes que eles podem “escolher os animais em que você quer atirar”, permitindo que eles escolham o tamanho e o sexo das presas.

Ele afirma que cerca de 70% do seu negócio provém dos EUA. A África Austral possui apenas 20 mil rinocerontes brancos e 20 mil leões.

Fonte: ANDA

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CONTEÚDO ANDA Caçadores utilizam dados divulgados por cientistas para matar animais selvagens

Caçadores têm utilizado dados divulgados por cientistas de animais selvagens para balear e matar espécies raras.

Caçadores têm utilizado dados divulgados por cientistas de animais selvagens para balear e matar espécies raras.

Os especialistas enviaram um alerta sobre a publicação do local e habitat de animais ameaçados.

Os caçadores utilizam informações e trabalhos publicados em revistas científicas, que se tornaram cada vez mais públicos, o que facilita a atuação dos criminosos.

Mais de 20 espécies de répteis foram descritas recentemente como alvo de caçadores, deixando-as seriamente ameaças de extinção.

Os caçadores têm sido cada vez mais vis e ousados, matando rinocerontes e brutalmente removendo seus chifres depois de entrar em reservas de proteção.

O apelo para que os cientistas mantenham as informações sobre animais raros em segredo foi feito pelos biólogos David Lindenmayer e Ben Scheele, ambos da Universidade Nacional Australiana.

“Os biólogos devem desaprender urgentemente algumas partes de sua cultura de publicação de séculos e repensar os benefícios de publicar dados de localização e descrições de habitats de espécies raras e ameaçadas de extinção, para evitar contribuir involuntariamente para a diminuição das espécies. Restringir informações significa alguns custos, mas estes devem ser analisados frente ao prejuízo crescente da acessibilidade irrestrita à informação”, escreveram na revista Science.

Há muito tempo, os biólogos publicam informações detalhadas sobre espécies raras e ameaçadas de extinção, mas isso só era acessível anteriormente por meio de revistas científicas especializadas que estavam dentro de bibliotecas universitárias, informou o Daily Mail.

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Os dados publicamente disponíveis atualmente por meio de relatórios online e atlas da vida selvagem ajudam os caçadores.Os autores alertam que “o acesso ilimitado à informação sobre a localização das espécies está facilitando o crescimento da caça de animais selvagens” e muitas espécies estão em risco.

Um estudo de 2016 descreveu o caso da rara serpente colubrid Archelaphe bella chapaensis, que não era vista no Vietnã desde a década de 1930 e que estava supostamente extinta.

Os acadêmicos ficaram entusiasmados quando anunciaram que as serpentes foram redescobertas no norte do Vietnã em 2010. Porém, em um ano, anúncios ofereciam serpentes “criadas” no Vietnã, com preços superiores a US$ 1.800 por dois animais.

Fonte: ANDA

CONTEÚDO ANDA Político desperta revolta ao postar imagens dos animais selvagens que matou

Reprodução/AngeloVukasovicFacebook

Um membro do partido de extrema direita Democratas da Suécia gerou indignação depois de postar fotografias de uma viagem de caça à África do Sul, onde ele e seus amigos mataram e comeram vários animais selvagens.

As imagens chocantes mostram Angelo Vukasovic e seus amigos posando ao lado das carcaças de leões, girafas, zebras, javalis e uma série de outros animais, relata o Daily Mail.

Vukasovic é o tesoureiro do partido e também administra uma loja de caça.

“Comi 80% dos animais que matei, incluindo o leão na imagem” afirmou ele ao Aftonbladet.

Reprodução/AngeloVukasovicFacebook

Ele disse que todos os animais foram mortos durante a caça sul-africana de forma legalizada e acrescentou: “Caçar certos animais beneficia as pessoas e beneficia o animal”.

Vukasovic recebeu várias críticas em sua página no Facebook descrevendo-o como “fraco”.

‘Você é uma vergonha para o povo sueco”, ‘Você é uma piada. Um parasita insignificante”, diziam alguns dos comentários na rede social.

“Você não é um caçador, você está em um recinto e matou animais indefesos, apoiado por outros idiotas”, afirmou outro crítico. Um deles o descreveu como um “homem das cavernas sangrento”.

” Vukasovic participou de caças de ‘troféus’, o que de forma alguma apoia a conservação dos animais envolvidos. Espero que a Suécia em breve se junte a outros países europeus progressistas e proíba a importação de troféus de leão e reconheça que a caça de Vukasovic não é apoiada pela maioria dos cidadãos suecos”, declarou Pieter Kat do grupo Assistência aos Leões, uma instituição de conservação de caridade.

Fonte: ANDA