CHARANGA A CAVALO DA GNR (GUARDA NACIONAL REPUBLICANA) VAIADA PELA SUA PARTICIPAÇÃO NUMA ACTIVIDADE PRIVADA DE TORTURA DE ANIMAIS, VULGO TAUROMAQUIA

Aconteceu no campo pequeno (Lisboa) cidade que ainda não se libertou do atraso civilizacional em que está mergulhada.

«Por coisas assim é que a GNR não aceita queixas sobre maus tratos e até dá uma ajudinha em locais como Benavente…» (Ana Macedo)

Benavente… e não só…

Que autoridade?????

 

 

Assinem a petição:

Punição para os responsáveis pelos eventos ilegais nas festas de Benavente

 http://peticaopublica.com/psign.aspx?pi=PT86130&fref=gc

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«MINISTÉRIO PÚBLICO ABRE INQUÉRITO A “TOUROS DE FOGO” NAS FESTAS DE BENAVENTE»

«Autarquia lamenta o sucedido e diz que o animal não ficou ferido. Bloco de Esquerda e PAN exigem esclarecimentos.»

A autarquia de Benavente justifica a barbárie dizendo que o touro não ficou ferido?

Dizer isso demonstra uma ignorância crassa. Apetece-me dizer, porque isto tira-me do sério, que se ateassem fogo às HASTES (e estou a ser educada usando um vocábulo civilizado) dos autarcas que disseram esta barbaridade, eles também não ficariam feridos, muito pelo contrário, até agradeciam, porque ter as HASTES a arder é divertidíssimo!!!!

Tenham paciência, que sejam parvos, nada contra, mas não queiram fazer os outros de parvos.

E atenção! As “picarias” também se realizaram, e também são ILEGAIS.

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Foto: Facebook IRA

«O Ministério Público abriu um inquérito crime sobre os “touros de fogo“, actividade que se realizou nos dias 22 e 23 durante a Festa da Amizade, em Benavente.

Numa resposta enviada à agência Lusa, a secção de Benavente do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) – comarca de Santarém – anuncia que foi determinada a “abertura de inquérito para efeitos de investigação da eventual prática de crime relacionada com a actividade “touros de fogo“.

Na investigação, o Ministério Público é coadjuvado pela GNR.

BE e PAN exigem esclarecimentos

O Bloco de Esquerda (BE) questionou o Governo sobre os “touros de fogo” nas festas de Benavente, uma prática “evidentemente ilícita e alvo de justa indignação”.

O BE quer saber, através do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, se estavam presentes forças policiais no evento, se tentaram impedir o acto ilícito e que medidas estão as entidades competentes a desenvolver para identificar os responsáveis pelo acto e para a sua responsabilização.

O PAN – Partido dos Animais e Natureza dos Animais e da Natureza já questionou a ministra da Administração Interna sobre o sucedido nas festas de Benavente.

“Apesar das várias interpelações do partido e de outras entidades aos órgãos de polícia criminal, estes alegadamente estiveram presentes no local das festividades e nada fizeram para impedir a tentativa ou consumação desta prática ilícita e atentatória do bem-estar e da integridade física do animal”, pode ler-se na página no Facebook do partido.

Um grupo de populares colocou fogo nos chifres de um touro, na madrugada do último sábado, denunciou o PAN e vários populares nas redes sociais, vendo-se imagens do animal com os chifres em chamas.

Autarquia lamenta o sucedido e diz que o touro não ficou ferido

A actividade “touros de fogo” consta do programa da Festa da Amizade, na página na Internet da autarquia, mas o presidente da Câmara disse à agência Lusa que foi retirada depois de um parecer desfavorável da Direcção-Geral de Veterinária.

Carlos Coutinho explica que a actividade havia sido colocada no programa sem conhecimento prévio do município, que apoia a festa organizada pelas comissões da Sardinha Assada e da Picaria, tendo quinta-feira sido decidido cancelá-la, depois de ser reconhecido que esta não é uma tradição do concelho e de ser recebido o parecer da Direcção-Geral de Veterinária, pedido pelos organizadores.

O autarca argumenta que o incidente ocorrido na madrugada de sábado, durante a festa que decorreu no final da semana na vila, não se enquadra no chamado “touros de fogo” que se pratica em Espanha, em que são colocados nos cornos do touro panos embebidos num líquido inflamável posto a arder enquanto o animal corre num espaço aberto, provocando queimaduras e ferimentos.

“O que aconteceu não foi ’touros de fogo’. Algumas pessoas decidiram colocar uma pequena estrutura em ferro acoplada aos cornos de um touro, onde colocaram pequenos foguetes usados nos bolos de aniversário que arderam durante 30 ou 40 segundos. Não provocou qualquer ferimento no animal, ao contrário do que sucede em Espanha”, disse Carlos Coutinho, que lamentou o sucedido.»

Fonte:

http://rr.sapo.pt/noticia/87282/ministerio_publico_abre_inquerito_a_touros_de_fogo_nas_festas_de_benavente

***

 Senhor Carlos Coutinho, mais valia ter ficado CALADO.

Justificar um crime deste modo tão básico, não lembraria nem ao mais analfabeto cidadão de Benavente.

Sabemos que estamos em ano de eleições autárquicas, mas isso não deve servir para o “vale tudo” com o objectivo de angariar votos de um povo muito dado à selvajaria tauromáquica, que permanece inculto, graças ao apoio da autarquia.

Além disso, ainda há o crime das “picarias” que se realizaram, apesar de serem uma actividade também ilícita.

Mas aqui nem sequer está em causa a ilicitude da barbárie. Está em causa acções próprias de um povo primitivo e encruado, desadequadas ao século XXI da era cristã.

Benavente está no rol das localidades mais atrasadas civilizacionalmente.

Uma autêntica vergonha!

ONTEM, BENAVENTE FOI PALCO DE UMA SÉRIE DE CRIMES EM CADEIA NUMA SÓ NOITE

(Ao cuidado da PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA e do GOVERNO PORTUGUÊS que permite que as leis não sejam cumpridas em Portugal e que as autoridades não sejam punidas por esse incumprimento).

 

Ontem foi anunciado que os ilegais touros de fogo”, previstos para a hipócrita “festa da falsa amizade”, no lugarejo de Benavente, distrito de Santarém, onde ainda se vive na Idade da Pedra Lascada, haviam sido cancelados OFICIALMENTE, confirmação a partir do Comandante do Destacamento de Coruche da GNR, passada através do oficial de serviço do Comando Territorial de Santarém da GNR, de acordo com a ONG Animal.

Eu, previdentemente, não deitei foguetes antes do tempo, porque em terra de doidos tudo é possível.

E na realidade, o que não devia ter acontecido, aconteceu: os “touros de fogo” saíram à rua, ILEGALMENTE, e as autoridades locais nada fizeram para o impedir.

Ver o vídeo aqui:

https://www.facebook.com/intervencaoeresgateanimal/videos/467351183605409/?hc_location=ufi

O PAN, na sua página do Facebook, informou que iriam agir em conformidade, contudo, a conformidade, neste caso, seria meter as autoridades na cadeia, por não terem feito cumprir a lei. Era o que fariam comigo, se eu não cumprisse o meu dever como cidadã. Certo?

Isto é uma vergonha para a Nação Portuguesa.

Vou enviar o vergonhoso cartaz da horrorosa “festa ” da falsa AMIZADE de Benavente para os operadores turísticos estrangeiros. É que andam por aí a vender um Portugal bonito que existe, sim, mas também existe este outro, feio e podre, que tem de ser denunciado ao mundo, para que se saiba que em Portugal, em determinadas localidades, ainda se vive como na pré-história, do período da Pedra Lascada, e existe uma espécie de homo que está ao nível da mais primitiva bactéria, apenas porque as autoridades portuguesas assim o permitem.

O inconcebível aconteceu: a notícia diz que o evento dos “touros de fogo” foi CANCELADO, mas CANCELADO na linguagem das autoridades significa LUZ VERDE.

A barbárie dos “touros de fogo” CONSUMOU-SE, naquele lugarejo habitado por atrasados mentais, sádicos e psicopatas e por autoridades que não têm autoridade para fazerem cumprir a Lei.

O evento ILEGAL realizou-se, e nenhuma autoridade se atreveu a IMPEDI-LO. Porquê? É a pergunta.

Vivemos num tempo bárbaro, apesar de estarmos no terceiro milénio da era cristã. E Portugal e os Portugueses não merecem isto.

Pois agora é hora de denunciar essas autoridades a uma autoridade maior, se é que a há, neste nosso pobre país, entregue a bárbaros.

Sinto a maior vergonha por viver num país onde práticas bárbaras e cruéis fazem parte do “divertimento” de um povo abestalhado, apoiado por governantes irresponsáveis.

E amanhã, dia de São João, dizem que há mais: há as PICARIAS, também ilegais.

Ficamos a aguardar por mais este atrevimento.

Serão capazes de repetir o mesmo ERRO duas vezes seguidas?

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(Origem da imagem:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=142650249621933&set=p.142650249621933&type=3&theater

O Pedro Calçada publicou um vídeo, e cobardemente retirou-o. Ficou apenas esta prova. Afinal isto não é uma festa.  É um crime…??? Se fosse festa não teria sido retirado.

https://www.facebook.com/pedro.calcada.50/videos/pcb.1561930280505701/1561926437172752/?type=3&theater

Isabel A. Ferreira

Fonte: Arco de Almedina

***

Isabel, este Psicopata, chamado Pedro Calçada, ao retirar o vídeo (segundo a sua informação), apenas mostrou, uma das características dos Psicopatas, a cobardia.

E de um cobarde, de um Psicopata tauromáquico, como é o caso deste Pedro Calçada, não se podia esperar outra atitude. Pois é própria deles!

Mário Amorim

Vitória!

Confirmação final recebida a partir do Comandante do Destacamento de Coruche da GNR, passada através do oficial de serviço do Comando Territorial de Santarém da GNR:

Não está autorizada a prática que denunciámos como ilícita, conhecida como “touros de fogo”.

Ainda assim, e expressando preocupação pela vontade que alguns populares estão a demonstrar em levar a cabo a dita actividade, pedimos aos militares uma maior vigilância nesse sentido.

Obrigada uma vez mais por toda a vossa mobilização. Desde ontem que recebemos largos milhares de CC’s na nossa caixa de e-mail.

Pela nossa parte, continuaremos o trabalho de sempre#EmDefesadosDireitosdeTodososAnimais

ANIMAL

Via: Marinhenses Anti-touradas

CARTA ABERTA ÀS AUTORIDADES DE BENAVENTE (SANTARÉM) E ÀS OUTRAS AUTORIDADES PORTUGUESAS…

EM BENAVENTE REGREDIR É A PALAVRA DE ORDEM

O que se pretende fazer aos Touros, em Benavente, no dia 24 de Junho, dia de São João, é infligir um dos maiores sofrimentos que se pode causar a um animal senciente.

Como isto ainda é possível?

É isso que vamos perguntar às autoridades daquela vila portuguesa, parada no tempo, no distrito de Santarém, e a todas as outras autoridades portuguesas que têm a função de fazer cumprir as leis.

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– Isto é uma tradição. Fazemo-lo desde o século XVI.
– 500 anos e não evoluímos nem um pouquinho…

Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Benavente,

Exmo. Senhor Comandante do Posto Territorial de Benavente da Guarda Nacional Republicana,

Exmas. autoridades responsáveis pelo cumprimento das leis em Portugal,

Excelências,

Tenho conhecimento de que está prevista uma prática bárbara que dá pelo nome de “Touros de Fogo”, para o dia 22 de Junho, e uma “Picaria de Touros/Picaria à Vara Larga”, no próximo dia 24 de Junho, dia dedicado a São João, um santo católico, e que acontecerão no âmbito de uma “festa” chamada hipocritamente “Festa da Amizade”, que pretende incluir duas actividades que causam a maior repulsa a qualquer ser humano normal.

As “picarias” são práticas que não fazem parte das actividades tauromáquicas portuguesas – tanto que não estão sequer consideradas no Regulamento de “Espectáculos” Tauromáquicos – e que consistem na utilização de varas para picar os animais usados nestas práticas bárbaras, supostamente a fim de se poder aferir a “bravura” destes. Em termos de prática tauromáquica, equipara-se à sorte de varas, no sentido em que consiste na utilização de uma vara do mesmo tipo das que são usadas na sorte de varas, provocando aos animais um sofrimento tão grande quanto aquele que lhes é infligido na sorte de varas.

Sendo a sorte de varas uma prática proibida pelo artigo 3.º, 3, da Lei n.º 92/95, de 12 de Setembro, com a redacção actualizada pela Lei n.º 19/2002, de 31 de Julho, as “picarias”, por se equipararem a esta prática, estão, por implicação, igualmente proibidas. É um facto que a referida proibição contempla excepções para aquilo que determina, mas, tal como no disposto no artigo 3.º, 4, as excepções só são válidas para os casos em que “sejam de atender tradições locais que se tenham mantido de forma ininterrupta, pelo menos, nos 50 anos anteriores à entrada em vigor” do diploma em causa, o que não é o caso desta “picaria” programada para Benavente (além de que, segundo o mesmo diploma, é a Inspecção Geral das Actividades Culturais que detém “competência exclusiva” para autorizar as excepções, quando preenchidos os requisitos legais para tal).

Logo, este evento anunciado para Benavente, não deve ser permitido, pois, a acontecer, infringirá a referida disposição legal.

Quanto aos “Touros de Fogo” são cruéis actividades tauromáquicas praticadas apenas em algumas localidades espanholas, civilizacionalmente atrasadas, nomeadamente Valencia, nas quais os touros são presos pelos cornos a postes, sendo-lhes colocados, através de hastes, bolas de alcatrão ou pez, às quais, como material inflamável que são, é pegado fogo. Os touros são depois soltos dos postes, ficando com os cornos a arder durante o período habitual de uma hora – tempo que esta barbaridade costuma durar.

Segundo testemunhos de médicos veterinários e especialistas em comportamento animal, o sofrimento físico que os touros experienciam quando os seus cornos ficam a arder é muito grande, quer porque os cornos dos touros são muito sensíveis, quer ainda porque os touros acabam por ficar com os olhos, focinho, boca e língua gravemente queimados, entre outras partes do corpo. A isto acresce o sofrimento psíquico que resulta de estarem nestas circunstâncias, querendo libertar-se do fogo que arde nos seus cornos e não sendo capazes de o fazer.

E isto é extramente bárbaro e cruel. Absolutamente desumano.

Também sei que, no seguimento de uma providência cautelar requerida pela Associação ANIMAL em 2006, a propósito de uma iniciativa que previa a utilização de “touros de fogo”, a mesma foi impedida por ordem de um Juiz do Tribunal de Santarém. Por isso, é ainda possível travar esta barbaridade.

Como é que isto ainda é possível acontecer em pleno ano de 2017, da era cristã?

Posto isto, apelo ao bom senso, ao cumprimento das leis, mas sobretudo, à humanidade que julgo existir em Vossas Excelências, e impeçam tais actos bárbaros, inadequados a um povo evoluído.

Isabel A. Ferreira

Enviada para:

ct.str.dcch.pbnv@gnr.pt; carlos.coutinho@cm-benavente.pt,

gp_psd@psd.parlamento.pt, gp_ps@ps.parlamento.pt, gp_pp@pp.parlamento.pt, bloco.esquerda@be.parlamento.pt,gp_pcp@pcp.parlamento.pt, pev.correio@pev.parlamento.pt, comunicacao@pan.com.pt, belem@presidencia.pt,

info@patriarcado-lisboa.pt, ed.portugues@ossrom.va, agencia@ecclesia.pt,ed.portugues@ossrom.va, ap.salesianos.evora@gmail.com, vmredaccao@netcabo.pt, gab.patriarca@patriarcado-lisboa.pt, melicias@netcabo.pt, franciscanosofm@mail.telepac.pt, conv.varatojo@mail.telepac.pt, info@rr.pt, diocese.angra@iol.pt, diocese.evora@gmail.com; ump@netcabo.pt, av@pccs.va,francisco@vatican.va

C/C: info@animal.org.pt

Fonte: Arco de Almedina

TOURO COLHE CRIANÇA E O SEU PROGENITOR NUMA LARGADA EM BENAVENTE

A criança da foto foi colhida por um Touro, em Benavente, durante uma largada de touros. Estava acompanhada daquele que tem o dever inalienável de a proteger, e não a protegeu…

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Foto: Cristina Machado

O indivíduo e a criança estariam sentados na tronqueira quando o touro investiu contra esta e ambos caíram dentro da manga onde corriam os touros.

O que se passou em Benavente, no passado dia 4 de Agosto, viola claramente a Convenção sobre os Direitos da Criança, adoptada pela Assembleia Geral nas Nações Unidas em 20 de Novembro de 1989 e ratificada por Portugal.

Viola igualmente a recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), através do Comité dos Direitos da Criança, órgão composto por 18 especialistas de vários países, que se pronunciaram explicitamente contra a que crianças e adolescentes participem ou assistam a corridas de touros e outros eventos tauromáquicos, recomendações essas que o Comité dirigiu a Portugal especificamente, após examinar o relatório apresentado por este país para dar conta das medidas tomadas para proteger a infância no âmbito da Convenção dos Direitos da Criança, e que Portugal ostensivamente não cumpre.

Portugal continua a não cumprir as suas obrigações e a fugir a responsabilidades que lhe compete, no que respeita à protecção de menores que são expostos à violência da tauromaquia.

Esta largada de Touros, em Benavente, estava inserida nas Festas em honra de Nossa Senhora da Paz, como se Nossa Senhora da Paz abençoasse a celebração da violência contra seres vivos!

Uma vez mais a igreja católica é cúmplice destes festejos macabros, cruéis e violentos para celebrar a Mãe de Deus…

Enfim… e o povo de Benavente achou que a Nossa Senhora evitou uma tragédia…

A criança sofreu escoriações, mas poderia ter morrido.

De qualquer modo, as escoriações sofridas pela criança, para além do perigo a que esta esteve exposta, deveriam ser motivos mais do que suficientes para chamar à justiça o progenitor que a expôs a esta situação.

Num país a sério, o progenitor seria preso, por negligenciar a vida de um menor.

Aquela mãe toxicodependente que retirou uma criança dos cuidados intensivos, por amor, foi presa porque “expôs” a criança a perigo de vida.

Haverá duas justiças em Portugal?

Haverá dois “géneros” de crianças em Portugal?

Os filhos dos aficionados de selvajaria tauromáquica estarão ABAIXO dos filhos de todos os outros cidadãos?

Sim, porque os filhos dos aficionados de selvajaria tauromáquica são agredidos fisicamente e psicologicamente ao entrarem em contacto com esta prática cruel e violenta, e as autoridades portuguesas o que fazem?

Além de serem cúmplices destas agressões, acobertam a manifesta negligência dos progenitores, que não sofrem a mínima punição.

***

Veja-se o que se diz na Rede Judiciária Europeia:

«São muitas as convenções internacionais sobre protecção de menores e responsabilidade parental

A protecção da criança é uma questão importante abordada por numerosas convenções internacionais. Embora o âmbito das convenções possa variar, o tema comum consiste em promover o bem-estar da criança a nível internacional.

Nações Unidas • Convenção sobre os Direitos da Criança – 1989

Esta Convenção afirma que todas as crianças são iguais e têm direito a usufruir do direito à vida, ao desenvolvimento das suas capacidades, à participação e à protecção. Consagra o princípio de que todas as decisões relativas a crianças devem ter fundamentalmente em conta o interesse superior da criança. Todos os Estados-Membros ratificaram a Convenção

in: http://ec.europa.eu/civiljustice/parental_resp/parental_resp_int_pt.htm

***

Em Portugal nada disto tem a menor importância.

Estaremos a viver num país a sério? Com autoridades a sério? Com governantes a sério?

Não é chegada a hora de prestarem contas aos cidadãos portugueses com responsabilidade cívica?

 

Fonte: Arco de Almedina